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A Capoeira Angola segundo Mestre Pastinha

Vicente Joaquim Ferreira Pastinha, conhecido como Mestre Pastinha, nasceu em 1889, em Salvador, aprendeu a lutar com um negro de nome Benedito, que, ao vê-lo apanhar de um garoto mais velho, resolveu ensinar-lhe os golpes, guardas e malícias da Angola.

Mestre Pastinha começou a ensinar capoeira em 1910, depois de um período de oito anos na Marinha de Guerra do Brasil. Seu primeiro discípulo foi Raimundo Aberê, que, por sua vez, se tornou um exímio capoeirista, conhecido em toda a Bahia.

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Vídeo de 1991, comemorativo dos Dez Anos de Atividades do Grupo de Capoeira Angola Pelourinho do Rio de Janeiro, realizado por Antonio Carlos Muricy. 
Editado a partir de uma seleção de vídeos VHS dos arquivos do grupo, reúne grandes bambas, grandes angoleiros, cariocas ou não, como os Mestres Moraes, Neco Pelourinho, Zé Carlos, Braga, Marco Aurélio, Armandinho, Angolinha, Lumumba, Rogério, Valmir, Brinco, Manoel, entre outros.

Apesar da precária qualidade técnica, retrata momentos extraordinários da Capoeira Angola carioca, e inclusive jogos raros, como o “Jogo do Dinheiro”, aqui registrado em dois grandes momentos, um o jogo de Mestre Neco Pelourinho com Mestre Braga, e o outro um jogo entre o Mestre Armandinho e Mestre Zé Carlos.

Traz também um momento raro de violência em uma roda de Angola, quando Mestre Rogério aplica um rabo de arraia em Mestre Lumumba e o atinge em cheio. É extraordinária a calma e serenidade de Lumumba, em se recuperar e responder no jogo, na Capoeira, a Rogério.

Traz reflexões de Mestre Pastinha, o Guardião da Capoeira Angola, e uma pequena história da Capoeira, narrados por Mestre Brinco e Mestre Neco Pelourinho.
Memória da Capoeira Angola carioca, ouro puro.

Emancipação, inclusão e exclusão. Desafios do Passado e do Presente

Exposição traz fotos de negros escravos no Brasil

Até o ano de 1888, negros trazidos da África e seus descendentes viviam no Brasil como escravos. Eles trabalhavam sem receber salário e eram submetidos a compra ou troca, como se fossem objetos.

A exposição “Emancipação, Inclusão e Exclusão. Desafios do Passado e do Presente”, no Museu de Arte Contemporânea da USP, traz 72 imagens feitas entre 1860 e 80, de escravos e ex-escravos. A mostra, em parceria com o Instituto Moreira Salles, fica em cartaz até o dia 29 de novembro de 2013.

Na época em que as fotos foram tiradas, já circulavam entre os intelectuais críticas ao trabalho forçado.

Pelas lentes de brasileiros e estrangeiros, os negros –livres, escravizados ou libertos– foram retratados de diferentes formas: como modelos exóticos para análise científica, como parte do cenário ou como figuras principais.

Acervo Instituto Moreira Salles

PARA CONFERIR

Emancipação, inclusão e exclusão. Desafios do Passado e do Presente
QUANDO até 29/10; terça a domingo, das 10h às 18h
ONDE MAC Cidade Universitária (r. da praça do Relógio, 160; tel. 0/xx/11/3091-3039)
QUANTO grátis

 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Matéria sugerida por: Nélia Azevedo

Manuscritos de Mestre Pastinha trazem a Sabedoria dos Velhos Mestres da Capoeira

MANUSCRITOS DE MESTRE PASTINHA TRAZEM A SABEDORIA DOS VELHOS MESTRES DA CAPOEIRA

Mestre Pastinha deixou manuscritos onde reflete sobre questões relacionadas não só a capoeira, mas também sobre a vida. A série manuscritos, organizado pelo historiador Frede Abreu traz dois livros: Improviso de PastinhaMestre Pastinha: Como eu penso? Despeitados?, este último realizado junto com Greg Downey. Os dois livros têm tradução em inglês, levando a sabedoria do mestre pelo mundo a fora.

O nome Improviso de Pastinha foi escolhido pelo próprio mestre ao receber do discípulo João Grande uma caderneta para escrever ladainhas e corridas. Segundo João Grande esses escritos foram feitos nas décadas de 50 e 60. No verão de 2007, o Instituto Jair Moreira recebeu a autorização de João Grande para publicação dos improvisos do Mestre Pastinha, “um acervo artístico muito rico para quem deseja conhecer coisas temporais e atemporais da capoeira”, escreve Frede Abreu na apresentação. O livro traz os improvisos originais, com a letra do mestre.

Tendo como origem documentos guardados por Emília Biancardi, Mestre Pastinha: Como eu Penso? Despeitados? traz depoimento inédito do Mestre Pastinha. Mais uma vez, a sabedoria do velho mestre é mostrada para o mundo da capoeira com esse manuscrito, que está no livro com o texto original, sem “correção”. O livro também traz os comentários de Frede Abreu, que destaca alguns pontos presentes nas reflexões do mestre como religiosidade, desabafos, e conceitos, lições, precauções e bons exemplos sobre a capoeira.

Os livros são uma realização do Acervo Frede Abreu de Capoeira e apoio da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. Mais informações no e-mail elzinhadeabreu@gmail.com.

Sobre o autor – Frede Abreu foi um estudioso da capoeira, criando um acervo com mais de 40 mil títulos, entre livros, recortes de jornais, revistas, CDs, fotos e vídeos sobre capoeira e a cultura afrobrasileira. Também foi fundador do Instituto Jair Moura, membro fundador da Academia de Capoeira Angola de João Pequeno de Pastinha, e da Fundação Mestre Bimba.

Livro “A Capoeira dos Leões do Norte – a herança de Pernambuco”

A capoeira vem sendo discutida e trabalhada de uma forma mais consciente. Mestres, professores, monitores, alunos e profissionais, ligados à cultura popular, vêm trazendo esta arte com uma nova leitura: usá-la como recurso pedagógico no trabalho componentes curriculares adotados em sala de aula e dinamizá-la enquanto movimento social na cultura popular.

Desta forma, este estudo traz, em seu bojo, a discussão em torno da capoeira enquanto instrumento de aprendizagem e construção histórica, entendendo a arte capoeira em seu todo e elementos constituintes – desde a sua história (neste caso, em Recife e Olinda, em virtude do trabalho ser desenvolvido com foco na realidade local) até os impactos na construção de aprendizagens e saberes locais.

O livro “A Capoeira dos Leões do Norte –  a herança de Pernambuco” traz uma continuidade de estudos do livro “A capoeiragem do Recife Antigo – os valentes de outrora”. “A Capoeira dos Leões do Norte” configura um livro que pontua as ações da capoeiragem em Pernambuco nos anos de 1960 a 1980, em elementos como: relatos de alguns mestres, feitos de mestres que ergueram diversos cenários da capoeiragem, relatos de mulheres da capoeira, breve mapeamento histórico e considerações acerca da psicodinâmica da capoeira.

Contato: monicabeltrao@yahoo.com.br

Grupo de capoeiristas representa o Brasil e o mundo em show

Foi seguindo a paixão pela capoeira – em 30 anos dedicados à meditação, respeito aos ensinamentos dos grandes mestres e, acima de qualquer coisa, disciplina – que mestre Ralil Salomão tomou uma das maiores decisões de sua vida. Ao lado do mestre Edinho, que, como ele, dava aulas de capoeira em algumas academias de Brasília, os dois transformaram simples aulas em um grande projeto social que hoje reúne cerca de 8.500 pessoas no mundo inteiro: o Centro Cultural Raízes do Brasil. Nesta quinta-feira (16/07), mestre Ralil traz 100 artistas – integrantes do grupo e convidados de várias partes do país e do mundo – para mostrar aos brasilienses a ginga desse estilo de dança, luta e arte no show Brasil de raízes, marcado para a Sala Villa-Lobos, às 20h.

O evento, que faz parte da programação do 12º Encontro Europeu e das Américas de Cultura e Capoeira, integra também a exposição de outras manifestações populares, como xaxado, maculelê, puxada de rede e jongo, entre outros. “A gente não se prende apenas à capoeira porque o intuito do show é esse mesmo: mostrar a cultura do Brasil que hoje é vista no mundo inteiro, por meio dos projetos que realizamos nas sedes espalhadas em vários países”, explica mestre Raelli.

O destaque da noite é a Orquestra de Berimbaus, que traz no repertório a execução do Hino Nacional Brasileiro. “Serão 40 capoeiristas responsáveis por este espetáculo”, diz. Na abertura, outra surpresa: o grupo vai gingar trajando ternos de linho branco. “É uma tradição da década de 50, quando os capoeiristas mostravam suas habilidades gingando de terno e permanecendo com a roupa limpa até o final. Era o chamado ‘traje de gala’”, conta.

Homenagem do mestre

Os cenários selecionados para o Brasil de raízes foram todos preparados pelo carnavalesco Joãosinho Trinta. “Ele assistiu a uma apresentação nossa e achou muito interessante. No dia seguinte, nos ligou e disse que queria fazer o cenário de cada quadro do evento. Foi um presente que ele nos deu. Hoje, ele é presença constante no grupo”, comemora Ralil.

Lançamento do Livro: HISTÓRIA DA CAPOEIRA EM SOROCABA

Livro importantíssimo para capoeiristas, pesquisadores, folcloristas e historiadores, pois além de apresentar farta documentação (mais de 150 ilustrações) sobre capoeira e seu início em Sorocaba, traz 62 depoimentos, entre eles, de mestres consagrados da capoeira. Por exemplo, do internacional mestre Suassuna (um dos introdutores da capoeira em São Paulo), Comendador mestre Valdenor (presidente de Federação Paulista de Capoeira), mestre Damião (aluno de mestre Bimba), mestre Celso Bujão (formado da 1ª turma do Grupo “Cordão de Ouro”), mestre Jorge Melchiades (o pioneiro da capoeira em Sorocaba, aluno dos saudosos mestres Valdemar Angoleiro, Paulo Limão, Silvestre e posteriormente formado do mestre Suassuna).
 
Apresenta fatos curiosos da capoeira, como a abertura da primeira filial do Grupo “Cordão de Ouro” no interior paulista; a apresentação de capoeira no programa “Cidade contra Cidade”, de Sílvio Santos, em maio de 1970, na antiga TV Tupi, canal 4, com os mestres Suassuna, Limão, Jorge Melchiades, Anande (Almir) das Areias, entre outros; a passagem de mestre Bimba e seus alunos por São Paulo e Rio de Janeiro, em 1949, etc.
 
O livro traz também o depoimento de pessoas ilustres ligadas ao esporte, à educação, à política, ao jornalismo, à rádio, à dança, etc., que de uma maneira ou outra tiveram contato com a capoeira, como é o caso da conhecida bailarina Janice Vieira, que conheceu mestre Pastinha em sua academia na Bahia; de José Desidério, jornalista esportivo; de Cármine Graziozi, editor do jornal “Desportos” em 1949; de Clodoaldo Rodrigues Nunes, cientista político, que teve atuação marcante no movimento de esquerda na época da ditadura; de Iara Bernardi, Deputada Federal; de Hamilton Pereira, Deputado Estadual; e de briguentos da década de cinqüenta, como Humberto Del Cistia, Maurício Gagliardi, José Carlos Alves (Pixe), Antonio Galdino e Joorge Melchiades.
 

O livro discorre sobre a história da capoeira em Sorocaba desde o aparecimento de sua prática na cidade até a atualidade, com enfoque especial e prioritário aos fatos de seu início e ao pioneiro, com o fim de esclarecer entendimentos equivocados sobre a época.
 

contato: cmwellington@terra.com.br

Rio Grande do Sul: Lançamento do Portal da Negritude Gaúcha

ESTÁ NO AR O PORTAL DA NEGRITUDE GAÚCHA: www.ccnrs.com.br
 
Toda a equipe do Portal Capoeira esta extremamente feliz com mais esta "força" que se junta para somar em prol da Cultura, Cidadania e Negritude.
 
Aproveitamos a oportunidade para agradecer a incersão de nosso Portal em vossa galeria de Links, o que certifica a importância deste trabalho.
Ficamos a vossa inteira disposição para ajudar a dissiminar informações, oportunidades de conhecimento e vivências.
 
Um grande axé e muito sucesso em vossa caminhada!
 
Luciano Milani
O lançamento foi no último dia 20, com auditório lotado, no Memorial do Rio Grande do Sul
 
No ar desde o dia 20, a Campanha do Portal do CCN – Centro de Cultura Negra do RS (www.ccnrs.com.br) estará sendo veiculada por 20 dias em busdoors colocados em ônibus de Porto Alegre, das regiões norte e sul. Atualizado semanalmente, o objetivo do portal é a divulgação da variedade de ações dos afro-gaúchos, mostrando ao público em geral as potencialidades da negritude do Sul.
 
A abertura do portal traz uma marca sonora, uma "Assinatura Musical", de autoria do músico Telmo Martins, ilustrada com imagens de negros e negras do Rio Grande do Sul, com duração de 30 segundos.
 
Entre os destaques do conteúdo está a seção de busca, que traz um mapa do Estado com o percentual de negros/as e informações relacionadas às cidades do Rio Grande do Sul.
 
O portal oferece relevantes matérias sobre os afro-brasileiros, sejam elas sobre as religiões, o samba, o Hip Hop, os mais de 120 quilombos do Estado, os 53 Clubes Sociais Negros, os CTG’s criados por negros, o 20 de novembro celebrado pela primeira vez em 1971, em Porto Alegre, bem como temáticas da negritude.
 
Para o Conselheiro do CNPIR – Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial da Seppir no RS, Oliveira Silveira, o portal é um grande passo, somando-se à histórica valorização da cultura afro-brasileira protagonizada pelo Movimento Negro gaúcho. O Portal do CCN significará um espaço virtual para o Centro de Cultura Negra do RS (CCN), que está sendo criado pela sociedade civil, em parceria com os Governos Estadual e Federal.
 
Sátira Machado
DRT 8417
satiramachado@ccnrs.com.br
Fone (51) 9227-4760

Capoterapia e Hidrocapoeira

Capoterapia e Hidrocapoeira . O novo milênio traz novas idéias aos métodos e às técnicas em … ver trabalhos como esses da Capoterapia, que unem os conceitos da terapia …
 
O novo milênio traz novas idéias aos métodos e às técnicas em todas as áreas, na capoeira idem. Estudos diversos mostram que, se bem trabalhada, a capoeira é benéfica ao indivíduo de qualquer idade. Muitos mestres de capoeira são formados a cada ano e com eles surgem novas formas de se trabalhar a capoeira na sociedade. A capoeira que era antes um esporte de excluídos transforma-se numa ferramenta de inclusão social. Crianças, jovens, adultos e idosos juntam-se em rodas para cantar, pular e bater palma festivamente com a idéia de jogo limpo, não mais de guerra e conflito, mas com um intuito lúdico de promover o bem-estar e o pensamento coletivo, lembrando sempre da difícil trajetória da capoeira na história do Brasil. É empolgante ver trabalhos como esses da Capoterapia, que unem os conceitos da terapia de grupo com os movimentos e ritmos da capoeira, assim como os da Hidrocapoeira que unem a hidroginástica (um esporte nascido híbrido) com a capoeira. O rosto negro da capoeira não é mais visto por uma ótica malthusiana. A capoeira resurge cada vez mais como intrumento de identifidade nacional, mas sua territorialidade é difusa e tem o poder de transformar qualquer terreiro, quadra de esporte ou praça do mundo num pedaço do Brasil.
 
Quando venho de Luanda eu não venho só 2x
Trago o corpo cansado, coração amargurado, saudade de fazer dó
Quando venho de Luanda eu não venho só 2x
Fui preso à traição, trazido na covardia,
Que se fosse luta honesta de lá ninguém me trazia
Na pele eu trouxe a noite, na boca brilha o luar
E no corpo a capoeira presente dos Orixás
Quando venho de Luanda eu não venho só 2x
Trago ardendo nas costas o peso dessa maldade
Trago ecoando no peito um grito de liberdade
É grito de raça nobre, grito de raça guerreira
É o grito da raça negra, é o grito de capoeira!
Quando venho de Luanda eu não venho só 2x

 

http://geocities.yahoo.com.br/capoterapia2000/
http://geocities.yahoo.com.br/terapiadoabraco/
http://www.watsubrasil.com/hidrocapoeira.html
www.magnorocha.blogger.com.br

Convite Open Fest 2005 em Palmas – TO

Amigos,
 
tenho o prazer de enviar com a antecedencia que foi possivel, o convite para nosso evento deste ano, em Palmas-TO, onde estaremos promovendo uma grande festa em torno da capoeira e suas questões…
 
Contamos com todos voces, em particular os que estejam próximos e peço o seu apoio para ajudar na divulgação deste movimento, que traz em si o grande desafio de fazer a capoeira seguir seu curso, onde estiver, sempre com a busca desse espírito fantástica do axé!!
 
Todos serão bem vindos e enriquecerão a festa!
 
Axé e obrigado.
Mestre Squisito