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A Herança de Mestre Bimba

Titulo do livro: A Herança de Mestre Bimba
Autor: Angelo A. Decanio Filho
Copyright by Angelo A. Decanio Filho
Editoração electrônica do texto; revisão; criação e arte final da capa: Angelo A. Decanio Filho
2a Edição (revisada, acrescida de glossario dialetal) 1997
Endereço para correspondência:
Angelo A. Decanio Filho
Rua Eduardo Dotto, s/n – Vivenda Yemanjá
Praia de Tubarão – Paripe
Salvador – Bahia – Brasil
CEP 40801-9700

‘Herança Africana’ é apresentada no palco do Teatro Amazonas

Espetáculo do Balé Folclórico do Amazonas retrata a influência negra. 
Duas apresentações serão realizadas nesta quarta-feira e domingo.

Capoeira, lundu, gambá, dança do rapachão e o samba são manifestações com influências negras. Essa ‘Herança Africana’ é o tema de um espetáculo do Balé Folclórico do Amazonas, que será apresentado nesta quarta-feira (2) e domingo (6), no Teatro Amazonas, Centro de Manaus. As apresentações serão às 21h e 19h, respectivamente. Os ingressos custam R$ 10 e R$ 20 e podem ser adquiridos na bilheteria do teatro (pelos telefones: (92) 3622-1880/3622-2420) ou pelo site www.bestseat.com.br.

O espetáculo é dirigido por Conceição Souza e é resultado da pesquisa dos colaboradores Eliberto Barroncas e Railda Vitor. ‘Herança Africana’ vai destacar algumas manifestações regionais deixadas como legado cultural do negro.

A concepção do espetáculo aproveitou o trabalho realizado no projeto Escada Sem Degraus, iniciativa que envolve pesquisas de música regional e artes visuais. “Visitamos grupos de dança lundu em Itacoatiara, composto em sua maioria por mulheres, cujo estilo de dança é diferente daquele apresentado em Belém. De acordo com a localidade, a mesma dança possui características diferentes”, explica Railda.

O Balé Folclórico do Amazonas foi criado em 2001. A companhia, composta por 33 bailarinos e que se encontra com elenco renovado desde novembro de 2013, já participou de eventos como o Festival Amazonas de Ópera e Concerto de Natal.

 

Fonte: http://g1.globo.com/

Herança Brasil grava DVD Ieee Camará 2013, no Encontro Nacional de Capoeira

Nos dias 16 e 17 de março os capoeiristas paranaenses realizam o Encontro Nacional de Capoeira e a gravação do DVD “Ieee Camará 2013!”. Promovido pelo Grupo de Capoeira Herança

Brasil e Casa da Capoeira, o evento reunirá na cidade de Wenceslau Braz capoeiristas de várias regiões do Brasil e convidados que atuam no exterior. A TV Portal Capoeira e a Revista Capoeira vão estar presentes com suas equipes de jornalismo pra fazer a cobertura do evento, alem da imprensa tradicional.

Entre os convidados que ministrarão aulas e oficinas, estão: Mestre Adelmo (Grupo Origens do Brasil), Jacaré do Lobo (Grupo Emboscada), Mestre Coité Linhares (Grupo Caymã Capoeira) e Contramestres Xandinho e Xandão (Grupo Angoleiros do Sertão).

Organizado Professor Escorpião Branco, o evento colocará a disposição dos participantes ampla estrutura que inclui Shopping de Capoeira, Praça de Alimentação, Alojamentos e Espaço para Bate Papo.

 

Veja a programação


Sábado (16 de Março)

1- Abertura, café da manhã e entrega de kits

2- Aulão de “Cantos e Toques de Capoeira”

Ministrante: Jacaré do Lobo (Emboscada)

3- Cursos de Benguela e São Bento Grande

Ministrante: Mestre Coité Linhares (Caymã Capoeira)

4- Curso de Angola

Ministrantes: Contramestres Xandinho e Xandão (Angoleiros do Sertão)

5- Roda de rua (Aberta apenas para quem estiver com a camiseta do evento)

 

Domingo (17 de março)

1- Café da manhã e entrega de kits

2- Curso de Movimentação e lançamento do 1º Áudio-Livro de Capoeira com Mestre Adelmo

(Origens do Brasil)

5- Lançamento do CD Promocional da Casa da Capoeira – Nina (Graduada Cabaça, da Irlanda)

6- Lançamentos dos livros “A ginga dos mais vividos”, “Eu, você e a capoeira” (versões em inglês,

espanhol, francês e português) e “Capoterapia, minha história, minha vida”, do jornalista Mano Lima.

7- Campeonato de Acrobacias

8- Apresentações de Maculelê e Puxada de Rede

9- Apresentação Família Herança Brasil e Homenagens

10- Roda dos Graduados

11- Roda de Graduação e Formaturas

12- Rodas Livres para alunos

13- Encerramento oficial

 

Informações e reservas: Professor Escorpião Branco, (43) 9687-1313

escorpiaobranco.hb@gmail.com

DF: Politicas Públicas & Capoeira

A Câmara Legislativa promove debate nesta quinta-feira (16) para debater a inclusão da capoeira entre as políticas públicas do Distrito Federal.

A audiência pública é uma iniciativa do deputado Wasny de Roure (PT) e acontecerá no auditório da Casa, a partir das 15 horas. Foram convidados para participar do evento representantes das áreas de educação e cultura do GDF e de entidades representativas da capoeira no DF.

De acordo com Wasny de Roure, o objetivo principal é estimular e regulamentar a prática da capoeira nas escolas públicas e nos espaços esportivos e culturais da capital da República, favorecendo o seu reconhecimento e ampliando as suas perspectivas como ferramenta pedagógica no processo educativo.

“A capoeira é herança de nossos antepassados africanos, portadora de relevantes aspectos educativos e tem resultados muito positivos para a saúde e bem-estar dos seus praticantes, sejam eles crianças, jovens ou adultos”, destaca o deputado.

 

Luís Cláudio da Silva Alves – Coordenadoria de Comunicação Social – http://www.cl.df.gov.br

Livro “A Capoeira dos Leões do Norte – a herança de Pernambuco”

A capoeira vem sendo discutida e trabalhada de uma forma mais consciente. Mestres, professores, monitores, alunos e profissionais, ligados à cultura popular, vêm trazendo esta arte com uma nova leitura: usá-la como recurso pedagógico no trabalho componentes curriculares adotados em sala de aula e dinamizá-la enquanto movimento social na cultura popular.

Desta forma, este estudo traz, em seu bojo, a discussão em torno da capoeira enquanto instrumento de aprendizagem e construção histórica, entendendo a arte capoeira em seu todo e elementos constituintes – desde a sua história (neste caso, em Recife e Olinda, em virtude do trabalho ser desenvolvido com foco na realidade local) até os impactos na construção de aprendizagens e saberes locais.

O livro “A Capoeira dos Leões do Norte –  a herança de Pernambuco” traz uma continuidade de estudos do livro “A capoeiragem do Recife Antigo – os valentes de outrora”. “A Capoeira dos Leões do Norte” configura um livro que pontua as ações da capoeiragem em Pernambuco nos anos de 1960 a 1980, em elementos como: relatos de alguns mestres, feitos de mestres que ergueram diversos cenários da capoeiragem, relatos de mulheres da capoeira, breve mapeamento histórico e considerações acerca da psicodinâmica da capoeira.

Contato: monicabeltrao@yahoo.com.br

Cia. Baobá de Arte Africana e Afro-Brasileira apresenta novo espetáculo Ancestralidade: “Herança do Corpo”

Nova montagem da companhia faz referências às heranças culturais africanas, e conta com direção e coreografias de júnia Bertolino, direção cênica Evandro Nunes, consultoria de Rui Moreira, preparação corporal Mestre João Bosco e direção musical de Mamour Ba.

As expressões artísticas que vigoram no tempo secularmente do continente-berço da humanidade à imensa afro-diáspora chamada Brasil, transmitidas pelo movimento, ritmo, batuque, teatro, canto e poesia. Em resumo, essa é a essência do trabalho da Companhia Baobá de Arte Africana e Afro-brasileira, coordenada pela bailarina, coreógrafa e atriz Júnia Bertolino.

O Espetáculo  da  Cia  Baobá de  Arte  Africana e  Afro-Brasileira ressalta os valores das culturas da África e suas respectivas heranças no Brasil, como a oralidade, ancestralidade e identidade. Todos esses elementos são representados nas esquetes: “Ritual da Graça”, o “abre-caminho” do espetáculo em que as mulheres – que predominam na companhia – dançam com asas de borboleta em reverência ao matriarcado das diversas sociedades africanas, entre os cantos entoam o verso “Filho Brasil pede benção à Mãe-África”; “Universo Feminino”, que ressalta o papel da mulher na comunidade com toda sua altivez, graciosidade e valores; “Djembola”, que segundo Mamour Ba, que deu o nome, em que as mulheres dançam pedindo chuva para a fartura da colheita; “Ginga do Corpo”, que presta homenagem ao mestre Pastinha e seus seguidores e à capoeira angola;  “Dança Ancestral”, momento de reverência e louvação aos orixás, e “Africana”, que faz reflexões sobre a dança afro na cena contemporânea. A direção musical é do músico senegalês Mamour Ba – que participa da trilha junto com seu filho Cheikh Ba -; com preparação corporal de Mestre João Bosco, da Cia. Primitiva de Arte Negra; cenário de Luciana dos Santos; figurino de Marcial Ávila e Lu Silva; e consultoria artística do bailarino e coreógrafo Rui Moreira, diretor da Cia. SeráQuê?.

 “Ancestralidade: Herança do Corpo” foi construído a partir de agosto, sendo um desdobramento do espetáculo anterior, “Quebrando o silêncio”. Agora, através do patrocínio da CEMIG, via a Lei Federal Rouanet de Incentivo à Cultura, a Cia. Baobá apresenta a nova montagem. No processo, os atuais 14 integrantes da companhia – entre bailarinos, atores e percussionistas – tiveram um momento de formação. O consultor do espetáculo, Rui Moreira, deu oficinas de dança contemporânea. Também participaram dos momentos de formação com os integrantes, Mamour Ba, com canto, dança e percussão da África; o percussionista Carlinhos Oxóssi, com oficinas sobre os ritmos da tradição religiosa afro-brasileira; Marquinho do grupo Encaixa Couro, sobre brincadeiras de roda e o batuque; Mestre João Bosco, com oficinas de capoeira angola e dança afro-brasileira, e Evandro Nunes, do Teatro Negro e Atitude, na preparação cênica.  

 

Sobre a Cia. Baobá

Criada em 1999, por Júnia Bertolino junto com o também bailarino e coreógrafo William Silva e o músico Jorge Áfrika, a Cia. Baobá de Arte Africana e Afro-brasileira surgiu para resgatar no cenário das artes cênicas de Belo Horizonte a representação e valorização das matrizes africanas presentes na identidade do povo brasileiro, retratados através da dança, música, poesia e teatro, a partir de pesquisas sobre a presença dessas matrizes no caldeirão da cultura nacional. Este ano Cia. Baobá completará dez anos de estrada e apresentar seu novo espetáculo de dança, intitulado “Ancestralidade: Herança do Corpo”. Concebido, dirigido e coreografado por Júnia Bertolino e direção cênica Evandros Nunes, sendo  que  o  primeiro  trabalho  da  Cia  é o  espetáculo Quebrando o Silêncio.  

 

Sobre Júnia Bertolino            

Com formação em comunicação social (jornalismo) e Antropologia com especialização em Estudos Africanos e Afro-brasileiro, Júnia iniciou-se na dança afro em 1995, no Centro Cultural da UFMG com o professor Evandro Passos, criador da Cia. de Dança Afro-brasileira Bataka. Nessa época, foi convidada para ser uma das bailarinas da Bataka, a primeira companhia a que pertenceu, com a qual viajou para apresentações na Itália, durante o Festival Internazionale del Folklore, em Roma. Foi bailarina convidada dos espetáculos “Brasil Mestiço” (1996) e “Kizomba – 500 anos”, da Cia. Danç’Arte de Marlene Silva.            

Em 1997, passou a integrar a Cia. de Arte Primitiva, dirigida pelo Mestre João Bosco, com quem aprimorou sua técnica na dança. Até que em 1999, fundou junto com Jorge Áfrika e William Silva a Cia. Baobá de Arte Africana e Afro-brasileira.            

Dentre muitas apresentações e espetáculos, em 2007, Júnia foi convidada para integrar o Coletivo Afro Minas, criado pelo bailarino Rui Moreira, para montar e encenar no Verão Arte Contemporânea o espetáculo “Thiossan” (na tradução em wolof quer dizer “tradição”), dirigido por Mamour Ba, em que dividiu palco com o próprio Rui e o Mestre João Bosco, com trilha do grupo Conexão Tribal African Beat, de Mamour. No cinema, destacam-se as participações nos filmes “Uma Onda No Ar” (2001), de Helvécio Ratton, e “Vinho de Rosas” (2003), de Elza Cataldo. No teatro, participou das peças “Besouro Cordão de Ouro” (2007), de João das Neves, e do espetáculo montado na 4ª edição do Festival de Arte Negra (FAN) pelo Coletivo FAN da Cena, intitulado “Árvore do Esquecimento”, dirigido por Grace Passô, Luis de Abreu e Jessé de Oliveira. Atualmente  faz parte da Diretoria de Arte do NEGRARIA – Coletivo de Artistas Negros/as.  

 

Ficha técnica:  

 

“Ancestralidade: Herança do Corpo”, da Cia. Baobá de Arte Africana e Afro-brasileira

Direção geral e coreografia: Júnia Bertolino

Direção Cênica: Evandro Nunes

Direção musical: Mamour Ba

Consultoria artística: Rui Moreira

Preparação corporal: Mestre João Bosco

Figurino: Marcial Ávila e Lu Silva

Cenário: Luciana dos Santos

Iluminação: Geraldo Otaviano

Cabelos e maquiagem: Dora Alves, Marisa Veloso e Lú Santana

Registro fotográfico e audiovisual: Netun Lima, Renata Mey e João Álvaro

Elenco: Júnia Bertolino, William Silva, Fred Santos, Alex Diego Tamborilar, Eric Delo, Jander Ribeiro, Evandro Nunes, Lu Santana, Lu Silva, Andréia Pereira, Gaya Dandara Campos, Gabriela Rosário, Camila Rievers,  Gilmara Guimarães e Marisa Veloso.

Elenco convidado: Mestre João Bosco

Músicos convidados: Mamour Ba e Cheikh Ba  

 

Serviços:

Espetáculos:  quebrando  o   silêncio  e  “Ancestralidade: Herança do Corpo”, da Cia. Baobá de Arte Africana e Afro-brasileira

 

Contato para show e informações: (31) 99176762  ou  3467-6762  

baoba.arteafricana@gmail.com   juniabertolino@yahoo.com.br   

site: http://www.myspace.com/ciabaoba

 

Rondônia: Capoeiristas realizam encontro beneficiente

PORTO VELHO – Mais de 150 capoeiristas participaram do 1º Encontro de Capoeira de Rondônia. O objetivo foi arrecadar alimentos para ajudar crianças carentes em Rolim de Moura. Ao som do berimbau os participantes se revezavam na roda. No final da apresentação todos lutaram entre si.

O grupo memória capoeira chegou há pouco tempo em Rolim de Moura, e vem conquistando adeptos. Alguns alunos já passaram pela troca de cordão, uma espécie de ‘graduação’ que reconhece o progresso de cada aluno. A atividade independe de idade e sexo.

Herança africana

A capoeira é uma mistura de esporte, luta, dança, cultura popular e música, caracterizada por movimentos ágeis que exigem habilidade. Foi desenvolvida por escravos africanos trazidos ao Brasil, e se caracteriza por movimentos ágeis e complicados, feitos com frequência junto ao chão ou de cabeça para baixo, tendo por vezes uma forte componente ginástico-acrobático.

http://portalamazonia.globo.com/

     
Fonte: ESPORTE/RO – RC 

RS: Liberdade e cultura expressas pela capoeira

Além da luta ideológica e pela liberdade, Zumbi dos Palmares difundiu outra, que até hoje é mantida como uma forte herança do povo negro: a capoeira. O contra-mestre Maoacir Fanfa, o Moa, é um dos responsáveis por esse trabalho de resgate da identidade étnico-cultural dos afro-brasileiros em Santa Cruz do Sul. E, mais do que isso, atua como um promotor da liberdade, expressada, para ele, por meio da construção da auto-estima e da inclusão social.
 
São essas lições que Moa costuma passar aos pequenos alunos das aulas de capoeira que acontecem todas as quartas-feiras no pólo comunitário do Bairro Menino Deus, em parceria com a Fundação Gazeta. “Os encontros, muitas vezes, são uma forma de manter os jovens longe das ruas, afastando-os da violência.”
A capoeira, diz Moa, nasceu na senzala, como um dos primeiros movimentos sociais surgidos no Brasil, de um povo que nunca aceitou a escravidão.
“E hoje está inserida na cultura mundial. É uma arte que integra pessoas de todas as classes e raças e difunde o objetivo de Zumbi. Enfim, é um instrumento de união”, afirma.
Como Moa, outros “filhos de Zumbi” ajudam a espalhar a herança dos antepassados. Um deles será homenageado nesta segunda-feira, na Câmara de Vereadores, como Destaque da Cultura Negra. Fábio Alex de Oliveira começou na capoeira em um projeto beneficente em 1991, aos 12 anos. Hoje é professor formado pela Associação Ginga Sul e também trabalha com jovens carentes do município.
 
Gazeta do Sul – Santa Cruz do Sul – RS – http://www.gazetadosul.com.br

Revista Praticando Capoeira número 34

A Revista Praticando Capoeira NÚMERO 34, ANO III já está nas bancas. Esta edição traz para os leitores as seguintes matérias:
ARTIGOS E ENTREVISTAS:
   – Entrevista com Mestre Pinatti;
   – Mestre Cabo JAI e a Capoeira no Vale Tudo
   – Mestre Acordeon, há mais de 40 anos difundindo a Capoeira Regional
   – Manuel Raimundo Querino – O Sábio do Povo (por M. Tonho Matéria)
   – O Berimbau Regional (por M. Cafuné)
   – Entrevista com a contramestra MARA, do Grupo Herança Cultural
   – XII Batizado e VI Encontro Internacional do Grupo Topázio
   – Brasil Internacional Capoeira Muzenza
   – A Capoeira e o Jogo da História (por M. Luiz Renato)
   – Augusto Mário Ferreira, um Mestre Jornalista (por Miltinho Astronauta)
   – Lembrando Seu Bimba (por M. Acordeon)
ACONTECEU:
   – Festival Internacional de Capoeira, Brasilia/DF
   – Dez anos do Grupo Topázio em Itabuna/BA
   – VII Encontro Nacional de Capoeira e I Copa Aberta – Herança Cultural
   – IV Encontro Mangangá de Capoeira, Salvador/BA
   – XVI Batizado do Grupo Caravelianos
   – Encontro de Capoeira do Grupo Força das Raças
   – V Encontro do Centro Cultural Sucena, Maringa/PR
   – XI FACA – SP
   – Apresentação de Capoeira no Ministério da Cultural – M.Onça (Beribazu) entrega berimbau ao Ministro Gilberto Gil (foto)
   – II Encontro Intermunicipal de Capoeira Muzenza, Concórdia/PA
   – I Encontro Baiano de Capoeira, Vitória da Conquista/BA
   – Paranauê – Capoeira na Itália
LANÇAMENTOS:
   – Livro Capoeiragem, Expressões da Roda Livre (M.Russo)
   – CD Roots of Bahia – Mestre Val Bpa Morte
   – CD Mestre Roxinho Capoeira Angola

 

Jornal do Capoeira – www.capoeira.jex.com.br
Edição 63 – de 05 a 11/Mar de 2006