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Nota de Falecimento: Mestre Marquinhos – Brasilia capoeira

Salve camaradas…
 
Venho por meio dessa para informar triste fato acontecido com um querido amigo da maioria dos capoeiras…
Um mestre na verdadeira concepção da palavra, um ser humano acima de qualquer outra coisa , amigo verdadeiro e camarada nas rodas da vida…
Faleceu mestre Marquinhos (Brasilia capoeira) Um dos unicos formados por mestre Adilson, aconteceu em um acidente automobilistico em direção a Porto Seguro, Domingo 31/12/06.
 
Haverá uma roda em sua homenagem na torre de tv a partir das 10 hs. Não deixem de ir prestar sua homenagem.
 
Com muito pesar…
 
Mestrando Léo Bombeiro
Um pouco mais da história de Mestre Marquinhos:
 
Nascido em 21 de Julho de 1966, no Estado do Rio de Janeiro (RJ), no Bairro de Botafogo.
 
Marcus Vinicius S. Gomes veio para Brasília em 1976. Com Formação em Tecnologia em Processamento de Dados, cursando Ed. Física e atualmente Direito, trabalhou na área de processamento de dados durante 8 anos, como Analista de Sistemas Sênior, formado a Faixa Preta 2º Dan pela Confederação Brasileira de Judô, tetra CampeãoBrasiliense ( 81 a 83), Centro-Oeste (83), Campeão Brasileiro em 84 e Vice em 85/86 (Juvenil).
 
Ingressou na Capoeira em 1985, no SESC da 913 Sul, com o Mestre ADILSON. "Após percorrer diversas academias, fui ver uma roda no SESC, a convite de vários amigos que treinavam lá, quando terminou a roda tive certeza de que não poderia treinar em outro lugar, era exatamente como falavam, a melhor, incomparável".
 
Em 1989 começou a ministrar aulas em diversas academias em Brasília, em 92 no CEUB e no Colégio JK (como prática de Ed. Física), em 1993 foi convidado para representar o Brasil no Festival Mundial de Folclóre em Kiell na Alemanha, em 1994 fez uma temporada de 4 meses com show's no Teatro e TV Espanhola, em 1995 fez outra temporada de 8 meses por toda a Europa, ministrando Cursos, participando de Show's e Eventos Internacionais de Capoeira. Tendo oportunidade de fazer uma apresentação ao Comitê Olímpico Internacional (COI), onde recebeu uma carta de indicação para representar o Brasil na Olimpíada Cultural em Sidney 2000 (evento que acontece paralelo à Olimpíada oficial). Desde então participa de eventos Internacionais por toda a Europa, EUA, e América do Sul, além de eventos Nacionais.
 
Em 200 fez uma turnê pela América do sul, em 2002 fez outra turnê na Europa e Oriente Médio, em 2003 ao Chile e Peru, em 2005 New York e Cunectcut. Todas as turnês ministrando cursos e participando de eventos de capoeira.
 
Em 1998 foi graduado à MESTRE pelo MESTRE ADILSON.
 
O CENTRO CULTURAL E FOLCLÓRICO BRASÍLIA CAPOEIRA estava sob a coordenação do Mestre Marquinhos, formado pelo Mestre ADILSON.

Balneário Camboriú: Escola Aberta volta com tudo em 2006

Neste sábado, dia 7, quatro escolas da rede municipal abrem suas portas para atividades esportivas, culturais, pedagógicas e artesanais
O Programa Escola Aberta está de volta. E com novidades! A partir das 9 horas deste sábado, dia 7, toda a comunidade dos bairros Cidade Nova (Centro Educacional Cacildo Romagnani – CAIC), São Vicente (Escola Básica Olimpio Falconieri da Cunha), Imaruí (Escola Básica Arnaldo Brandão) e Cordeiros (Escola Básica Melvim Jones) participam da abertura da temporada 2006. Este ano o Programa atende também aos idosos e apresenta novas oficinas móveis que prometem intensificar as atividades culturais, esportivas, pedagógicas e artesanais oferecidas pelo Programa.
As novidades que o Escola Aberta traz para esta temporada são as Rodas de Capoeira – programadas para este sábado nas quatro escolas, no período matutino ou vespertino, com a participação de mestres graduados na arte e dos alunos das oficinas móveis de capoeira – e as atividades físicas para idosos, nos bairros São Vicente e Imaruí, das 14 às 17 horas.
Essa programação voltada exclusivamente aos idosos começa neste sábado e se estende até o final do mês de janeiro, sempre das 14 às 17 horas. Também a partir deste sábado, o evento passa a ser realizado as terças e quintas-feiras, igualmente nas quatro escolas sedes do evento.
“A proposta neste período de férias é intensificar as atividades trazendo cada vez mais a população dessas comunidades para o ambiente escolar, oferecendo uma opção de lazer para as férias e intencionando fortalecer as relações dessas comunidades com o ambiente escolar”, explica a supervisora de Programas Educacionais da Secretaria de Educação, professora Susane Barbosa Cugnier.
Além das novidades apresentadas para a temporada 2006, o Programa Escola Aberta vai manter as oficinas fixas de informática, vídeo, artes sala de leitura e recreação – esta retomando jogos lúdicos como ludo e dominó. Também serão mantidas as oficinas móveis, que envolvem atividades de capoeira, hip-hop, tênis de mesa e de campo, vôlei, xadrez, desenho, ginástica olímpica, bike radical e futebol de salão e campo.
A professora Susane ressalta, ainda, que para este ano novas oficinas devem ser incorporadas ao Programa Escola Aberta. Entre elas as oficinas de técnica vocal, karatê e teclado, já programadas para o próximo sábado, dia 14.
O Programa Escola Aberta é realizado em Itajaí desde abril do ano passado, tendo como alguns de seus objetivos a diminuição nos índices de criminalidade nos bairros onde é realizado e a aproximação dessas comunidades com o ambiente escolar. O Escola Aberta acontece regularmente das 9 horas da manhã ao meio dia e das 13h30 às 17 horas.
 
Fonte: Secom – PMI

Cantora LUCIANE MENEZES homenageia os candomblés

LUCIANE MENEZES a super-cantora da Lapa homenageia os candomblés
antigos do Rio na sua temporada no Circo Voador – foto publicada ontem, 06 / 11/ 2005
na Coluna Ancelmo Góes – Jornal o Globo.
1.600 pessoas lotaram o Circo Voador em dois de estréia da Temporada Luciane Menezes 2005 em cartaz nas SEGUNDAS e TERÇAS FEIRAS no CIRCO VOADOR às 19 e 30 horas.
A cantora e sua Companhia Brasil Mestiço foram matérias de página nos jornais O Globo, Extra e Jornal do Brasil ( trechos abaixo ) e ontem a noite foram tema de matéria de 5 minutos no RJ TV da TV Globo.
Este ano a temporada de LUCIANE Menezes homenageia a UMBANDA e o CANDOMBLÉ.
Na 2ª parte os 16 dançarinos da Companhia BRASIL MESTIÇO ensinam o público da pista a dançar , o JONGO, a CIRANDA, o MARACATU, o LUNDU, o FORRÓ, o SAMBA de RODA, o AFOXÉ, o BUMBA-MEU-BOI.
O repertório musical é belíssimo e empolgante com músicas de Dorival Caymmi, Monarco, Paulo Cesar Pinheiro, Roque Ferreira, Lia de Itamaracá, Jongo do Quilombo São José, Samba de Coco de Arcoverde entre muitos outros.
SEGUNDAS e TERÇAS – FEIRAS, 19 e 30 horas no CIRCO VOADOR, Lapa , RJ
Ingressos a R$ 10,00 e R$ 5,00 para estudantes.
Na foto LUCIANE com Mãe Beata e Yá Regina de Yemanjá mães de santo de alguns dos terreiros de candomblé mais antigos do Rio de Janeiro que estiveram presentes no palco no dia da estréia sendo homenageadas e abençoando o espetáculo e o público.
Abaixo matérias de jornal dessa semana sobre a cantora e sua temporada no Circo Voador
O Globo Segundo Caderno 31 / 10 / 2005
Por uma Lapa Mais Democrática João Pimentel
Luciane Menezes volta ao Circo Voador e abre casa na Lapa para ritmos como a catira, a congada e o jongo
Há mais de seis anos, a cantora e pesquisadora Luciane Menezes levou para a Lapa, um repertório de cocos, maracatus, jongos, baiões, abrindo uma porta para que, além do samba e do choro, o bairro também fosse representativo para outras manifestações culturais importantes.
De volta ao Circo Voador, juntamente com o também cantor e pesquisador Marcos André, nas segundas e terças-feiras, às 19h30m, ela apresenta as novidades que tem encontrado em suas andanças pelo Estado do Rio, e se prepara para inaugurar, no início de dezembro, a casa Brasil Mestiço.
O espetáculo tem o formato parecido com o que fez no ano passado — e que levou um público surpreendente para a casa, em se tratando do início da semana.
Jornal do Brasil Caderno B 31 / 10 / 2005
Ela bebe na fonte do Brasil mestiço Monique Cardoso
Luciane Menezes cria companhia e casa de shows para apresentar cultura popular na Lapa e celebrar a diversidade
O negócio de Luciane Menezes é a diversidade.
Tanto que a cantora que se consagrou como um dos grandes nomes da música surgida na Lapa, se prepara para abrir, no mês que vem, a própria casa de shows, justamente no bairro que a revelou, que já tem nome – Brasil Mestiço – e endereço – Rua Mem de Sá, 82 – certos.
No palco, ela promete que, em vez de somente reproduzir, trará para cá grupos de cultura popular que tem conhecido nas viagens de pesquisa e de andança que há quase 20 anos faz pelo país, em busca de ritmos.
A temporada da Brasil Mestiço deixa claro esse espírito de preservação. O primeiro bloco dos shows – que serão gravados para a produção de um futuro disco – é uma homenagem às religiões afro-brasileiras e traz músicas que remetem à umbanda e ao candomblé.
Outra intenção é a de expressar o respeito pela diversidade, tema que a preocupa, devido à dificuldade de aceitação das diferenças no Rio.
A caça por repertório (para ela e, agora, para sua casa de shows) funciona assim: a cantora põe o cavaquinho e o gravador debaixo do braço e pega a estrada, atrás de rituais, festas e celebrações culturais e religiosas que acontecem pelo interior do país.
Tudo para aprender a tocar, cantar e dançar músicas de quilombos fluminenses, maracatus pernambucanos, aboios do recôncavo baiano e outras manifestações da cultura popular ainda pouco difundidas no Rio.
Mas Luciane já descobriu que nem é preciso ir tão longe para descobrir focos de resistência cultural.
Viaja todos os finais de semana para comunidades do interior do estado do Rio a fim de buscar informações sobre grupos folclóricos, alguns deles em extinção.
Na pesquisa, Luciane tem como parceiro Marcos André, que faz parte do projeto Tempo livre, do Sesc.
– Marcos já me apresentou a 11 comunidades só de jongo. O Maranhão cuida de sua cultura, Pernambuco cuida de sua cultura. Por que o Rio não cuida? Por isso vou até lá aprender para depois ensinar nas apresentações. Os jovens não podem perder o interesse por suas raízes.
O EXTRA 31 / 10 /32005
A África é na Lapa
Um dos grandes nomes do cenário musical da Lapa, Luciane Menezes faz uma homenagem às suas raízes em uma série de shows no Circo Voador: a cantora junta o samba com pontos de umbanda e candomblé.
No show de hoje, às 19h30m, estarão no palco as mães-de-santo Yá Regina Lúcia de Yemanjá e Mãe Beata de Iemanjá, abrindo a temporada que vai até 20 de dezembro, todas as segundas e terças-feiras.
– Como descendente de negros, eu gosto muito de valorizar as tradições musicais que herdamos da África.
Neste show de estréia, o candomblé e a umbanda terão destaque – adianta Luciane Menezes.
Mas as homenagens não vão parar por aí.
– Vou cantar um samba inédito de Paulo César, "Dança dos orixás" – diz.
Vinte e cinco integrantes da Companhia Brasil Mestiço, que mistura música e dança afro-brasileira, também participam do espetáculo, que tem ingressos a R$10 e R$ 5 para estudantes.
TV GLOBO RJ TV 04 / 11/ 2005
assista a matéria do RJ TV pelo endereço
http://gmc.globo.com/GMC/0,,2465-p-M375387,00.html
Ciranda, congo, lundu, samba de roda. Danças e ritmos afro-brasileiros que não existiriam mais, se não fosse o trabalho de pessoas como a cantora e pesquisadora Luciane Menezes.
Nos shows no Circo Voador, o público entende e se diverte.
A Companhia Brasil Mestiço tem 14 bailarinos selecionados em projetos sociais que ajudam a transformar as apresentações do grupo de Luciane Menezes em grandes festas, onde o público sempre cai na dança.
Os ritmos são bem variados: afoxés, congo.
“Agora eu queria que vocês abrissem uma roda, porque vai rolar uma dança sensualíssima”, pede, do palco, Luciane. É a hora do lundu.
Mas será que estes ritmos correm mesmo o risco de extinção?
“Estes ritmos correm risco de extinção. É muito importante que os jovens vejam e aprendam essas danças, pois é a cultura dos seus ancestrais”, explica Luciane.
A novidade desta temporada são os cantos e as danças que fazem parte das cerimônias de candomblé e de umbanda. Luciane Menezes montou no camarim dela, no Circo Voador, um altar com imagens de várias divindades.
Em 2004, só no Circo Voador, 20 mil pessoas entraram na roda.
A participação do público na estréia da nova série de shows, que vai até 20 de dezembro, é muito empolgante.
As apresentações são realizadas sempre às segundas e terças-feiras, às 19h30m.
A homenagem às ialorixás e mães de santo foi o momento mais emocionante do show.
Então vamos a benção final e até a próxima festa do Brasil Mestiço.
" Que Obatalá abençoe a todos ! ” finalizou a mãe de santo Mãe Beata de Yemanjá do palco na estréia .
INFORMAÇÕES : 21 3852. 0043 , 3852. 0053 ou [email protected] 

Mestre Camisa

Mestre Camisa
José Tadeu Carneiro Cardoso, mestre Camisa, nasceu em 1956 em Jacobina, Bahia. Iniciou-se em Capoeira na década de 1960. Depois, em Salvador, participava das rodas dos mestres Waldemar e Traíra. Em 1970, foi aluno de Mestre Bimba. Acompanhou seu irmão mais velho, mestre Camisa Roxa, numa longa temporada de shows pelo Brasil. Em 1972, fixou-se no Rio de Janeiro, ingressando no Grupo Senzala. Em 1988, fundou a Associação Brasileira de Apoio e Desenvolvimento da Arte-Capoeira, a Abadá-Capoeira, a maior associação de Capoeira do mundo em número de integrantes