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Outubro 2009

Vendo Artigos de: Outubro , 2009

CECA – Feira Cultural Arte de Aprender

“Noventa e dois anos de arte e vida”

Objetivando propiciar um terreno fértil para a troca de informações sobre arte e cultura, o Centro Esportivo de Capoeira Angola – CECA, Academia do Mestre João Pequeno de Pastinha (Forte do Santo Antonio) está organizando uma Feira Cultural com atividades que permeiam diferentes linguagens artísticas, como oficinas de capoeira, dança, percussão corporal, confecção de instrumentos, e ainda oficinas ministradas por artesãos focados no trabalho de reciclagem,  na confecção de bonecos e esculturas. Além das oficinas oferecidas, ocorrerá à feira de artesanato, roda de capoeira angola sobre o comando do Mestre João Pequeno de Pastinha, mostra de vídeos que revelam aspectos da cultura regional, e o lançamento do DVD do evento Tributo ao Mestre Ferreirinha.

Onde: FORTE DO SANTO ANTONIO – Bairro: Santo Antonio Alem do Carmo. Rua. Barão do Triunfo S/N

Quando: De 06/11 a 08/11/2009

O evento acontecerá das 14h do dia 06/11 dando prosseguimento pelo dia 07/11 a partir das 10h ate 21h30min e no dia 08/11 das 10h as 19h:30min

 

Inscrições:

A partir de 26-10 no CECA – Centro Esportivo de Capoeira Angola – Academia do Mestre João Pequeno de Pastinha (Forte do Santo Antonio Além do Carmo) segundas, quartas e sextas das 19h30min às 21h30min.

Quanto: Entrada Gratuita

Realização: Centro Esportivo de Capoeira Angola- Academia do Mestre João Pequeno de Pastinha- Forte Santo Antonio
Contato: Tel.: (71) 33230708 – 87466141 – 81159235

e-mail: feirartedeaprenderajpp@gmail.com

Os nossos verdadeiros Heróis

A capoeira, como se sabe, está presente em mais de 150 países no mundo todo. É motivo de grande orgulho para todos nós, brasileiros, vermos a nossa cultura, a nossa língua e a nossa história, serem motivo de respeito e admiração por parte de todos aqueles que de alguma forma, conhecem e reconhecem essa nossa nobre arte pelos quatro cantos do planeta, onde quer que ela se encontre.

Mas a capoeira é motivo de orgulho, sobretudo, para todo o povo oprimido do Brasil: os negros escravos e seus descendentes, os analfabetos, os pobres e miseráveis, os espoliados, os sem-terra, sem-teto, sem-educação, os índios, os trabalhadores, enfim, todos aqueles que ajudaram a escrever a história do nosso país, mas que sempre foram vítimas de preconceitos e discriminações, que sempre foram explorados, marginalizados, violentados, perseguidos e humilhados, separados da dignidade humana por esse abismo social que divide a injusta e excludente sociedade brasileira.

O que antes era vista como coisa de vagabundos, de vadios e marginais, hoje é reconhecida como Patrimônio da Cultura Brasileira, título que a capoeira recebeu recentemente do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). E mais do que isso, está presente como tema de numa enorme quantidade de teses e dissertações nas universidades do Brasil e do mundo, em livros, filmes, discos, revistas, obras de arte, enfim como uma importante referência para todas as áreas do conhecimento humano.

Mas o mundo deve esse legado a quem ?

Justamente aos marginalizados desse país: os negros, quase negros ou quase brancos, os pobres marginalizados, analfabetos, os perseguidos pela polícia, arruaceiros, desordeiros, valentões e artistas da fome. Foram eles que lutaram bravamente para que essa cultura fosse preservada, para que a capoeira resistisse a uma violenta perseguição por parte dos poderes constituídos, sendo até considerada como crime pelo Código Penal Brasileiro durante quase quatro décadas. Foram esses sujeitos despossuídos que garantiram que a capoeira chegasse até os nossos dias, e alcançasse o respeito e a dignidade em todo o mundo. Devemos isso a eles !!!

Por isso, o povo simples e marginalizado do Brasil, deve estufar o peito e sentir orgulho de saber que a capoeira – hoje um dos maiores símbolos da cultura brasileira no mundo – é a sua herança, é o seu passado, é a sua tradição e a sua dignidade. É a cara e o rosto dos nossos heróis, que infelizmente, ainda não estão nos nossos livros de História, que não são lembrados nas escolas, que ainda não são louvados e reconhecidos pela memória nacional. Mas cabe a nós, sujeitos envolvidos de alguma forma com a prática e a divulgação da capoeira pelo mundo, lutarmos para que essa memória e para que esses sujeitos sociais sejam valorizados  nesse país que precisa aprender a respeitar a sua própria história, sobretudo a história do nosso povo simples e marginalizado. São eles os nossos verdadeiros heróis !!!

 

Pedro Abib (Pedrão de João Pequeno) é professor da Universidade Federal da Bahia, músico e capoeirista, formado pelo mestre João Pequeno de Pastinha. Publicou os livros “Capoeira Angola, Cultura Popular e o Jogo dos Saberes na Roda”(2005) e “Mestres e Capoeiras Famosos da Bahia”(2009). Realizou os documentários “O Velho Capoeirista” (1999) e “Memórias do Recôncavo: Besouro e outros Capoeiras” (2008).


Coluna: “Crônicas da Capoeiragem” por Pedro Abib

Mais um envolvente texto da Coluna Crônicas da Capoeiragem, sob a tutela do nosso grande camarada e parceiro, Pedro Abib, enfocando histórias, casos, experiências, opiniões, críticas, enfim, um texto de uma lauda sobre o universo da capoeiragem.

Alemanha: 12 anos do Grupo Bantu de Capoeira Angola

O Grupo Bantu de capoeira angola está completando neste ano 12 anos de fundação. Nestes anos vivenciamos e experimentamos várias tentativas de resgatar e preservar as raízes da Capoeira angola.

A nossa sobrevivência é prova real de que a força mística da Capoeira Angola atua positivamente sobre aqueles que têm uma relação de respeito e seriedade para com esta manifestação afro-brasileira, além de reconhecê-la como uma das formas vivas de luta dos nossos ancestrais, pelo resgate das suas dignidades.

Assim como, há 12 anos o Grupo Bantu de Capoeira Angola ingressou na luta pela valorização da Capoeira Angola e queremos nesta oportunidade conclamar a população capoeiristica para mais este desafio: evitar que a Capoeira Angola seja transformada em partes, mas que ela continue sendo um todo.

Nesse worshop haverá exposicao fotográfica, palestra, aulas de movimentos e instrumentos (teoria e prática). Além de rodas todos os dias.

Uma oportunidade de vivenciar capoeira angola de uma forma pura e efetiva.

 

O Grupo Bantu de Capoeira Angola atualmente possui  3 núcleos em Salvador-Ba, 1 em Mainz- Alemanha, 1 em Winter have- EUA e 1 em Bogotá- Colombia.

 

um grande abraco

Valdec Loboasy

Lançamento do Livro CAPOEIRA, IDENTIDADE E GÊNERO

Capoeira, identidade e gênero: ensaios sobre a história social da capoeira no Brasil trata do processo de (re)invenção e afirmação das identidades produzidas na dinâmica da cultura afro-brasileira, com especial atenção para a experiência histórica da capoeira e sua relação com diferentes contextos vivenciados na sociedade brasileira. O livro é composto por 9 ensaios, divididos em 3 partes temáticas distintas. Na primeira parte do livro, intitulada: Capoeira, história e identidade, a capoeira é situada na produção da historiografia brasileira, nos manuais didáticos de história, assim como no debate político-ideológico que definia a sua participação, como prática simbólica afro-brasileira, no “projeto” de formação da identidade nacional. Na segunda parte, Personagens da capoeira na literatura brasileira, narrativas literárias são analisadas como registros das diferentes experiências sócio-culturais dos capoeiras tanto na Bahia quanto no Pará, através da produção romanesca da literatura brasileira. A terceira e última parte do livro – Gênero, cultura e capoeiragem – trata da experiência de mulheres no universo da capoeiragem, problematizando as possibilidades de pesquisas mais aprofundadas sobre este tema que tem custado tão caro à historiografia da capoeira no Brasil. Nesta parte do livro, é também apresentada para o leitor uma outra possibilidade de leitura da capoeira, a partir do discurso imagético de Gabriel Ferreira, artista plástico baiano que tem se destacado pela mágica de seus pincéis, ao dar movimento ao jogo da capoeira sobre as telas de madeira e algodão.

A reunião destes ensaios, visa demonstrar a importância da história da capoeira para a compreensão da história do Brasil. Além disso, permite uma reflexão acerca dos procedimentos metodológicos, domínios temáticos e crítica à documentação que devem estar voltados para qualquer pesquisa que venha a ser feita sobre a capoeira. Politicamente, os recortes em torno da identidade nacional, educação, historiografia, literatura, gênero e arte visam permitir ao leitor, de qualquer nível de formação e interesse, compreender o alcance da prática da capoeira na sociedade brasileira.


Retirar a capoeira de certo nicho, reduto marcado pelo exotismo, pela “folclorização” (com todo respeito pelos trabalhos de folclore) e de um campo mitológico empolgante, mas igualmente isolado e estigmatizado, para incorporá-la às questões maiores da formação da nacionalidade, da educação, da construção da identidade nacional. Assim, (…) a capoeira finalmente se torna parte integrante da história do país, da sua face, da sua gênese, faceta antes percebida, mas nunca explicitada.

Do prefácio de Carlos Eugênio Líbano Soares – Universidade Federal da Bahia

 

Lançamento!

Augusto Leal /Josivaldo Oliveira
ISBN 978-85-232-0585-0
Editora EDUFBA – 2009
200 p. Com ilustrações

 

O quê: Lançamento do livro Capoeira, identidade e gênero: ensaios sobre a história social da capoeira no Brasil, escrito por Luiz Augusto Pinheiro Leal e Josivaldo Pires de Oliveira.
Quando: 23 de outubro, sexta-feira.
Onde: Auditório da Casa da Linguagem – Avenida Nazaré, próximo à Praça da República.
Horário: 18:30 horas
Mais: Exclusivamente neste dia o livro terá o preço promocional de R$ 25,00.

“Nabuco errou”

Em 1888, quando a Lei Áurea baniu legalmente do país a vergonha do sistema escravocrata, Joaquim Nabuco, um dos abolicionistas mais engajados, profetizou que o Brasil levaria um século para livrar-se da desigualdade entre os ex-escravos e os demais cidadãos. Embora tenha acertado no diagnóstico, Nabuco errou no prazo. Hoje, 121 anos após a Abolição, negros e negras continuam sub-representados nos espaços de poder e no ambiente acadêmico, ocupando as funções menos qualificadas no mercado de trabalho, sem acesso às terras ancestralmente ocupadas no campo, e na condição de maiores agentes e vítimas da violência nas periferias das grandes cidades.

São muitas as razões que impossibilitaram a ascensão social dos negros, e sobre elas já discorri inúmeras vezes: a falta de mecanismos legais que garantissem o acesso dos negros à terra, ao trabalho e à educação no período imediatamente posterior à abolição; o incentivo à imigração europeia e asiática para substituir a mão-de-obra recém liberta; as teorias racistas de “embranquecimento” da população; o mito da democracia racial brasileira, que conduziu a uma quase total invisibilidade da questão negra; e toda uma herança discriminatória forjada em mais de 350 anos de escravidão.

Embora alguns setores tentem apresentar na mídia esta realidade com os sinais trocados, hoje sabemos que a democracia racial é em verdade um objetivo a ser alcançado, pois somos uma nação desigual, com os negros na base e os brancos ocupando o ápice da pirâmide econômica. Felizmente, no atual estágio de suas instituições democráticas, nossa sociedade está suficientemente madura para discutir a transformação desta realidade sem incitar o ódio racial ou ocasionar maiores traumas. Basta não perder de vista que objetivo não é dividir, mas integrar. Fazer com que negros, brancos, indígenas, ciganos e outros segmentos tenham não apenas a igualdade formal dos direitos, mas a igualdade real das oportunidades.

O Estatuto da Igualdade Racial, projeto de lei que há mais de uma década tramita no Congresso Nacional, é a mais importante ferramenta para alcançar este objetivo. Surge para dar consequência e aplicabilidade ao texto da Constituição Cidadã de 1988, que, desde o seu preâmbulo e em diversos de seus artigos, confere ao Estado a responsabilidade pela promoção da igualdade e o combate aos preconceitos. A Carta registra em seu Artigo 3º, por exemplo, que é objetivo fundamental do Estado “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”. Assinala ainda, em seu Artigo 4º, o repúdio ao racismo, determinando, no inciso XLII do Artigo 5º, que sua prática se constitui em “crime inafiançável e imprescritível”.

Os primeiros efeitos da discussão em torno do Estatuto começam a ser sentidos antes mesmo de sua aprovação pelo Legislativo. De forma espontânea e sem registros de incidentes, mais de 60 instituições públicas de ensino superior já colocaram em prática políticas com o objetivo de ampliar o acesso de estudantes negros aos seus cursos de graduação; as escolas de nível fundamental e médio assumem seu papel para a superação do racismo com a gradual adoção da lei do ensino de História da África e da Cultura Negra; e diversos bancos e empresas começam a adotar medidas para reduzir as disparidades entre negros e brancos em seu corpo de funcionários. Paulatinamente, o racismo é desconstruído.

A recente aprovação do projeto de lei em comissão especial formada para analisá-lo na Câmara, de forma unânime, graças a um acordo costurado entre todos os partidos presentes, foi um importante passo neste sentido. Considerando a solidez dos acordos firmados entre o governo, os partidos e a sociedade civil, estou convicto de que, muito em breve, teremos condições de aproximar o Brasil do ideal de Nabuco: “Acabar com a escravidão não nos basta; é preciso destruir a obra da escravidão”.

 

Edson Santos

Ministro da Igualdade Racial

Coordenação de Comunicação Social

Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial

Presidência da República

Esplanada dos Ministérios, Bloco A, 9º andar – 70.054-906 – Brasília (DF)
Telefone: (61) 3411-3659/3699

www.presidencia.gov.br/seppir


Livro – O Abolicionismo – Joaquim Nabuco (Trecho do Livro)

Já existe, felizmente, em nosso país, uma consciência nacional – em formação, é certo – que vai introduzindo o elemento da dignidade humana em nossa legislação, e para a qual a escravidão, apesar de hereditária, é uma verdadeira mancha de Caim que o Brasil traz na fronte. Essa consciência, que está temperando a nossa alma, e há de por fim humanizá-la, resulta da mistura de duas correntes diversas: o arrependimento dos descendentes de senhores, e a afinidade de sofrimento dos herdeiros de escravos.

Não tenho, portanto, medo de que o presente volume não encontre o acolhimento que eu espero por parte de um número bastante considerável de compatriotas meus, a saber: os que sentem a dor do escravo como se fora própria e, ainda mais, como parte de uma dor maior – a do Brasil, ultrajado e humilhado; os que têm a altivez de pensar – e a coragem de aceitar as conseqüências desse pensamento – que a pátria, como a mãe, quando não existe para os filhos mais infelizes, não existe para os mais dignos; aqueles para quem a escravidão, degradação sistemática da natureza humana por interesses mercenários e egoístas, se não é infamante para o homem educado e feliz que a inflige, não pode sê-lo para o ente desfigurado e oprimido que a sofre; por fim, os que conhecem as influências sobre o nosso país daquela instituição no passado, e, no presente, o seu custo ruinoso, e prevêem os feitos de sua continuação indefinida.

Possa ser bem aceita por eles esta lembrança de um correligionário ausente, mandada do exterior, donde se ama mais a pátria do que no próprio país – pela contingência de não tornar a vê-la, pelo trabalho constante da imaginação, e pela saudade que Garret nunca teria pintado ao vivo se não tivesse sentido a nostalgia – e onde o patriotismo, por isso mesmo que o Brasil é visto como um todo no qual homens e partidos, amigos e adversários se confundem na superfície alumiada pelo sol dos trópicos, parece mais largo, generoso e tolerante.

Quanto a mim, julgar-me-ei mais do que recompensado, se as sementes de liberdade, direito e justiça, que estas páginas contêm, derem uma boa colheita no solo ainda virgem da nova geração; e se este livro concorrer, unindo em uma só legião os abolicionistas brasileiros, para apressar, ainda que seja de uma hora, o dia em vejamos a independência completada pela abolição, e o Brasil elevado à dignidade de país livre, como o foi em 1822 à de nação soberana, perante a América e o mundo.

Joaquim Nabuco

Londres, 8 de abril de 1863

 

Leia mais sobre Joaquim Nabuco: http://www.fundaj.gov.br

Protagonista de BESOURO pensou que não conseguiria fazer filme

Capoeirista Ailton Carmo, de 22 anos, estreia sua carreira como ator em filme de João Daniel Tikhomiroff

Com o jeito simples de quem não sabe que está prestes a ser conhecido na rua a cada esquina, Ailton Carmo – protagonista do filme “Besouro” – confessa que depois de ter passado no teste, pensou em desistir. Antes de cogitar estar no primeiro longa de João Daniel Tikhomiroff, ele era “apenas” um grande lutador de capoeira, além de guia turístico na cidade de Lençóis, na Bahia.

“Para mim foi uma experiência nova (estar em um filme). Eu nunca havia sonhado com isso. Depois de passar no teste e ser informado de que seria o protagonista, cheguei para a Fátima (Toledo, preparadora de elenco) e disse que não ia dar para fazer. Ela só me respondeu que seria difícil, mas não impossível”, contou, ressaltando que ficou alegre e nervoso ao mesmo tempo. “Ela estava confiando em mim.”

Capoeira e efeitos especiais podem fazer de Besouro o novo heroi brasileiro 

Após as aulas de interpretação e coreografias com o chinês Dee Dee ( “Kill Bill”), ele ainda não sabe se quer seguir a carreira adiante. Ele, que já deu aulas de capoeira na Bélgica, agora tenta oportunidade de viajar para a Polônia. “Penso em me desenvolver como ator, mas precisarei estudar muito.”

Segundo Ailton, de todos os esportes que já fez, a capoeira é o único que não larga. “Nela, você não tem apenas o esporte, também há o instrumento, a música, a dança… Até mesmo com o pé quebrado você pode participar. Quero ver você lutar boxe com o pé quebrado.”

Atores não decoraram textos

Para todos os atores participantes de “Besouro”, um dos grandes desafios foi trabalhar com a preparadora de elenco Fátima Toledo. Ela e o diretor fizeram com que nenhum dos intérpretes tivessem textos. “A Fátima trabalha a partir do ator vivendo a história. Não há um texto. Quando eu me dei conta, já estava me comportando como os meninos. Eles até falavam `fecha essas pernas!”, diverte-se Jéssica Barbosa, que faz a personagem Dinorá e Iansã no longa.

Quem também participou dessa preparação foram os atores Flávio Rocha (Coronel Venâncio) e Irandhir Santos (Noca de Antônia), ambos integrantes da minissérie “A Pedra do Reino” (Globo). “Para mim, o desafio foi não enxergar as belezas da capoeira. Me distanciava do grupo deles. Tinha que encontrar meu lado mau nos palavrões, no cuspe, no vômito…”, revela Irandhir.

“Passei por má pessoa para alguns colegas de elenco. Isso porque passava boa parte do tempo guardando energias ruins para o personagem. Outra coisa que fiz foi andar com um punhal e furar tudo que via pela frente. Precisei encarar meu inimigo na vida real”, completou Flávio.

Menina quem foi sua mestra

Menina quem foi sua mestra: O evento tem como finalidade reunir mulheres (e homens!) capoeiristas e mulheres não capoeiristas para debater não apenas as questões relacionadas as violências contras as mulheres (física, moral, psicológica, patrimonial, etc) mas também colaborar na defes e divulgação da Lei Maria da Penha. buscamos atuar na construção de redes de prevenção e enfrentamento a este fenômeno inaceitável, inserindo aqui também a luta contra a exploração sexual de meninas e mulheres e contra o turismo sexual que alimenta o tráfico de mulheres. Neste caso, especialmente, a capoeira pode dar uma importante colaboração, e em nível mundial, não apenas problematizando a apreensão, as percepções sobre o corpo em diferentes contextos culturais e políticos, mas também cumprindo importantes papeis sociais na promoção de sociedades mais justas, com liberdade e eqüidade.

Também é um evento que busca chamar a atenção para a necessidade das mulheres, capoeiristas e não capoeiristas, atuarem politicamente, pensando inclusive os espaços de poder e decisões.

Estas ações estão presentes no Plano Nacional de Política para as Mulheres e, juntas, podem promover a formação de novas gerações de capoieiristas em condições de repudiarem o racismo, o sexismo  e a homofobia/lesbofobia.

Plano Nacional de Políticas para as Mulheres/PNPM, focando:

1. formação para o enfrentamento à todas as formas de violência contra as mulheres, incluindo àquelas que dificultam seu aprendizado e promoção nos espaços da capoeiragem (eixo 4 do PNPL);
2. formação para a participação das mulheres nos epaços de poder e decisão (eixo 5 do PNPM)
3. formação para o enfrentamento ao racismo, sexismo e lesbofobia (eixo 9 do PNPM))

Assim, é preciso entender a capoeira como um espaço politico com potencial de transformações muito grande. E é por isto mesmo que também torna-se necessário, como capoeiristas, sabermos decodificar na propria capoiragem a reprodução destas práticas de subordinação, para desmascará-las, e enfrentá-las, e seguirmos contruindo uma capoeira mais plural e em condições de valorizar as diferenças como entendimento necessário à promoção dos Direitos Humanos e da justiça social.

Do ponto de vista da capoeira é necessário também debater as importantes construções que as mulheres trazem,  pensando que este novo cenário, plural, implica  também em mudanças significativas para eliminar – simbolica e concretamente – valores e práticas de violência, percebendo que estes é que não são socialmente aceitas.

Queremos ver a capoeira dentro de um contexto social mais amplo como também entender como este contexto social mais amplo atua na reprodução das suas forças ideológicas também dentro da capoeira. Aqui, a Pequena Roda e a Grande Roda se fundem permanentemente, impondo a permanência numa cadeia de transmissão de conhecimento que se fez sobrevivente exatente por estar atrelada à defesa da vida e da liberdade humana.

Ninguém se faz capoeirista por contemplação. Nossas práticas são traduzidas pelas falas com as quais nos posicionamos no mundo.

A mulher na capoeira será sempre uma mulher! Dentro da capoeira ela vivencia esta experiência histórica de ser mulher, aprendendo inclusive que ali existem dispositivos que atuam contra ela, e de diversas formas.

Menina quem foi sua mestra se propõe a debater esta “sujeita” coletiva chamada mulher capoeirista, aponatando aqui a necessidade de reconhecermos os lugares ocupados por outras mulheres em nossa formação, sendo estas também as nossas mestras do cotidiano.

Para tal, alem das mestras Janja e Paulinha ( e do mestre Poloca!), do Grupo Nzinga de Capoeira Angola, e das prestimosas  parcerias com o Mandinga de Mulher – Coletivo de Capoeiristas e da Fundação Pierre Verger (Ponto de Cultural/Minc), contaremos com algumas importantes convidadas, realizando oficinas de movimentos, cantos e toques, palestras, rodas de conversa e de capoeira:

  • Mestra Cristina (Rio de Janeiro)
  • Mestra Elma (Santa Catarina)
  • Mestra Brisa (Salvador)
  • Treinel Manô (São Paulo)
  • Sonia Santos (Rio de Janeiro)
  • Nane Pequeno (Salvador).
  • Cristine Zonzom (Salvador)
  • Francineide Marques (Salvador)
  • Ligia Vilas Boas (Salvador)

As inscrições são limitadas e as pessoas interessadas podem entrar em contato através dos seguintes contatos:

(71) 9999-9230 | E-mail: meninaquemfoisuamestra@gmail.com

Lista de Convidados: “CAÇA AO BESOURO”

Quer assistir ao Filme mais esperado do Ano, ao lado de mais de 80 dos mais conceituados profissionais de capoeira do Brasil, em uma pré-estréia exclusiva apenas para convidados VIP’s???

Se sua resposta é SIM!!! Então você está convidado para a “CAÇA AO BESOURO”

O Portal Capoeira e a Rabo de Arraia se unem e fortalecem sua parceria para proporcionar esta fantástica experiência para você!!!

Os visitantes, amigos e parceiros da RabodeArraia.com e do PortalCapoeira.com, terão acesso a uma ação promocional exclusiva  que irá distribuir 6 vale-ingressos até o dia 15 de Outubro de 2009, os ingressos são pessoais e intransferíveis e válidos somente para a pré-estreia exclusiva de Besouro em São Paulo no dia 20 do corrente mês.

 

Caça ao Besouro:

Iremos  transformar a pré-estreia de Besouro, em uma data diferencial  para a comunidade capoeirística, oferecendo oportunidade mágica para os mais conceituados e relevantes profissionais da capoeira, de assitir todos juntos a pré estreia de Besouro da Capoeira nasce um heroi.

Lista de profissionais da Capoeiragem confirmados:

01.    Mestre Suassuna
02.    Mestre Burguês
03.    Mestre Joel
04.    Mestre Valdenor
05.    Mestre Pinatti
06.    Mestre Gegê
07.    Mestre Fume
08.    Mestre Natanael
09.    Mestre Wellington
10.    Mestre Gladson
11.    Mestre Catitu
12.    Mestra Mara
13.    Mestre Maurão
14.    Mestre Sarara
15.    Mestre Nanico
16.    Mestre Gunga
17.    Mestre Plínio
18.    Mestre Tucano Preto
19.    Mestrando Peixe-cru
20.    Mestre Brasília
21.    Mestre Santana
22.    Mestre Dinho Nascimento
23.    Mestre Volney
24.    Mestre Valdir
25.    Mestre Tião
26.    Mestre Xavier
27.    Mestre Sampaio
28.    Mestre Helio
29.    Mestre Bigo
30.    Mestre Lobão
31.    Mestre Ponciano
32.    Mestra Morena
33.    Mestre Zé Antonio
34.    Mestre Ricardo
35.    Mestre Cícero Tatu
36.    Mestre Meinha
37.    Mestre Zambi
38.    Mestre Jaguará
39.    Mestre Gaguinho
40.    Mestre Flavio Tucano
41.    Mestre Pequeno
42.    Mestre Bradesco
43.    Mestre Rosa
44.    Mestre Paulo
45.    Mestra Vanusa
46.    Mestre Flavio
47.    Mestrando Giltemberg
48.    Mestrando Armandinho
49.    Contra Mestre Mi
50.    Contra Mestre Paulo Renato
51.    Contra Mestre Cenorinha
52.    Contra Mestre Ulisses
53.    Contra Mestre Monise
54.    Contra Mestre Wandola
55     Contra Mestre Kibe
56     Contra Mestre Onça
57.    Professor Cobrinha
58.    Professor Coruja
59.    Professor Ere
60.    Professor Pepe
61.    Professor Caca
62.    Professor May-thai
63.    Professor Nego d`agua
64.    Professor Caca
65.    Professor Piter
66.    Professor Mau
67.    Professor Lobsomem
68.    Professor Busca longe

Uma boa Pré estreia a todos!!!

Com os melhores cumprimentos, desejando muito axé.

Na mídia, a promoção será divulgada por chamadas e ações na internet, nos sites da Rabo de Arraia e Portal Capoeira, com o apoio de mala-direta.

Mecânica da Promoção: Como Participar

Durante os próximos dias (08/10/09 até 15/10/09) serão publicadas 3 chamadas (dicas) no site Portal Capoeira, as dicas serão numeradas de 1 até 3 e poderão estar em qualquer lugar do site. Cada uma destas dicas irá vos levar até uma segunda dica no site da Rabo de Arraia, com o mesmo número, somente em posse das duas dicas você irá reunir as condições para descodificar a mensagem e o mapa que o guiará para a “CAÇA AO BESOURO”, uma verdadeira “caça ao tesouro” nas ruas de São Paulo.

A “CAÇA AO BESOURO”, será a etapa final para conseguir conquistar o seu lugar para assistir a pré-estreia de BESOURO, e consiste em encontrar o VALE INGRESSO e os outros brindes, que estarão escondidos em pontos-chaves de São Paulo, nas coordenadas obtidas através das DICAS (chamadas) obtidas nos sites PortalCapoeira.com e RabodeArraia.com

Como Ganhar

Os três primeiros CAÇADORES a encontrar o ponto-chave, munidos da informação obtida nas dicas da campanha, deverão se dirigir ao nosso STAFF, que estará no local, e dizer a seguinte frase: “Besouro, da capoeira nasce um herói”, os dois primeiros caçadores serão os felizardos convidados para a pré-estréia do fime do diretor João Daniel Tikhomiroff sobre Besouro Mangangá, o lendário herói da capoeira brasileira. Ainda serão oferecido outros prêmios  (CD’s, Livros e DVD´s) para os tres primeiros caçadores, ao todo serão distribuidos 6 vale-ingressos e 9 outros prêmios.


Objetivo e Justificativa:

Iremos  transformar a pré-estreia de Besouro, em uma data diferencial  para a comunidade  capoeirística com o objetivo do esforço da comunicação promocional e da simbiose entre a mais antiga loja de capoeira da internet e um dos mais visitados e conceituados meios de comunicação direcionados para a comunidade capoeirística, oferecendo a seis felizardos uma oportunidade mágica de estar ao lado dos mais conceituados e relevantes profissionais da capoeira do estado de São Paulo e também, consolidar a parceria positiva entre meios, baseado conceitualmente na associação entre bom atendimento, bons produtos, coerência e responsabilidade na veiculação das notícias e informação para um público especializado e cada vez mais exigente.

É por isto que lutamos e batalhamos juntos aos nossos parceiros e colaboradores para proporcionar para “nossa gente”, formas diferenciadas e direcionadas para o crescimento e divulgação dentro contexto da capoeiragem.

Uma boa CAÇADA a todos!!!

 

Com os melhores cumprimentos, desejando muito axé

 

Portal Capoeira

RabodeArraia.com

 

Agradecimentos especiais a toda equipe envolvida, direta e indiretamente na produção do filme Besouro, da capoeira nasce um herói

http://www.besouroofilme.com.br

3° Encontro de Capoeira do Recôncavo

O 3° Encontro de Capoeira do Recôncavo homenageia Mestre Felipe de Santo Amaro da Purificação, importante mestre da velha guarda, artesão e cantador da capoeira.

Esta é uma proposta itinerante que busca revelar e valorizar o movimento existente entre a capoeira urbana e a rural do Recôncavo Baiano.
O evento acontecerá em Salvador, Santo Amaro e Santiago do Iguape, pequena vila de pescadores e agricultores quilombolas, entre os dias 27 e 29 de novembro 2009.

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO :

1º Dia – 27/11 – SALVADOR

10:00 – Abertura e recepção das crianças capoeiristas alunos de Mestre Ivan (ACANA)
vindas de Santo Amaro, na Faculdade de Educação/UFBA
10:30 – Exibição e bate papo sobre o DVD “A CAPOEIRA DE UM MESTRE E O
SEU BANDO ANUNCIADOR” na Sala de Cinema da UFBA/Faced.
14:00 – Oficina de Percussão com Mestre Lua / Praça do Pelourinho
16:00 – Atividade lúdica para as crianças (pintura da faixa em homenagem a Mestre Felipe);
18:00 – Desfile do BANDO ANUNCIADOR
com o grupo de crianças capoeiristas de Santo Amaro;
20:00 – Roda de Capoeira no Terreiro de Jesus;
22:00 – Confraternização com mesa de frutas após a Roda.

2º Dia – 28/11 – SANTO AMARO

8:00 – Saída para Santo Amaro;
11:00 – Chegada na Praça da Matriz com Roda de boas vindas;
14:30 – Oficinas de Capoeira Angola com Mestre Ivan e
Maculelê com Prof. Erisivaldo no Barracão de Mestre Ivan;
16:00 – Lanche e atividade lúdica para crianças (brincadeira de ciranda, cantigas e pintura);
17:00 – Bate papo no Barracão, com Mestre Felipe e velhos mestres
de capoeira do Recôncavo – Roda
20:30 – Mostra Cine Cult Pop Afro-Brasileiro:
“Tributo a Mestre Bigodinho” e “Umbigada” (Praça da Matriz)

3º Dia – 29/11 – SANTIAGO DO IGUAPE

9:00 – Café coletivo na Casa do Samba
9:40 – Saída para Santiago do Iguape;
10:30 – Chegada + Roda de capoeira e confraternização
com velhos mestres da comunidade;
13:00 – Almoço em Santiago do Iguape
14:00 – Oficina de Berimbau e Cantigas com Mestre Felipe
16:00 – Retorno para Santo Amaro;
17:00 – Roda de encerramento na Casa do Samba
18:30 – Retorno para Salvador.
VALOR DA INSCRIÇÃO R$ 130.00
incluindo alimentação, transporte, hospedagem , oficinas e camisa.

Postado por LUA RASTA

Projeto Vozes de Mestres será apresentado pela primeira vez em Curitiba

Cultura popular pede passagem no CCBB Itinerante: Projeto Vozes de Mestres será apresentado pela primeira vez em Curitiba, entre 22 e 29 de outubro

No mês de outubro, Curitiba se transforma na capital nacional da cultura popular, com shows, oficinas, ideias e exposições, eventos gratuitos ou a preços populares. Entre os dias 22 e 29, o Centro Cultural Teatro Guairá (CCTG) recebe a caravana do “Vozes de Mestres – Festival Internacional de Cultura Popular. O festival é o destaque da programação da etapa do segundo semestre de 2009 do CCBB Itinerante, projeto cultural idealizado pelo Banco do Brasil, com propósito de levar arte, cultura e lazer a várias cidades e capitais do país. Música, oficinas, ideias e exposição

O grupo Mundaréu, filho da casa, abre os trabalhos no dia 22 de outubro (quinta-feira), às 20h, com o show “Forféu do Mundaréu” no Guairinha (Auditório Salvador de Ferrante), com entrada franca. No dia 28, Elba Ramalho sobe ao palco do Guairão para celebrar 30 anos de carreira, com grandes sucessos e temas da cultura popular nordestina. Quem abre o show da cantora paraibana, às 20h, é o grupo Meninas de Sinhá, formado por senhoras de 45 a 90 anos, que redescobriram na periferia de Belo Horizonte (MG) a arte de dançar e relembrar antigas cantigas de roda, cirandas e brincadeiras. Os ingressos custam R$ 15 e R$ 7,50 (meia-entrada).

O grupo mineiro também participa dia 29 da oficina “Vivência com Meninas de Sinhá”, quando terá a oportunidade de compartilhar com o público experiências que transformaram angústias e carências em arte. A artesã Efigênia Ramos Rolim, mestra na criação com bala de papel, é a convidada especial. A cantora mineira Déa Trancoso ministra de 26 a 28 a oficina “Corpo e Voz”, uma das atividades mais procuradas do festival, ao lado do “Mural em Cerâmica”, oficina ao ar livre da artista plástica Germana Arthuso. Já os integrantes do Mundaréu promovem dia 23 uma grande festa na oficina “Fuzuê de Batuques – Cacuriá do Tatá”. Essas atividades são todas gratuitas e as inscrições podem ser feitas pelo site www.vozesdemestres.com.

Como o festival também é um espaço para reflexões, haverá no dia 27 a mesa-redonda “Brasil: quem somos nós? E como chegamos a ser o que somos…?” com os mestres do Fandango Paranaense Martinho dos Santos e Leonildo Pereira, e o escritor e dramaturgo Ariano Suassuna. A artista plástica e pesquisadora Rejane Nóbrega será a anfitriã do evento, que terá mediação de Déa Trancoso.

A exposição “Caminhos do Jequitinhonha”, do fotógrafo e documentarista Marcelo Oliveira, também integra a programação. A mostra revela a riqueza do Vale do Jequitinhonha (MG) e será apresentada entre os dias 22 e 29 no Guairinha. O festival ainda terá a presença de Ghustavo Távora, coordenador do projeto Imaginautas, com intervenções de artecomunicação em vários cantos da cidade. A programação completa está no site www.vozesdemestres.com.

Vozes de Mestres

O “Vozes de Mestres – Festival Internacional de Cultura Popular”, idealizado pela Jardim Produções, tem caráter itinerante e amplia o intercâmbio entre artistas, trabalhadores da teia produtiva das artes em geral e mestres das culturas populares do Brasil e da América Latina, potencializando um dos aspectos mais significativos da cultura brasileira e latino-americana: a diversidade.

A primeira edição, realizada em Belo Horizonte/2008, contou com mais de 25 atrações, e, neste ano, o projeto já visitou Ouro Branco/MG, dentro da programação do IV Festival de Inverno de Ouro Branco, promovido junto com o governo local. Depois de passar por quatro cidades brasileiras chega agora a Curitiba, através do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB Itinerante), com patrocínio do Banco do Brasil.

Sobre o CCBB Itinerante

O CCBB Itinerante visa democratizar a cultura e revelar novas tendências artísticas, proporcionando a valorização das culturas locais. Os eventos realizados abrangem as áreas de música, teatro, literatura, mostras de cinema e vídeo, dança e artes plásticas.  Este ano o projeto percorrerá 18 cidades localizadas nas cinco regiões do país. Durante 95 dias (mais de um quarto do ano), o CCBB Itinerante realiza projetos sócio-culturais, beneficiando jovens, crianças e adultos de todo o Brasil.

PROGRAMAÇÃO GERAL – CURITIBA – 22 A 29 DE OURUBRO

IDEIAS

“Brasil: quem somos nós? E como chegamos a ser o que somos…?”, com os mestres do Fandango Paranaense Martinho dos Santos e Leonildo Pereira, e o escritor e dramaturgo Ariano Suassuna. Anfitriã: artista e pesquisadora Rejane Nóbrega. Mediação: jornalista e cantora Déa Trancoso.

27 de outubro (terça-feira), às 19h

Local: Teatro Guaíra – Auditório Bento Munhoz da Rocha Netto (Guirão)

Rua Conselheiro Laurindo, s/nº (Avenida José Vieira, 315)

Entrada gratuita (senhas serão distribuídas 1 hora antes do evento)

Classificação indicativa: Livre

MÚSICA

Mundaréu

22 de outubro (quinta-feira), às 20h

Local: Teatro Guaíra – Auditório Salvador de Ferrante (Guairinha)

Rua Conselheiro Laurindo, s/nº (Avenida José Vieira, 315)

Entrada gratuita (senhas serão distribuídas 1 hora antes do evento)

Dia 24 de setembro (quinta-feira), às 20h

Classificação indicativa: Livre

Elba Ramalho

Abertura: Meninas de Sinhá

28 de outubro (quarta-feira), às 20h

Local: Teatro Guairá -Auditório Bento Munhoz da Rocha Netto (Guairão)

Rua Conselheiro Laurindo, s/nº (Avenida José Vieira, 315)

Entrada: R$ 15,00 (inteira) e R$ 7,50 (meia-entrada) para estudantes, idosos. Clientes e funcionários do Banco do Brasil também pagam meia (benefício válido, inclusive, para o acompanhante).

Classificação indicativa: Livre

OFICINAS – Inscrições gratuitas no site www.vozesdemestres.com

Fuzuê de Batuques – Cacuriá do Tatá, com integrantes do Mundaréu

23 de outubro (sexta-feira), de 10h às 13h

Local: Auditório Salvador de Ferrante (Guairinha)

Rua Conselheiro Laurindo, s/nº (Avenida José Vieira, 315)

Entrada gratuita

Vagas: capacidade do teatro

Vivência com Meninas de Sinhá. Mestra convidada: Efigênia Ramos Rolim

29 de outubro (quinta-feira), às 10h às 13h

Local: Auditório Salvador de Ferrante (Guairinha)

Rua Conselheiro Laurindo, s/nº (Avenida José Vieira, 315)

Entrada gratuita

Vagas: capacidade do teatro

Mural em cerâmica, com Germana Arthuso

26 de outubro (segunda-feira), de 9h às 12h e 14h às 17h

Local: Rua XV de Novembro esquina com Conselheiro Laurindo (CCTG)

Entrada Franca

Vagas: ilimitadas

Corpo e Voz, com Déa Trancoso

26 a 28 de outubro (de segunda a quarta-feiras), de 9h às 12h

Local: Auditório Salvador de Ferrante (Guairinha)

Rua Conselheiro Laurindo, s/nº (Avenida José Vieira, 315)

Entrada gratuita

Vagas: 30

Faça parte de nossa comunidade: www.vozesdemestres.com

Informações: (41) 3304-7982

Outras Informações: Assessoria de Imprensa em Belo Horizonte – Zu Moreira (31)9243-2512

Jardim Produções: (31)3486-7848 / Idealizadora e Coordenadora: Geovana Jardim – (31)9243-2575

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