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Guimarães: III Congresso de Inclusão Pelo Desporto

O 3º CONGRESSO INCLUSÃO PELO DESPORTO, inserido no programa geral de Guimarães – Cidade Europeia do Desporto 2013 é a oportunidade para debater e aprofundar metodologias de integração das populações mais desfavorecidas no e pelo Desporto em Portugal e na Europa.

Num período em que a função social e educativa do Desporto tornou-se uma área política de relevância estratégica da União Europeia, espera-se que este Congresso, contribua para o debate em curso sobre a inclusão social dos imigrantes e das minorias étnicas e das populações em risco dentro e através do desporto. Além disso, os resultados e as recomendações práticas desta conferência devem ajudar a colocar a inclusão social na agenda das políticas desportivas nacionais e europeias e promover a partilha dos nossos valores com outras regiões do mundo, nomeadamente, a Comunidade de Países de Língua Portuguesa.
É aqui que queremos estar para potenciar as melhores energias da sociedade civil.

No ano de 2013, promovemos o CID na programação de Guimarães – Cidade Europeia do Desporto. Porque partilhamos uma visão em que salientamos que no Desporto como na Sociedade, a evidente desigualdade de oportunidades possa ser ultrapassada através da capacitação e representatividade das populações mais desfavorecidas em todos os ramos da atividade social e profissional. Por uma questão de oportunidade, mas fundamentalmente por uma questão de consciência e de dever, é em Guimarães que queremos estar colocando o debate das políticas sociais em eventos de relevo e de destaque na sociedade portuguesa e europeia.

O CID oferece cursos de capacitação profissional a mais de 100 educadores e agentes sociais. Apresenta-se como uma série de eventos temáticos (congresso, exposições, publicações, prémios e palestras) com o objetivo claro de inspirar e na partilha ativa de experiências e conhecimentos do interesse de universitários, recém-licenciados, empreendedores, mediadores sociais, técnicos de deporto, técnicos sociais, representantes de ONG`S e IPSS e dinamizadores do mundo empresarial e académico nas mais diversas áreas de atividade. 

OBJETIVOS

Proporcionar um espaço informal e de confiança para a potencialização do networking e possíveis parcerias entre todos os participantes e estimular a aprendizagem, troca de experiências e ferramentas entre os participantes através de workshops específicos. 
Motivar a função social e educativa do Desporto através da capacitação de educadores, instituições e poder local a melhorarem a sua abordagem pedagógica e aumentar a eficácia e atratividade da formação do Jovem. 
Promover o Desporto como meio de diálogo intercultural e intercâmbio de boas práticas, que contribuam para a prevenção e a luta contra a violência e o racismo na sociedade, de sedentarismo e de isolamento social das minorias sociais e/ou vítimas de exclusão social. 
Promover a reflexão sobre ética e valores no desporto. 

DESTINATÁRIOS

O 3º CONGRESSO INCLUSÃO PELO DESPORTO procura corresponder às preocupações e expectativas profissionais dos agentes e entidades desportivas e sociais, nomeadamente: 
• Dirigentes e técnicos de desporto e de ação social da administração pública (comunidades urbanas, áreas metropolitanas e outros organismos da administração pública regional); 
• Dirigentes e técnicos de desporto e ação social de instituições de solidariedade social nacionais e europeias; 
• Técnicos e agentes de desporto, de clubes  e associações desportivas; 
• Dirigentes e técnicos de outras organizações desportivas, nomeadamente o Comité Olímpico de Portugal, Comité Paralímpico de Portugal, Confederação do Desporto de Portugal e Fundação do Desporto de Portugal; 
• Professores e estudantes das áreas Desporto e Educação Física e das áreas de Solidariedade Social e da Saúde; 
• Elementos diretivos e técnicos do Desporto Escolar; 
• Empreendedores sociais e animadores de projetos e programas orientados para a educação inclusiva; 
• Outros agentes desportivos e sociais.

 

http://www.iuna.org.pt/congressoinclusaodesporto/

Federação (FICA) quer colocar capoeira nas Olimpíadas

O sonho é da Federação Internacional de Capoeira, a Fica. A entidade contratou um grupo de empresas de marketing, composto pela a Brunoro Sport Business, SPV e R2 e a GTEC Digital, para difundir a luta como identidade cultural brasileira e ampliar o número de praticantes ao redor do globo.

As agências terão a missão de elaborar torneios nacionais e internacionais, mapear o potencial publicitário do esporte, criar comerciais de TV, reformular o calendário de eventos e provas oficiais e obter patrocinadores. A capoeira, como esporte, está inserida no Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Já a Fica está vinculada à SportAccord, entidade vinculada ao Comitê Olímpico Internacional, e à União Mundial de Artes Marciais (WOMAU).

O sonho da Fica é colocar a capoeira entre os esportes olímpicos. Quem sabe ela chega lá. Segundo dados da entidade, a modalidade está presente em mais de 150 países com cerca de oito milhões de praticantes ao redor do mundo. A maior parte deles, seis milhões, está no Brasil.

 

O que diz Sérgio Vieira:

A Capoeira é uma paixão nacional no Brasil na mesma proporção em que é o Futebol. Sendo assim, muitos se posicionam em defesa de seus cuidados, cada um ao seu modo. Em relação à inserção da Capoeira no Movimento Olímpico, não é diferente, e resulta em polêmicas. O entendimento que leva a Federação Internacional de Capoeira – FICA a manter este esforço e o de estabelecer este consórcio é o de que se faz absolutamente necessária a criação de um mecanismo de preservação do acervo cultural da Capoeira Angola, da Capoeira Regional e da Capoeira Contemporânea, que possa ser também difundido por meio da estrutura desportiva internacional. Tal entendimento se dá no fato de que os procedimentos técnicos e tradições da Capoeira estão sendo alterados em função da informalidade com que a mesma está difundida em âmbito mundial. Deste modo considera-se sob risco a reprodução deste patrimônio cultural por múltipla diversificação de suas práticas. Há nesta postura o entendimento de que precisamos capacitar mestres, docentes e técnicos com os mesmos conteúdos programáticos em todos os países, uniformizando assim, competências, saberes e habilidades de seus agentes de reprodução. Salienta-se que se trata de novos tempos e que a FICA deseja neste momento sentar com todos os segmentos da Capoeira para seja possível a construção deste objetivo por meio do consenso, com base em nossas igualdades e não em nossas diferenças. Sejam, portanto, todos muito bem vindos à esta nova fase da Capoeira.

 

Fonte: http://colunas.revistaepoca.globo.com/

Curso de Formação e Capacitação Pedagógica ao Ensino da Capoeira no ES

Educadores Sociais, oficineiros, “docentes” de capoeira em geral:

O Ensino da Capoeira no Espírito Santo passará a receber atenção especial da Federação de Capoeira do Estado do Espírito Santo (FECAES), afirma o presidente Alcebíades Milton Cabral em atendimento ao disposto no Código Desportivo Internacional de Capoeira daFederação Internacional de Capoeira (FICA) e na Lei Estadual nº 7.696/2003, para se estabelecer critérios, competências, saberes e habilidades específicas para a formação, avaliação e qualificação profissional de Técnicos, Treinadores, Preparadores Físicos, Docentes (Formados, Monitores, Instrutores, Contramestres e Mestres), Árbitros (Estaduais, Nacionais e Internacionais) e alunos em seus diversos níveis, a FECAES estará promovendo Cursos de Capacitação e Qualificação Pedagógica ao Ensino da Capoeira no ES totalizando 380 (trezentos e oitenta) horas/aulas aberto a todos os “docentes” de Capoeira do estado. Credenciando-os com a expedição de suas respectivas habilitações técnicas através de um documento único de identificação em sua conclusão.

Os cursos serão ministrados por Mestres e Doutores em parceria com Faculdades dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia, Confederação Brasileira de Capoeira, Federação Internacional de Capoeira Secretaria Estadual de Esportes e Lazer do ES..


CRONOGRAMA DE REALIZAÇÃO DOS CURSOS

CURSO + Carga Horária

CH

DATA

LOCAL

Gestão Desportiva, Competições e Arbitragem

20

30/04 e 1º/05/11

Vitória/ES

Fundamentos Sócio-Antropológicos da Capoeira

10

28/05/2011

Vitória/ES

Fundamentos Filosóficos do Jogo da Capoeira

10

29/05/2011

Vitória/ES

Fundamentos Técnicos e Culturais da Capoeira Angola – I

20

25 e 26 /06/11

Vitória/ES

Metodologia e Didática de Ensino da Capoeira I

20

30 e 31 /07/11

Vitória/ES

Fundamentos Técnicos e Culturais da Capoeira Regional – I

20

27 e 28 /08/11

Vitória/ES

Metodologia e Didática de Ensino da Capoeira II

20

24 e 25 /09/11

Vitória/ES

Nomenclatura dos Movimentos de Capoeira – 20h

20

29 e 30 /10/11

Vitória/ES

Anatomocinesiologia aplicada a Capoeira I

20

26 e 27 /11/11

Vitória/ES

Fundamentos Técnicos e Culturais da Capoeira Angola – II

20

17 e 18 /12/11

Vitória/ES

Anatomocinesiologia aplicada a Capoeira II

20

28 e 29 /01/12

Vitória/ES

Fisiologia do Exercício aplicada a Capoeira I

20

18 e 19 /02/12

Vitória/ES

Fundamentos Técnicos e Culturais da Capoeira Regional – II

20

24 e 25 /03/12

Vitória/ES

Fisiologia do Exercício aplicada a Capoeira II

20

28 e 29 /04/12

Vitória/ES

Desenvolvimento Humano e Aprendizagem Motora

20

26 e 27 /05/12

Vitória/ES

Teoria e Prática do Treinamento Desportivo

20

23 e 24 /06/12

Vitória/ES

Socorros de Urgência nos Esportes

20

28 e 29 /07/12

Vitória/ES

Marketing e Imagem pessoal

10

25/08/2012

Vitória/ES

Ética profissional e Direitos Desportivo

10

26/08/2012

Vitória/ES

Organização e Administração aplicado ao 3º setor

20

29 e 30 /09/12

Vitória/ES

Estágio Prático em Eventos Desportivos

20

20 e 21 /10/12

Vitória/ES

CARGA HORÁRIA TOTAL

380h

São consideradas as seguintes competências para os docentes de Capoeira:

A- Atenção à Saúde – os docentes, em seu âmbito profissional, devem estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção e proteção da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo.

B- Tomada de Decisões – fundamentado na capacidade de tomar atitudes visando o uso apropriado e a eficácia para avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas.

C- Comunicação – primar pela comunicação verbal, não-verbal e habilidades da escrita e da leitura.

D- Liderança – estar apto a assumir posições tendo em vista o bem estar da comunidade.

E- Administração e Gerenciamento – estar apto a tomar iniciativas gerenciais e administrativas dos recursos humanos, físicos e materiais.

F- Ética – possuir princípios morais que se devem observar no exercício profissional ajustando-se às normas de relações entre os diversos membros da coletividade, bem como manter confidencialidade de informações na interação com outros profissionais e o público em geral.

G- Educação Continuada – os profissionais devem ser capazes de aprender continuadamente, tanto na sua formação quanto na sua prática, devendo desta forma aprender a aprender, tendo a responsabilidade na busca constante de novas informações e o compromisso com a educação.