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Bahia: Mestre Bigodinho e Ação Solidária

Mestre Bigodinho está se recuperando de uma fratura na perna e está impedido de se locomover e, consequentemente, de trabalhar.
Por isso, queremos formar uma corrente pra poder ajudá-lo nesse momento.
Se cada um que entende o valor do Mestre fizer um pouquinho, acho que poderemos ‘amaciar’ este momento que ele vive. 

As seguintes ações podem gerar bons frutos:

– Promover em seu grupo/espaço algum evento (roda, oficina, sessão de filme, festa, feijoada) que possa arrecadar algum dinheiro para reverter ao Mestre;
– Comprar o cd (unidade ou caixa) de Mestre Waldemar que tem como responsável o Teimosia que propõe doar a renda das vendas para o Mestre.


E-mail para pedidos de cds : [email protected]
– Comprar o dvd “Tributo ao Mestre Bigodinho” atravês do Atelier de Mestre Lua Rasta. A renda das vendas também é revertida para o Mestre.
E-mail para pedidos de dvds : [email protected]

– Fazer visitas ao Mestre, pois se sentir sozinho em um momento como este é muito ruim.

O contato do Mestre é feito atravês de sua filha Joanice no telefone : (71) 3257 98 05 ou 8854 56 80

O CD “MESTRE WALDEMAR, EU CANTEI A CAPOEIRA” contém gravações do grande mestre da Pero Vaz e alunos, no ano de 1951.
À época, foram realizadas pelo pesquisador americano Anthony Leeds e descobertas na Universidade de Indiana, EUA. 
Contém ainda gravações e depoimentos do mestre, oriundas de uma roda na casa do Mestre Itapoan em comemoraçãoao aniversário de Mestre Paulo dos Anjos (1989).

O DVD “TRIBUTO A MESTRE BIGODINHO” intercala trechos dos depoimentos de M.Bigodinho com imagens da rica cultura de Acupe no Recôncavo baiano : o Bando
Anunciador, Burrinha, Negôs fugidos, Samba de roda, Maculêlê e Capoeira se unem em homenagem ao velho Mestre. Com inumeras intervenções, o calderão cultural encanta 
as ruas de Acupe.


É, mais uma vez, preocupante o que acontece com os mestres de capoeira no Brasil. Enquanto mil processos, onde rios de dinheiro são gastos para contratação de profissionais que, muitas vezes, nem capoeiristas são para “decidir” o destino da capoeira como patrimônio histórico, nossos verdadeiros patrimônios (os guardiões da cultura como os intelectuais mesmo gostam de chamar) estão aí sem apoio, sem qualquer suporte do poder público em momentos como este, e que acontecem a todo instante. 
Cabe aos capoeiristas, a galera que sente e sabe o que é o caminho de um mestre de capoeira tomar atitudes que possam, pelo menos, amenizar o sofrimento de alguém que foi capoeirista a vida toda e que agora, tem dificuldades para comprar os remédios caríssimos que lhe são receitados, manter as contas da casa em dia e até mesmo poder ser cuidado e alimentado dignamente.
Por essas e por outras, pedimos o seu apoio. E não dá pra demorar. É hora é hora. 

Entrem em contato, quem puder ajudar!


Obrigado”

Mestre Lua Rasta

Fundo Internacional para a Diversidade Cultural

Financiamento para programas e projetos de promoção e proteção da diversidade cultural

O Fundo Internacional para a Diversidade Cultural criado pela Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, já entrou em sua fase piloto de funcionamento, com a divulgação de um formulário de pedidos de financiamento para programas e projetos.

Poderão ser financiados programa e projetos relativos à implementação de políticas culturais e ao fortalecimento de infraestruturas institucionais correspondentes; ao fortalecimento das capacidades culturais; ao fortalecimento das indústrias culturais existentes; à criação de novas indústrias culturais; e à proteção de expressões culturais comprovadamente em risco de extinção, conforme o artigo 8 da Convenção.

As solicitações poderão ser apresentadas por governos dos países em desenvolvimento membros da Convenção,  ONGs nacionais da área da cultura, grupos vulneráveis ou outros grupos sociais minoritários. Os pedidos serão avaliados por um painel de seis especialistas nomeados pelo Comitê Intergovernamental da Convenção, formado por 24 países, dentre os quais o Brasil.

O Fundo da Diversidade Cultural dispõe atualmente de US$ 2.391.489 (dois milhões, trezentos e um mil, quatrocentos e oitenta e nove dólares). A Convenção integra, atualmente, 109 países, dos quais a maioria é de países em desenvolvimento.

No Brasil, os pedidos devem ser enviados até o dia 15 de junho deste ano, para a Divisão de Assuntos Multilaterais Culturais (DAMC) – veja o endereço abaixo.

De acordo com decisão do Comitê Intergovernamental da Convenção, a prioridade de utilização dos recursos do Fundo é financiar projetos apresentados por países em desenvolvimento. Por este motivo, o Secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SID/MinC) Américo Córdula, avalia que projetos brasileiros não terão prioridade, já que o Brasil é visto como um dos países em desenvolvimento em melhor situação econômica, e existem poucos recursos. O Secretário explica que, para financiar programas e projetos de promoção e proteção da diversidade cultural brasileira, o Ministério da Cultura está propondo a criação de um Fundo Setorial da Diversidade e Acesso, que faz parte da reforma da Lei de Incentivo – Procultura, atualmente em processo de tramitação no Congresso Nacional.

Os formulários só poderão ser preenchidos em francês ou em inglês.

O endereço para envio dos pedidos é:

DAMC – Ministério das Relações Exteriores
Palácio Itamaraty – Esplanada dos Ministérios – Bloco H
Brasília – DF – Brasil
CEP 70.170-900

 

Mais informações e/ou esclarecimentos podem ser obtidos com o ponto focal da Convenção no Brasil, Giselle Dupin – Coordenadora de Fomento à Identidade e Diversidade da SID/MinC, pelo endereço eletrônico: [email protected], ou pelo telefone: (61) 2024 2368.

Clique aqui para acessar o formulário de pedidos de financiamento (em francês e inglês).

Clique aqui para acessar o texto completo do Procultura.

(Comunicação/SID)