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Campanha busca redução da violência em Fortaleza

Campanha Capoeira pela Paz propõe ações para a redução da violência

Música, cultura, história e esporte. A capoeira possui diversos atributos capazes de transformar a vida de diversos jovens que engrossam as estatísticas da violência em Fortaleza. Há muito tempo essa arte vem atuando no combate à violência e atuando como agente de conscientização da população frente a este problema.

É com essa motivação social transformadora que os movimentos de capoeiristas de Fortaleza se organizaram na Rede de Desenvolvimento Sustentável da Capoeira do Ceará. E uma das ações da Rede é a campanha “Capoeira pela Paz”, que vai discutir as possíveis contribuições que a capoeira e outras manifestações culturais podem oferecer para a diminuição da criminalidade, em evento que deve contar com cerca de mil capoeiristas no próximo domingo (17 de novembro), às 16h, no aterro da Praia de Iracema. 

Também no domingo, será comemorado o mês da Consciência Negra e a Semana Municipal da Capoeira, evento anual que conta com o apoio da Prefeitura de Fortaleza. “A capoeira é um instrumento de cultura, esporte, de educação e também de disciplina. É uma importante ferramenta de socialização, bem como de formação de bons cidadãos. Todos devemos apoiar iniciativas como essas”, diz o vereador Evaldo Lima (PCdoB).

A Comissão Organizadora da Rede é formada por Mestre Ratto, Mestra Carla, Mestre Aramola, Mestre Piolho, Mestre Auricelio, Mestre Marrudo e Mestre Envergado. Segundo a Comissão, algumas das importantes consequências dessas ações é promover a revitalização de espaços públicos, a conscientização das comunidades e a recuperação de pessoas que se enquadrem na perspectiva de prática da violência.

Sobre a Rede

A Rede de Desenvolvimento Econômico da Capoeira Cearense é uma iniciativa coletiva que surgiu para discutir e promover ações de sustentabilidade econômica da capoeira em Fortaleza. Sempre em diálogo com grupos e capoeiristas da cidade, do país e do exterior, a organização da rede promove conversas sobre processos produtivos, financiamentos e construção de mercados e bens de serviços, produtos para empreendimentos e ações concretas incidentes sobre as cadeias produtivas contempladas pelo protagonismo da capoeira cearense.

Serviço

Capoeira pela Paz

Data: Dia 17 de novembro.
Horário: 16 horas.
Local: Aterro da Praia de Iracema

Fonte: Assessoria do vereador Evaldo Lima (PCdoB)


Facebook: https://www.facebook.com/pages/Rede-de-Desenvolvimento-Econ%C3%B4mico-e-Sustent%C3%A1vel-da-Capoeira-no-Cear%C3%A1/129248950566214

Batuque de cearense conquista holanda

Grupo criado em 1995 ajuda a divulgar a cultura e os costumes brasileiros em solo holandês e já tem sede em 10 cidades

Que os cearenses estão espalhados pelos “quatro cantos” do planeta, exercendo diferentes atividades, isso não é mais novidade. Tanto que na Holanda um legítimo “cabeça-chata”, Vladimir Frama, conquistou os nativos desse país divulgando a arte da capoeira, considerado um esporte genuinamente brasileiro.

Frama, que criou o Grupo Batuque para legitimar o seu trabalho como capoeirista naquele país, atualmente encontra-se em Fortaleza, juntamente com um grupo de holandeses, para festejar as “bodas de cristal” (15 anos) do grupo que hoje já conta com 300 integrantes.

Origem

Sob o barulho das ondas arremetendo contra os pilares da Ponte Metálica, na Praia de Iracema, um dos cartões postais da nossa Capital, Frama falou da origem do Batuque e da sua vida na Holanda. “O Batuque Capoeira é um grupo que existe há 15 anos na Holanda. E neste mês, como celebração de mais um ano de fundação, estamos trazendo vários alunos para conhecer mais a capoeira e a cultura brasileira”, informou Vladimir. “A gente conseguiu formar na Holanda um dos maiores grupos de capoeira, conseguimos atuar dentro da sociedade local e penetrar em lugares que antes não eram possíveis com a capoeira”, disse o mestre Frama.

Diversificação

Segundo Vladimir, no Batuque “ministramos aulas para crianças, jovens, realizamos trabalhos sociais junto a famílias com crianças carentes – árabes, por exemplo -, trabalhamos em prisões, em hotéis também, então é um leque aberto que é incrível, chega a ser surpreendente essa penetração que nós onseguimos levar para a capoeira em termos de divulgação e respeito, claro”. Frama ressaltou que “a capoeira, sem dúvida, hoje, é o grande cartão postal do Brasil na Europa. O nosso País é muito visto lá fora pela violência nos morros do Rio de Janeiro, tráfico etc, e a capoeira veio para limpar essa imagem. É incrível como ela atrai, seduz, transforma. O europeu começa treinando capoeira, depois quer aprender o português, ouvir música brasileira, ler livros, quer conhecer a história, vir ao Brasil, age como imã”.

Mágica

O fundador do Grupo Batuque salientou que “a capoeira é muito mágica. Ela é um misto de esporte, cultura, dança, luta, é muita coisa envolvendo. O aluno que está fazendo capoeira está ocupado com muitas atividades, o cérebro não para, é uma terapia incrível. Uma gama de vários aspectos, desde chutes na cabeça até acrobacias de pernas para cima, que mudam toda uma perspectiva de mundo”.

Início na capoeira

“A capoeira entrou na minha vida aos 12 anos de idade”, confessou Vladimir Frama. “Morava no Henrique Jorge e treinava no Centro Social Urbano César Cals, com mestre Everaldo, grande personagem do esporte no Ceará. E mesmo com a família dizendo ´pare com isso, não continue que isso é coisa de vagabundo etc eu prossegui. E a capoeira foi e é minha grande escola. Eu hoje sou mestre, fotógrafo profissional, músico também, concluí a Faculdade de Música e cheguei a tocar nas noites de Fortaleza, mas a minha grande escola é a capoeira. Ela me abriu as portas na Europa, no Brasil, sem a capoeira eu seria outra pessoa”, reconheceu o coordenador do Batuque.

Volta por cima

“Tanto minha família quanto a sociedade da época via a capoeira como uma coisa de vagabundo. Não era um esporte de ponta, de elite, bem visto”, admitiu o mestre Frama. “Mas graças à sua força, pois ela é uma coisa muito mágica, a capoeira superou os preconceitos no Brasil e lá fora também. Hoje em dia minha família adora a capoeira”, ressaltou mestre Vladimir.

Hierarquia

Na capoeira há um sistema hierárquico de graduações. “No início temos apenas o aluno, depois esse aluno passa a instrutor, professor, contramestre, até finalizar com o título de mestre”, acrescentou Vladimir. Mas até conseguir se firmar com o Grupo Batuque Capoeira em solo holandês, o mestre cearense “comeu o pão que o diabo amassou”. E ele explicou: “Viajei com a cara e a coragem. Na bagagem pouco dinheiro e o conhecimento do inglês. Morei vários anos como ilegal e por isso estava sempre mudando de local. Mas consegui superar todas as dificuldades, até criar o Grupo Batuque. Porém, valeu a pena todo sacrifício”, concluiu Frama.

Saiba mais

Fundação

Grupo Batuque Capoeira foi fundado em 1995, na Holanda, pelo cearense Vladimir Frama e hoje tem 300 integrantes

Área de atuação

Atualmente, o Batuque, conta com sedes em 10 cidades: Den Haag, Utrecht, Oss, Nijmegen, Arnhen, Breda, Amersfoort, Leiden, Malden e Den Bosch

Integrantes

Frama e o grupo de holandeses do Batuque permanecem em Fortaleza por quatro semanas. O mestre e seus alunos participarão de rodas de capoeira com outros grupos e visitarão Canoa Quebrada

MOACIR FÉLIX
REPÓRTER

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/

Ceará: Fundação da Liga Cearense de Capoeira

No dia 08 de Setembro do Corrente ano, demos mais um pontapé com a Capoeira do Estado do Ceará, criamos a LIGA CEARENSE DE CAPOEIRA – LCC, Tendo sua Diretoria composta da seguinte maneira: Mestre Gerson – Presidente, Mestre Ratto – Vice Presidente, 1ª. Secretaria Contra Mestra Claudinha, 2ª. Instrutora Sandra, Tesoureiro – Mestre Severo – Conselho Fiscal: Mestre Auricélio, Mestre Pano e Contra Mestra Paulinha. Suplente Mestra Carla. Tendo como Fundadores os seguintes grupos e seus responsáveis: Cia Terreiro Capoeira – Mestres   Gerson e Auricélio, Legião Brasileira – Mestres Zebrinha, Severo e Tereza Veras, Água de Beber – Mestre Ratto, Associação Zumbi – Mestre Lula, Mestra Carla, Mestre Buldog e Contra Mestre Dery, Cordão de Ouro – Contra Mestra Paulinha, Papa-léguas e Instrutora Sandra, A Capoeira Pura Arte – Mestre Maisena, Grupo Capoeira Mundi – Mestre Dingo, Escola Brasileira – Mestre Pano, Grupo Capoeirarte – Contra Mestre B2, Grupo São Salvador – Prof. Aramola, Grupo Arte Capoeira – Mestre Marrudo, Grupo União Capoeira – Mestre Marrom, ASCAP – Mestre Grande, Capoeira Brasil – Profº Sapim (Mestre Boneco), e o Sr. Flávio Valente – Colaborador na Construção da LCC.

A LIGA CEARENSE DE CAPOEIRA – LCC, tem por finalidade precípua, a difusão, promoção a pratica desportiva, cultural, social, ecológica, tecnológica e do fomento a eventos desenvolvidos pelos indivíduos e grupos associados bem como, na defesa do patrimônio material e imaterial desenvolvidos por estes e da  manutenção de todas atividades sócio-culturais e esportivas de seu integrantes em concomitante as iniciativas previstas no Estatuto da mesma. Tem personalidade jurídica distinta dos seus filiados, patrimônio próprio e jurisdição no município de Fortaleza/CE, sem fins lucrativos, partidarismo político, discriminação racial ou religiosa.

Maiores informações já estamos no Orkut, e-mail: lcc_capoeira@yahoo.com.br, breve sairá o Informativo com tudo que esta acontecendo na Capoeira do Ceará.

Contamos com o apoio do Portal da Capoeira para a divulgação desta nova entidade aqui criada no Estado do Ceará, com o intuito de engrandecer cada vez a nossa Capoeira.

Atenciosamente:

Mestre Gerson do Valle

085.9954.8989 / 8754.2803

Cearense viaja para ensinar alemães

 

A capoeira cearense vai à Europa ensinar os alemães todo o gingado, a arte e o ritmo contagiante do brasileiro. O Mestre Dingo, um dos mais renomados do Estado, estará em uma turnê de 30 dias na Alemanha.

“Vamos realizar workshops e fazer apresentações em casa de shows. O alemães estão investindo pesado nesse intercâmbio da Capoeira”, diz Dingo, que viaja hoje, sozinho, para o Velho Continente.

Com 32 anos de experiência, o mestre cearense visitará as cidades de Frankfurt, Munique e Stuttgart. Lá, ele terá o apoio de outros brasileiros, que já transmitem os conhecimentos da capoeira a alguns anos. “Fui convidado pelo Mestre Topeira, um pernambucano que está fazendo sucesso entre os alemães”, revela Dingo, que é formado em Educação Física e também professor.

O sucesso de Dingo com a capoeira contagia uma multidão, que o acompanha todos os domingos na Ponte dos Ingleses, na Praia de Iracema, onde ele, colegas e alunos demonstram um pouco dos seu trabalho. Além disso, ele tem sua academia, na Rua Jovino Guedes, 67, Aldeota, onde ensina dezenas de pessoas. “A capoeira, não tem idade, raça, nem nacionalidade”, diz Dingo.

 

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=592682

Adeus, adeus: mestre Chico Batista, o Chico Calungueiro

No último dia 10, o Ceará perdeu o talento de mestre Chico Batista, o Chico Calungueiro. Artesão e entusiasta do maracatu, criador de figuras da cultura cearense na versão calunga, como Cego Oliveira, Patativa do Assaré, Muriçoca e Irmãos Aniceto ele será lembrado hoje, às 19h, na Igreja de N. Sra. de Nazaré, no Montese. O pesquisador Calé Alencar dá seu depoimento sobre o artista de múltiplos talentos

Conheci Chico Batista em 1999, quando iniciei minha participação como brincante e membro da diretoria do Maracatu Az de Ouro. Sua figura franzina, lembrando um Dom Quixote cearense, em nada se assemelhava ao seu imenso talento para artes e ofícios na feitura de alegorias, adereços e muitas outras demandas de maracatus, blocos e escolas de samba de relevante presença no carnaval de Fortaleza. Seu porte magrelo logo me chamou a atenção pelo contraste entre o calibre de menino nascido em Senador Pompeu e os afazeres estafantes dos desfiles carnavalescos.

Descobri em Chico Batista um artista para muito além de cocares, saiotes, esplendores, cetros, estandartes, penachos e coroas. A um meu pedido, feito em tom de sugestão com o objetivo de preencher a necessidade de termos, no maracatu, uma representação a nos servir de produto revelador do folguedo, respondeu-me com uma miniatura de rainha, logo seguida de um conjunto completo, representando o figural desta expressão afro-brasileira tão bem assentada no corso carnavalesco. Desde os maracatus do Morro do Moinho, da Apertada Hora, da rua de São Cosme, do Outeiro e do Manoel Conrado, registrados em ´Através dos Folk-lores´ por Gustavo Barroso, passando pelo pioneirismo de Raimundo Alves Feitosa, no corso fortalezense a partir de 1937, até os cortejos atuais.

Exímio jogador de futebol nos rachas dos times de subúrbio, onde fez fama e muitos gols pelos campos do Montese, Itaoca, Jardim América e Bom Futuro, Chico foi também craque na linha de frente do grupo fundador do Maracatu Nação Fortaleza, ocupando cargo na diretoria desde o início das atividades do Nação. E concorrendo com criatividade e suor para construir um abrigo acolhedor do nosso brinquedo, emprestando sua sensibilidade na montagem das exposições de adereços, figurinos, instalações e fotografias do maracatu.

Aos seus diminutos bonecos, confeccionados em madeira, fio de cobre, alumínio, algodão, durepox, tecidos, agulhas, linha, plástico e cola quente, dei o nome de calungas. E aí virou Chico Calungueiro, meu estimado mano Pichico. Criador de figuras representativas da cultura cearense na versão calunga, a exemplo de Cego Oliveira, Patativa do Assaré, Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto, Muriçoca e Dragão do Mar, além de sua marca registrada – o maracatu e os estandartes dos grupos participantes do carnaval de rua.

Amigo, moleque, irmão, companheiro, confidente, presepeiro, camarada, um dia me trouxe um seu irmão, de nome Carlos, meu xará e ainda por cima nascido em 20 de outubro, mesma data de meu aniversário. Colega de café, cajuína, refresco de murici, gomos de ata e tangerina, Maria maluca, sarrabulho e panelada com arroz e muito caldo, em apenas um aspecto divergimos, enquanto estivemos pisando o mesmo chão, com a força de Oxum, Xangô, Oxalá, Pomba Gira, Jurema e Zé Pilintra: em seu coração batia um tambor alvinegro, enquanto o meu não sabe bater outra coisa a não ser um batuque tricolor de aço.

Obras e acervo

Chico Batista, mestre artesão registrado e freqüentador das feirinhas do Sesc, nas praças São Sebastião, Murilo Borges e do Ferreira, tem peças espalhadas por casas de amigos e admiradores. Destacadas personalidades do mundo das artes e da política foram agraciadas com seus trabalhos, a exemplo de Fernanda Montenegro, Matheus Nachtergaele, Ednardo e Raimundo Aniceto. Eu mesmo entreguei ao presidente Lula, na solenidade de outorga da Medalha da Ordem do Mérito Cultural, em 2007, uma réplica da Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto.

Outras peças de sua autoria enfeitam estantes no Memorial da Cultura Cearense, do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza, e em São Paulo, Rio, Porto Alegre, Olinda, Santana do Acaraú, Nova Iorque, Paris, Buenos Aires, Pequim, Ilha do Sal, Roma, Salvador, Crato e Juazeiro do Norte. O acervo da Casa da Memória Equatorial tem algo em torno de 300 peças, adquiridas desde o início de Mestre Chico na confecção das calungas.

O Centro Cultural Banco do Nordeste Fortaleza abriu espaço para exposição de seu trabalho em 2001, época em que Tibico Brasil realizou oportuno registro fotográfico do material exposto. Em 2005, conquistou o primeiro lugar no I Salão Municipal de Artesanato, realizado pela Prefeitura de Fortaleza, ocasião na qual fez jus a um prêmio jamais recebido, apesar de idas e vindas à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, responsável pelo concurso.

Despedida

Pai do Alexandre, primogênito herdeiro de seu talento, da Sandra e do Lucas, avô da Maiara e do Pedro Alex, a quem chamo Chico Neto, Francisco Batista de Oliveira, o mestre artesão das calungas, completava seus ganhos levantando paredes, pintando portas, caiando muros, consertando canos, instalando redes elétricas e jogando no bicho, quase todo santo dia. Na quinta-feira, dia 9 de outubro do ano da graça de 2008, cinco dias após haver completado 54 anos, pisou em falso no alto do telhado de uma casa onde trabalhava, no Montese, nas proximidades da igreja de Nazaré, perdeu o equilíbrio e a vida, pelo menos esta vida compreendida no plano material, real e visível. No plano dos encantados, virou luz. Vestiu-se com o estandarte do Maracatu Nação Fortaleza, uma de suas mais belas peças, e foi entrar na morada de Olorum.

Axé, querido amigo. Até um dia. Saravá, meu querido irmão e mestre. Mestre Chico Batista. Prometo a você fazer soarem os tambores como saudação à sua chegada na nova casa. Receba meu abraço musical e alencarino e os aplausos de todos os brincantes do Maracatu Nação Fortaleza, a calunga mais bonita feita com a arte de suas mãos.

P.S.: Quem sabe os organizadores do carnaval de rua em Fortaleza acolham a idéia de trabalhar com a arte de Chico Batista para ilustrar o tema do desfile em 2009. Será uma preciosa oportunidade de fazê-lo permanecer lembrado e presente no ambiente ao qual dedicou a vida.

CALÉ ALENCAR
especial para o Caderno 3
(*) Cantor, compositor, produtor musical, fundador do Maracatu Nação Fortaleza.

REPERCUSSÃO
"A partida de mestre Chico Batista foi uma surpresa pra todos. Ele fazia todo o material do Az de Ouro, junto com Mestre Juca. Tinha um talento enorme, para o maracatu e outros trabalhos".
Pingo de Fortaleza
Cantor, compositor e produtor

"Chico Batista começou no maracatu ainda nos anos 70. Deu uma enorme contribuição com sua inteligência. Era um grande apaixonado pelo maracatu, independente de agremiações"
Marcos Gomes
Presidente do Maracatu Az de Ouro

(Foto: ACERVO CALÉ ALENCAR/KARLO KARDOZO)

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/