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Livro: Num Tronco de Iroko vi a Iuná Cantar

EDITORA PEIRÓPOLIS LANÇA “NUM TRONCO DE IROKO VI A IÚNA CANTAR”, DE ERIKA BALBINO

Acompanhado de CD de áudio com a contação da história e músicas de capoeira, livro apresenta para as crianças seres lendários das culturas cabocla, negra e indígena

A Editora Peirópolis lança, no próximo dia 24 de maio, na Livraria da Vila (Rua Fradique Coutinho, _915 – São Paulo, SP), o livro-CD infantojuvenil “Num tronco de Iroko vi a Iúna cantar”. Escrito por Erika Balbino e ilustrado pelo grafiteiro Alexandre Keto, a publicação aproxima as crianças da capoeira por meio de figuras lendárias das religiões de matriz africana, que marcaram profundamente o desenvolvimento da cultura brasileira.

Num tronco de Iroko vi a Iúna cantar narra a história dos irmãos Cosme, Damião e do pequeno e levado Doum, que um dia encontram com um menino chamado Pererê e, por meio dele e de muitos outros amigos que vão se juntar a eles nessa fábula, percorrem caminhos mágicos e descobrem os segredos e artimanhas da arte chamada de capoeira. Com  Pererê, a índia Potyra, Vovô Joaquim e outros seres lendários das culturas cabocla, negra e indígena, os três vão ao encontro do grande guerreiro Guariní, ou Ogum Rompe-Mata, capaz de ajudá-los a combater Ariokô e aqueles que fizeram a Mãe-Terra tremer de dor pelo desmatamento.

Erika Balbino revela a força da cultura africana em uma de suas manifestações mais populares ao narrar com maestria o encantamento e o deslumbramento dos protagonistas meninos ao desvendarem os poderes e os mistérios da capoeira, e de como essa prática tem o poder de falar com todas as pessoas. Uma luta, uma dança, um jogo, uma arte.

Ariokô, o ser irracional que os meninos irão combater, deseja usá-la como arma de sua vaidade, que funciona como uma cortina negra não o deixando perceber o poder acolhedor da capoeira, bem como todo o mal que a vaidade dos homens causa a Mãe Terra.

No prefácio, o professor de Jornalismo da USP, coordenador do CELACC (Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação) e membro do NEINB (Núcleo de Pesquisas e Estudos Interdisciplinares sobre o Negro Brasileiro) Dennis de Oliveira, traça uma analogia da invisibilidade da cultura negra com a brincadeira de esconde-esconde, afirmando que é necessário retirar a venda do preconceito dos olhos – que nos impede de ver o outro – para descobrir o que está escondido ao nosso redor.

Segundo a autora, apesar de estar presente em momentos históricos importantes  a capoeira tem seu reconhecimento só no papel, assim como várias políticas públicas em favor da cultura afrobrasileira e periférica.  “A capoeira foi declarada Patrimônio Cultural do País em 2008, e ainda hoje, está mais presente nas escolas particulares do que nas públicas, exceto naquelas que abrem espaço para programas sociais de final de semana, e nas quais o profissional da capoeira não é remunerado”, afirma.

Combatendo esse paradigma, a publicação introduz uma série de elementos dessa cultura para o público infantojuvenil. “A cultura afro-brasileira ainda é invisível. Seu ensino foi aprovado por lei (Lei 10.639/030 em 2003), mas permanecemos no campo do aprendizado da cultura europeia, replicando valores já tão ultrapassados. Continuamos no campo do folclore, como se o negro e até mesmo o índio fossem objeto de uma vitrine, utilizada para fazer figuração em momentos oportunos. A literatura pode nos libertar dessas amarras e acredito que esta seja minha pequena contribuição”, conclui Erika.

As lindas ilustrações de Alexandre Keto, artista urbano conhecido na periferia de São Paulo, com trabalho reconhecido na França e na Bélgica e educador social no Senegal, são lúdicas e dinâmicas, e harmonizam-se com a linguagem proposta por Erika Balbino, refletindo força e a riqueza do  imaginário plural brasileiro.

Encartado na obra há ainda um CD com a narração da história pela própria autora e cantos de capoeira e pontos de Umbanda, com a participação do percussionista Dalua, da cantora Silvia Maria, Rodrigo Sá, além dos Mestres Catitu, Jamaica, e Caranguejo, grandes nomes da cultura popular, esse último tendo exercido a profissão de Mestre de Capoeira por quase 20 anos na Fundação Casa. No final do livro há um glossário contendo todos os termos utilizados no livro que possam ser desconhecidos do público em geral. Além disso, a contra capa do livro conta com um QR Code que pode ser acessado por qualquer smartphone e permite ouvir a todas as músicas do CD.

Apaixonante, “Num tronco de Iroko vi a Iúna cantar” é uma fábula sobre amizade, descoberta e fé, e nos mostra que o conhecimento pode estar muito perto e, no entanto, damos uma volta ao mundo para encontrar o que buscamos. Com outro olhar e sem vendar os olhos, percebemos novos significados em coisas que, desde sempre, estavam ao nosso alcance. Como escreve o escritor e jornalista Nirlando Beirão na apresentação do livro “Erika da uma rasteira no preconceito em prol desta cultura que o Brasil reluta em aceitar investigando, na ginga dos negros, a rica relação entre corpo e música, entre combate e dança, e nos presenteando, com sua arte mandingueira, com uma obra capaz de enfeitiçar gente pequena assim como adulto teimoso”.

 

Erika Balbino

Nasceu na cidade de São Paulo. Formou-se em Cinema com especialização em Roteiro na Fundação Álvares Penteado (Faap) e é pós-graduada em Mídia, Informação e Cultura pelo Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação (Celacc) da Universidade de São Paulo (USP). Além de seu envolvimento com cultura afro-brasileira e umbanda, joga capoeira há treze anos e desenvolve projeto de pesquisa sobre essa prática na capital paulista.

 

Alexandre Keto

Nascido na capital paulista, seus primeiros contatos com a cultura Hip Hop ocorreram em oficinas que aconteciam no bairro em que morava. Logo virou um multiplicador e passou a espalhar a cultura Hip Hop por diversos guetos mundo afora por meio de projetos sociais. Usa o trabalho artístico como uma ferramenta de transformação social, principalmente em países africanos, onde desenvolve projetos comunitários e de intercâmbio.

Sobre a Editora Peirópolis

Criada em 1994, a Editora Peirópolis tem como missão contribuir para a construção de um mundo mais solidário, justo e harmônico, publicando literatura que ofereça novas perspectivas para a compreensão do ser humano e do seu papel no planeta. Suas linhas editoriais oferecem formas renovadas de trabalhar temas como ética, cidadania, pluralidade cultural, desenvolvimento social, ecologia e meio ambiente – por meio de uma visão transdisciplinar e integrada. Além disso, é pioneira em coleções dedicadas à literatura indígena, à mitologia africana e ao folclore brasileiro. Para saber mais sobre a Peirópolis, acesse www.editorapeiropolis.com.br

 

FICHA TÉCNICA

  • Título: Num tronco de Iroko vi a Iúna cantar
  • Autor: Erika Balbino
  • Ilustrador: Alexandre Keto
  • Páginas: 80
  • Formato: 21×26 cm
  • ISBN 978-85-7596-329-6
  • Preço: R$49,00

 

 

Informações para a imprensa – Editora Peirópolis:

COMMUNICA BRASIL

PABX: (11) 3868-0300

Andrea Funk – andrea@communicabrasil.com.br

Antônio Prado – antonio@communicabrasil.com.br

Estela Vanella– estela@communicabrasil.com.br

www.communicabrasil.com.br

Livro “Pastinha – O menino que virou Mestre de capoeira”

Livro do jornalista José Barreto sobre Pastinha é um dos finalistas do Prêmio Jabuti e resgata a história da iniciação de Vicente Perreira Pastinha na arte da capoeira.

Salvador – O livro “Pastinha – O menino que virou Mestre de capoeira” é um dos finalistas do 54º Prêmio Jabuti, na categoria infantil. Escrito pelo jornalista baiano José de Jesus Barreto, ilustrado pelo artista plástico Cau Gomez (mineiro radicado na Bahia) e editado pela Solisluna Editora – sediada em Lauro de Freitas – o livro resgata a história da iniciação de Vicente Perreira Pastinha na arte da capoeira. Nascido no Pelourinho, o menino aprendeu a jogar com o negro banto e ex-escravo Benedito e tornou-se o criador da Capoeira Angola da Bahia.

A lista de finalistas foi divulgada ontem à noite (20) e inclui nomes consagrados como Ziraldo, criador de “O menino maluquinho”, o contista Ignácio de Loyola Brandão e o poeta e cronista Fabrício Carpinejar. Em 2010, uma obra publicada pela Solisluna Editora ficou em terceiro lugar na categoria projeto gráfico do Prêmio Jabuti, com o livro “Rico Lins: uma gráfica de fronteira”, de Rico Lins.

 

O vencedor do 54º Prêmio Jabuti deve ser divulgado no dia 18 de outubro e a lista completa dos finalistas pode ser conferida no site da premiação: http://www.premiojabuti.com.br/resultado-fase1-2012

 

Pastinha foi lançado em fevereiro deste ano em Salvador e nos últimos meses foi apresentado na III Feira do Livro Infantil de Fortaleza e na V Feira Literária de Porto Seguro. A obra é o 11º título do catálogo infantojuvenil da Solisluna Editora, que tem 27 livros publicados. História, cultura afro-brasileira, não ficção, arte visual e poesia estão entre os temas mais recorrentes no catálogo geral da editora.

 

A história narrada em “Pastinha – O menino que virou Mestre de capoeira” foi baseada em uma entrevista do capoeirista, datada de 1967. A partir desse material, o jornalista e escritor José de Jesus Barreto reconta essa trajetória, juntamente com os desenhos do artista gráfico Cau Gomez, que dão ao livro um toque de obra de arte.

 

http://www.jornaldamidia.com.br

Pastinha – O menino que virou Mestre de capoeira

História do capoeirista Mestre Pastinha ganha livro ilustrado

A vida e ginga de um jovem mulato que vivia nas ruas do Pelourinho, no Centro histórico de Salvador, é tema do livro “Pastinha – O menino que virou Mestre de capoeira”, de José de Jesus Barreto e Cau Gómez, com edição da Solisluna Editora, que será lançado amanhã, às 18 horas, na Livraria Cultura no Salvador Shopping.

Era uma vez … um menino mulatinho, esperto e miúdo nascido no Pelô que, depois de muito brincar e brigar na rua, tornou-se o maior de todos os mestres da Capoeira Angola da Bahia. O nome desse menino virou lenda, mundo afora, mas a história de Mestre pastinha é real e está contada, tim-tim por tim-tim neste livro de José de Jesus Barreto e Cau Gomez com edição cuidadosa da Solisluna Editora e que será lançado dia 27 de janeiro às 18 horas na Livraria Cultura no Salvador Shopping.

O livro “Pastinha – O menino que virou Mestre de capoeira” conta, em letras e desenhos, a história verdadeira de como o mirrado menino Vicente Ferreira Pastinha, nascido na Rua do Tijolo, Pelourinho, Centro Histórico de Salvador, no ano de 1889, aprendeu o jogo da capoeira, ainda guri, tornando-se, de meados do século XX em diante, o criador e maior de todos os mestres da Capoeira Angola da Bahia, uma arte que ganhou o mundo. A história da iniciação do menino, através dos ensinamentos do negro banto e ex-escravo chamado Benedito, foi contada pelo próprio Pastinha, numa entrevista datada de 1967, e é recontada no texto do jornalista e escrevinhador José de Jesus Barreto e também através dos desenhos do artista gráfico Cau Gomez, ilustrações que dão ao livro um toque de obra de arte, um encantamento a mais para os olhos de crianças, jovens e adultos.

Com 32 páginas ilustradas em cores e duas fotos do Mestre Pastinha feitas por Zélia Gattai na primeira metade dos anos 1960, o livro “Pastinha – O menino que virou Mestre de capoeira” editado pela Solisluna Editora, com edição, design e projeto gráfico de Valéria Pergentino, Enéas Guerra e Elaine Quirelli. Impresso em papel couché pela Gráfica Santa Marta.

  • SERVIÇO

LANÇAMENTOS DO LIVRO “Pastinha – O menino que virou Mestre de capoeira” Autores: José de Jesus Barreto e Cau Gomez Solisluna Editora QUANDO: Dia 27 de janeiro, às 18 horas ONDE: Livraria Cultura do Salvador Shopping PREÇO: R$35,00 
+ CONTATOS (outras informações e entrevistas): Solisluna Design Editora: 71 3379.6691 – 9964.4817 valeria@solislunadesign.com.br José de Jesus Barreto: 71 3378.7703 – 9911.4654 zedejesusbarreto@uol.com.br Cau Gomez: 71 3240.4079 – 8898.4079 caugomez@uol.com.br 
Mandinga

Além da história da iniciação e das pernadas de Pastinha pelas ruas da cidade, o livro toca nos ensinamentos do Mestre: o significado da capoeira Angola, a importância do berimbau na roda do jogo e da ginga na arte da vida, além de mostrar os principais golpes da luta que também é dança, jogo, reza, manha, vadiação e arte… “é mandinga de escravo em ânsia de liberdade”, como bem ensinou o mestre. 
A idéia de fazer um livro para crianças e jovens sobre a figura de Pastinha, um mito, uma lenda baiana, surgiu com a da obra intitulada “Pastinha, O grande mestre da Capoeira Angola” , escrita pelos jornalistas José de Jesus Barreto e Otto Freitas. “Vimos que a história era curiosa, encantadora e se encaixaria muito bem em nossa proposta editorial de publicar livros para crianças e jovens que também agradam os adultos. Então, convidamos José de Jesus Barreto, autor de outros títulos de nossa editora, para essa parceria, sugerindo a elaboração de um novo texto apropriado, mais enxuto, numa linguagem voltada a esse público leitor que muito nos interessa; e o resultado nos agradou bastante”, conta a editora Valéria Pergentino, diretora da Solisluna.

Seu companheiro, que é também diretor da Solisluna, o editor, designer e artista gráfico Enéas Guerra, então de acordo com o autor do texto, convidou o premiado Cau Gomez para criar as ilustrações fundamentadas no escrito. “Os desenhos em cores de Cau são lindos, têm uma luz própria que dá um clima, um movimento e ambientam a história no tempo e no espaço em que tudo aconteceu, o centro antigo da cidade de Salvador numa determinada época de sua história, os sobrados e as ruas do Pelourinho, sua gente…”, comenta Enéas.

“Pastinha é um naco simbólico de uma certa Bahia cantada por Caymmi, descrita por Jorge Amado, desenhada por Carybé… O mestre de capoeira, que era ainda um filósofo, um educador, um pensador popular de grande talento, ajudou também a construir com sua arte o mito da baianidade, escreveu um instigante capítulo da história de nossa gente mestiça” reflete o autor do texto, que conheceu Pastinha já bem idoso, na sua “academia” de Capoeira Angola, no Largo do Pelourinho, integrado à paisagem urbana de então.

O artista gráfico Cau Gomez ficou feliz com o resultado do trabalho: “É a história fantástica de um guerreiro do povo, um genuíno homem baiano, que com ritmo e mandinga, ensinou a arte da luta de resistência. Tentei passar isso com meu traço.”

“Pastinha – O menino que virou Mestre da Capoeira” é um livro de arte para crianças e jovens, que pode ser visto e lido com prazer, também, por meninos e meninas de todas as idades, mesmo crescidos, já adultos. Um trabalho educativo e coletivo, criado e realizado em harmonia plena: idéias, fotos, desenhos, cores, textos… Um regalo, digno das artes, manhas e sabedorias do pequenino e grandioso Mestre Pastinha, um símbolo da Bahia.

Obra-prima de Jacob Gorender ganha 5ª edição após 26 anos e tem lançamento em dezembro na USP

Obra-prima de Jacob Gorender ganha 5ª edição após 26 anos e tem lançamento no dia 01 de dezembro na USP

Relançada pela Editora Fundação Perseu Abramo, a polêmica tese “Escravismo colonial” reinterpreta o legado de Gilberto Freyre, renova o marxismo brasileiro e consolida-se como a mais notável contribuição contemporânea acerca deste período histórico.

Reconhecido como um dos registros mais notáveis da historiografia recente do Brasil, O escravismo colonial, de Jacob Gorender, ganha 5ª edição pela Editora Fundação Perseu Abramo (EFPA). Publicado anteriormente entre o final da década de 1970 e a primeira metade dos anos 1980, o livro – na época, considerado polêmico por contestar as teses defendidas por pensadores devotos de Gilberto Freyre – debate a concepção histórica sobre o modelo de escravismo implantado no país e propõe a inserção do fenômeno entre as possíveis considerações sobre a formação do modelo de socioeconomia brasileira. O lançamento ocorre no mês de novembro.

 

Passados 26 anos desde a sua última edição, “O escravismo colonial” afirma-se como a mais sólida análise contemporânea acerca da argumentação gilbertiana sobre o sistema escravocrata implantado no Brasil colonial e suas consequências que perpassam a ascensão do capitalismo, em meados do século XIX, até os dias de hoje.

 

Gorender reinterpreta os clássicos modelos derivados de Freyre e desconsidera a suposta existência de um regime feudal brasileiro, subsistente ou paralelo ao sistema escravista. Sua tese de escravismo colonial suscita outra via para o entendimento da formação econômica do país, ao admitir o fenômeno como o grande responsável pelo fortalecimento da unidade lusitana na América Latina, em contraponto à fragmentação observada no território hispânico.

 

O autor convida o leitor a refletir sobre a estrutura e o sistema de produção escravista vigente no Brasil e afirma que este foi um método novo, temporal e específico deste espaço geográfico, objetivado pela produção mercantil para atender principalmente a demanda europeia. Portanto, esta forma peculiar de regime é diferente dos moldes do escravismo clássico, feudalismo e, ainda, do capitalismo, colocando o país numa situação de exceção em relação às culturas ocidentais durante todo este período histórico.

 

Sendo Gorender marxista desde a adolescência, “O escravismo colonial” dá novo fôlego para o marxismo brasileiro, ao acrescentar novas categorias de análise nos mesmos modos de produção. A obra reforça o conceito de materialismo histórico, pois, incrementa variações à fórmula de Karl Marx e o torna mais aplicável como ferramenta de estudo de sistemas econômicos que destoem dos europeus.

 

O lançamento ocorre no dia 01 de dezembro, às 19h00,  na Escola de Comunicações e Artes da USP com a realização de um debate onde estarão presentes:

Alípio Freire – jornalista e escritor, integra o Conselho Editorial do Brasil de Fato e da Editora Expressão Popular.

Dennis de Oliveira – Professor da ECA/USP e do Programa de Pós Graduação em Direitos Humanos da USP, coordenador do Celacc (Centro de Estudos Latino Americanos sobre Cultura e Comunicação)

Eunice Prudente – Professora da Faculdade de Direito e do Programa de Pós Graduação em Direitos Humanos da USP e  coordenadora do Neinb (Núcleo de Apoio à Pesquisa e Estudos Interdisciplinares sobre o Negro Brasileiro)

Flávio Jorge – diretor da Fundação Perseu Abramo e dirigente da Coordenação Nacional de Entidades Negras (CONEN)

Mario Maestri – professor titular do Programa de Pós- Graduação em História da Universidade de Passo Fundo (UPF), dirige a coleção Malungo da UPF Editora, especializada em trabalhos sobre escravidão colonial.

 

 

Jacob Gorender: intelectualidade excepcional

 

Nascido em Salvador, em 1923, Jacob Gorender é considerado hoje um dos mais importantes historiadores brasileiros. Filho de um judeu ucraniano socialista, frequentou a Faculdade de Direito de Salvador, onde militou na União de Estudantes da Bahia, durante o início de 1940.

 

Muito jovem, lutou na 2ª Guerra Mundial pela Força Expedicionária Brasileira. Foi membro do Partido Comunista Brasileiro (PCB) – ao lado de personagens importantes, como Carlos Marighella – e trabalhou como jornalista nos principais veículos de esquerda daquele período. Em 1968, com o início dos anos de chumbo da ditadura militar, Gorender aproxima-se da militância armada e participa da fundação do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR).

 

Em janeiro de 1970, foi preso em São Paulo. Seguiram-se dois longos e traumatizantes anos de constantes torturas, mas também foi nesse período de Gorender teve forças para iniciar esta que atualmente é considerada a tese mais revolucionária sobre a formação socioeconômica brasileira, desde “Casa Grande & Senzala”. “O escravismo colonial” era publicado em 1978 pela editora Ática, com inesperado sucesso.

 

O preconceito contra seu autodidatismo intelectual o reservou à margem do campo acadêmico durante muitas décadas. Apenas em 1994, aos 71 anos, seu mérito foi reconhecido com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e passou a atuar como professor visitante no Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP).

 

Atualmente, com 88 anos, vive entre livros e publicações, numa simpática casa de vila do bairro da Pompeia, na zona oeste da cidade de São Paulo.

 

A Editora Fundação Perseu Abramo registra sua homenagem a Jacob Gorender e reconhece a importância deste grande pensador brasileiro, com o lançamento da 5ª edição revisada de “O escravismo colonial”, marcada para novembro de 2011.

 

Sobre a EFPA

Fundada em 1997, a Editora Fundação Perseu Abramo é um espaço para o desenvolvimento de atividades de reflexão político-ideológica, estudos e pesquisas, destacando a pluralidade de opiniões, sem dogmatismos e com autonomia. Com mais de 180 livros em catálogo, a editora conta com autores importantes como Antonio Candido, Celso Furtado, Aloysio Biondi, Michael Löwy, Marilena Chaui, Lélia Abramo, Milton Santos, Maria da Conceição Tavares, Francisco de Oliveira, Maria Rita Kehl e Leandro Konder, entre outros. Para mais informações, acesse www.efpa.com.br e siga a EFPA no twitter (@editora_perseu).

 

 

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

 

O escravismo colonial, Jacob Gorender

Editora Fundação Perseu Abramo

ISBN 978-85-7643-082-7

650 p. – 5ª edição revisada – ano 2011

R$ 65,00

 

LOCAL: Auditório Paulo Emílio às 19h00

Escola de Comunicações e Artes –

Sala da Congregação, 1o. andar 

Avenida Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443 – Cidade Universitária

São Paulo (SP)

 

 

Erika Alexandra Balbino

Baobá Comunicação, Cultura e Conteúdo

Rua Porangaba, nº 149, Bosque da Saúde

04136-020 – São Paulo – SP

+55 11 3482-2510+55 11 3482-6908

 

Foto Gorender: Alexandre Machado

Resultado: Campanha “Nestor Capoeira”

Editora Record e o Portal Capoeira tem o enorme prazer de contemplar os 20 vencedores da Campanha Nestor Capoeira

O Portal Capoeira fechou uma parceria com a área de Marketing do grupo Editorial Record. Por meio delas, foram sorteadas obras do Nestor Capoeira, lançadas pela Record: “O pequeno manual do jogador”, publicado em 1998 e hoje em sua 8ª edição; e “A Balada de Noivo-da-Vida e Veneno-da-Madrugada”.


Os 20 vencedores foram selecionados automaticamente com base na pontuação obtida no Quiz.

Somente os participantes que obtiveram uma percentagem igual a 100% é que se habilitaram para o sorteio dos livros.

 

Lista dos Vencedores:

 

  1. Marcus Nascimento, São Paulo/SP mvnas@yahoo.com
  2. LUIZ CLÁUDIO MARQUES DA SILVA, RIO DE JANEIRO, RJ, mestreteacher@gmail.com
  3. Ramon Lourenço Maslak Fabisiak, Porto Alegre/RS, ramonmaslak@yahoo.com.br
  4. Frederico José de Abreu, Salvador, Bahia fredeabreu@gamil. com
  5. Hélio Fernandes, Sorocaba/SP, heliop@usp.br
  6. giovana victoria – Recife – Pernambuco – plano11gerais@gmail.com
  7. Beatriz Lima / BH / MG / bia_bh@bol.com.br
  8. Vanessa Vieira Midlej Silva, Natal, Rio Grande do Norte, vanessacdonatal@hotmail.com
  9. Antonio Lannersson A. dos R. Silva, José de Freitas/Piauí e yaremaleite@ig.com.br
  10. ESNEYDER VEGA, BOGOTA/COLOMBIA ,PIGMEO_55@HOTMAIL.COM
  11. graco ruiz espinosa, cidade do Mexico, Mexico, lebre22@gmail.com
  12. Luana Motta Coelho, Arraial do Cabo, RJ/ – inez_arraial@hotmail.com
  13. Ramsés Helenos da Silva,Cidade:São Vicente,SP, e-mail:contatoramses@bol.com.br
  14. Paulo Junior, Ilha Solteira SP, jpxis2002@hotmail.com
  15. Daniel Ferreira Mafra, Brasília/DF dfmafra@yahoo.com.br
  16. carlley miguel rodrigues,cabo de santo agostinho/pe carlleypezao@hotmail.com
  17. walter dos Santos Dias, teresina-PI instrutorpardal@yahoo.com.br
  18. Alessandro C. Fortunato, Contagem/MG – alessandro.acf@bol.com.br
  19. Andreia Mariana Cardoso, Mogadouro, PT, andreia_mariana1@hotmail.com
  20. Rodrigo Fernando Bunese, Curitiba – PR, barrilzao@gmail.com

Entrega dos Livros:

Os vencedores serão contactados diretamente pela Editora Record a qual ficará responsável por todo o processo de entrega dos livros aos contemplados.

www.record.com.br

Editora Record e Portal sorteiam obras de Nestor Capoeira

O Portal Capoeira fechou uma parceria com a área de Marketing do grupo Editorial Record. Por meio delas, serão disponibilizadas obras do Nestor Capoeira, lançadas pela Record: “O pequeno manual do jogador”, publicado em 1998 e hoje em sua 8ª edição; e “A Balada de Noivo-da-Vida e Veneno-da-Madrugada”.

Durante a campanha, os parceiros sortearão 10 exemplares de cada um desses livros. Nestor é doutorando em Comunicação Social e foi iniciado na capoeira pelo Mestre Leopoldina, um dos grandes nomes da capoeira fluminense, falecido recentemente. Em 1969, recebeu a graduação máxima do grupo Senzala. Além de dedicar-se ao ensino da capoeira. O capoeirista é compositor e ator. Estrelou o filme “Cordão de ouro”, quando exibiu sua perícia nas telas. Estreou na literatura capoeirística, com o clássico “Capoeira, os fundamentos da malícia”. Por curiosidade, esse primeiro livro foi publicado primeiramente no exterior, antes de chegar ao Brasil. É de sua lavra, ainda, “Capoeira, o galo já cantou”.

A vasta produção literária de Nestor está nos Estados Unidos, com as obras “The little capoeira book” (Berkeley: North Atlantic Books, 1995), “Capoeira, roots of the dance-fight-game” (Berkeley: NAB, 2001), “Capoeira, the streetsmart song” (Berkeley: NAB, 2005); na França, com “Le petit manuel du jouer de capoeira” (Paris: Budo/L’Eveil, 2003), na Dinamarca, com BORGHALL, J. Capoeira, kampdans og livsfilosofi fra Brasilien. (Odense (Odense Universitetsforlag, 1997); na Holanda com “Capoeira, een handboek voor speeler” (Holand: Elmar, 2003); na Alemanha, com “Capoeira, Kampfkunst und Tanz aus Brasilien” (Berlim: Weinmann, 1999) e na Polônia, com “Capoeira” (Wroclaw: Purana, 2005).

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Veja, aqui, uma pequena sinopse da obras dessa campanha promocional:

“O pequeno manual do jogador”:

É o segundo livro de técnicas lançado por Nestor pela Editora Record. Consciente da importância de passar seu conhecimento a novas gerações de capoeiristas, Nestor coloca a filosofia e a técnica da capoeira ao alcance de todos.
Nesta obra, o autor apresenta uma visão ampla da história, do ritual, da música e da filosofia do jogo da capoeira, além de um método prático de ensino ilustrado por mais de 300 desenhos e um capítulo dedicado ao ensino das crianças, trabalho pioneiro do autor.

“A Balada de Noivo-da-Vida e Veneno-da-Madrugada”

Este romance empolgante e bem brasileiro marca a estréia de Nestor no terreno da ficção. Na virada dos anos 70, o jovem carioca Toninho Ventania começar a jogar capoeira, mesmo contra a vontade de seus pais. Aprende não apenas uma forma de luta, mas uma nova filosofia e maneira de viver que o mete em aventuras inacreditáveis.

Circula pela noite, nos morros, no submundo, na alta sociedade. E faz amizade com dois mestres da capoeira: Noivo-da-Vida e Veneno-da-Madrugada. Os três se envolvem em crimes, conspirações internacionais e na introdução dessa arte afro-brasileira no exterior.
Com linguagem coloquial e ao mesmo tempo inteligente e instigante, o livro mistura sexo, drogas, violência, política e berimbau. E misticismo, pois a capoeira de seus personagens não é só luta, mas, também, a extremidade visível da cultura afro-brasileira que se envereda por terreiros de macumba, quadras de escola de samba e, é claro, todos os cantos da Bahia, de onde vem o principal personagem.

Serviço:

* o autor é jornalista, colunista do Portal Capoeira e autor do Dicionário de Capoeira (3a. edição revista e ampliada, 2008) e editor da revista Capoeira em Evidência.

Ludicidade, Pedagogia, Cidadania & Capoeira

SEE leva discussão étnico-racial a jovens de favela
 
Utilizar o lúdico como proposta pedagógica, a fim de levantar a auto-estima, promover a cidadania e o intercâmbio entre crianças e professores da Favela Sururu de Capote. É com este objetivo que a Secretaria Executiva de Educação, através do Núcleo Temático Identidade Negra na Escola, em parceria com a Editora Paulinas, realiza nesta terça-feira, das 9h às 11h e das 14h às 16h; e na sexta-feira, das 9h às 11h, uma série de oficinas temáticas na sede da Editora Paulinas, localizada no Centro de Maceió.
 
A iniciativa faz parte do Projeto Vim para que Todos Tenham Vida, por meio da oficina temática “Outubro é Mês de Xirê”. Xirê, na língua iorubá, quer dizer festa, brincadeira e propõe, por meio da brincadeira entre professores e alunos, transmitir os valores da tradição e cultura negras.
 
No mês em que se comemora o dia das crianças e o dia do professor, nada mais propício do que promover o intercâmbio entre a comunidade acerca dos valores da diversidade, com a utilização da capoeira e jogos no aprendizado e respeito às diferenças.
 
“A proposta de realizar essa experiência brincante de aula passeio é uma estratégia pedagógica dinâmica e divertida de envolver crianças no aprendizado e respeito do outro e das diferenças étnico-raciais, contribuindo para a promoção dos valores sociais, étnicos e culturais”, explica Arísia Barros, coordenadora do Núcleo Temático.
 
Oficinas – A primeira oficina temática “Jogando o Jogo da Capoeira” será voltada para 40 crianças entre sete e 11 anos da favela Sururu de Capote, das 9h às 11h e será coordenada pelo mestre em Capoeira e presidente do Centro de Capoeira Quilombo dos Palmares e professor de educação física da rede, Cláudio Figueiredo.
 
À tarde, a partir das 14h, acontece a segunda oficina, “Dançando a Dança Afro”, ministrada por Nane Moreno, coordenadora do Grupo de Dança Afro Oju Omin Omorewá. Será trabalhada com os 40 alunos, também entre sete e 11 anos, a dança africana, uma das tradições mais antigas das sociedades africanas.
 
Na sexta-feira, a partir das 9h, será realizada a oficina “Omowalê” – a filha que volta para casa. A palestrante Ana Márcia Ferreira de Farias, pedagoga, coordenadora do Projeto Laboratório Pedagógico da SEE e mestranda em Educação, fará uma reflexão sobre educação e diversidade étnico-racial para 80 professores da rede estadual de ensino.
 
“A oficina de encerramento fornecerá um elemento de manutenção da identidade étnica de meninos e meninas negras, através da Lei 10.639/03 e da temática afro-brasileira”, comenta Arísia. O encerramento das atividades está previsto para as 11h. Todo o transporte e alimentação dos participantes estão sendo providenciados pela SEE e pela Editora Paulinas.
 
(Agência Alagoas)  
 
 
Fonte: WWW.GAZETAWEB.COM  – Maceió, AL, Brasil

Mestre Brasília no projeto O Autor na Praça


AUTOR NA PRAÇA
 
Apresenta: Mestre Brasília comemorando seus 45 anos de Capoeira
 
Mestre Brasília é o convidado do projeto O Autor na Praça. Comemorando seus 45 anos de Capoeira o mestre estará autografando a Revista/CD Praticando Capoeira e o cordel Mestre Brasília & A Capoeira, escrito pelo amigo Luiz Wilson. Mestre Brasília apresentará algumas das músicas do CD. Contaremos com a participação do artista plástico D`Ollynda. Informações sobre o mestre e a revista/CD abaixo
 
SERVIÇO:
 
O Autor na Praça apresenta Mestre Brasília comemorando 45 anos de Capoeira, Autografando a revista/cd Praticando Capoeira.
Dia 12 de agosto, sábado, 15h, Espaço Plínio Marcos – Feira de Artes da Praça Benedito Calixto – Pinheiros – SP
 
Sobre o Mestre Brasília
 
Antônio Cardoso Andrade, mestre Brasília, comemora estes seus 45 anos de Capoeira. Nascido em 29/05/1942, é um dos pioneiros da Capoeira paulista. Aprendeu com mestre Canjiquinha, de quem foi amigo dedicado. Veio para São Paulo, gostou, acabou ficando. Praticava capoeira na antiga CMTC, com mestre Melo, e na academia do mestre Zé de Freitas, no Brás. Conheceu então mestre Suassuna, e juntos fundaram uma academia, a “Cordão de Ouro”, que viria a se tornar no pólo principal da Capoeira paulista. Joga com extrema elegância e habilidade. Mantém academia e casa de espetáculos em São Paulo, à Rua Pedroso de Moraes, 645, 3º. Andar, Tel é 011 3097 0607. É vice-presidente cultural da Federação de Capoeira do Estado de São Paulo, entidade filiada à Confederação Brasileira de Capoeira e à Federação Internacional de Capoeira; atualmente, é presidente do Conselho Superior de Mestres – seção São Paulo. (Fonte: www.portalcapoeira.com).
 
Mestre Brasília é um dos precursores da Capoeira no Japão, para onde viaja com freqüência, além de outros países. Em 2001 o mestre lançou o livro Vivência de um Mestre de Capoeira. Um estudioso e conhecedor da cultura afro-brasileira, fala de tradição, malandragem, música e principalmente de como praticar a capoeira. O livro encontra-se esgotado, mas está sendo preparada uma nova edição
 
Sobre a Revista/CD e o Cordel
 
A revista Praticando Capoeira é publicada pela Editora D+T e apresenta uma entrevista com o Mestre Brasília e outras matérias, acompanha o CD Histórico com os 20 maiores sucessos, uma coletânea organizada especialmente para a edição a partir dos três cds Ginga Original. O cordel Mestre Brasília & A Capoeira é uma homenagem escrita por Luiz Wilson.
 
Revista/CD Praticando Capoeira / R$ 9,90 / Editora D+T
 
Informações: Edson Lima – Tel. 3085 1502 / 9586 5577 – oautornapraca@oautornapraca.com.br

ASSESSORIA LITEROFILOSÓFICO

Títulos que formam o fundo cultural musicoliterofilosófico da capoeira

JUSTIFICATIVA

Não se pode compreender a  cultura dum povo sem conhecer a sua história
Para conhecer a história dum povo
É preciso conhecer a historia dos  seus grandes homens
Aqueles que fizeram a história do seu povo e determinaram seu destino
Nós somos apenas seguidores
Eternos copiadores
O Brasil tem o "Cruzeriro do Sul" como guia
Segue a trilha dos Orixás…
A "Via Láctea" do nosso Destino!
Chêêê Babá!

 
 Como disseram Carybé e Fatumbi

Um balalaô me contou:
"Antigamente, os orixás eram homens.
Homens que se tomaram orixás por causa de seus poderes.
Homens que se tomaram orixás por causa de sua sabedoria.
Eles eram respeitados por causa da sua força.
Eles eram venerados por causa de suas virtudes.
Nós adoramos sua memória e os altos feitos que realizaram.
Foi assim que estes homens se tomaram orixás.
Os homens eram numerosos sobre a terra.
Antigamente, como hoje,
muitos deles não eram valentes nem sábios.
A memória destes não se perpetuou.
Eles foram completamente esquecidos.
Não se tomaram orixás.
Em cada vila um culto se estabeleceu
sobre a lembrança de um ancestral de prestígio
e lendas foram transmitidas de geração em geração
para render-lhes homenagem."
(in "As  lendas africanas dos orixás" )

  • Darcy Ribeiro
    • O Povo Brasileiro – A formação e o sentido do Brasil. Editora Companhia das Letras,1995.
  • Décio Freitas
    • Palmares: A guerra dos escravos. Biblioteca de História, Vol. n?? 2, Edições Graal Ltda, Rio de Janeiro/RJ, 5a. ed., 1990
  • Elyiette Guimarães de Magalhães
    • Orixás da Bahia (5a ed.).  S. A. Artes Gráficas, Salvador, 1977.
  • Francisco Pereira da Silva
    • Itinerários da capoeira
  • Gilberto Freire
    • Casa Grande e Senzala. Editora Nova Fronteira S.A, Rio de Janeiro/RJ.
  • José Jorge de Morais Zacharias
    • Ori Axé – A dimensão arquetípica dos orixás. Vector, S.Paulo/SP, 1998.
  • José Ramos Tinhorão
    • Os sons dos negros no Brasil (cantos – danças – folguedos: origens). Arte Editora, S. Paulo, 1988.
    • Os negros em Portugal – uma presença silenciosa. Editorial Caminho, Lisboa,1988.
  • José Rodrigues da Costa
    • Candomblé de Angola – Nação Kassanje (2a. ed.). PALLAS Ed. e Distrib. Ltda, Rio de Janeiro/RJ, 1991
  • Katia M. de Queiroz Mattoso
    • Bahia seculo XIX – Uma província do Império. Editora Nova Fronteira S.A. Rio de Janeiro/R,1992.J
  • Luís da Câmara Cascudo
    • Lendas Brasileiras. Edições de Ouro (Edit. Technoprint Ltda), Rio de Janeiro/RJ
    • Dicionário do Folclore Brasileiro. Ediouro S.A.,Rio de Janeiro/RJ
  • Marco Aurélio Luz
    • Agdá – dinâmica da Civilização Afro-Brasileira. Centro Editorial e Didático da UFBa – Sociedade de Estudos da Cultura Negra no Brasil -SECNEB, Salvador,/BA, 1955
  • Michael Ademola Adesoji
    • Nigéria – História e Costumes (Cultura do Povo Yorubá Origens dos seus Orixás). Livraria Editora Cátedra, Rio de Janeiro/RJ,1990
    • Oriki (Evocação dos Orixás ) Livraria Editora Cátedra, Rio de Janeiro/RJ
    • IFÁ – A testemunha do Destino e o Antigo Oráculo da Terra de Yorubá. Livraria Editora Cátedra, Rio de Janeiro/RJ
  • Monique Augras
    • O duplo e a metamorfose, a identidade mítica em comunicades nagô. 1983, Editora Vozes Ltda. Petropólis/RJ
  • Paulo Coêlho de Araújo
    • Abordagens sócio-antropológicas da luta/jogo da capoeira. Instituto Superior da Maia (série "Estudos e Monografias"), Maia, 1997.
  • Pierre Fatumbi Verger
    • Orixás – Deuses Iorubás na África e no Novo Mundo. Corrupio Edições e Promoções Culturais Ltda, Salvador, 1981
    • Os libertos – sete caminhos na liberdade dos escravos da Bahia no século XIX. Corrupio Edições e Promoções Culturais Ltda, Salvador, 1989.
    • Artigos Tomo I – Esplendor e decadencia do culto de Iyami Osoronga "Minha mãe a Feiticeira" entre os iorubas – Contribuição especial das mulheres ao candomblé do Brasil – Contribuição estudo dos mercados nagôs do Baixo Benin (parceria com R. Bastide). Corrupio Edições e Promoções Culturais Ltda, Salvador, 1992.
    • Dieux d’Afrique. Editions Paul Hartmann, Paris,1954.
    • Fluxo e refluxo do tráfico de escravos entre o golfo do Golfo do Benin e a Bahia de Todos os Santos dos séculos XVII a XIX (3a ed.).Corrupio, S. Paulo, 1987.
  • Perre Fatumbi Verger e Caribé
    • Lendas africanas dos Orixás. Corrupio Edições e Promoções Culturais Ltda, Salvador, 1985
  • Robert Jourdain
    • Música, cérebro e extase. Editora Objetiva, Rio de Janeiro/RJ, 1998.
  • Roberto Moura
    • Tia Ciata e a Pequena África no Rio de Janeiro, 2a ed., 1955. Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro/scretaria Municipal de Cultura/departamento Geral de Documentação e Informação Cultural/Divisão de Editoração.
  • Ronilda Iyakemi Ribeiro
    • Alma africana no Brasil – os iorubás. Editora Oduduwa, S. Paulo, 1996.
  • Stewart,R.J. 
    • Música e Pisiquê. Ed. Cultrix, São Paulo/SP, 1988.
  • Tame, D.
    • O poder oculto da música. Ed. Cultrix, São Paulo/SP, 1984.