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Aconteceu: “DESTERRO CAPOEIRA EM FESTA”

Aconteceu no dia 30/10 (Sábado), DESTERRO CAPOEIRA EM FESTA, no Sede do grupo.

Onde foi comemorado o aniversário do Mestre Mancha e 2 anos de inauguração da Sede da Desterro Capoeira.

Vieram participar da Festa, alunos e pais de Santo Amaro da Imperatriz e Palhoça.

A festa foi o maior sucesso, mostrando que a Capoeira é um ótimo instrumento de integração social e que a família é a base de tudo.

A Desterro Capoeira vem há anos trabalhando em prol da família através da Capoeira, o trabalho vem crescendo a cada dia, preservando a união, paz , solidariedade, prevenção e combate as drogas, educando crianças e adolescentes para viver num mundo melhor.

Mestre Mancha e toda sua equipe, tem como objetivo principal a integração das famílias e comunidades da Grande Florianópolis, onde a intenção não é só formar capoeiristas, mas sim, cidadãos de bem.

Mestre Mancha convida à todos para vir conhecer o trabalho da Desterro Capoeira, e agradece aos familiares pelo apoio e confiança que vem depositando e acreditando no trabalho da Desterro Capoeira.

 

Saiba mais:

www.desterrocapoeira.com.br

http://desterrocapoeira.blogspot.com/

mestremanchadesterro@hotmail.com

(48)8414 3336

Dia Mundia da Atividade Física: A Capoeira vem mostrar o seu valor

11/04/2010 – DIA MUNDIAL DA ATIVIDADE FÍSICA: A CAPOEIRA VEM MOSTRAR O SEU VALOR

Atividade tem como objetivo difundir a capoeira, propor uma aula ao ar livre e conscientizar o público presente sobre a importância da capoeira como atividades física.

Estaremos oferecendo atividades culturais de capoeira, maculelê e jongo para todos que freqüentam o Parque Ecológico do Tietê.

Pretendemos reunir cerca de 150 pessoas de diversos bairros da zona leste que participarão das atividades orientadas pelos Instrutores da ABADÁ-CAPOEIRA.

A ABADÁ-CAPOEIRA, responsável por esta atividade, é uma entidade sem fins lucrativos que tem como objetivo a difusão da cultura brasileira através da capoeira. Seu exercício é um forte instrumento de integração social, pois trabalha com todas as classes e possibilita, também, a recuperação da noção de cidadania. Além disso, tem representação efetiva em todos os estados brasileiros e em 52 países.

Até mais,

Instrutor Lampanche

ABADÁ-CAPOEIRA

Capoeira do Acre no Peru

Grupo chama a atenção de turistas de vários lugares do mundo durante Semana da Amazônia Brasileira em Cusco mostrando o esporte como ferramenta para integração

Não foram somente debates, seminários, exposições e rodadas de negócios que promovem o intercâmbio entre brasileiros e peruanos durante a Semana da Amazônia Brasileira, realizada em Cusco pelo Governo do Acre. O esporte também é uma ferramenta importante como incentivo à integração e esteve presente na agenda de atividades. Desde a última segunda-feira, 25, o Grupo Cordão de Ouro realiza apresentações e oficinas na Praça Regocijo, no centro da cidade peruana.

A altitude não ajuda muito os atletas. O ar rarefeito típico das regiões altas, pesa e diminui a pressão da atmosfera, causando grande dificuldade de respiração. A sensação de cansaço e falta de ar é grande. Mas não foi suficiente para tirar a disposição e a alegria típica de uma roda de capoeira.

O Mestre Francisco Alexandre, conhecido como Xandão, está à frente do grupo que durante essa semana apresenta um pouco da riqueza desse esporte tipicamente brasileiro. A capoeira, segundo ele, sempre atrai a atenção de pessoas do mundo todo por seu ritmo e gingado. “Hoje estamos com unidades do grupo também aqui no Peru, abrindo turmas aqui, porque há um interesse grande pelo esporte”, afirmou.

Para o professor, participar da Semana da Amazônia Brasileira em Cusco foi um momento importante, e a capoeira contribuiu para o objetivo de promover a integração. Prova disso foram as rodas, sempre no fim da tarde, que reuniram pessoas de diferentes nacionalidades, seja para jogar ou simplesmente assistir batendo palmas. E depois da apresentação, quem quisesse, ainda podia participar da oficina de capoeira realizada na praça mesmo, ao ar livre. “O Governo do Estado está de parabéns pela iniciativa, e o esporte é sem dúvida um importante instrumento de integração. Apesar do cansaço, a gente não consegue ficar muito tempo na roda, mas isso não tira nossa satisfação e alegria em participar”.

A turista Sophia Laurant veio da França para passear em Cusco e não resistiu a uma parada na roda de capoeira. “Conheço muitos brasileiros na França que praticam o esporte. Por isso já conheço o esporte. Eu acho um esporte bonito porque é uma luta que mistura dança, e tem uns passos diferentes”.

O brasileiro Celso Bess mora em Cusco onde é professor de português. Ele disse que já esperava esse momento de integração entre os moradores dos dois países. “Não tem como não acontecer. E a partir de agora esse movimento vai acontecer muito mais rapidamente com a abertura da estrada no próximo ano e com iniciativas como essa, de promoção de conhecimento entre brasileiros e peruanos. Eu não conheço o Acre, mas com certeza irei em breve”, disse o professor após ter participado da roda. “Até eu que já estou acostumado com a altitude me cansei. Mas foi divertido”. 

* Pessoas de diferentes nacionalidades participaram da roda em praça pública (Foto: Sérgio Vale/Secom)

Fonte:  Agência de Notícias do Acre – http://www.agencia.ac.gov.br/

Rio: Encontro internacional de capoeira inclusiva

RIO – Grupos de capoeira de diversos países, formados por pessoas com e sem deficiência, participarão, na segunda-feira, dia 4, do 11º Encontro Internacional de Capoeira Inclusiva, no Rio. O encontro, promovido pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, é aberto ao público e será realizado no Centro Municipal de Referência da Pessoa com Deficiência de Campo Grande (Rua Professor Carlos Boisson s/nº, a partir das 13h.

A capoeira é uma das atividades utilizadas pela Prefeitura do Rio para estimular a integração social, a iniciação esportiva e a melhoria das condições de vida das pessoas com deficiência. De acordo com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, os mestres Naval e Boneco são alguns dos experientes capoeiristas que participarão do evento para mostrar sua técnica aos interessados nessa atividade.

Capoeira conquista adeptos no mundo árabe

Quando o berimbau começou a tocar, havia 26 pessoas na pequena sala de ginástica em Rabat: a maioria marroquinos, meia dúzia de refugiados do Congo e uma dezena de belgas, franceses, espanhóis e angolanos. Apenas três, incluindo Braz, um dos instrutores, eram brasileiros.
Mas quase toda a aula de capoeira, além dos cantos, foi em português, língua que muitos começam a dominar. 
Depois da Europa e dos Estados Unidos, a capoeira está ganhando adeptos no mundo árabe.
 
No Marrocos, onde acaba de ser realizado um encontro internacional, existem grupos em pelo menos quatro cidades: Casablanca, Essaouira, Salé e na capital, Rabat.
 
Mas a arte marcial brasileira, desenvolvida pelos escravos vindos da África, já fincou seus pés também na Argélia e no Egito.
 
Integração
 
Para o instrutor Zohir Lakhdar, mais conhecido como Saguim, "a capoeira é um instrumento de integração" num mundo marcado por tensões sociais, culturais e religiosas.
 
Nascido há 32 anos na Bélgica, de pais marroquinos, ele aprendeu capoeira e português em Bruxelas, com o mineiro Venceslau Augusto de Oliveira – o Braz. Em maio de 2005 resolveu mudar-se para o Marrocos e introduziu a capoeira em Rabat.
 
Seguindo o exemplo de Braz, Saguim incorporou a capoeira a projetos de integração social.
 
Funcionário do Ministério das Relações Exteriores e de Desenvolvimento do Marrocos, nas horas vagas ele dá aulas de capoeira numa academia, a um grupo de meninos pobres de Rabat, a outro de adolescentes de Salé e a cerca de 20 refugiados do Congo.
 
Foi ele que organizou o encontro internacional, realizado no início do mês, com a participação de capoeiristas da Bélgica, França, Espanha e Brasil.
 
"Com tanto conflito, desemprego e pobreza, os jovens de hoje precisam de um modelo, para não caírem no fatalismo e no desespero", diz Saguim, que dá suas aulas num português salpicado de francês e árabe.
 
Segundo o marroquino Driss Jaouzi, de 33 anos, nada mais natural do que ter aula numa língua estrangeira.
 
"É o que acontece no mundo islâmico. Existem muçulmanos de muitas nacionalidades, mas na hora de rezar todos rezam em árabe. Sendo assim, por que não jogar capoeira em português, já que a capoeira é brasileira?" pergunta Jaouzi, o Tijolo.
 
Projetos sociais
 
Aluno de Braz em Bruxelas, Tijolo é seu braço direito nos projetos sociais que está desenvolvendo, tanto no Brasil e na Bélgica quanto no Congo.
 
Em Bruxelas, eles trabalham com jovens de bairros pobres da periferia – muitos deles filhos de imigrantes marroquinos.
 
O próprio Braz conta que é "fruto de um projeto social". Ele praticava capoeira desde os seis anos de idade com seus irmãos em Vila Maria – uma favela de Belo Horizonte que virou bairro.
 
"Na época, havia tanta violência que a favela era conhecida como Poca Olho", lembra Braz. "Mas o Projeto de Integração da Criança pela Arte (Poca) transformou um nome de conotação pejorativa em algo positivo."
 
Foi graças a um intercâmbio cultural que Braz viajou para a Bélgica, onde formou-se em educação física e acabou se instalando. Mas ele continua promovendo projetos sociais em Minas Gerais e, a partir deste ano, começou a trabalhar no Congo, com "meninos soldados" e orfãos da guerra.
 
"A capoeira é mais do que uma disciplina esportiva. É um instrumento para estabelecer certos parâmetros e canalizar energia, num mundo de violência."
 
Nas aulas durante o encontro internacional, Braz explicava que na capoeira "ninguém luta, todos jogam" e que "não existem adversários, apenas parceiros".
 
O mesmo recado foi dado pelo instrutor espanhol David Balarezo, o Bala, que vive em Madrid e desembarcou em Rabat com um grupo de capoeiristas espanhóis e duas educadoras sociais.
 
Diálogo
 
Mesmo sem a presença de instrutores, grupos de capoeiristas estão brotando em diversas cidades.
 
É o caso da associação Capoeira Mogador, de Essaouira – cidade turística na costa marroquina. Foi formada por jovens que descobriram a capoeira na Internet, graças a sites como You Tube.
 
Um deles, Redouan, de 27 anos, fabricou um berimbau. "Tinha mil defeitos. A corda estava mal-amarrada, o som estava errado, mas um turista me viu andando na praia com o instrumento e me perguntou se eu era capoeirista", conta Redouan. "Para minha sorte, ele era capoeirista e nos deu algumas aulas."
 
No Cairo, um grupo de 20 pessoas está treinando sozinho, enquanto espera que alguém responda a um anúncio de "busca-se professor" no site www.capoeira.com
 
Segundo o capoeirista belgo-marroquino Jaouzi, o sucesso da capoeira é a sua versatilidade.
 
"A capoeira é um diálogo, aberto a todos. Reúne tradição e muitas formas de expresão: canto, percussão, ginga e acrobacia. Ou seja, é sempre possível encontrar alguma coisa para fazer."
 
* Monica Yanakiew
De Rabat
 
Fonte: BBC Brasil.com –
http://www.bbc.co.uk/portuguese/

Aconteceu: 1º MIC – Mosaico Integrado de Capoeira

Em Santa Catarina, Sul do Brasil, aconteceu um evento de grande importância para a comunidade capoeiristica, não pela grandeza, não pelos Mestres de renome e não pela quantidade de pessoas envolvidas e participantes… Mais sim pelo espírito de confraternização e pela vontade de integração e cooperação inter-grupos.
 
Os grupos envolvidos acertaram na escolha do nome, bastante sugestivo e criativo, assim como também ousaram na fórmula, pois o principal objetivo, segundo Mestre Kadu, um dos organizadores do evento era: "…mobilizar os jovens capoeiras para a democratização cultural e possibilitar novas formas de exercitar a cultura, numa perspectiva de formação para a cidadania a partir da integração entre vários grupos de capoeira da comunidade…"
 
O Portal Capoeira, em apoio a todo tipo de iniciativa positiva e inovadora que vise somar, divulgar, difundir e democratizar a nossa "Arte ", a nossa CAPOEIRA, abre espaço e ginga junto para que outros "grupos", outras "iniciativas" usem o nosso espaço para dar conhecimento a toda a comunidade capoeiristica, espalhada pelos 4 cantos do globo… navegando pelos 7 mares… possa usar este site que dia a dia… vem se tornando uma importante referencia na internet e que neste mês ultrapassou a barreira de 1.475.000 visitas
 
Luciano Milani
Segue email enviado pela organização do MIC e um link para ver a galeria de fotos deste evento:
Caro Luciano Milani.
 
Saudações.
Estou lhe escrevendo, pois gostaria de lhe comunicar um fato acontecido, extremamente importante, para a Capoeira de Santa Catarina e porque não dizer, para a Capoeira em sua totalidade. Entre outras coisas, foi importante no sentido de ter como objetivo de construção de um único evento e a integração de diferentes grupos de Capoeira. 
 
Trata-se do 1° MIC (Mosaico Integrado de Capoeira), que realizou-se nos dias 02, 03 e 04 de novembro deste ano, em Florianópolis, dirigido pêlos grupos Gunganagô (Mestre Kadu), Beribazu (Mestre Falcão) e Cordão de Ouro (Contramestre Habibis) e organizado pela Confraria Catarinense de Capoeira.
 
A programação que se desenvolveu foi a seguinte: No dia 02/11 aconteceu o encontro feminino, com a participação de mais de 150 capoeiristas de diversos grupos e estados, este encontro foi organizados e dirigidos exclusivamente por mulheres, com a participação complementar de mestres, contramestres e professores, organizadores do MIC.
 
No dia 03 realizou-se o Simpósio Nacional Universitário de Capoeira (SNUC), um Espetáculo Cultural e uma Cerimônia de Formatura de mestres, contramestres e professores pertencentes a estes grupos, com a presença de mestres como Bené (BA), Leo Borges (BSB), Ponciano e Zé Antonio (SP), Kincas (PN), Carson e Delmar (RS) e Pop, Kblera, Nanã e Cronos (SC). Também os Contramestres, Boca Rica (BH), Pepê, Kibe e Morena (SP), Chiquinho, Fabinho, Tonho e Demetrius (SC) Fabinho (RS) e diversos professores de vários estados e da região.
 
No dia 04 aconteceu pela manhã uma Oficina do Projeto “Capoeirarte” de Capoeira Especial, ministrada pelo mestre Ponciano (Cordão de Ouro-SP) e na parte da tarde a Cerimônia de Batismo e Graduação de Capoeiristas.
 
Um dos objetivos da idealização deste MIC era o de mobilizar os jovens capoeiras para a democratização cultural e possibilitar novas formas de exercitar a cultura, numa perspectiva de formação para a cidadania a partir da integração entre vários grupos de capoeira da comunidade, o que foi considerado alcançado com sucesso, não só pelos organizadores, mas por todos os convidados presentes no evento.
 
Acreditamos assim termos dado um grande passo para uma nova perspectiva de construção de eventos, com o objetivo de fomentarmos a reconstrução da antiga comunidade da capoeira.
 
Por tanto, seria para nós de extrema importância, se esta grande iniciativa fosse evidenciada pelo Portal Capoeira, exatamente pela proposta democrática e educativa que este Portal tem objetivado fundamentalmente à nossa comunidade capoeirística.
 
Agradecemos dês de já sua atenção.
 
Mestre Kadu, Mestre Falcão e Contramestre Habibis.
 
Organizadores de 1º MIC

Santa Catarina: Teatro da UFSC recebe show cultural de capoeira

Acontece no Teatro da UFSC, nesta sexta-feira, dia 03/11, às 19 horas a apresentação do show cultural e formatura de Capoeira, atividades que integram o I Mosaico Integrado de Capoeira – I MIC, que acontece em Florianópolis e região, de 02 a 04 de novembro.
 
O Show Cultural contará com apresentações de diversos grupos de Florianópolis, como Maculelê, Puxada de Rede, Roda de Capoeira, Samba de Roda, Batucada e Orquestra de Berimbau. Durante as apresentações dos grupos locais, cerca de 30 mestres e professores de capoeira de várias regiões do Brasil (SC, PR, RS, DF, PE e BA) convidados para o evento, também farão parte das apresentações, integrando os diversos grupos que estiveram se apresentando. O show cultural tem duração de duas horas e meia. Ao final haverá a formatura.
 
Segundo o coordenador geral do evento, professor Luiz Falcão, do Centro de Desportos da UFSC, o I MIC consolida o processo de integração que vem sendo implementado por diversos segmentos de Capoeira da cidade. Mobilizará expressivo número de praticantes de capoeira e contribuirá para democratização das relações entre grupos, abrindo possibilidades para novas formas de integração cultural.
 
Ainda segundo o professor Falcão, o objetivo geral do I MIC é promover a integração e o intercâmbio entre praticantes de capoeira de diversos grupos, no sentido de contribuir com o processo de democratização e socialização do conhecimento produzido em relação a esta manifestação da cultura afro-brasileira. É a primeira vez que essa iniciativa de realizar um evento integrado de capoeira será colocada em prática na cidade de Florianópolis. Na UFSC acontecerão várias atividades do I MIC. O potencial educacional desse evento poderá ser verificado a partir de ações de organização coletiva, colaboração, tolerância e solidariedade, tão necessárias para a realização de um evento com essas características.
 
O I Mosaico Integrado de Capoeira se materializará como um evento de natureza intercultural a partir das seguintes ações: Oficinas – a serem ministradas por mestres e professores convidados de reconhecida competência; Rodas de confraternização envolvendo os diferentes grupos de capoeira; Cerimônia de Formatura de Mestre de Capoeira; Encontro Feminino de Capoeira; Espetáculo Cultural; Cerimônia integrada de batismo e graduação dos integrantes dos diversos grupos.
 
Fonte:
Redação – Portal da Ilha
http://www.portaldailha.com.br

Capoeira, escola e integração…

Li esta notícia no Jornal digital Globo Online e confesso ter ficado bastante feliz…
Já conversei algumas vezes com mestres que estão envolvidos neste processo de integração da capoeira em nossas escolas…
Mais ainda existe um caminho muito arduo e complexo a ser seguido… e todos "capoeiristas educadores" devem se sentir responsabilizados por este importante passo.
Luciano Milani 

Capoeira pode entrar no currículo escolar como atividade de integração

Globo Online

RIO – A capoeira está próxima de entrar no currículo das unidades de ensino fundamental e médio da rede pública e privada, como atividade de integração sócio-cultural e desportiva da cultura afro-brasileira. É o que prevê o projeto de lei do deputado Edmilson Valentim (PCdoB) aprovado em primeira discussão na sessão extraordinária desta sexta-feira na Assembléia Legislativa (Alerj).

– A capoeira é um esporte genuinamente brasileiro. Nossa intenção é despertar o interesse dos alunos para a atividade – justifica o parlamentar.