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Aconteceu: I Festival Pedagógico de Capoeira

Capoeira Especial
Grupo Candeias encerra projeto financiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura e ao Desporto
 
Na última quarta-feira, o Centro de Ensino Especial Dom Bosco e o Grupo de Capoeira Candeias realizaram o I Festival Pedagógico de Capoeira, encerrando as atividades do Projeto Capoeira Especial, financiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura e ao Desporto, da Fundação Garibaldi Brasil. Na ocasião, pais, alunos e equipe gestora estiveram juntos para presenciar o batizado de alguns alunos, além de interagir com os capoeiristas especiais.
 
O projeto foi realizado por Janosson da Silva Carvalho, mais conhecido como Falcão, durante o período de abril a dezembro, no Centro de Ensino Dom Bosco. Aulas de capoeira, palestras, oficinas, contação de história, exibição de vídeos, leitura de textos, oficinas, apresentações, rodas e aulões foram algumas das atividades realizadas, todas elas com o foco a capoeira.
 
“Dim-dim, dom-dom”
 
Durante a realização do projeto, Falcão e a Capoeira ficaram conhecidos como “dim-dim, dom-dom”, forma como os alunos do Dom Bosco se referiam ao professor e à atividade. “Desenvolvemos também um trabalho afetivo, já que carinho nunca é demais”, diz Falcão.
 
Segundo ele, o objetivo do projeto é estimular o desenvolvimento das crianças e adolescentes com deficiência, proporcionando através da capoeira o uso do corpo, espaço e instrumentos, visando a interação diferenciada ao da rotina escolar. “A capoeira é uma atividade que pode contribuir com o processo de crescimento da pessoa com deficiência, servindo de apoio complementar aos atendimentos oferecidos pelo Centro de Ensino Dom Bosco, potencializando a inclusão social, respeitando as diferenças e desigualdade de oportunidades”, explica o proponente.
 
De acordo com a coordenadora pedagógica do Dom Bosco, não há nada mais gratificante do que ver as crianças participando e se divertindo. “A maioria dessas crianças são carentes, e só na escola têm um momento de lazer e contato com outras atividades”, diz.
 
Página 20 – Rio Branco – AC
http://www2.uol.com.br/pagina20

DEFICIÊNCIA: Alguns dados importantes…

Pessoas portadoras de necessidades especiais (PPNEs) – Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são + de 23 milhões de brasileiros (as)
DEFICIÊNCIA é todo e qualquer comprometimento que afeta a integridade da pessoa e traz prejuízos na sua locomoção, na coordenação de movimento, na fala, na compreensão de informações, na orientação espacial ou na percepção e contato com as outras pessoas.
A deficiência gera dificuldades ou impossibilidade de execução de atividades comuns às outras pessoas, e, inclusive, resulta na dificuldade da manutenção de emprego.
Por isso, muitas vezes, é necessária a utilização de equipamentos diversos que permitam melhor convívio, dadas as barreiras impostas pelo ambiente social.
Diante disso, a Constituição Federal de 1998 dispensou tratamento diferenciado às pessoas com deficiência.
DEFICIÊNCIA FÍSICA é todo comprometimento da mobilidade, coordenação motora geral ou da fala, causado por lesões neurológicas, neuromusculares e ortopédicas ou ainda por má formação congênita ou adquirida.
DEFICIÊNCIA MENTAL é um atraso ou lentidão no desenvolvimento mental que pode ser percebido na maneira de falar, caminhar, escrever. O grau de deficiência mental varia de leve a profundo.
DEFICIÊNCIA VISUAL é caracterizada por uma limitação no campo visual. Pode variar de cegueira total à visão subnormal. Neste caso, ocorre diminuição na percepção de cores e mais dificuldades de adaptação à luz.
DEFICIÊNCIA AUDITIVA é a perda total ou parcial da capacidade de compreender a falar através do ouvido. Pode ser surdez leve – nesse caso, a pessoa consegue se expressar oralmente e perceber a voz humana com ou sem a utilização de um aparelho. Pode ser ainda, surdez profunda.
Dicas para o Mestre ou professor que trabalha com a inclusão:
 
Com a ajuda da dra. Clélia Argolo Estill, vice-presidente da AND (Associação Nacional de Dislexia), separamos algumas sugestões de procedimentos a serem adotados pelo professor que trabalha com a inclusão em salas de ensino regular( estes conceitos podem ser aplicados aos locais de ensino e prática da capoeiragem ):
 
– Incentive o aluno a restaurar a confiança em si próprio.
– Ressalte os acertos, ainda que pequenos, e não enfatize os erros.
– Valorize o esforço e o interesse do aluno.
– Incentive-o nas coisas que ele gosta de fazer e faz bem-feito.
– Atribua-lhe tarefas que possam fazê-lo sentir-se útil.
– Dê instruções e orientações curtas e simples que evitem confusões.
– Não insista em exercícios de fixação, repetitivos e numerosos, pois isso não diminui a dificuldade.
– Minimize o medo de cometer erros.

Mestre Chico: Capoeira ajuda jovens com deficiência

Há oito anos Mestre Chico dá aulas de capoeira para portadores de deficiência, e cada vez mais se surpreende com os resultados obtidos. A iniciativa estimulou o professor a desenvolver um projeto de capoeira inclusiva, que atende comunidades de baixa renda e jovens com algum tipo de deficiência do bairro de Jacarepaguá no Rio de Janeiro. Robson Coutinho, ou Mestre Chico, apelido que foi batizado na capoeira, retomou o trabalho social no final de 2003, depois de morar dois anos em Danbury (EUA), e tem conseguido provar que portadores de deficiências podem ser incluídos em atividades esportivas.
Lorrany Ramos,11 anos, é deficiente visual e mental e se diz muito mais feliz depois de ter conhecido a capoeira através do Mestre Chico. Ela explica que o esporte a ajudou a perder a timidez e a se relacionar melhor com as outras crianças ditas “normais”. “Convivo mais com crianças que possuem deficiência visual pelo fato de estudar em um colégio especializado e o convívio com outras crianças me ajuda muito”, diz. Para Robson Coutinho, quando o deficiente pratica capoeira com outras crianças sente que pode se igualar a elas.“ Isso é muito importante para a sua auto-estima e uma forma de integrá-la à sociedade”, justifica.
Há oito anos Mestre Chico dá aulas de capoeira para portadores de deficiência, e cada vez mais se surpreende com os resultados obtidos. A iniciativa estimulou o professor a desenvolver um projeto de capoeira inclusiva, que atende comunidades de baixa renda e jovens com algum tipo de deficiência do bairro de Jacarepaguá no Rio de Janeiro. Robson Coutinho, ou Mestre Chico, apelido que foi batizado na capoeira, retomou o trabalho social no final de 2003, depois de morar dois anos em Danbury (EUA), e tem conseguido provar que portadores de deficiências podem ser incluídos em atividades esportivas.
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Portadores de síndrome de Down participam de grupo de capoeira

Em clima de festa popular em praça pública, cerca de 60 crianças, adolescentes e adultos com deficiência participaram, no Salão Negro do Congresso Nacional, de apresentação de capoeira com o grupo da Escola Especial 01, da Fundação Educacional do Distrito Federal, e com o grupo Raízes.
 
Esse trabalho do grupo de capoeira com alunos da escola especial existe desde 1996. Para incluir a capoeira como atividade curricular dos alunos, a escola teve que enviar um projeto para o MEC.
 
– O que anima essa meninada aí é a parte musical e a dança da capoeira – disse o capoeirista Fábio Ferreira dos Santos, professor formado em educação física que pertence ao quadro docente da Fundação Educacional do Distrito Federal.
 
Como parte do projeto, portadores de síndrome de Down não só jogam capoeira, como tocam tambores, atabaques, caxixi e até berimbau – instrumento mais difícil para eles, segundo Fábio, por exigir maior coordenação motora.
O show no Salão Negro faz parte da programação da Semana de Valorização da Pessoa com Deficiência. No mesmo local, a peça de teatro de mamulengo, O Casamento de Chiquinha, Filha do Coronel João Redondo, com Tião sem Sorte, apresentado pelo mestre Josias W. da Silva, também atraiu o público.
 
Depois do show, alunos de escolas públicas e privadas de Brasília formaram filas para experimentar o Túnel Sensorial – uma instalação que permite às pessoas que enxergam vivenciar a experiência do deficiente visual.

Capoeira, terapia e diversão para crianças portadoras de deficiência

SUGESTÃO DE PAUTA CAPOEIRA É TERAPIA E DIVERSÃO PARA CRIANÇAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA
 
O setor de Reabilitação Desportiva da AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente) iniciou um programa inédito com crianças portadoras de deficiência física: a capoeira. Hoje, mais de um ano depois de implantado, o projeto demonstra resultados satisfatórios do ponto de vista médico e terapêutico, além de ser uma grande brincadeira para meninos e meninas portadores de deficiência física. Para o instrutor de capoeira voluntário Alex Souza Santos o trabalho com crianças portadoras de deficiência física era novidade. Junto com o setor de Reabilitação Desportiva da AACD ele aceitou o desafio e hoje colhe os resultados. "Após este período conseguimos notar benefícios como melhor equilíbrio, desenvolvimento mental, disciplina e sociabilização", diz Edna Garcez, coordenadora do setor. "Hoje, os alunos estão mais participativos, demonstrando ginga e alongamento." Essa aquisição de habilidades é observada não só durante os treinos, mas também nas atividades diárias das crianças. Edna levou a capoeira para a AACD com o apoio dos médicos. "Qualquer paciente, independente da idade ou da patologia, pode participar, inclusive pacientes em cadeiras de roda, que também dão sua contribuição." Liliam Brito Assessora de Imprensa AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente)
 
Tel: 11 5576-0609 celular: 11 9409-1489 e-mails: [email protected] / [email protected]
Ricardo Viveiros – Oficina de Comunicação www.viveiros.com.br