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Projeto “Capoeira na escola” comemora 16 anos em Piumhi

Durante esse mês, o Projeto “Capoeira na Escola” comemora 16 anos de existência em Piumhi. O feito surgiu de uma iniciativa do Mestre Zé Reis, vindo de Brasília, e com o apoio do prefeito da época, João Batista Soares, que aceitou o desafio e implantou a novidade.

Zé Reis, na atualidade, ministra aulas de capoeira gratuitamente para as crianças nas escolas municipais de maneira a resgatar a autoestima e cidadania.

No próximo dia 30, a partir das 13h, no Poliesportivo de Piumhi, acontecerá a 10ª Olimpíada Escolar de Capoeira, onde, todas as Escolas Municipais participarão, além da Escola Estadual José Vicente e também do Ciame, de maneira a comemorar a data da iniciativa do projeto.

Esse projeto surgiu devido à necessidade da manifestação de liberdade do cidadão e tem o objetivo de desenvolver ritmo em todas suas formas, bem como trabalhar a desinibição e autoconfiança dos alunos, de maneira a utilizar a capoeira no processo de alfabetização e no aprimoramento da psicomotricidade dos alunos.

Esta proposta fundamenta-se no fato de que a capoeira é um instrumento de educação, privilegiadamente também aborda a cultura nacional.

 

Fonte: Clic Folha – http://www.clicfolha.com.br

Dia Internacional da Língua Materna tem como objetivo principal a Promoção da Diversidade Cultural

Diversidade Cultural

O último dia 21 de fevereiro foi comemorado em todo o mundo como o Dia Internacional da Língua Materna. A data foi instituída em 1999, pela 30ª Sessão da Conferência Geral da UNESCO, com o objetivo de promover a diversidade e desenvolver uma consciência maior das tradições linguísticas e culturais baseadas na compreensão e no diálogo.

Dentro das comemorações previstas para o 11ª Jornada da Língua Materna, será realizado, na sede da UNESCO, em Paris, nos dias 22 e 23, o Simpósio Internacional sobre Tradução e Mediação Cultural.

A língua materna, aquela das primeiras palavras e da expressão do pensamento individual, é a base da história e da cultura de cada indivíduo. As línguas, com suas implicações complexas em termos de identidade, de comunicação, de integração social, de educação e de desenvolvimento, têm uma importância estratégica para os povos e para o planeta.

Devido aos processos de globalização, elas se encontram cada vez mais ameaçadas. Quando as línguas se extinguem, a diversidade cultural é reduzida, pois, com elas, perdem-se também perspectivas, tradições, memórias coletivas e modos únicos de pensamento e de expressão. Enfim, recursos preciosos para garantir um futuro melhor.

As línguas maternas e a coexistência pacífica

Para a diretora geral da UNESCO, Irina Bokova, nesse contexto, é preciso que os governos de todos os países estimulem o multilinguismo. “É fundamental o encorajamento de políticas linguísticas regionais e nacionais coerentes, que contribuam para uma utilização apropriada e harmoniosa das línguas no seio de uma comunidade e de um determinado país”, alerta Bokova. Segundo a diretora da UNESCO, tais políticas favorecem a adoção de medidas que permitam a cada comunidade de locutores utilizar sua língua materna no espaço público e no privado, dando aos locutores a possibilidade de aprender e de utilizar outras línguas locais, nacionais e internacionais.

“Essa 11a edição da Jornada se coloca no âmbito do Ano Internacional para a Aproximação das Culturas. As línguas são, por excelência, vetores de compreensão do outro e de tolerância. O respeito por todas as línguas é um fator chave para assegurar a coexistência pacífica, sem exclusão, das sociedades e, em seu seio, de todos os seus membros”, observa Bokova.

http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2010/02/latim2.jpgEla lembra ainda que, paralelamente, a aprendizagem das línguas estrangeiras e, por meio delas, a faculdade individual de utilizar várias línguas, constitui um fator de abertura para a diversidade, e de compreensão de outras culturas. Assim, ela deve ser promovida como um elemento constitutivo e estrutural da educação moderna.

“O multilinguismo, a aprendizagem das línguas estrangeiras e a tradução constituem três eixos estratégicos das políticas linguísticas de amanhã. Por ocasião desta 11ª edição da Jornada da língua materna, eu lanço um apelo à comunidade internacional para que a língua materna receba, em cada um desses três eixos, o lugar fundamental que lhe cabe, num espírito de respeito e de tolerância que abre caminho para a paz”, desafia a diretora geral da UNESCO.

No Brasil, a língua materna dos Indígenas

Embora o português seja a língua oficial no Brasil, há cerca de 180 outras línguas maternas faladas regularmente por povos indígenas brasileiros. O línguista e professor da Universidade de Brasília, Aryon Dall’Igna Rodrigues, que estabeleceu uma classificação das línguas indígenas faladas no Brasil, alerta, no entanto, que 87% das línguas indígenas estão ameaçadas de “morte” e encaixam-se na categoria de línguas com dez mil falantes ou menos. De acordo com os estudos realizados por ele, cerca de 1.300 línguas indígenas diferentes eram faladas no Brasil há 500 anos.

Segundo o professor da UnB, uma das alternativas para a sobrevivência das línguas maternas indígenas é incentivar o aprendizado das novas gerações. “Esse tem sido um esforço dos linguistas e professores por todo o Brasil. Hoje, existem mais de duas mil escolas que oferecem alfabetização bilíngue para as crianças índias”.

(Heli Espíndola-Comunicação/SID)

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Roda na Praça – Tatuapé – SP

Capuraginga promove atividades na Praça Silvio Romero, Tatuapé, São Paulo, dia 13/março/2005
 
Convidamos a todos os mestres, professores, estudiosos e alunos para participarem do 1º Encontro "Roda na Praça", que será promovido pelo Grupo Capuraginga de São Paulo.
 
O encontro será realizado na Praça Silvio Romero, Tatuapé, dia 13 de março de 2005, após as 11h00.
 
 
 
CAPOEIRA ANGOLA – CAPOEIRA REGIONAL – MACULELÊ – SAMBA DE RODA
 


 
A roda terá como objetivo:
 
          *  Conscientizar os profissionais sobre a importância da capoeira na atual sociedade;
          *  Promover o intercâmbio entre os diversos capoeiristas;
          *  Utilizar a capoeira como um veículo de informação;
          *  Divulgar a capoeira ao público.
Direção: Monitor Lampanche
Supervisão: Mestrando Giltemberg
obs. Devido à roda ser ao ar livre, a mesma será cancelada em caso de chuva.

BitTorrent

BitTorrent

BitTorrent causou uma revolução na maneira de distribuir arquivos na Internet. Antes invariavelmente surgia um problema de infra-estrutura e custos para quem precisava distribuir grandes arquivos para uma grande quantidade de pessoas, como uma distribuição Linux ou um jogo novo, pois para isso é necessário poderosos servidores e um grande consumo de banda, o que dificulta esse tipo de distribuição.

Com o BitTorrent no entanto, essa distribuição é compartilhada com todos os interessados, quanto mais pessoas estiverem interessadas em um determinado arquivo, melhor será a distribuição, pois cada um compartilha o que tem com os outros, mesmo que o download não esteja completo, tornando a oferta e velocidade do download cada vez maior, exatamente o contrário do aconteceria no método tradicional de servidores centralizados. Por isso é cada vez mais comum encontrar links torrent nas páginas de download. Então vou tentar explicar um pouco dessa tecnologia e como utilizá-la.

Como já disse, os arquivos são distribuídos na Internet por meio de arquivos com a extensão .torrent que servem de guia para o download, ele contém informações sobre qual arquivo copiar, onde o arquivo está (tracker) e o código que permite verificar a integridade de seu arquivo. O tracker serve como um balcão de informações para os downloads, ele mesmo não compartilha nada, apenas informa onde estão os computadores que estão compartilhando o arquivo que você deseja.

Para iniciar a distribuição do arquivo é necessário um seed (semente), alguém que tenha o arquivo completo e seja o ponto inicial dos downloads, assim que mais pessoas comecem a fazer o download elas também começam a ajudar o seed na distribuição, e com o tempo o seed já não é mais necessário.

Para instalar não há segredo, pode-se encontrar diversos clientes de BitTorrent aqui no Superdownloads, tanto para Windows como para Linux, no Linux ainda pode-se utilizar os gerenciadores de pacotes como o apt-get ou urpmi.

Iniciando o download

No Windows, depois de instalado o cliente, basta fazer o download do arquivo .torrent para a pasta onde você deseja que o programa seja salvo, quando você abrir este arquivo ele já irá iniciar o download do programa propriamente dito. Enquanto você estiver com esse janela aberta, você está conectado à rede do BitTorrent, por isso é importante que você mantenha a janela aberta mesmo após ter concluído o download, assim você estará cooperando com outras pessoas que também estejam fazendo o download desse arquivo.

No Linux o processo é bastante semelhante quando você utiliza um navegador que já associa arquivos .torrent com o seu cliente de BitTorrent, o Mozilla por exemplo já vem pronto para isso, mas também nada impede que você mesmo faça a associação em seu navegador favorito. Também é possível iniciar o download por linha de comando, utilizando o btdownloadcurses por exemplo, basta o comando "btdownloadcurses –url" mais o endereço do arquivo torrent, ex:

btdownloadcurses –url http://www.qqendereço.com.br/arquivo.torrent

Caso você já tenha copiado o arquivo torrent para o HD, basta ir até a pasta onde ele está e digitar "btdownloadcurses arquivo.torrent" para iniciar o download. Pode haver alguma diferença utilizando outros clientes, mas é basicamente isso.

Se houver algum problema, e você tiver que interromper algum download, basta salvar o arquivo no mesmo local onde foi salvo pela última vez que o programa se encarrega de detectar que já foi iniciado o download e continua de onde parou.

Para limitar a taxa de upload (e consequentemente a taxa download) é só adicionar o parâmetro " –max_upload_rate X" na linha de comando, onde X é o valor em Kb de upload permitido. Pode ser útil se você precisar utilizar a Internet enquanto faz seus downloads, pois dependendo da disponibilidade do arquivo o BitTorrent pode consumir toda sua banda, ex:

btdownloadcurses –max_upload_rate 5 –url http://www.qqendereço.com.br/arquivo.torrent

Sempre lembrando que o btdownloadcurses pode ser substituido por qualquer outro cliente que você esteja utilizando e que aceite comandos por linha de comando.

Junto com Firewalls

O BitTorrent utiliza uma porta livre entre as portas 6881 e 6889 para que o tracker possa fazer pedidos para que o seu computador compartilhe o arquivo com os outros interessados. Caso você tenha essas portas fechadas ou esteja atrás de um firewall impedindo a conexão, seus downloads serão lentos pois o BitTorrent utiliza um sistema de compensação, sendo que a quantidade de dados que você pode fazer o download está intimamente ligado a quantidade de dados que você faz de upload (envia para os outros). Portanto, para um melhor desempenho é importante manter essas portas ou parte delas abertas.

No Windows normalmente o seu firewall irá pedir sua autorização para que o BitTorrent acesse a Internet na sua primeira utilização. Caso isso não ocorra, abra manualmente as portas no seu firewall, para isso consulte o manual ou o arquivo de ajuda. O que você precisa saber é que será necessário abrir pelo menos uma das portas externas entre 6881 e 6889 (TCP).

No Linux, utilizando o iptables, pode-se utilizar a seguinte regra:

iptables -A INPUT -p tcp –destination-port 6881:6889 -j ACCEPT

Utilizando em rede local com conexão compartilhada você pode fazer o redirecionamento de portas, nos Windows 98 e Me, pode-se utilizar o ICS Configuration (http://superdownloads.ubbi.com.br/download/i21458.html), nos Windows XP e 2000 já é possível fazer pelo próprio sistema através do Painel de Controle, qualquer dúvida procure na ajuda do Windows, basta redirecionar as portas 6881 até 6889 para o IP da máquina que você for utilizar. Ou no Linux, utilizando o iptables:

iptables -t nat -A PREROUTING -i ppp0 -p tcp –dport 6881:6889 -j DNAT –to-dest 192.168.0.2
iptables -A FORWARD -p tcp -i ppp0 –dport 6881:6889 -d 192.168.0.2 -j ACCEPT
iptables -t nat -A PREROUTING -i ppp0 -p udp –dport 6881:6889 -j DNAT –to-dest 192.168.0.2
iptables -A FORWARD -p udp -i ppp0 –dport 6881:6889 -d 192.168.0.2 -j ACCEPT

Sendo que o IP 192.168.0.2 você deve substituir pelo IP da máquina que irá receber os pedidos. Evidentemente nesse exemplo todas as portas foram redirecionadas, portanto a máquina que está compartilhando a rede não poderá receber pedidos, caso queira utilizar também nessa máquina, deixe algumas portas livres para ela e faça o redirecionamento de menos portas, ex: 6884:6889, assim as portas entre 6881 e 6883 ficarão disponíveis.

Também é possível utilizar o BitTorrent em mais de um computador na rede local, basta dividir as portas entre os computadores, porém o número de computadores que poderão utilizar o BitTorrent fica restrito ao número de portas que ele utiliza, ou seja, no máximo nove computadores, exemplo no iptables (deixando as portas 6881:6883 para máquina que está compartilhando):

iptables -t nat -A PREROUTING -i ppp0 -p tcp –dport 6884:6886 -j DNAT –to-dest 192.168.0.2
iptables -A FORWARD -p tcp -i ppp0 –dport 6884:6886 -d 192.168.0.2 -j ACCEPT
iptables -t nat -A PREROUTING -i ppp0 -p udp –dport 6884:6886 -j DNAT –to-dest 192.168.0.2
iptables -A FORWARD -p udp -i ppp0 –dport 6884:6886 -d 192.168.0.2 -j ACCEPT

iptables -t nat -A PREROUTING -i ppp0 -p tcp –dport 6887:6889 -j DNAT –to-dest 192.168.0.3
iptables -A FORWARD -p tcp -i ppp0 –dport 6887:6889 -d 192.168.0.3 -j ACCEPT
iptables -t nat -A PREROUTING -i ppp0 -p udp –dport 6887:6889 -j DNAT –to-dest 192.168.0.3
iptables -A FORWARD -p udp -i ppp0 –dport 6887:6889 -d 192.168.0.3 -j ACCEPT

E é basicamente isso, com essas informações já é possível instalar, configurar e iniciar seus downloads. Caso queira se aprofundar mais, na página do BitTorrent você poderá achar informações mais específicas.

Links relacionados:

  • Clique aqui para visitar o site do BitTorrent.
  • Clique aqui para visualizar os programas relacionados em Windows.
  • Clique aqui para visualizar os programas relacionados em Linux.