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Cojuv firma parceria com o movimento Capoeira de Quilombo

Parceria visa contribuir na realização da V Kizomba que será em dezembro

O coordenador da Juventude, Plínio Dumont, esteve reunido nessa quinta-feira (03/11), com os organizadores do movimento Capoeira de Quilombo. Na oportunidade, foi firmada uma parceria entre a Cojuv e o movimento, com o intuito de contribuir na realização da V Kizomba, que vai acontecer, de 23 a 25 de dezembro, no município de São João do Piauí.

O evento tem o objetivo de contribuir com o processo de formação política, integração cultural, mobilização para fortalecimento histórico da capoeira de quilombos, socialização e troca de experiências, através das atividades culturais desenvolvidas dentro da comunidade.

O Plínio Dumont sente-se motivado a investir em ações educativas de valorização da cultura negra. “Eventos como esse contribuem para o fortalecimento histórico do movimento, garantindo a promoção de atividades de matriz africana.”

O Projeto visa atender 400 jovens oriundos de comunidades quilombolas, oferecendo oficinas, palestras e atividade culturais, como capoeira de quilombo, maculelê, samba de cumbucu, pagode do mimbo, afoxé, puxada de rede e reisado.

 

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LIVRO BRASIL, NEGRO POR DECENDÊNCIA

Esta obra, visa levar ao conhecimento dos leitores, acontecimentos que marcaram nossa cultura, durante o período escravista e visa esclarecer o comportamento estabelecido pelos colonos portugueses, políticos, e ate mesmo pela igreja. Atos e conseqüências que levou a construção de projetos de leis, algumas aprovadas e cumpridas, outras vetadas. Leis estas contraditórias que gerou atos enlouquecentes para com a sociedade constituída por afro-descendentes.

Povo guerreiro, enviado ao Brasil como escravos, foram vendidos como mercadoria, procedentes de países como Angola, Benguela, Cabinda e Moçambique entre tantos outros. Ao chegar aqui, construíram historia, incrementaram a culinária brasileira, trouxeram alimentos como; a manga, o coco, o jerimum, a galinha d’angola, o azeite de dendê entre tantos outros que constitui necessários ao padrão de vida do consumidor brasileiro. Inovadores e criativos eles foram. Adaptaram aqui, formas de sobrevivências, como por exemplo: as vendas ambulantes, de verduras, peixes, roupas, calçados e artesanato. Costumes que ainda podem ser vistos pelas ruas do Brasil. Tudo isso se da devido à herança cultural deste povo.

Colaboradores da colonização do país, e com a miscigenação dos brasileiros, a constituição do mulato, cor em que o brasileiro é identificado quase em toda sua maioria. Introduziram palavras dos dialetos africanos na língua portuguesa, herdada da presença dos portugueses no Brasil em seu descobrimento no século XV.

Salve! Salve! Os índios, importantes edificadores de nosso país, grande influenciadores na culinária brasileira, com diversos alimentos como; a mandioca, o milho, a batata-doce, o cará, pinhão, cacau, amendoim, palmito, mamão e o caju, estas são parte das influências indígenas na alimentação brasileira.

Foram escravizados antes dos negros africanos, forçados ao trabalho escravo, no período do pau-brasil. Grandes contribuintes com nossa cultura brasileira, suas danças, lutas, costumes, culinária e até mesmo a língua, titulada “tupi-guarani”, que nomeou uma das maiores expressões culturais brasileira, hoje reconhecida internacionalmente, a caa-pu-eera (mato ralo) hoje introduzida como “a capoeira”.

Axé a todos os capoeiras, que bravamente escreveram sua historia no cenário brasileiro, em meio as dificuldades impostas pelo império, e mais tarde, pelo próprio governo, ainda sim sobreviveram e enrriqueceram a nossa cultura, hoje patrimônio do nosso Brasil, e de todos os que se orgulham de ser brasileiros.

Salve! A todos que lutaram bravamente em todas as guerras, como a do Paraguai, e em todas aquelas que passaram despercebida pela sociedade, e que nunca foram reconhecidas pelo poder público. Guerra essa travada entre si próprio, pelo fato de ser descendente de uma classe social menos favorecida, parabéns a todos os brasileiros, índios , africanos e descendentes, que moram nas favelas, nos morros, e que com unhas e dentes, sobrevivem a guerra do dia a dia e da descriminação.

 

Darcy Junior de Aguiar (Cascão)

Ministro recebe lideranças da Capoeira no Rio de Janeiro

Eles discutiram projeto que visa regularizar categoria e que está em tramitação no Senado

Brasília, 29/07/2009 – Durante visita a sede do Ministério do Trabalho, no Rio de Janeiro, na última sexta-feira (24), o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, se encontrou com cerca de 100 mestres de Capoeira do estado. Eles pediram ajuda ao ministro no sentido de agilizar junto ao Senado a aprovação de um projeto que visa regularizar a categoria, já em tramitação.

Lupi disse aos esportistas que não medirá esforços e já pediu a seus assessores empenho na articulação junto aos senadores. A expectativa é que o projeto seja aprovado até dezembro deste ano. Dessa forma, os capoeiristas ocuparão um lugar na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) do MTE.

Os mestres estão otimistas. Eles vêem na regularização da categoria o reconhecimento do trabalho que eles já prestam a crianças, jovens e adolescentes, desenvolvendo a disciplina e, muitas das vezes, tirando-os da marginalidade. O projeto visa reconhecer como profissão o capoeirista, passando a ser considerado atleta profissional, apto a participar de eventos públicos ou privados mediante remuneração, de acordo com a Lei Pelé.

Entre os presentes ao encontro estavam o superintendente regional, José Bonifácio Ferreira Novellino, e cerca de 100 capoeiristas de várias partes do estado representando associações e federações ligadas a modalidade. A Capoeira se tornou patrimônio cultural pátrio em julho de 2008.

Assessoria de Imprensa do MTE
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