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Diversidade de ritmos é a marca do Carnaval Paulistano: Axé, Punk e Capoeira

Diversidade de ritmos é a marca do Carnaval Paulistano: Axé, Punk e Capoeira

Carnaval: Com Marisa Orth e Mel Lisboa, Os Capoeira desfila em SP

Os blocos de rua estão cada vez mais presentes na cidade de São Paulo, abrindo alas para a diversidade de ritmos e gêneros musicais. Neste ano, há opções para quem curte punk, jazz, MPB, brega, axé, samba, pagode  anos 90 e ritmos nordestinos.

O bloco Os Capoeira desfilou no sábado (22) em São Paulo com uma homenagem aos povos indígenas do Brasil. O cortejo contou com a presença das atrizes Marisa Orth (porta estandarte) e Mel Lisboa (bateria), além da participação especial da cantora angolana Jéssica Areias.

Liderado pelo percussionista e capoeirista Mestre Dalua, Felipe Roseno, Contramestre Leandrinho e Cauê Silva, traz ritmos, cantos e movimentos ligados à capoeira, como o maculelê, o frevo e o samba de roda.

Diversidade de ritmos é a marca do Carnaval Paulistano: Axé, Punk e Capoeira Capoeira Portal Capoeira

Bloco Os Capoeira: Mais que um bloco, somos um movimento de cultura, educação e resgate de uma parte fundamental da história do Brasil. Somos a raiz do Carnaval!

Fundamentado nas tradições Afro-Brasileiras, tendo a capoeira como a base principal, o coletivo de percussionistas e capoeiristas inauguram o movimento chamado de, Os Capoeira.

O trabalho inclui, oficina de percussão e rodas de capoeira que começam acontecer todas as segundas feiras no Jongo Reverendo, a partir de 05 de setembro, e se prepara para ser bloco de carnaval em 2017.

Até lá, em 25 de julho e 29 de agosto, todos podem conhecer o trabalho e experimentar com as aulas abertas, sempre a partir as 20hs.

Idealizado e formado pelos capoeiristas e percussionistas, Mestre Dalua, Felipe Roseno , Contra-Mestre Leandrinho, e professor Cauê Silva, o grupo traz a proposta de trabalhar os ritmos, cantigas e movimentos de todas as culturas ligadas a capoeira, tais como o maculelê, frevo, ijexá, samba de roda, cabula, congo de ouro, barravento, além da capoeira em todas as suas potencialidades.

Com o auxilio de Emilio Martins, Paulinho, Samba Sam, Chrystian Galante, Milene Malvadeza, Mestre Maurão e alunos do grupo de capoeira Mandinga, o coletivo Os Capoeira, traz a proposta de não ser apenas mais um bloco, mas sim um movimento de cultura, educação e resgate de uma parte fundamental da história do Brasil.

Saber mais: https://www.facebook.com/Os-Capoeira-387454428096365/

“Dark Souls brasileiro” baseado na Idade Média Histórica conta com personagem lutador de capoeira

“Dark Souls brasileiro” baseado na Idade Média Histórica conta com personagem lutador de capoeira

“Existe uma visão extremamente ignorante e preconceituosa de que os povos africanos eram todos ‘bárbaros’ ou de nível tecnológico baixo”, comentou o desenvolvedor.

O Trialforge Studio, do Rio de Janeiro, está desenvolvendo o game Deathbound, ainda sem prazo de lançamento.

O game, que na opinião do editor do Drops, Pedro Zambarda, se assemelha a um “Dark Souls brasileiro”, retrata um mundo com reinos variados, incluindo o reino de Sayabakn, baseado no continente africano e suas culturas, um rico material histórico usualmente esquecido nos jogos e na mídia pop em geral.

Entre os detalhes que chamam a atenção no projeto, o game conta com a presença de Mamdile Ogaté, personagem do reino de Sayabakn, do mundo de Ziêminal, que apresenta dinâmica de gameplay e jogabilidade inspirados na movimentação da capoeira, luta brasileira de grande destaque.

Os pacotes de animação da Mixamo, utilizados pela desenvolvedora exigem poucos ajustes e contavam com um set de animações de capoeira. “Quando começamos a pensar na narrativa do jogo, tomamos algumas decisões”, comentou Thiago Baptista, designer de narrativa e jogos, em bate papo exclusivo com o Drops de Jogos.

“Como na maioria dos projetos de jogo, as decisões surgiram primeiro como uma necessidade de gameplay. O Deathbound começou usando muitos pacotes de Assets prontos, inclusive de animação”, detalhou o desenvolvedor.

“Na nossa narrativa, Mamdile faz parte de uma Ordem de lutadores devotos da Deusa Morte, algo próximo aos monges shaolin, mas num contexto do Oeste africano. Eles treinam desde criança para transformar seus corpos em armas à serviço de sua Deusa e de sua Igreja”.

O jogo, de acordo com as definições do time de desenvolvedores, é menos baseado numa Idade Média fantástica e mais próxima de uma Idade Média histórica. “Mais precisamente a Alta Idade Média do Ocidente”, definiu Thiago, ex-estudante de História na UFF. “Existe uma visão extremamente ignorante e preconceituosa de que os povos africanos eram todos ‘bárbaros’ ou de nível tecnológico baixo, somente tribais”, enfatizou.

“Queríamos com os personagens de Sayabakn mudar um pouco essa visão, e resgatar a memória dos grandes impérios africanos. Mali foi um dos reinos mais ricos da história do planeta, por exemplo”, complementou, no bate papo.

Os produtores foram generosos e ofereceram ao Drops de Jogos dois vídeos exclusivos com a movimentação do herói do game, que seguem abaixo. Os vídeos foram exibidos durante a apresentação das informações do game no quadro Fala, Indie!no programa News Games, da Rádio Geek.

Para acompanhar as novidades sobre a criação, basta seguir o estúdio Trialforge nas redes FacebookInstagram e Twitter, ou seguir o desenvolvimento do projeto na plataforma Discord.

 

 

por Kao Tokio em 19 de fevereiro de 2020

Fonte: https://dropsdejogos.uai.com.br/

 

Pelotas & a Abolição da escravatura Brasileira

Pelotas & a Abolição da escravatura Brasileira

Primeiro estado brasileiro a abolir a escravidão foi o Ceará em 1860 bem antes da abolição acontecer em 1888.

O segundo estado a abolir a escravidão antes de 1888 foi o Rio Grande do Sul, em específico na cidade de “PELOTAS”.

Quando foi anunciado o decreto de abolir a escravidão nesta cidade o resto do estado chamaram de “froxo e covardes”, derivando o que era na época, uma ofensa grande, chamar alguém de “GAY”, colocando em causa a sexualidade de alguém no qual foi um ato totalmente ao contrário, foi um ato destemido de valentia por ter dado a liberdade aos escravos.

Historicamente daí vem todo o pejorativo sobre a masculinidade do povo da cidade de Pelotas que até hoje se extende em forma de “piadas” por todo o  território Brasileiro.

Quando se fazem piadas sobre gays referindo a cidade de Pelotas é um ato que remete a história de umas das cidades pioneiras no processo de Abolição da Escravatura no Brasil.

 

Pesquisa: Professor Magrela – Grupo Muzenza Capoeira

Fonte: Professor, Filósofo e Doutor em Educação Mario Sérgio Cortela – “As estruturas educacional rascista – 2004”.

 


Os redutos de escravos na cidade de Pelotas no século XIX

*Professor Joaquim Dias*

Abolição da escravatura Brasileira Capoeira Portal Capoeira

Os redutos de escravos na cidade de Pelotas no século XIX – Professor Joaquim Dias

“Os escravos estavam, em muitos lugares do centro urbano da cidade, tentando desenvolver suas formas de sobrevivência dentro dos limites da lei e, por vezes, fora destes limites.
 
Alguns locais já eram conhecidos pela população como redutos de negros folgados, como as margens do arroio Santa Bárbara, como se referia, em 1863, Domingos José de Almeida, ao dar seu parecer sobre o local da construção da Praça das Carretas, hoje Praça Vinte de Setembro:
 
…servindo este pequeno terreno de foco de imoralidades, fundição de crioulos e entretenimento de escravos da cidade fora do alcance de policiais…
Ao investigarmos a documentação, verificamos que diversos locais da cidade poderiam ser lugares de sociabilidades de escravos, entre eles as tavernas, bodegas ou bares que serviam como locais de socialização, seja para beber aguardente, seja para carteado, seja para a venda de produtos roubados pelos escravos, com o conluio dos donos de botecos.
 
Muitas vezes podiam ser encontrados nos bares, embora fossem proibidas suas presenças.
 
Havia grande interesse dos donos de botecos em comprar produtos roubados por escravos, pois poderiam obter bons lucros na revenda dos mesmos. Já por parte dos escravos, a venda para bodegueiros representava uma enorme facilidade na revenda insuspeita de produtos roubados.
 
(…)
 
A região da várzea, onde se localizava o Porto da cidade, também aparece como um dos locais de socialização de escravos e libertos; esta região era conhecida por ajuntamentos de escravos e suas arruaças.
 
Tal fato pode ser explicado por dois motivos. Um deles é que embarcações com gêneros alimentícios chegados à cidade deveriam vender produtos, a miúdo, para a população em geral, por até dois dias após sua chegada no Porto, o que naturalmente atraía para essa região uma quantidade razoável de escravos e livres pobres.
 
Outro motivo poderia ser a grande concentração de bares e botecos na região, como podemos observar na seguinte reclamação publicada no jornal Correio Mercantil de 1883:
 
…À noite, é esta parte da cidade teatro de cenas escandalosas que as mais vezes terminam, em grosas pancadarias (…). Provém isto dos ajuntamentos de marinheiros dos navios surtos no porto, escravos de charqueadas e mulheres de má vida; ajuntamentos que tem lugar em algumas tabernas e botequins aqui existentes, apesar das contínuas visitas que lhe faz a polícia.
No documento acima mencionado vemos que a taverna é descrita como pólo irradiador da desordem, confluindo escravos, marinheiros e prostitutas; no entanto, podemos deduzir que estas pessoas foram classificadas como escandalosas e violentas por não se enquadrarem nos parâmetros sociais pensados para elas pela elite local.
 
Esta desordem denunciada pelo jornal poderia ser a ordem das ruas, com suas regras próprias, seus códigos de honra e valores específicos.”
 
Fonte: SANTOS, Leovegildo Silva dos. O cotidiano de escravos e livres pobres no espaço urbano da cidade de Pelotas no século XIX. In: Ágora Revista Eletrônica, Ano IX, no. 17, dez. 2013, p. 19-20

Jovem promessa da ‘Pitbull Brothers’ Ilara Joanne começou na CAPOEIRA

Jovem promessa da ‘Pitbull Brothers’ Ilara Joanne começou na CAPOEIRA

 

Eu tive a primeira oportunidade de ter contato com as artes marciais na capoeira, quando me mudei para Fortaleza. Aí uma coisa foi levando a outra: capoeira, muay thai, jiu-jitsu.

 

Promessa da ‘Pitbull Brothers’, Ilara Joanne exalta treinos com Henry Cejudo no Brasil

Aos 25 anos, a jovem promessa da ‘Pitbull Brothers’ Ilara Joanne fará sua segunda apresentação no cage do Bellator no próximo dia 28 de dezembro, quando encara Kana Watanabe, em evento que será realizado na Saitama Super Arena, no Japão. Em conversa exclusiva com a reportagem da Ag. Fight, a cearense – que se encantou pelas artes marciais na infância ao assistir filmes com a temática de luta – comentou sobre a gratidão pelo papel exercido pelos irmãos ‘Pitbull’ em sua carreira, seus treinamentos durante a preparação com Henry Cejudo, campeão peso-galo (61 kg) do UFC, além de projetar uma futura disputa pelo cinturão peso-mosca (57 kg) da entidade americana.

Através dos filmes de artes marciais que passavam em sua televisão, Ilara – natural do interior do Ceará – teve a oportunidade de conhecer e se apaixonar pela luta. Já residindo em Fortaleza, a jovem ingressou na capoeira, seguida do muay thai e do jiu-jitsu. O caminho para o MMA era natural, e a lutadora estreou já como profissional na modalidade. E de acordo com ela, esta experiência foi fundamental para decidir seu futuro como atleta.

“Eu morava no interior do Ceará e lá ninguém ouvia falar em artes marciais, tudo que eu via era na televisão, com os filmes do Jackie Chan, ‘O (Grande) Dragão Branco’. E desde criança sempre foi meu sonho fazer isso, mesmo sem o entendimento de que isso poderia me trazer um retorno financeiro, esse sempre foi o meu sonho de infância. Eu tive a primeira oportunidade de ter contato com as artes marciais na capoeira, quando me mudei para Fortaleza. Aí uma coisa foi levando a outra: capoeira, muay thai, jiu-jitsu. Fiz algumas lutas de muay thai, de jiu-jitsu, e estreei no MMA, já no profissional. Depois dessa primeira luta eu tive certeza que era isso que eu queria para a minha vida”, relembrou Ilara Joanne.

 

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Uma publicação partilhada por © Ilara Joanne Mma (@ilarajoanne) a

De Fortaleza para Natal, onde mora e treina hoje em dia, a cearense encontrou nos irmãos Patrício e Patricky ‘Pitbull’ o suporte necessário para evoluir e alcançar o patamar atual, em um dos maiores eventos de MMA do mundo. Grata pela tutelagem recebida na equipe ‘Pitbull Brothers’, a lutadora afirmou que sempre se espelhou na trajetória dos potiguares.

“Acredito que, hoje, eu devo tudo a eles e a Pitbull Brothers. Tudo que vem acontecendo de bom na minha vida, eu devo primeiramente a Deus, mas se não fosse por eles eu não estaria onde eu estou agora. A minha equipe migrou para ser Pitbull Brothers de Fortaleza, então eu sempre tive eles como espelho, mesmo antes de vir para Natal. E depois de vir para cá, nem se fala. Tudo que vem acontecendo é por conta deles”, contou a lutadora peso-mosca.

Ilara estreou no Bellator com vitória por finalização sobre Bec Rawlings em outubro deste ano, seu terceiro triunfo consecutivo, e nono na carreira. Experiente, apesar da pouca idade, a cearense destaca este fator como fundamental para sua boa estreia, além de afirmar que a experiência adquirida antes de assinar com a organização americana lhe deixou pronta para uma disputa pelo cinturão da categoria, a qual ela espera que ocorra em breve.

“Acho que a gente não pode atropelar etapas e toda essa minha trajetória antes do Bellator serviu para eu ganhar experiência e calma. Talvez se eu tivesse entrado com menos lutas, o resultado não teria sido tão positivo quanto foi na minha estreia (no Bellator). Agora, eu acumulei bastante experiência, acredito que as etapas que eu passei foram as que eu precisava para chegar em um cinturão. E agora estou pronta, só esperando minha chance, a minha vez”, declarou Ilara, antes de comentar sobre a atual campeã peso-mosca, Ilima-Lei Macfarlane, que defende seu cinturão neste sábado (21) contra Kate Jackson, no Bellator 236, no Havaí (EUA).

“Ela (Ilima-Lei Macfarlane) vai continuar com o cinturão, tem um grappling bem superior ao da adversária. Com certeza o jogo dela encaixa com o meu. Inclusive, a gente já fez um treino juntas em Curitiba e foi um treino bem movimentado e agora, ainda mais treinando aqui, eu tenho certeza que eu posso vencê-la. Foi um treino de grappling, a gente fez um treino bem equilibrado, mas eu tenho certeza que, com a experiência que eu ganhei aqui, hoje eu sou superior”, contou a atleta, conhecida como ‘Arya Stark’, personagem da série de sucesso ‘Game of Thrones’, da qual é fã.

Assim como a personagem que dá a ela o apelido, Ilara busca destronar a principal ‘vilã’ da categoria. No entanto, antes de pensar em disputar o cinturão da divisão, a brasileira precisa superar sua próxima oponente, a japonesa Kana Watanabe. Invicta no MMA profissional após nove lutas, a lutadora asiática promete atrapalhar os planos da brasileira. Porém, a cearense teve reforços de peso durante a sua preparação para o duelo. Henry Cejudo – campeão peso-galo do UFC e recentemente destituído do título dos moscas –, Kelvin Gastelum, sétimo colocado no ranking peso-médio (84 kg) do Ultimate, além de Eric Albarracin, treinador de wrestling de longa história em solo brasileiro, vieram ao Brasil, mais especificamente para Natal (RN), e participaram de alguns treinos na academia ‘Pitbull Brothers’.

“Como eu já vinha de um camp, eu estava praticamente pronta. A gente só direcionou os treinos para a minha nova adversária. A coincidência do (Henry) Cejudo estar aqui foi muito feliz para mim. Ele somou bastante nos meus treinos, o ‘capitão’ (Eric Albarracin) também, eles sabem muito de quedas, até um pouco de judô, então me ajudaram bastante. Agregaram muito nos treinos de defesa de queda, foi bastante importante para mim, um treino de wrestling muito forte. Sem falar na energia que eles trazem (para a academia), a galera fica instigada para treinar, foi muito proveitoso”, concluiu a cearense.

No MMA profissional desde agosto de 2013, Ilara Joanne possui nove vitórias e quatro derrotas em seu cartel. Além do combate entre a brasileira e a lutadora da casa Kana Watanabe, o Bellator 237 terá em sua luta principal o duelo entre duas lendas, Fedor Emelianenko e Quinton ‘Rampage’ Jackson.

Juliette Binoche se esbalda na quadra da Mangueira e arrisca na ginga em roda de capoeira

Juliette Binoche se esbalda na quadra da Mangueira e arrisca na ginga em roda de capoeira

Ganhadora de um Oscar e conhecida por filmes como “O Paciente Inglês” (1996) e “A Liberdade É Azul” (1993), Juliette Binoche visitou o Brasil pela primeira vez nesse final para ser a madrinha do aniversário de 30 anos da distribuidora cinematográfica Imovison. E a atriz francesa deu um show de simpatia para o público brasileiro. Juliette aproveitou para conhecer mais sobre a cultura do país e até se arriscou a sambar e a jogar capoeira.

Juliette Binoche se esbalda na quadra da Mangueira e arrisca na ginga em roda de capoeira Capoeira Portal Capoeira

Binoche e o cineasta Cédric Kahn foram visitar a comunidade do Morro do Palácio, no Ingá, Zona Sul de Niterói. Ao ver uma roda de capoeira, a atirz francesa não resiste e se arrisca em alguns movimentos, demostrando ter ginga.

 

Musica: Capoeira mundial, parceria de Margareth com Alfredo Moura e Mokhtar Samba

Musica: Capoeira mundial, parceria de Margareth com Alfredo Moura e Mokhtar Samba

O toque do berimbau que introduz Capoeira mundial, parceria de Margareth com Alfredo Moura e Mokhtar Samba, traz o disco de volta para a Bahia com a adesão vocal de Larissa Luz em samba que não chega a empolgar. Além de tocar bateria, Mokhtar Samba assina o arranjo e a direção musical da faixa.

 

Margareth Menezes vai de Jorge Vercillo a Gilberto Gil no álbum ‘Autêntica’

No disco, artista baiana abre parceria com filha de Jimmy Cliff e dá voz a músicas de Carlinhos Brown, Flavia Wenceslau e Luedji Luna. Com música inédita de Gilberto Gil (Paraguassu) entre as 13 composições do repertório, o 15º álbum de Margareth Menezes, Autêntica, tem lançamento agendado para 21 de outubro. A capa expõe a cantora e compositora baiana em foto de José de Holanda.

Até então inédita em disco, a música Paraguassu foi feita há anos por Gil para ser apresentada em edição do festival Percpan da qual participou Margareth. Na letra, o compositor baiano versa sobre a união da índia Catarina Álvares Paraguaçu (1503 – 1583) com o soldado Diogo Álvares Correia (1477 – 1557), conhecido como Caramuru.

Produzido por Tito Oliveira, sob direção musical da artista e do próprio Tito, Autêntica é o primeiro álbum de estúdio de Margareth Menezes em onze anos. O anterior, Naturalmente, foi lançado em 2008. O álbum Autêntica foi formatado entre estúdios de Salvador (BA), São Paulo (SP), Nova York (EUA) e Paris (França).

Entre regravações de composições de autoria de Jorge Vercillo (Por nós, parceria com Alexandre Rocha lançada por Vercillo em 2010 no álbum DNA) e de Flavia Wenceslau (Por uma folha, música lançada em 2017, em single, por essa talentosa compositora paraibana residente na Bahia), Margareth apresenta composições autorais como Vento sã – gravada com o toque da guitarra de Roberto Barreto, da banda BaianaSystem – e Amor e desejo.

Nessa safra autoral, Querera sobressai por ser música assinada por Margareth em parceria com Nabiyah Be, filha do cantor jamaicano de reggae Jimmy Cliff. Capoeira mundial, parceria de Margareth com Alfredo Moura e Mokhtar Samba, tem a participação da cantora baiana Larissa Luz. Já Minha diva, minha mãe é composição somente de Margareth.

As músicas inéditas Perfume de verão (Carlinhos Brown e André Lima), Mãe preta (Luedji Luna e Ravi Landim) e Mulher da minha vida (Gabriel Moura e André Lima) também integram o repertório do álbum Autêntica ao lado de Retrato 3×4 (Peu Meurray, Fabinho Alcantara, Aline Barr e Magary Lord) e de Peaceful heart (Ahmed Soultan, Samira Ammouri e Margareth Menezes).

Musica: Capoeira mundial, parceria de Margareth com Alfredo Moura e Mokhtar Samba Capoeira Portal Capoeira

No disco, Peaceful heart é faixa introduzida por citação de Uma história de Ifá (Elegibô) (Ythamar Tropicália e Rei Zulu, 1987), samba-reggae perpetuado na voz calorosa de Margareth Menezes em gravação de 1988.

Na sequência quase imediata do lançamento do álbum Autêntica em 21 de outubro, a cantora faz shows nas cidades de Salvador (BA) e São Paulo (SP), em 1º e 9 de novembro, para lançar o disco gravado com patrocínio do projeto Natura Musical e editado pelo selo da artista, Estrela do Mar.

Musicalidade: Capoeira de Outra Maneira

Musicalidade: Capoeira de Outra Maneira

O projeto Capoeira de Outra Maneira é nossa contribuição para a música de capoeira extrapolar o âmbito da roda… do jogo… do jogador. É mais um caminho para elevar a arte brasileira à enésima potência e fazê-la atingir outra dimensão, alcançar outros públicos. Este é um pocket show que visa à participação do público cantando as músicas e à exaltação da musicalidade da capoeira ao acrescentar outros instrumentos além dos tradicionais de uma roda.

Esse projeto deu origem ao CD Capoeira de Outra Maneira – vol. I, cujo lançamento alcançou recorde de público em um teatro de fácil acesso na cidade de São Paulo e repercussão em vários países. Durante a apresentação, cantaram-se músicas populares da capoeira com nova roupagem, mais harmônica, acompanhadas por violão, baixo, agogô, pandeiros e congas. No meio digital, esse projeto obteve milhares de visualizações nas plataformas de música digital:

 

Musicalidade: Capoeira de Outra Maneira Capoeira Portal Capoeira 1

 

SINOPSE

  • Gênero: Músicas de capoeira
  • Duração: 1h
  • Linguagem: Preserva o tom coloquial da arte e os termos comuns das rodas tradicionais de capoeira.
  • Figurinos: Roupas claras e/ou batas em tom informal e descontraído.
  • Coreografias: Em determinada música, ocorre um jogo de capoeira.
  • Música: Ao vivo, com arranjos únicos, mais modernos, criados exclusivamente.

    Voltado para qualquer tipo de público, de qualquer classe social e idade, este show é um musical que encerra reflexão e alegria. A terceira idade vai deliciar-se por ver/ouvir músicas em duas vozes; já a maturidade e a juventude vão conhecer e compreender o que significa o ritual da capoeira com transe, reflexão e motivação.

 

JUSTIFICATIVA

A capoeira constitui patrimônio de grande importância para a história brasileira, mas, em geral, curiosamente, tem maior reconhecimento do público internacional, porque o brasileiro tem contato principalmente com artes que se divulgam nos grandes meios de comunicação, mais imediatas e de fácil assimilação, e esses meios não exploram o potencial incrível que a arte-capoeira tem para oferecer.

A música em essência na capoeira possui um ritmo forte que provoca uma reação sensitivo-motora, o que para alguns pode até transformar-se em ferramenta de cura. É aí que vem um arrepio que percorre nosso corpo de ponta a ponta e sobrevém uma reflexão significativa. As palmas ajudam a fomentar essa energia.

Montar uma bateria de capoeira é importante não por ser bonito, contar com três berimbaus, dois pandeiros, um agogô e um reco-reco, mas sim porque a combinação desses instrumentos forma uma harmonia indescritível. Não há como falar de capoeira sem falar de música. E, para falar de música, nada melhor do que apresentar ao público as músicas de capoeira de forma mais melodiosa. A música faz-nos lembrar de uma pessoa querida, de um lugar, traz-nos recordações, etc. Este show promove exatamente isso.

A principal meta deste projeto é levar ao público todo o potencial e beleza da musicalidade de capoeira com toda a nossa brasilidade. Nosso desejo é que se valorize uma arte que é nossa, nativa deste país.

OBJETIVOS


– Colaborar com a preservação da memória musical da arte brasileira (capoeira);
– Divulgar e valorizar músicas de domínio público cantadas em rodas de capoeira;
– Levar ao conhecimento do público a arte capoeira com música ao vivo,ritual, jogo e
caracterização;
– Estimular alunos do Ensino Fundamental, Médio e Superior, professores, pesquisadores, músicos, artistas e historiadores a desenvolver estudos sobre assuntos da História do Brasil, como a escravidão, a música brasileira e, mais especificamente, a capoeira;
– Divulgar a música de capoeira com outra roupagem ao público que ainda não teve contato com essa arte e oferecer opção de entretenimento aos adultos e à terceira idade.

 

MÚSICAS EXECUTADAS

Faixa Autor Tempo
1 Na Areia Domínio Público 4:36
2 Luanda Ê Pandeiro Domínio Público 2:57
3 Chama Eu, Angola Domínio Público 5:06
4 Bom Vaqueiro Domínio Público 3:29
5 Segura o Tombo da Canoa Domínio Público 4:02
6 Preto Velho   Mestre Barrão 3:45
7 Canarinho da Alemanha que Matou meu Curió Domínio Público 4:22
8 Capoeira Praça da República   Mestre Maurão 5:46
9 Sai, Sai, Catarina Domínio Público 4:18


Musicalidade: Capoeira de Outra Maneira Capoeira Portal Capoeira 2

FICHA TÉCNICA

  • Produção e Direção: Danilo Andrade
  • Vocal: Danilo Andrade e Felix Quilombola
  • Conga: Carlos Quilombola
  • Pandeiro: Carlos Quilombola/Danilo Andrade
  • Berimbau: Danilo Andrade
  • Agogô: Carlos Quilombola/Felix Quilombola
  • Violão: Felix Quilombola e Cláudio Gingadinha
  • Baixo: Lucas Silva (Ursão Bonfim)
  • Design Gráfico: Felipe Andrade
  • Fotografia: Fernando Alexandrino
  • Apoio: Grupo Quilombolas de Luz Capoeira

Agradecimento Especial: Ao nosso grande Mestre Paulão

Para saber mais sobre o projeto: www.capoeiradeoutramaneira.com.br

…TERIA SIDO SONHO ?!

 …TERIA SIDO SONHO ?!

“YÊ, ‘TAva lá em CAsa, sem
penSÁ nem ‘MAgiNÁ… (…)
ISso pra MIM é conVERsa
pra viVÊ sem TRAbaIÁ” !
me. PASTINHA (trecho de LP)

Quando ouvi o disco de depoimentos de mestre Pastinha pela primeira vez — por volta de 1972, eu acho — na casa do exímio jogador de Capoeira “Rubinho” (“nasceu pra la”, diria Vicente Ferreira !) pensei ser cantado em gêge ou yorubá, nem percebi que era em Português. Foi preciso que o depois “Tabajaras” “me soletrasse” o que estava sendo cantado. Rubinho sabia muitos toques de Berimbau, tinha facilidade para aprender as coisas nessa área de percussão e canto, andou frequentando um “centro de macumba” na Ladeira — na época, “Centro Espírita”, a Umbanda era mal vista !– onde tocava atabaques, muito bem por sinal, como “ogan”. A partir deles entendi que qualquer sujeito pode até não ser um grande professor desta Dança-Luta, mas tem obrigação de dominar a parte musical que a mantém enquanto folclore,,, isso é o mínimo que a Capoeira exige !

Nesses tempos eu frequentava o Grupo Senzala, de mestre “Peixinho”, como curioso, acompanhando “Rubinho”, que lá treinou por um período, por volta de 1974, calculo. Alguns sábados à noite voltava para assistir a Roda de bambas da Zona Sul, todos conhecidos por “Peixinho” e gozando de sua hospitalidade e gentileza. Um “gentleman”, MARCELO AZEVEDO jamais fechou as portas de sua Academia para quem quer que fosse, jamais questionou o fato de eu ficar ali, sentado num canto hora e meia, só observando. Isso é o “terror” de alguns, mestres medíocres que sequer merecem o título.

...TERIA SIDO SONHO ?! Capoeira Portal Capoeira

De Peixinho só belas lembranças… Deus sabe o que faz mas, por vezes, leva os melhores para sentar ao Seu lado no Céu. “Peixinho” esteve em Belém graças ao então contramestre Luís Carlos por volta de 2005… a mesma e eterna simplicidade, título e importância não lhe subiram à cabeça, contudo “não ensinou aqui” sua entrada “de tesoura” (ou “vingativa”) na “meia lua” alheia nem o “aú duplo” no mesmo lugar, exclusividades suas. Também tinha um “giro em pé”, braços abertos feito Cristo Redentor, mas como vi “Camisa” usá-lo quase na mesma época, não posso afirmar que foi “invenção” dele.

Ainda como praticante pouco esforçado no “CÉU” — Casa do Estudante Universitário, no Flamengo — vi mestre “Camisa” em ação várias vezes… levei caderno e lápis para tentar reproduzir alguns dos seus movimentos, em vão. Enquanto “rabiscava” perdia momentos geniais dele, isto por volta de 1974, talvez meados de 1975. Enfim, o Destino nos deu oportunidade de comprar pequena filmadora, com rolinho de 5 minutos, na bitola Super8. Adiante, adquirimos um miniprojetor, que “lixava” a fita, estragando-a em pouco tempo. Entretanto, conseguimos registrar esses 2 ASES da Capoeira carioca na sua melhor fase, no auge de sua forma física e técnica, provavelmente em 27 de setembro de 1975, na “Caixa d’Água” (em Santa Teresa ou Cosme Velho)e em 77… segundo meu irmão, seria em 1976 e 77.

Remontados precariamente, os 8 ou 12 rolinhos de 5 minutos fizeram um registro sem igual do Grupo SENZALA na época, quase todo êle em peso, com a presença de um certo Caio, de São Paulo, isto em 1977. A fita “viajou” por 3 MIL KMs sobre o mar e graças ao mestre “Guará”, em Paris, voltou com qualidade suficiente (em 3 partes) para ser admirada. “Camisa” e “Peixinho” juntos, mais o “meteoro” mestre “Lua” — que só se via a cada 2 ou 3 anos — todos mantendo viva a aura de excelência do Grupo SENZALA.

 

Capoeiragem no Rio de Janeiro dos anos 70 parte 1

 

Afinal, onde entra o SONHO nessa estória ?! Explico já: me vejo numa tarde sentado ao lado do então “Camisinha”, por volta de 1974 suponho, numa das “torres” abandonadas do prédio do CÉU. Êle preparava os berimbaus de um Batizado à noite, provavelmente um sábado. Não comeu nem bebeu nada até o fim da festa, lá pelas 22 horas… naquele os mestres torciam as cordas das graduações, entregues DE GRAÇA conforme o merecimento de cada um. “Camisa” andava só na época, não dava espaços para intimidade de aluno nenhum, nem os mais graduados. Como se explica que eu — tímido e reservado — estivesse ali, inútil, sem sequer cortar pneus : “Teria sido um sonho”? Êle nunca soube, mas na época criei um enredo de filme com êle (ao estilo “Bruce Lee”, seu ídolo, tenho certeza !) bem antes do filme “Cordão de Ouro”, no qual meu irmão gêmeo “Leiteiro” atuou por 10 segundos. 

Falando nisso, é com “NESTOR Capoeira” a outra parte do tal “sonho”… estou num casarão antigo, bela fogueira no varandão e o Rio iluminado lá embaixo. Seria Santa Teresa ? Há “capoeiras” antigos  novos circulando por ali… Nestor se aproxima e me diz que “canto bonito” !” E agora, José ? Eu não me atreveria a cantar ali, nem que me pedissem ! Não havia Roda alguma talvez nem berimbau… parecia ser aniversário de alguém importante na Capoeira ! Infelizmente, essa Internet de “ratos” e pilantras cria um monte de perfis FALSOS e ficamos sem ter certeza se o do “CAMISA” e os 3 com o nome de “NESTOR CAPOEIRA” seriam verdadeiros.

Vou continuar em saber se… “teria sido SONHOS” ?!

 

“NATO” AZEVEDO (em 21/jan. 2019, 15 hs)

Jovem cria jogo de tabuleiro para ensinar história da capoeira a alunos do fundamental

Jovem cria jogo de tabuleiro para ensinar história da capoeira a alunos do fundamental

Jogo discute cultura negra por meio da capoeira

Valores como disciplina, companheirismo e respeito são transmitidos de forma lúdica a estudantes de escolas públicas de Campina Grande

Já pensou em aprender a história da capoeira por meio de um jogo de tabuleiro? Pois é exatamente isso que está acontecendo em algumas escolas da rede pública de Campina Grande (PB). A iniciativa partiu de uma pesquisa acadêmica e mistura arte marcial, dança, música e cultura popular. Essa história você escuta nesta semana no Trilhas da Educação, programa produzido e transmitido pela Rádio MEC.

O projeto, do designer Wagner Porto Alexandrino da Silva, debate a representatividade negra de forma lúdica e intuitiva com os jovens do ensino fundamental. Tudo começou em 2018, quando Wagner estava envolvido com o trabalho de conclusão do curso de design, na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).

A partir do trabalho, surgiu a vontade de colocar em prática um projeto sobre representatividade negra. Foi quando ele mergulhou, por meio de pesquisa, no universo da capoeira – e desse contato com a história e tudo que a cercava, teve início a produção do material.

“Pesquisando temas, eu decidi que ia trabalhar com a representatividade negra. Eu sei a importância disso e o quanto isso tem que ser discutido em nosso país”, conta o designer. “Resolvi focar na capoeira. Eu não conhecia a capoeira, não pratico a capoeira, e pesquisando eu vi ainda mais o valor que ela tem para o nosso país, para nossa cultura e para a cultura afro-brasileira.”

Em 2008, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) tombou a capoeira como uma forma de expressão e, em 2014, como Patrimônio Imaterial da Humanidade. A capoeira reúne cantigas, movimentos, músicas e símbolos da herança africana. É na roda de capoeira que os iniciantes são batizados, consagrados e onde se formam os grandes mestres.

Jovem cria jogo de tabuleiro para ensinar história da capoeira a alunos do fundamental Curiosidades Portal Capoeira

Wagner é aluno do curso de Design da UFCG (Foto: Arquivo pessoal)

“Quando entrei em contato direto com a Capoeira, especialistas na área, professores, pesquisadores e obras sobre o assunto, fiquei fascinado. O valor da Capoeira é imenso para o nosso país e para os seus praticantes. Todos deveríamos conhecer ao menos um pouco sobre o que ela representa. Não só a Capoeira como luta, como é abordada tantas vezes, mas, sim, os valores educacionais ali presente, seu contexto histórico, sua musicalidade, as modificações causadas em quem a pratica”.


Paranauê – E foi assim que surgiu o Paranauê. Um jogo que se passa no século dezoito, quando a capoeira era perseguida no Brasil. Para jogar, cada participante assume a identidade de um mestre que precisa montar a sua própria roda de capoeira. Para testar a ideia, Wagner convidou os amigos, vizinhos e crianças conhecidas para jogar. Dessa forma, foi adaptando o jogo até chegar ao conceito final.

Com a metodologia definida, partiu para a prática e apresentou a proposta aos alunos da rede pública de Campina Grande. “Eu levava para as salas de aula. Muitos já tinham tido contato com a capoeira, algumas crianças já a praticavam, e elas se identificaram muito com o projeto”, conta.

Além dos estudantes, os professores e diretores também ficaram encantados com o jogo. Agora, Wagner estuda a viabilidade de produção do material para distribuição nas escolas que se interessarem pela ideia.

 

Fontes:

Portal Correio – https://portalcorreio.com.br/

Assessoria de Comunicação Social – http://portal.mec.gov.br

 

Sugestão de Pauta: Luiz Schumann (Prof. Coqueiro – Senzala)

Conexão China – A capoeira encontra o kung fu

Conexão China – A capoeira encontra o kung fu

Em evento para convidados a celebrar o mês em quem o Brasil comemora sua Independência, a embaixada brasileira em Pequim apresentou nesta semana o curta-metragem “Capoeira encontra a arte marcial chinesa”.

O documentário é coproduzido pela Embaixada do Brasil e Flow Creative Content, em parceria com a Unesco, com apoio da gigante chinesa Tencent, está em fase final de tradução para a língua portuguesa.

O vídeo, que impressiona pela união de duas culturas aparentemente distantes, mostra o encontro dos mestres de capoeira brasileiros com mestres das artes marciais chinesas em Pequim e Hangzhou.

Ao explorar as diferenças e semelhanças entre suas artes, esses mestres discutem como as culturas tradicionais podem prosperar na sociedade moderna e ainda ajudar as pessoas a se relacionar com os outros e compreender a nós mesmos.

Conexão China – A capoeira encontra o kung fu Capoeira Portal Capoeira

Embaixada brasileira em Pequim apresentou em pré-estreia documentário de curta-metragem mostrando o encontro de capoeiristas e lutadores de kung fu. EMBAIXADA DO BRASIL, DIVULGAÇÃO

A produção faz parte da criação de uma Biblioteca Digital Aberta, projeto global lançado em 2015 pela Unesco, com o apoio financeiro e técnico suporte de Tencent. A idéia é promover o conhecimento inclusivo entre sociedades, criando uma rede internacional de esportes e jogos tradicionais, e salvaguardar e promover o patrimônio cultural imaterial por meio de Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs).

 

Fonte:

Jornal do Comércio: https://www.jornaldocomercio.com/