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AACD: Superação através do Esporte

“Inclusão e Equilíbrio são alguns limites vencidos pelas crianças da AACD através da capoeira…”

Caros amigos, segue a metéria feita pela revista Fácil que será usada no TELETON de 2012, onde a nossa Capoeira é enfatizada como meio de ajuda a portadores de deficiência da AACD.

Aproveito o ensejo também e me ponho a disposição para palestras, workshops e cursos de Capoeira e capacitação para professores e Mestres que queiram trabalhar nesta vertente da nossa Arte Maior a CAPOEIRA.

 

Contatos:

Mestre Júnior – [email protected]

(xxx81)97701889 Tim – 86192109 Oi.

 

AACD: Gabriel José Mesquita Monteiro Dias – Marketing (Recife)  – [email protected]

 

Iê maior é Deus, grande pequeno sou eu

 

 

Pastinha – O menino que virou Mestre de capoeira

História do capoeirista Mestre Pastinha ganha livro ilustrado

A vida e ginga de um jovem mulato que vivia nas ruas do Pelourinho, no Centro histórico de Salvador, é tema do livro “Pastinha – O menino que virou Mestre de capoeira”, de José de Jesus Barreto e Cau Gómez, com edição da Solisluna Editora, que será lançado amanhã, às 18 horas, na Livraria Cultura no Salvador Shopping.

Era uma vez … um menino mulatinho, esperto e miúdo nascido no Pelô que, depois de muito brincar e brigar na rua, tornou-se o maior de todos os mestres da Capoeira Angola da Bahia. O nome desse menino virou lenda, mundo afora, mas a história de Mestre pastinha é real e está contada, tim-tim por tim-tim neste livro de José de Jesus Barreto e Cau Gomez com edição cuidadosa da Solisluna Editora e que será lançado dia 27 de janeiro às 18 horas na Livraria Cultura no Salvador Shopping.

O livro “Pastinha – O menino que virou Mestre de capoeira” conta, em letras e desenhos, a história verdadeira de como o mirrado menino Vicente Ferreira Pastinha, nascido na Rua do Tijolo, Pelourinho, Centro Histórico de Salvador, no ano de 1889, aprendeu o jogo da capoeira, ainda guri, tornando-se, de meados do século XX em diante, o criador e maior de todos os mestres da Capoeira Angola da Bahia, uma arte que ganhou o mundo. A história da iniciação do menino, através dos ensinamentos do negro banto e ex-escravo chamado Benedito, foi contada pelo próprio Pastinha, numa entrevista datada de 1967, e é recontada no texto do jornalista e escrevinhador José de Jesus Barreto e também através dos desenhos do artista gráfico Cau Gomez, ilustrações que dão ao livro um toque de obra de arte, um encantamento a mais para os olhos de crianças, jovens e adultos.

Com 32 páginas ilustradas em cores e duas fotos do Mestre Pastinha feitas por Zélia Gattai na primeira metade dos anos 1960, o livro “Pastinha – O menino que virou Mestre de capoeira” editado pela Solisluna Editora, com edição, design e projeto gráfico de Valéria Pergentino, Enéas Guerra e Elaine Quirelli. Impresso em papel couché pela Gráfica Santa Marta.

  • SERVIÇO

LANÇAMENTOS DO LIVRO “Pastinha – O menino que virou Mestre de capoeira” Autores: José de Jesus Barreto e Cau Gomez Solisluna Editora QUANDO: Dia 27 de janeiro, às 18 horas ONDE: Livraria Cultura do Salvador Shopping PREÇO: R$35,00 
+ CONTATOS (outras informações e entrevistas): Solisluna Design Editora: 71 3379.6691 – 9964.4817 [email protected] José de Jesus Barreto: 71 3378.7703 – 9911.4654 [email protected] Cau Gomez: 71 3240.4079 – 8898.4079 [email protected] 
Mandinga

Além da história da iniciação e das pernadas de Pastinha pelas ruas da cidade, o livro toca nos ensinamentos do Mestre: o significado da capoeira Angola, a importância do berimbau na roda do jogo e da ginga na arte da vida, além de mostrar os principais golpes da luta que também é dança, jogo, reza, manha, vadiação e arte… “é mandinga de escravo em ânsia de liberdade”, como bem ensinou o mestre. 
A idéia de fazer um livro para crianças e jovens sobre a figura de Pastinha, um mito, uma lenda baiana, surgiu com a da obra intitulada “Pastinha, O grande mestre da Capoeira Angola” , escrita pelos jornalistas José de Jesus Barreto e Otto Freitas. “Vimos que a história era curiosa, encantadora e se encaixaria muito bem em nossa proposta editorial de publicar livros para crianças e jovens que também agradam os adultos. Então, convidamos José de Jesus Barreto, autor de outros títulos de nossa editora, para essa parceria, sugerindo a elaboração de um novo texto apropriado, mais enxuto, numa linguagem voltada a esse público leitor que muito nos interessa; e o resultado nos agradou bastante”, conta a editora Valéria Pergentino, diretora da Solisluna.

Seu companheiro, que é também diretor da Solisluna, o editor, designer e artista gráfico Enéas Guerra, então de acordo com o autor do texto, convidou o premiado Cau Gomez para criar as ilustrações fundamentadas no escrito. “Os desenhos em cores de Cau são lindos, têm uma luz própria que dá um clima, um movimento e ambientam a história no tempo e no espaço em que tudo aconteceu, o centro antigo da cidade de Salvador numa determinada época de sua história, os sobrados e as ruas do Pelourinho, sua gente…”, comenta Enéas.

“Pastinha é um naco simbólico de uma certa Bahia cantada por Caymmi, descrita por Jorge Amado, desenhada por Carybé… O mestre de capoeira, que era ainda um filósofo, um educador, um pensador popular de grande talento, ajudou também a construir com sua arte o mito da baianidade, escreveu um instigante capítulo da história de nossa gente mestiça” reflete o autor do texto, que conheceu Pastinha já bem idoso, na sua “academia” de Capoeira Angola, no Largo do Pelourinho, integrado à paisagem urbana de então.

O artista gráfico Cau Gomez ficou feliz com o resultado do trabalho: “É a história fantástica de um guerreiro do povo, um genuíno homem baiano, que com ritmo e mandinga, ensinou a arte da luta de resistência. Tentei passar isso com meu traço.”

“Pastinha – O menino que virou Mestre da Capoeira” é um livro de arte para crianças e jovens, que pode ser visto e lido com prazer, também, por meninos e meninas de todas as idades, mesmo crescidos, já adultos. Um trabalho educativo e coletivo, criado e realizado em harmonia plena: idéias, fotos, desenhos, cores, textos… Um regalo, digno das artes, manhas e sabedorias do pequenino e grandioso Mestre Pastinha, um símbolo da Bahia.

Crônica: FILOSOFIA DA CAPOEIRA – Mestre Chiquinho Correa

A Capoeira é cultura,  é a união das caracteristicas humanas: atitudes,
costumes, modo de agir, instituições e valores espirituais e matériais de um
grupo social, de um povo que se cria e se preserva, através da comunicação e
da cooperação entre individuos.
As raízes principais da capoeira são:
 
1 – Dos africanos, herdamos movimentos, rituais, fundamentos e a
religiosidade ( dos Deuses Iorubá vem o ritmo Ijexá e o refrão tonal a cada
tres batidas; e do povo bantu provem o berimbau.).
 
2 – Dos portugueses herdamos o improviso da dança popular chula, o pandeiro
e a viola.
 
3 – Dos nativos brasileiros, temos a nomeclatura dos movimentos, os titulos
dos cantos, os rituais e métodos de ensinamento.
 
La capoeira é la ricerca dell´universo, dello sviluppo fisico, mentale e
spirituale.
 
A capoeira é  o desenvolvimento fisico, mental e espiritual.
 
A  capoeira muda o modo de viver, harmonizando e equilibrado o ser, ligando
o homem com o céu e a terra, através da fantasia, da música, do jogo da
criatividade e da socialização.
 
Nessa forma de cooperação, não existe vencedores, nem perdedores.
 
É uma forma mutua de respeito.
 
Respeito e a sensibilidade que cada aluno deve ter pelo seu mestre, pelo
ritual da roda , pelos instrumentos, pelos cantos e pela espiritualidade da
capoeira.
 
O respeito é um valor que não se pode ver nem tocar, mas que se sente e que
sabemos que é necessário.
 
O Mestre deve comunicar-se para transformar o aluno em um discipulo.
 
O aluno deve ser sincero para que suas técnicas sejam verdadeiras.
 
Através do conhecimento o aluno com o tempo será um discipulo e depois um
mestre.
 
O verdadeiro capoeirista é aquele que pergunta ao mestre os fundamentos da
arte e que caminha com o mestre até o fim.
 
Assim, juntos, eles alcançam  o equilibrio fisico, mental e emocional:
 
Da união destes valores os movimentos  ganham vida, e a técnica a magia, e
tudo isso se transforma em energia pura e criativa que sustenta outros
valores.
 
Principalmente o valor do amor, que transforma o veneno, em agua cristalina.
 
Por isso se faz necessário,  manter o uso da sabedoria tradicional, para
fazer com que a nossa prática atual seja iluminada.
 
1 – O aluno que " pratica " só por curiosidade essa disciplina
interessando -se somente pela atividade fisica não permanecerá por muito
tempo na academia.
 
2 – O discipulo tem respeito pelo seu mestre e deve saber que a sua tarefa
será  prosseguir os seus ensinamentos, por isso ele aprende evolui e espera
com serenidade o seu tempo o seu momento.
 
E quem decide quando um discipulo será um mestre?
 
As cordas, cordeis, cinturas, conquistadas nos anos tem o significado
simbolico do tempo e da continuidade do caminho percorrido e não do tempo
para ser um mestre, isso vem estabelecido da humildade, da sabedoria e da
sensibilidade conquistada.
 
3 – O " Esperto " através da ambição, inveja, odio, ciumes, não respeira o
seu momento, depois de pouco tempo se convence de ter aprendido tudo e esse
convencimento lhe faz esquecer o respeito que tinha pelo seu mestre, que com
paixão e dedicação mestreza tramanda os ensinamentos a sua cultura
tradicional.
 
Não tem dignidade, honestidade, humildade, mas uma determinação egoista.
 
Não tendo profissionalidade, organiza cursos a um preço inferior as outras
escolas, procura criar discordia falando de um modo não verdadeiro do seu
mestre para impor suas falsas convicções.
 
O Individuo não é um mestre graças a ele mesmo:
 
O imediatista nao é aluno, nem discipulo. O que que ele é?
 
O imediatista não è um aluno, nem um discipulo, O que ele è? E simplesmente um
rapaz, geralmente individualista, e ligado materialmente as coisas.
 
Pode acontece que por férias ou para preparar uma tese universitária, vai a
Salvador,  ao Rio,  a São Paulo, ou a qualquer, outra, cidade do Brasil, a
curiosidade em certos casos  e a falta de honestidade faz com que ele venha
errar e a encontrar um falso mestre, a quem mostra a sua capacidade, sem
mais mencionar o nome do seu mestre que com paixão seguiu seus passos na sua
estrada do aprendimento. Por sua vez o falso mestre por pouco dinheiro
alimenta essa convicção do " Esperto " elogiando – o por sua capacidade
fisica e aconselhando o direito de desenvolver o seu grupo com o titulo de
professor sem nenhum reconhecimento, com o único vinculo de depositar ao
falso mestre um percetual anual da suas entradas.
 
Em virtude do que apenas foi escrito,  as escolas de capoeira se
proliferaram em pouco tempo, mas somente algumas transmitem realmente a
verdadeira cultura
 
Infelizmente, nem todas as academias tem como objetivo a cultura, algumas se
interessam somente pela atividade fisica e pensam somente na luta e não no
jogo, no egoismo e no excessivo desenvolvimento muscular, outras que se
interessam apenas pelo  discurso tradicionalista, tem como finalidade o
aspecto material da capoeira.
 
Não temos como controlar, nem mesmo através das federações mundiais. No
entanto,vamos procurar dar maior espaço  àqueles que realmente são ligados
as raizes e desejam criar um único mundo, ao menos, no que se  refere  a "
Capoeira ".
 
A Capoeira, è uma arte nobre, e è a raiz de um povo, que sofreu e que sofre,
e por esse motivo que deve ser respeitada.
 
A Capoeira tem como sinal o simbolo da união entre todos os mestres que
estao divulgando essa cultura em todo o mundo de maniera pura e sincera,
mantendo os seus principios e sem segundos fins.
A Capoeira, do presente somos nos e nossos alunos: Devemos trabalhar unidos
para o seu futuro.
 
Por esse motivo escrevo a " Filosofia da capoeira ". Mestre Chiquinho Correa
 
NÃO SOU ANGOLEIRO NÃO SOU REGIONAL
JOGO CAPOEIRA PRÁ MIM É LEGAL             2v
 
Alguns pode cantar assim:
 
Eu sou angoleiro não sou regional
Jogo capoeira pra mim é legal
 
Outros:
 
Eu não sou angoleiro Eu sou regional
Jogo capoeira pra mim é legal
 
Aqueles que sao inteligentes devem cantar desse modo:
 
NÃO SOU ANGOLEIRO NÃO SOU REGIONAL
JOGO CAPOEIRA PRÁ MIM É LEGAL             2v
 

Francisco Levino Correa da Silva in arte Mestre Chiquinho Correa; è um brasileiro poliedrico Professor de Estudos Sociais, compositor, interprete, musico, pesquisador , dançarino, coreografo, mestre de capoeira angola do  Grupo olo+xum = ( A energia com o amor ) aluno de Mestre Brasilia – www.oloxum.com,  mestre de samba, forró, salsa etc.., vive em Bolonha -Italia; desde 1990;
 
Tem  uma coluna sobre a capoeira e o samba na web: http://musibrasil.net/
 

Criador do CD e DVD didattico Samba Capoeira Agosto/2006
 
Autor da Musica TIM TIM TIM BERIMBAU  que sairà dia 23 de novembro como homenagem a capoeira e ao samba na Rede de TeleviSao Italiana RAI UNO no programa musical infantil  " Zecchino de Ouro "
 
www.oloxum.com – e.mail: [email protected] – Tel + 39 3334924237

Gravações históricas

Gravaçőes históricas

No início da década de 1940, os pesquisadores Lorenzo Turner e Franklin Frazier – dois dos primeiros acadęmicos negros norte-americanos – desceram de navio a costa da América, coletando fragmentos de cultura negra nos EUA, Haiti, antilhas inglesas (Jamaica) e Brasil. A idéia era produzir um estudo comparativo entre as culturas dos lugares visitados, e identificar padrőes de continuidade cultural entre a África Ocidental e a América – mas os artigos produzidos pela dupla foram considerados superficiais, e praticamente caíram no esquecimento.

A boa notícia para nós, capoeiras e capoeiristas, é que entre setembro de 1940 e março de 1941, os dois pesquisadores aportaram na Bahia. E além de visitarem o Gantois e outros terreiros, conseguiram gravar músicas de capoeira regional e angola. Entre as 10 faixas disponíveis, 4 săo cantadas por ninguém menos que Mestre Bimba e sua charanga. As outras 6 faixas săo cantadas por Mestre Cabecinha – citado na própria gravaçăo como angoleiro, mas cujo nome e fama se perderam no tempo (até onde eu sei).

As gravaçőes ficaram juntando poeira na Universidade de Indiana (EUA) até 2003, quando o amigo Matthias as encontrou e enviou para o Mestre Decanio. Trabalhando em conjunto com o mestre, eu remasterizei e digitalizei as faixas em formato MP3, removendo ruídos e equalizando o som (năo é um trabalho profissional, mas acredito que ficou aceitável).

Uma vez pronto, o Mestre Decanio me pediu que distribuísse o material – e com a ajuda do amigo Luciano Milani, aqui estamos. Para baixar as faixas em seu computador, basta clicar nos títulos das músicas – depois é só se deleitar com essa jóia do passado, que continua tăo atual. Divirta-se !

Axé,
Teimosia

 

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Pra Cantar…

Capoeira é da nossa cor. 
Au ê, au ê, au ê ê.
E lê lê lê lê lê lê lê lê o
Au ê, au ê, au ê ê.
E lê lê lê lê lê lê lê lê o

É cultura da raça brasileira,
Capoeira,
É da nossa cor.
Berimbau
É da nossa cor.
Atabaque
É da nossa cor.

Esse ano eu vou. 

Esse ano eu vou prá Bahia de qualquer maneira
Esse ano eu vou prá Bahia de qualquer maneira
Vou tocar berimbau
Dar salto mortal
E jogar capoeira
Vou tocar berimbau
Dar salto mortal
E jogar capoeira

Quem não foi à Bahia não sabe a mandinga dessa brincadeira
Quem não foi à Bahia não sabe a mandinga dessa brincadeira

Acende o candieiro
Autor: Edson Show
Iaiá, acende o candieiro, iaiá
Só a luz ofuscante da candeia
E o clarão da lua cheia
É o que faz o terreiro clarear
Oh Iaiá
Iaiá, oh Iaiá
Acende o candieiro, iaiá
Só a luz ofuscante da candeia
E o clarão da lua cheia
É o que faz o terreiro clarear
Hoje tem festa,
no Quilombo dos Palmares
Já se ouve pelos ares
O som estridente do tambor
Ô Ioiô, no rabo de arraia, certeiro
No jogo de Angola, rasteiro
No bote da cobra coral
Com a ligereiza dos raios
Destreza fundamental
Quem paga o pato é o capitão do mato
Na luta do bem contra mal
Oh Iaiá
Iaiá, oh Iaiá
Oh a balança na barra da saia
Levanta, sacode a poeira do chão
Oh abre a roda que agora o pau vai comer
No samba duro angolano
na ginga do maculelê
Oh abre a roda que agora o pau vai comer
No samba duro angolano
na ginga do maculelê
Ô quem tem sangue do quilombola não cai
Finge que vai, mas não vai
Risca seu nome no vento
Rei Gangazumba vem dar inicio ao festejo
Sua voz é um lampejo
Que comanda o ritual.
O seu lamento
era um grito de guerra
Que escoava sobre a terrra
Formando um Quilombo immortal
Oh Iaiá
Iaiá, oh Iaiá
Acende o candieiro, iaiá
Só a luz ofuscante da candeia
E o clarão da lua cheia
É o que faz o terreiro clarear

Galo já cantou, já raiou o dia
Galo já cantou, já raiou o dia
Até parece que estou lá na Bahia
Galo já cantou, já raiou o dia (Coro)
Na roda de capoeira
Eu me sinto na Bahia
Galo já cantou, já raiou o dia (Coro)
Quando eu ouço um berimbau
O meu corpo se arrepia
Galo já cantou, já raiou o dia (Coro)
Capoeira die e noite
Capoeira noite e dia
Galo já cantou, já raiou o dia (Coro)
E fiz da capoeira
A minha filosofia
Galo já cantou, já raiou o dia (Coro)
Avisa aos capoeiras
Lá vem a cavalaria
Galo já cantou, já raiou o dia (Coro)
.
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