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Capoeira reforça intercâmbio cultural entre Brasil e Líbano

O Líbano recebeu, entre os dias 19 e 24 de abril, a visita do capoerista Mestre Nenel (Manoel Nascimento Machado), filho do legendário Mestre Bimba  (Manuel dos Reis Machado – 1900-1974), um dos mais célebres capoeristas brasileiros e considerado o pai da capoeira regional, que ele criou em 1928 – uma mistura de batuque com capoeira Angola.

 

Mestre Bimba recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Federal da Bahia em 1996. Seu filho, Mestre  Nenel, criou a fundação “Filhos de Bimba”,  em 1986,  com o objetivo de guardar os ensinamentos do seu pai. Viaja sempre pelo Brasil e exterior para visitar as escolas que seguem a tradição de seu pai. No exterior, há escolas nos EUA, na Europa e no Líbano, a primeira do Oriente Médio.

 

Em 2009, o jovem Nassib El-Khoury, libanês, após ter estudado e praticado capoeira da tradição de Mestre Bimba, criou uma escola em Beirute, com a assitência dos capoeristas e professores brasileiros Roberta Cecilia Meireles Santana e Ricardo Santos de Jesus. A escola conta com aproximadamente 40 jovens, rapazes e moças, libaneses que praticam a capoeira. Além disso, a escola ensina a língua  portuguesa e a cultura brasileira, um dos princípios dos Filhos de Bimba é transmitir também a cultura no exterior.

 

Meste Nenel visitou o Líbano para avaliar os estudantes capoeristas libaneses, e esteve também no centro de estudos e culturas da América Latina, na Universidade Saint-Esprit de Kaslik (CECAL-USEK, diretor Roberto Khatlab), com o qual já vinha mantendo correspondência. A tradição de Mestre Bimba, conservada por seu filho, Mestre Nenel, transmite  não só uma técnica esportiva, mas tambem uma cultura e trabalho para o desenvolvimento da pessoa como um todo. Os Filhos de Bimba também têm como objetivo um trabalho junto aos estudantes, sendo que o princípio de Mestre Bimba, a capoeira, é a formacao do cidadão.

 

A escola dos Filhos de Bimba está em contato com a Universidade e vários estudantes já praticam a capoeira. A Escola também está em contato com o Grupo infantil de tradições brasileiras Alecrim, ligado ao Conselho de Cidadãos Brasileiros do Líbano, e que iniciará um programa com as criancas de Baalbeck, no Vale do Bekaa.

 

Fonte: www.fbeclebanon.com – http://www.icarabe.org/noticias/

Tangará da Serra: Oficina de capoeira marca encerramento das atividades 2005

Cerca de 100 capoeiristas estiveram reunidos no último final de semana em Tangará da Serra, participando da 1ª Oficina de Capoeira e do encerramento das atividades esportivas do Grupo Vip, juntamente com os alunos do projeto Formando um Cidadão.
    
     O evento foi realizado no ginásio da Vila Olimpia reunindo capoeristas de Cuiabá, Brasnorte, Sapezal, Tangará da Serra, Várzea Grande, Nova Olímpia e Barra do Bugres.
    
     Segundo o instrutor do Projeto e coordenador de capoeira do Grupo Vip em Tangará da Serra, Wilian, este encontro foi importante para fechar com chave ouro as atividades de 2005, haja visto que o desempenho dos alunos melhorou ao longo do ano.
    
     “Tivemos um encontro onde os capoeristas tangaraenses interagiram com alunos de outros municipios, com troca de conhecimentos entre os novos e os mais experientes” comentou o instrutor.
    
     De acordo com Wilian, o projeto vem dando certo devido ao apoio dos patrocinadores: Posto das Bandeiras, Policia Militar, Rotary, Retifrare e Pierry Alexander.

Ministério da Cultura destina R$1,85 milhão à capoeira

Mais de 400 capoeiristas de 40 grupos integraram o Cortejo Viva Salvador, que percorreu as ruas da cidade
 
O secretário executivo do Ministério da Cultura (Minc), Juca Oliveira, aproveitou que Salvador ficou mais velha ontem para lhe dar um presente. Ele anunciou a liberação R$1,85 milhão para financiar dez projetos envolvidos com a capoeira na Bahia. O edital será publicado hoje no Diário Oficial da União. A novidade foi revelada durante a caminhada Cortejo Viva Salvador, que percorreu o trajeto do Campo Grande à Praça Municipal, com a presença de 456 capoeristas, de 40 grupos diferentes. "Precisamos reconhecer a maior manifestação cultural do Brasil. Pretendemos lançar outros projetos", acrescentou Oliveira.
 
Segundo o secretário, a capoeira existe em mais de 150 países do mundo, mas ainda assim é muito discriminada, por ter nascido no período da colonização do Brasil como uma forma de resistência dos escravos negros. "Até hoje a luta misturada à dança não recebeu seu verdadeiro reconhecimento. Capoeira é dança, é cultura, é educação física, fortalece o espírito de lealdade e solidariedade. Está na hora de dar a ela seu valor. Este é só começo de muitos outros investimentos que virão", informou.
 
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