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Afoxé Asè Omo Odé abre caminho para o Carnaval dos Tambores

Criado na década de 1990 por Pai João de Abuque (o mais antigo babalorixá e o primeiro ancestral do candomblé goiano), o Afoxé Asè Omo Odé trouxe ao carnaval dos anos de 1990 a 1993 a riqueza das expressões artísticas da tradição afro-brasileira, para a construção da tradição afro-goiana.

No ano de 2008, por iniciativa da Associação Desportiva e Cultural de Capoeira Mestre Bimba e do terreiro Ilè Ibá Ibó Mim, o Afoxé sob direção do ogã Mestre Luizinho, herdeiro de Mestre Bimba; retomou suas atividades festivas nas ruas de Goiânia, em rememoração ao dia 13 de maio.

Desde então, realiza anualmente cortejos pelas ruas do Setor Pedro Ludovico em homenagem a importantes mestres da tradição afro-brasileira como: Pai João de Abuque; Mestre Bimba – criador da capoeira regional; Mestre Pastinha – ícone da capoeira angola; e em 2010 reverenciou os mestres da Congada de Goiânia.

Em 2009 e 2010, o Afoxé abriu o carnaval de rua de Goiânia na Avenida Araguaia, e em 2011 abre os caminhos para “O CARNAVAL DOS TAMBORES” no Setor Pedro Ludovico com o som percussivo dos atabaques, agogôs e xequerês, a beleza dos cantos e das danças, a força das cores e dos ritos do Candomblé em um grande cortejo que destaca a riqueza rítmica e estética de Ogum, orixá dono dos caminhos e da tecnologia; de Oxóssi (patrono desse afoxé), protetor dos caçadores e das matas, e a exuberância de Oxum com o seu ritmo ijexá.

 

Serviço

Atabaque, cavaco, tamborim: o Carnaval dos Tambores”

Data: 05 de março

Horário: a partir das 17 horas

Local: Alameda João Elias da Silva Caldas – Setor Pedro Ludovico

Concentração: Rua 1059, n.1059, qd.134, lote 03 (em frente ao Ilè Ibá Ibó Mim, Casa do Pai João de Abuque), em direção a Alameda João Elias da Silva Caldas

Mais Informações: Ceiça Ferreira (62) 8191-2122 / Clécia Santana (62) 9310-6395 / Janaína Soldera (62) 9975-7363

Produção Executiva: Canela di Ema Produções. Fone: 3645-6138

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JOVENS VICIADOS!!! EM CAPOEIRA.

“A Capoeira no setor da saúde mental como ferramenta de desintoxicação, redução de danos e recolocação social”
Trocam o dia pela noite. Muitos estão no tráfico de drogas e geralmente são viciados em substâncias como maconha, cocaína e crack ou mesclado. Refletem aquilo que está ao seu redor: a violência, o ódio e a vingança. Ganham uns “trocos” neste negócio com as drogas trabalhando para traficantes e levando uma vida de dependência não só química, mas também financeira. Seus valores são reduzidos e geralmente a auto estima está abalada em razão da falta de apoio familiar e psicológico. De fato, uma situação difícil de lidar. Como resgatar um jovem envolvido com o tráfico e com as drogas buscando sua reinserção na sociedade e uma vida mais saudável? Ainda assim, como garantir que não recaia diante das drogas e do álcool? Esta problemática vem sendo discutida buscando-se métodos de tratamento e alternativas em auxílio para o trabalho psicológico, psiquiátrico e terapêutico. Neste contexto de discussões, insere-se a arte capoeira como um conteúdo riquíssimo de possibilidades para o auxílio dos pacientes.
 
Baseando-se nas experiências e vivências dentro do ambiente de recuperação em dependência química, observamos que através da prática da capoeira e de suas variações como os instrumentos e ritmo, a prática corporal e o esquema motor, a historicidade, o fundamento e toda a alegria e espontaneidade que sua prática proporciona, atingimos uma empatia com este jovem, normalmente rebelde e inflexível. Não esquecendo da disciplina que é colocada em prática, há ainda um sentido de beleza e troca de energias positivas quando o som flui, quando o primeiro tom sai das cordas do berimbau, quando o jovem entra na roda e transcende todos os seus limites e até frustrações. O importante é de fato ressaltar a capacidade que a arte capoeira possui de preencher qualquer tipo de lacuna/espaço.Como a água que completa todo e qualquer frasco. Como o fogo que pode através da química tomar conta de tudo o que é combustível. Como o ar que envolve a atmosfera. Enfim, algo mutável e amplamente adaptável a diferentes contextos.
    
Nas práticas da capoeira dentro deste setor, em primeiro momento há um olhar de resistência tanto de pacientes quanto de profissionais que lidam com adolescentes em estado de dependência química. Contudo, após a primeira etapa de apresentação e planejamento; a barreira é quebrada. E quando se ouve o som mágico da capoeira e quando todos se prontificam a somar; o contexto muda radicalmente de posição. A capoeira então passa a ser vista de outra maneira, a recepção é bem diferente e se torna um jogo onde todos ganham. Percebemos isto ao final de qualquer atividade de capoeira realizada dentro de ambientes de ressocialização e tratamento em dependência. Em geral, os jovens estão mais calmos e conseguem comentar com mais clareza sobre os seus problemas. Conseguem colocar para fora suas angústias e frustrações através de uma atividade que envolve disciplina e ludicidade, expressão corporal e esportividade.
   
Trabalha-se o físico e o psicológico, proporcionando um campo aberto para observações e diagnósticos deste paciente que está dialogando corporalmente, trazendo suas vivências, seus desejos e suas ambições. Por isso que um trabalho multiprofissional neste sentido, ou seja, envolvendo vários profissionais da área da saúde, é de fundamento importância para o sucesso do tratamento. Em certos casos, o jovem não consegue verbalizar de fato o que sente, mas deixa evidente em momentos de uma aula de capoeira a sua personalidade e o seu caráter. O corpo fala e devemos estar atentos para interpretar tal dialogo. Não é objetivo vender neste espaço uma imagem irreal, fora da verdade destes jovens. A capoeira talvez seja uma pequenina gota neste oceano de procedimentos e condutas para o setor de saúde mental. Mas ela está dentro, misturando-se com outras especialidades e alternativas. Somando para juntos lutarem contra um mal, talvez o pior, que assola toda humanidade. O problema com drogas e álcool é gigantesco; monstruoso. Difícil de vencer! Requer coragem, vontade, auxílio e continuidade. O rastro de violência e desgraças proporcionadas por ele é alarmente, tirando vidas e destruindo gerações. Não podemos deixar de pensar nisto. Mas quando se ouve o relato de jovens que hoje se tornaram atuantes na sociedade através de uma ajuda, um despertar, uma palavra; se atinge a glória! A sensação de dever cumprido. Que seja apenas um salvo, dentre muitos, a tocar um berimbau e jogar na roda de cara limpa, a um dia colocar em prática os seus ensinamentos; este já não estará condenado a morte precocemente.
 
Zum Zum Zum….Capoeira Salva Um!!!
 
PROFESSOR BEIJA-FLOR
CAPOEIRA ADAPTADA
http://bfcapoeira.vilabol.com.br
 

A inclusão do educador em capoeira no setor de tratamento em dependência química e saúde mental

CAPOEIRA SOLIDÁRIA

"A inclusão do educador em capoeira no setor de tratamento em dependência química e saúde mental"
 
A área médica volta o olhar para as terapias esportivas como fator de tratamento de jovens e adultos dependentes de álcool e drogas. Neste sentido, a capoeira surge como uma proposta na organização corporal e mental do indívíduo dependente. Trabalhando a socialização, o esquema corporal e o auto controle, a capoeira contempla o tratamento psiquiátrico e psicológico trazendo pontos positivos aos pacientes,  além de alegrar a alma do praticante. A capoeira vem sendo utilizada diariamente, como doses homeopáticas, nas oficinas de centros de atenção psicossocial, clínicas de reabilitação, setores de saúde mental e hospitais; através do Projeto Beija-Flor/Grupo Macungo e seus educadores. A resposta dos pacientes é fantástica, sendo uma poderosa terapia associada aos grupos de psicologia. Como uma medicação, a capoeira vai gradativamente envolvendo o paciente o tornando mais resistente e sociável além de desintoxicar o indivíduo através de características aeróbicas contidas nas aulas. Fortalece ainda a musculatura; em muitos casos comprometida pelo déficit do metabolismo muscular e favorece a observação e diagnóstico dos pacientes, pois suas emoções são evidentes durante o jogo de capoeira sem possíveis fingimentos. Observa-se ainda que muitos pacientes se envolvem de tal maneira com a capoeira que procuram locais para praticá-la em outros horários aos do tratamento, ocasionando assim um projeto de redução de danos pois quando o indivíduo está treinando não está nas ruas ou bares fazendo uso de drogas e bebidas.
 
Para saber mais sobre a Capoeira no setor na saúde mental:

Ricardo Costa: beijaflor@portalcapoeira.com
Site com informações: http://bfcapoeira.vilabol.com.br

Turismo: Capoeira integra programação de lazer nos Hotéis de Salvador

Mais uma possibilidade para a nossa "arte multifacetada"!!!
 
A capoeira pode e deve ser vista como uma grande fonte "VIVA" de possibilidades sócio-culturais.
Não é a toa que grandes redes de hotelaria começam a virar os olhos para o encanto e a beleza da capoeira.
 
Há alguns dias atrás recebi de uma colaboradora do Portal Capoeira, uma chamada que abordava o tema: IMPACTO ECONÔMICO: o quanto a CAPOEIRA gera no PIB? em um texto da Comunicação Social do MinC (Programa de Desenvolvimento da Economia da Cultura)
 
(ver textos em anexo)
 
 
Pois bem… vamos observar a capoeiragem por este prisma! 
  
Não vou desenvolver nenhuma explanação ou crítica para o tema mais sim irei tentar instigar e fomentar uma ampla e natural reflexão sobre o assunto proposto, de forma a que cada um de nós faça uma busca interior sobre o quanto a capoeira gera e movimenta a economia Formal e Informal… o quanto possibilita inclusão e cidadania… o quanto se ginga pelos quatro cantos do globo e pelos sete mares… e de que forma esta ginga representa a cultura brasileira…
As abordagens são imensas… as possibilidades infinitas… cabe a cada um de nós zelar para que este crescimento seja sustentável, positivo e representativo, de forma a preservar as raízes e tradições desta arte genuinamente brasileira, criando possibilidades e realizando sonhos…
 
Seguem os textos que chegaram até nossa redação:
 
1- IMPACTO ECONÔMICO: o quanto a CAPOEIRA gera no PIB? (Programa de Desenvolvimento da Economia da Cultura)
 
 
Construção de indicadores e estatísticas, diagnósticos, capacitação, promoção de negócios, divulgação de produtos e serviços culturais
 
Uma atividade econômica que não depende de recursos esgotáveis, não polui o meio ambiente e utiliza como insumo básico a criação e a inovação.
 
Uma atividade econômica que desenvolve produtos com alto valor agregado, altamente concentradora de mão-de-obra, gerando ocupação em todos os níveis profissionais, com salários acima da média dos demais setores.
Uma atividade que vincula o desenvolvimento econômico ao desenvolvimento social, seja pelo potencial inclusivo que abarca, como pelo aprimoramento humano inerente à produção e à fruição cultural.
 
Estas são as principais características da Economia da Cultura, atividade reconhecida em vários países, como um setor estratégico e vetor de desenvolvimento sustentável. As atividades de criação, produção, difusão e consumo de bens e serviços culturais representam hoje o setor mais dinâmico da economia mundial e tem registrado crescimento médio de 6,3% ao ano, enquanto o conjunto da economia cresce 5,7%. Estimativas do Banco Mundial apontam a cadeia produtiva da cultura como responsável por 7% do PIB (Produto Interno Bruto) do planeta.
 
*No Brasil*
 
O Ministério da Cultura vem trabalhando para construir uma agenda de desenvolvimento à Economia da Cultura e já iniciou uma série de ações com parceiros fundamentais como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Agência de Promoção e Exportações e Investimentos (APEX), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
 
Em junho de 2006, o MinC conseguiu aprovar o Programa de Desenvolvimento da Economia da Cultura (PRODEC) no Plano Plurianual do Governo Federal. Com isso, a construção de indicadores e estatísticas, diagnósticos, capacitação, promoção de negócios, divulgação de produtos e serviços culturais passam a ter orçamento próprio a partir de 2007.
 
"A Economia da Cultura tem potencial para ser um vetor de desenvolvimento do país e precisa ser entendida como setor estratégico", comentou a assessora especial do ministro Gilberto Gil e coordenadora do PRODEC, Paula Porta. A assessora citou a música brasileira como exemplo da força e extensão do mercado interno da cultura, pois 75% da música executada nas rádios e locais públicos é nacional.
 
*Sistema de Informações e Indicadores Culturais (SIIC)*
 
O IBGE divulgou, no dia 29 de novembro, o Sistema de Informações e Indicadores Culturais (SIIG), primeira sistematização das informações sobre a Economia da Cultura, realizada com base em pesquisas pré-existentes.
 
Os dados são referentes ao ano de 2003 e lançam as primeiras luzes sobre este universo até então desconhecido da economia brasileira.
 
O documento traz informações relevantes como o número de trabalhadores registrados na área da cultura – 1,055 milhão de pessoas, correspondendo a 5,7% dos empregos formais do país -, os gastos da população brasileira com cultura (ocupa o 4º lugar das despesas das famílias, atrás apenas da alimentação, habitação e transporte) e o peso da cultura na oferta de empregos por setor econômico (55,3% em serviços, 25,6% na indústria e 19% no comércio), entre outras.
 
Estes dados vão servir de subsídios para o MinC na elaboração das políticas públicas e na tomada de decisões e também devem servir de referência para empresas e realizadores da área cultural, que desejarem trabalhar com planejamento estratégico. A análise dos indicadores permitirá a identificação de oportunidades e de nichos de mercado.
 
*Conta Satélite para a Cultura*
 
O secretário de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, Alfredo Manevy, deseja utilizar as informações da publicação para a elaboração de uma plataforma de ação conjunta com o IBGE, o Ministério do Planejamento e Banco Central, com objetivo de agregar ao Sistema de Contas do País, uma Conta Satélite da Cultura. Através deste mecanismo, que segue padrões internacionais, será possível mensurar com precisão e periodicidade, o impacto das atividades culturais na economia do país.
 
(Comunicação Social/MinC)
 

 
2- Verão 2007 no Sofitel Salvador 
  
A melhor estação do ano chegou: o Verão!
Salvador, a primeira capital do Brasil com todos os seus encantos, fascínios e magnetismo foi sempre um dos destinos mais procurados nesta estação. Muitos vão para lá em busca do sol, fonte de alegria e alto astral.
Neste momento de descansar e aproveitar as férias, fica a dúvida: aonde ir com sua família?
O Hotel Sofitel Salvador, uma ótima opção, neste ano de 2007 está trazendo uma série de novidades.
 
O hotel, sempre em constante modernização está de cara nova. São muitas as mudanças já percebidas e elogiadas por seus freqüentadores. Os famosos restaurantes Les Saveurs d’ Itapuã e Oxum receberam novos elementos decorativos que deixaram seus ambientes ainda mais agradáveis, valorizando seu requinte e sua baianidade. O restaurante Les Saveurs d’ Itapuã, onde é servido o rico café da manhã do hotel tem agora 40 lugares em sua varanda, local cativo daqueles que preferem a brisa do mar e o contato com os jardins, ao espaço original climatizado. Já o restaurante Oxum traz uma novidade para os casais: um menu especialmente criado refeições a dois. “Elle et Lui” foi elaborado pelo premiado Chef Sebastião Torres, com direito a champagne, luz de velas, música ao vivo e toda atmosfera á beira do lago, tudo para compor uma noite romântica e inesquecível.
 
O hotel também recebeu investimentos nas áreas externas, que valorizaram ainda mais a beleza de seus jardins, agora com begônias, petúnias e portulacas, espécies florais que deram mais colorido exuberância, num convite à contemplação. À noite, pode se apreciar a nova iluminação cenográfica, que a partir da utilização da técnica de luz indireta destaca fícus, cicas, arecas e coqueiros, em meio ao gramado e à piscina, agora com um tom azul, obtido por um sistema de lâmpadas tipo led, a mais moderna e ecológica tecnologia existente em iluminação. O resultado é uma atmosfera agradável e tranqüilizante, que favorece o intimismo.
 
As dunas do Abaeté, onde se localiza a propriedade do hotel, são o viveiro natural de várias espécies de pássaros, muitas vindas de longe em busca das invejáveis condições daquele ecossistema, durante a estação do verão. Espécies locais como Canários e Cardeais, raras em outras regiões do país, são comumente apreciadas enquanto se alimentam tranquilamente pelo gramado. Lindas Garças Brancas e Martins Pescadores vivem em equilíbrio com as Carpas e Tilápias do lago de Oxum, situado ao lado do restaurante de mesmo nome, cercado por frondosas árvores, onde vive um bando de Micos.
 
A baianidade está presente mais uma vez na simpatia das garçonetes, que trajadas de baianas, não se cansam de explicar aos hóspedes porque seu colar muda de cor diariamente, numa representação dos Orixás do Candomblé. Aos Sábados, ao som de muita MPB, Samba e Bossa Nova acontece uma animada e saborosa Feijoada, e aos Domingos, os berimbaus e atabaques dão o ritmo para a roda de Capoeira e Maculelê, que acontece em meio ao almoço que apresenta o melhor da culinária baiana: Moquecas, Xinxins, Vatapás e Carurus. A mesma capoeira, é ensinada aos hóspedes, em uma das atividades mais freqüentadas da programação de lazer do Verão 2007, que tem ainda como destaque as aulas de Hidro Axé, conduzidas pelos animados monitores da equipe de lazer.
 
Todas estas atrações fazem parte de dois novos produtos que o hotel está lançando: o So Fun, uma versão de 7 diárias ao preço de 6, e o So Relaxing, com check in sempre às Sextas e late check out aos Domingos.
 
Que me desculpe o nosso poeta, mas agora você vai descobrir que vale a pena passar muito mais do que uma tarde em Itapuã.
Sofitel Salvador – Bahia
www.sofitel.com.br 
Fonte Diário do Turismo: http://www.diariodoturismo.com.br/

Natal: SME realiza Festival de Capoeira

Prefeitura de Natal
Secretaria Municipal de Educação (SME) inicia no próximo sábado (27), com a realização de um Festival de Capoeira, os preparativos para os Jogos Escolares Municipais (JEM’s) 2006, previstos para o mês de setembro.
 
De acordo com o diretor do Setor de Cultura e Desporto, José Maxwell, as escolas têm até quinta-feira, 25, para confirmar a sua participação inscrevendo os atletas que deverão participar da referida competição.
 
O Festival de Capoeira, que envolve alunos do 1º e 2º ciclos e da 5ª a 9ª série do ensino fundamental, será realizado a partir das 8h, na quadra da Escola Municipal Professor Zuza, a rua Miguel Castro, s/n, bairro de Nazaré.
 
Outros festivais, como, por exemplo, de dança, xadrez e futsal, estão previstos para serem realizados pela SME como forma de preparar os atletas para os JEM’s. As novas datas deverão ser divulgadas nos próximos dias pelo Setor de Cultura e Desporto.

Capoeira, terapia e diversão para crianças portadoras de deficiência

SUGESTÃO DE PAUTA CAPOEIRA É TERAPIA E DIVERSÃO PARA CRIANÇAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA
 
O setor de Reabilitação Desportiva da AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente) iniciou um programa inédito com crianças portadoras de deficiência física: a capoeira. Hoje, mais de um ano depois de implantado, o projeto demonstra resultados satisfatórios do ponto de vista médico e terapêutico, além de ser uma grande brincadeira para meninos e meninas portadores de deficiência física. Para o instrutor de capoeira voluntário Alex Souza Santos o trabalho com crianças portadoras de deficiência física era novidade. Junto com o setor de Reabilitação Desportiva da AACD ele aceitou o desafio e hoje colhe os resultados. "Após este período conseguimos notar benefícios como melhor equilíbrio, desenvolvimento mental, disciplina e sociabilização", diz Edna Garcez, coordenadora do setor. "Hoje, os alunos estão mais participativos, demonstrando ginga e alongamento." Essa aquisição de habilidades é observada não só durante os treinos, mas também nas atividades diárias das crianças. Edna levou a capoeira para a AACD com o apoio dos médicos. "Qualquer paciente, independente da idade ou da patologia, pode participar, inclusive pacientes em cadeiras de roda, que também dão sua contribuição." Liliam Brito Assessora de Imprensa AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente)
 
Tel: 11 5576-0609 celular: 11 9409-1489 e-mails: mkt-liliam@aacd.org.br / liliambrito@bol.com.br
Ricardo Viveiros – Oficina de Comunicação www.viveiros.com.br