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Cia. Baobá de Arte Africana e Afro-Brasileira apresenta novo espetáculo Ancestralidade: “Herança do Corpo”

Nova montagem da companhia faz referências às heranças culturais africanas, e conta com direção e coreografias de júnia Bertolino, direção cênica Evandro Nunes, consultoria de Rui Moreira, preparação corporal Mestre João Bosco e direção musical de Mamour Ba.

As expressões artísticas que vigoram no tempo secularmente do continente-berço da humanidade à imensa afro-diáspora chamada Brasil, transmitidas pelo movimento, ritmo, batuque, teatro, canto e poesia. Em resumo, essa é a essência do trabalho da Companhia Baobá de Arte Africana e Afro-brasileira, coordenada pela bailarina, coreógrafa e atriz Júnia Bertolino.

O Espetáculo  da  Cia  Baobá de  Arte  Africana e  Afro-Brasileira ressalta os valores das culturas da África e suas respectivas heranças no Brasil, como a oralidade, ancestralidade e identidade. Todos esses elementos são representados nas esquetes: “Ritual da Graça”, o “abre-caminho” do espetáculo em que as mulheres – que predominam na companhia – dançam com asas de borboleta em reverência ao matriarcado das diversas sociedades africanas, entre os cantos entoam o verso “Filho Brasil pede benção à Mãe-África”; “Universo Feminino”, que ressalta o papel da mulher na comunidade com toda sua altivez, graciosidade e valores; “Djembola”, que segundo Mamour Ba, que deu o nome, em que as mulheres dançam pedindo chuva para a fartura da colheita; “Ginga do Corpo”, que presta homenagem ao mestre Pastinha e seus seguidores e à capoeira angola;  “Dança Ancestral”, momento de reverência e louvação aos orixás, e “Africana”, que faz reflexões sobre a dança afro na cena contemporânea. A direção musical é do músico senegalês Mamour Ba – que participa da trilha junto com seu filho Cheikh Ba -; com preparação corporal de Mestre João Bosco, da Cia. Primitiva de Arte Negra; cenário de Luciana dos Santos; figurino de Marcial Ávila e Lu Silva; e consultoria artística do bailarino e coreógrafo Rui Moreira, diretor da Cia. SeráQuê?.

 “Ancestralidade: Herança do Corpo” foi construído a partir de agosto, sendo um desdobramento do espetáculo anterior, “Quebrando o silêncio”. Agora, através do patrocínio da CEMIG, via a Lei Federal Rouanet de Incentivo à Cultura, a Cia. Baobá apresenta a nova montagem. No processo, os atuais 14 integrantes da companhia – entre bailarinos, atores e percussionistas – tiveram um momento de formação. O consultor do espetáculo, Rui Moreira, deu oficinas de dança contemporânea. Também participaram dos momentos de formação com os integrantes, Mamour Ba, com canto, dança e percussão da África; o percussionista Carlinhos Oxóssi, com oficinas sobre os ritmos da tradição religiosa afro-brasileira; Marquinho do grupo Encaixa Couro, sobre brincadeiras de roda e o batuque; Mestre João Bosco, com oficinas de capoeira angola e dança afro-brasileira, e Evandro Nunes, do Teatro Negro e Atitude, na preparação cênica.  

 

Sobre a Cia. Baobá

Criada em 1999, por Júnia Bertolino junto com o também bailarino e coreógrafo William Silva e o músico Jorge Áfrika, a Cia. Baobá de Arte Africana e Afro-brasileira surgiu para resgatar no cenário das artes cênicas de Belo Horizonte a representação e valorização das matrizes africanas presentes na identidade do povo brasileiro, retratados através da dança, música, poesia e teatro, a partir de pesquisas sobre a presença dessas matrizes no caldeirão da cultura nacional. Este ano Cia. Baobá completará dez anos de estrada e apresentar seu novo espetáculo de dança, intitulado “Ancestralidade: Herança do Corpo”. Concebido, dirigido e coreografado por Júnia Bertolino e direção cênica Evandros Nunes, sendo  que  o  primeiro  trabalho  da  Cia  é o  espetáculo Quebrando o Silêncio.  

 

Sobre Júnia Bertolino            

Com formação em comunicação social (jornalismo) e Antropologia com especialização em Estudos Africanos e Afro-brasileiro, Júnia iniciou-se na dança afro em 1995, no Centro Cultural da UFMG com o professor Evandro Passos, criador da Cia. de Dança Afro-brasileira Bataka. Nessa época, foi convidada para ser uma das bailarinas da Bataka, a primeira companhia a que pertenceu, com a qual viajou para apresentações na Itália, durante o Festival Internazionale del Folklore, em Roma. Foi bailarina convidada dos espetáculos “Brasil Mestiço” (1996) e “Kizomba – 500 anos”, da Cia. Danç’Arte de Marlene Silva.            

Em 1997, passou a integrar a Cia. de Arte Primitiva, dirigida pelo Mestre João Bosco, com quem aprimorou sua técnica na dança. Até que em 1999, fundou junto com Jorge Áfrika e William Silva a Cia. Baobá de Arte Africana e Afro-brasileira.            

Dentre muitas apresentações e espetáculos, em 2007, Júnia foi convidada para integrar o Coletivo Afro Minas, criado pelo bailarino Rui Moreira, para montar e encenar no Verão Arte Contemporânea o espetáculo “Thiossan” (na tradução em wolof quer dizer “tradição”), dirigido por Mamour Ba, em que dividiu palco com o próprio Rui e o Mestre João Bosco, com trilha do grupo Conexão Tribal African Beat, de Mamour. No cinema, destacam-se as participações nos filmes “Uma Onda No Ar” (2001), de Helvécio Ratton, e “Vinho de Rosas” (2003), de Elza Cataldo. No teatro, participou das peças “Besouro Cordão de Ouro” (2007), de João das Neves, e do espetáculo montado na 4ª edição do Festival de Arte Negra (FAN) pelo Coletivo FAN da Cena, intitulado “Árvore do Esquecimento”, dirigido por Grace Passô, Luis de Abreu e Jessé de Oliveira. Atualmente  faz parte da Diretoria de Arte do NEGRARIA – Coletivo de Artistas Negros/as.  

 

Ficha técnica:  

 

“Ancestralidade: Herança do Corpo”, da Cia. Baobá de Arte Africana e Afro-brasileira

Direção geral e coreografia: Júnia Bertolino

Direção Cênica: Evandro Nunes

Direção musical: Mamour Ba

Consultoria artística: Rui Moreira

Preparação corporal: Mestre João Bosco

Figurino: Marcial Ávila e Lu Silva

Cenário: Luciana dos Santos

Iluminação: Geraldo Otaviano

Cabelos e maquiagem: Dora Alves, Marisa Veloso e Lú Santana

Registro fotográfico e audiovisual: Netun Lima, Renata Mey e João Álvaro

Elenco: Júnia Bertolino, William Silva, Fred Santos, Alex Diego Tamborilar, Eric Delo, Jander Ribeiro, Evandro Nunes, Lu Santana, Lu Silva, Andréia Pereira, Gaya Dandara Campos, Gabriela Rosário, Camila Rievers,  Gilmara Guimarães e Marisa Veloso.

Elenco convidado: Mestre João Bosco

Músicos convidados: Mamour Ba e Cheikh Ba  

 

Serviços:

Espetáculos:  quebrando  o   silêncio  e  “Ancestralidade: Herança do Corpo”, da Cia. Baobá de Arte Africana e Afro-brasileira

 

Contato para show e informações: (31) 99176762  ou  3467-6762  

[email protected]   [email protected]   

site: http://www.myspace.com/ciabaoba

 

Aconteceu: 14 anos de Associação Brasileira de Capoeira Nação Dom Bosco

Dia 26 de abril de 2008, ocorreu o aniversário de 14 anos de Associação Brasileira de Capoeira Nação, no Colégio Dom Bosco em Porto Alegre.

O evento foi organizado pelo Mestrando Paulo Grande, e estiveram presentes seus alunos do colégio Dom Bosco, Maria Auxiliadora, Migrantes, dos projetos sociais Escola Aberta, na Vila Dique e o pessoal do Educandário São Luís, Além de pais e outros convidados. Como Padre Lino da Congregação Salesiana, que prestigiou o evento e ressaltou a importância do trabalho da capoeira na formação e trajetória no desenvolvimento dos alunos no colégio.

Também comemorando 14 anos de capoeira, estiveram presentes os Graduados Cabeleira e Coelho, que começaram com Mestrando Paulo Grande no mês de Abril de 1994 no próprio Dom Bosco.

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A festa foi muito bonita e a empolgante os recém chegados trouxeram alegria e grandes promessas a Capoeira Nação.

Depois de uma roda muito descontraída, a comemoração foi na sala onde são feitos os treinos de capoeira com direito a bolo de aniversário, refrigerantes e muitos sorrisos!

Parabéns ao mestrando Paulo Grande pelo bonito trabalho no colégio Dom Bosco, aos Graduados Cabeleira e Coelho e as crianças que se divertiram e vivenciaram a capoeira!

Axé Nação…

Aconteceu: I Festival Pedagógico de Capoeira

Capoeira Especial
Grupo Candeias encerra projeto financiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura e ao Desporto
 
Na última quarta-feira, o Centro de Ensino Especial Dom Bosco e o Grupo de Capoeira Candeias realizaram o I Festival Pedagógico de Capoeira, encerrando as atividades do Projeto Capoeira Especial, financiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura e ao Desporto, da Fundação Garibaldi Brasil. Na ocasião, pais, alunos e equipe gestora estiveram juntos para presenciar o batizado de alguns alunos, além de interagir com os capoeiristas especiais.
 
O projeto foi realizado por Janosson da Silva Carvalho, mais conhecido como Falcão, durante o período de abril a dezembro, no Centro de Ensino Dom Bosco. Aulas de capoeira, palestras, oficinas, contação de história, exibição de vídeos, leitura de textos, oficinas, apresentações, rodas e aulões foram algumas das atividades realizadas, todas elas com o foco a capoeira.
 
“Dim-dim, dom-dom”
 
Durante a realização do projeto, Falcão e a Capoeira ficaram conhecidos como “dim-dim, dom-dom”, forma como os alunos do Dom Bosco se referiam ao professor e à atividade. “Desenvolvemos também um trabalho afetivo, já que carinho nunca é demais”, diz Falcão.
 
Segundo ele, o objetivo do projeto é estimular o desenvolvimento das crianças e adolescentes com deficiência, proporcionando através da capoeira o uso do corpo, espaço e instrumentos, visando a interação diferenciada ao da rotina escolar. “A capoeira é uma atividade que pode contribuir com o processo de crescimento da pessoa com deficiência, servindo de apoio complementar aos atendimentos oferecidos pelo Centro de Ensino Dom Bosco, potencializando a inclusão social, respeitando as diferenças e desigualdade de oportunidades”, explica o proponente.
 
De acordo com a coordenadora pedagógica do Dom Bosco, não há nada mais gratificante do que ver as crianças participando e se divertindo. “A maioria dessas crianças são carentes, e só na escola têm um momento de lazer e contato com outras atividades”, diz.
 
Página 20 – Rio Branco – AC
http://www2.uol.com.br/pagina20

Video: Roda do Milênio

Roda do Milênio, realizada às vésperas do ano novo, no Terreiro de Jesus, Salvador Bahia. Muitos mestres estavam presentes, incluindo Nô, Curió, Pelé da Bomba, Moa do Katendê, Lua Rasta, Gigante, Gildo Alfinete, Cobra Mansa, João Bosco, Jogo de Dentro, Bocão e vários outros.
 
The "Millenium Roda" at Terreiro de Jesus (Salvador, Bahia), in the end of 1999. A lot of mestres were there, including Nô, Curió, Pelé da Bomba, Moa do Katendê, Lua Rasta, Gigante, Gildo Alfinete, Cobra Mansa, João Bosco, Jogo de Dentro, Bocão.
 
Video: Roda do Milênio 
(o video está dividido em 5 partes, cada guia representa um trecho do video)
 
 

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Cortesia: Bruno Souza – Teimosia