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Julho 2017

Vendo Artigos de: Julho , 2017

Intercâmbio Intercultural Educacional e Esportivo Iê!

Intercâmbio Intercultural Educacional e Esportivo Iê!

O camarada e compoterraneo Gugu Quilombola, discipulo de Mestre Paulão – Quilombolas de Luz Capoeira, cria da capoeiragem paulistana,  está completendo 25 anos de caminhada na capoeiragem e para comemorar este ano tem feito diversas atividades…

As festividades começaram em janeiro, em São Paulo, mais precisamente no bairro da Bela Vista onde o Grupo mantém um Projeto Social e continuam em Setembro e Outubro na Alemanha, além do trabalho social Gugu também pretende ajudar a “causa” da Casa Mestre Ananias.

 

Intercâmbio Intercultural Educacional e Esportivo Iê!

Interkultureller Sport- und Bildungsaustausch Iê!

Intercultural Exchange in Sports and Education Iê!

A capoeira, é uma das mais importantes e genuínas expressões afro-brasileira  manifestando-se ade forma multifacetada através de expressões como a dança, jogo, luta, etc, nos dias atuais, vem derrubando as barreiras culturais, já é praticada nos cinco continentes e, é reconhecida como patrimonio imaterial da humanidade e está em todos os níveis de nossa sociedade (clubes, creches, escolas, universidades, praças, empresas, etc) atendendo a todas as faixas etárias.

Buscando a integração dos capoeiristas e amantes desta arte-luta a proposta de Gugu Quilombola, Quilombolas de Luz Capoeira é tornar esta evento uma verdadeira manifestação da capoeiragem na europa.

 

Com a palavra Gugu Quilombola:

Intercâmbio Intercultural Educacional e Esportivo Iê! Capoeira Portal Capoeira 1

Neste Ano vai esquentar!

Já iniciamos em Janeiro a nossa grande festa na Bela Vista, São Paulo e está energia continuará em Nürtingen, Alemanha!

Estamos comemorando meus 25 anos de aprendizado na Arte da Capoeira e 15 anos transmitindo e partilhando com meus alunos e discípulos!

Ainda estamos ajustando alguns detalhes, mas já temos agendado o nosso ginásio para o evento, o salão de festas e os treinos já estão no gás total!

Hoje abrimos o convite e chamada a todos! Venha e traga seu axé! Receba o nosso axé e traga os amigos e familiares!

O que vai acontecer? Um rico evento com percussão, samba, puxada de rede, dança afro, musicalidade, espetáculos e naturalmente muita capoeira com grandes representantes da Capoeiragem do Brasil e do mundo!

O que esperamos? Aprendizado conjunto, vivências inesquecíveis na mais alta alegria!

 

IEEEI – Intercâmbio Intercultural Educacional e Esportivo Iê – QLC/2017

Video chamada dos Mestres Amigos do nosso primeiro evento na Europa !
crédito de imagens e edição – Marcel e Ale QLC, música do cdo pedir o Axé do Mestre Acordeon na voz de Mestre Joel !!

Capoeira , Maculêle, Samba de roda, Dança Afro Brasileira, Jongo, Afoxé, Frevo, Forró e muito mais !!

 

Mestres e contramestres confirmados !!

 

Convidados :

Mestre Paulão
Mestre Cacá
Mestre Macaco
Mestre Nelsinho
Mestre Saguin
Mestre Chicote
Mestre Tico
Mestre Gaiola
Mestre Primo
Mestre Cabeça
Mestre Pelezinho
Mestre Tourinho
Mestre Marcha Lenta
Mestre Jorjão
Mestre Juninho ( á confirmar)
Mestre Pim-Pim
Mestre Joel Dias
Mestre Pinha
Mestre Cueca
Mestre Cigano
Mestre Marco

Contramestre Cabeça
Contramestra Mel
Contramestre Máscara
Contramestre Eletrodo
Contramestre Desenhado
Contramestre Tamarindo
Contramestre Pirulito
Contramestre Calanguinho
Contramestre Marcelo
Contramestre Cebolinha
Contramestre Pepeu
Sabiá Senzaleiro
Contramestre Ceguinho
Contramestre Bobby
Contramestre Jari
Contramestre Avião
Contramestre Baiano
Contramestre Macumba
Contramestre Som
Contramestre Izol
Contramestre Milani

Em breve mais informações!

https://www.ieeei.org/unterst%C3%BCtzung/

Um grande abraço!
Gugu Quilombola!

Intercâmbio Intercultural Educacional e Esportivo Iê! Capoeira Portal Capoeira

 

 

Capoeira e Suas Gravações Sonoras Históricas

Capoeira e Suas Gravações Sonoras Históricas

Regional, São Bento Grande de Angola e Reco-Reco

O fenômeno da capoeiragem é algo fascinante. Enquanto a parte da musicalidade avança cavalarmente, com novas roupagens rítmicas e cantadas – nem a Capoeira Angola escapa– vamos deixando para trás muitos registros sonoros históricos inexplorados. Na região de Rio Claro (SP), os amigos Prof. Pelicano e Prof. Guerreiro (Luis Lima), ambos do Grupo Muzenza, iniciam uma importante conversa em torno de uma dessas preciosidades sonoras: a gravação de Lorenzo Dow Turner [1]: “Então, São Bento Grande de Angola faz parte da Regional ou não?”. Segundo matéria do Portal Capoeira do camarada, de autoria do camarada Teimosia [2], além de Lorenzo Dow Turner, Franklin Frazier também foi responsável pelas gravações. Os registros foram feitos por volta de 1940, quando, em tese, a Luta Regional Baiana já estava “formatada”. Abem da verdade, meu primeiro contato com esses registros foi em 2006, quando a Dra. Leticia Vidor e colaboradores organizaram um curso de Extensão Universitária “A Capoeira na Academia”. Foi um curso fantástico, onde semanalmente vários temas eram exaustivamente debatidos por mestres e simpatizantes da capoeiragem em geral. Participaram Mestres Kenura, Alcides, Eli Pimenta, Janja, Emilio Careca, Cm Cenorinha, o saudoso Mestre Ananias, Mestre Marrom de Taboão da Serra, além de diversos representantes da “academia”. Até o Brincante Antonio Nobrega nos brindou com uma excelente palestra teórico-prática sobre a manifestação cultural “Cavalo Marinho”, e sua rica musicalidade e gestualidade. Foi emocionante ver como representantes de nossa cultura e arte podem alavancar toda uma trajetória cultural. Sem exaurir a lista de participantes, tivemos uma excelente aula de musicalidade com Mestre Dinho Nascimento, o Berimbau Blues do Morro do Querosene, região do Butantã, São Paulo.

Pois bem, retornando ao tema central dessa crônica, as gravações de Lorenzo e Franklin trazem reflexões interessantes. Para começar, tal registro apresenta Mestre Bimba e sua charanga cantando a Capoeira Regional, mas também conta com a participação do Mestre Cabecinha do grupo Estrela Capoeira Angola. Talvez uma das primeiras vezes em que Angola e Regional compartilham – de forma harmoniosa – um mesmo palco nos tempos antigos. Tempos em que a Regional buscava se firmar como uma nova forma de se praticar a capoeira da Bahia. Quando digo da Bahia é porque considero que também aconteceram outras Capoeiras, como a Capoeira-Luta de Sinhosinho no Rio Antigo, a de Pernambuco, que acabou enveredando para o Frevo, a Tiririca de Geraldo Filme, Toniquinho Batuqueiro, Pato Nagua em São Paulo, e outras que devemos tê-las perdido ao longo do tempo antes mesmo de ter a chance de conhece-las melhor.

Mestre Bimba e seu conjunto contribuiu com 4 faixas registradas no documentário e Mestre Cabecinha completou adicionando outras 6 contribuições, num total de 10 faixas.

 

A charanga da Regional sendo lapidada

Algo que também chamou a atenção é que, na época, as 4 faixas de Mestre Bimba utilizaram o São Bento Grande de Angola como base principal de ritmo. Inexplicavelmente, mais tarde – principalmente em seus 2 discos (1962 e 1969) – este toque deixaria de fazer parte do cardápio de Mestre Bimba, quando o mesmo introduz seus “7 toques da Regioná”. O amigo Prof. Verga (Ederson Renato), exímio pesquisador e responsável pelo grupo Capoeira Fundamento Ancestral de São Pedro (SP) avaliou minuciosamente os registros, e também concluiu que a base das gravações de M. Bimba foi SBG de Angola. Aliás, Prof. Verga tem algumas teorias interessantes sobre o que pode ter acontecido na época. Sugiro aos amigos da região convidá-lo para uma Surra de Arame, e ouvi-lo a respeito.

Sobre as gravações, a própria charanga de Mestre Bimba tem uma peculiaridade. Diferentemente do que hoje se vende como “Charanga da Capoeira Regional”, os instrumentos não se limitavam a 2 pandeiros e um berimbau. Tanto é que um dos instrumentos marcantes nas gravações é o reco-reco, que pode ser observado nitidamente em todas as faixas. Confirmando como a cultura é algo sempre em transformação, e no caso da “Regioná”, a mesma ainda estava em “formatação” por volta dos 1940.

Um outro ponto interessante é velocidade da charanga. Observando a faixa 1 da gravação é possível contar pelo menos 63 marcações completas do “tá tum tá” do pandeiro por minuto. Já nas gravações dos 2 discos de Mestre Bimba, os ritmos são bem mais cadenciados (por exemplo, o São Bento Grande do disco de 1969 tem 48 batidas de “tá tum tá” do pandeiro por minuto, sugerindo que ao longo do temo a Regional pode ter curiosamente “desacelerado”, adotando um ritmo mais manhoso e cadenciado. O que contraria muitos discursos de jovens mestres que advogam que a Regional veio para subir o ritmo porque a Angola era muito lenta.

Mas Mestre Bimba dá uma lição para não ser esquecida. Lá pela faixa 4, assim fala o narrador:

Ao som do Pandeiro, e do Berimbau e do Caxixi, cantará Bimba e seu conjunto, interpretando Angola, num momento em que relembra seus antepassados.

O mestre sabia muito bem suas origens, e não teria porque negar a importância da capoeira angola na base fundamental de sua luta regional baiana. Boa parte das próprias “quadras” e “corridos” entoados por Mestre Bimba nessa gravação, e mesmo suas “louvações”, se confunde com a musicalidade corrente da época – ver os registros de Mestre Cabecinha e do Mestre Juvenal.

 

O que chama ainda mais a atenção é que, se compararmos a musicalidade, cadência, e a forma de “louvação” que Bimba utiliza na gravação, Mestre Cabecinha vai na mesma toada, demonstrando o quanto aquelas capoeiras ainda não estavam tão dissociadas.

É hora de mergulharmos em águas mais profundas da história da capoeiragem. E é com alegria que vejo localmente os Capoeiras se reunindo para debater o universo de nossa arte, o que deve ser feito de forma tranquila e aberta, sem amarras e despidos de pré-conceitos (pré no sentido de conceito a priori). Vai daí que iniciativas como esta da Confraria Rioclarense de Capoeira pode ser um ótimo palco para tais conversas. Com certeza os Mestres da região de Rio Claro estão pensando nas principais temáticas a serem discutidos. E a musicalidade está, sem dúvidas, no cardápio. Parabéns Prof. Guerreiro, Mestre Cuica (Wilson Santana), Prof. Maxi, Prof. Milton Soares e demais “confrários” pela iniciativa. Todos ganharão muito com esta iniciativa.

Capoeira e Suas Gravações Sonoras Históricas Capoeira Portal Capoeira 1

Aproveitando o “adeus adeus” desta crônica, se preparem que logo o Prof. Pelicano, de Santa Gertrudes-SP, vai nos brindar com um novo livro. O tema não é outro senão possíveis origens indígenas de algumas vertentes de nossa arte. Com certeza, uma obra para ler na reguinha. E claro, tudo que é novo amplia debates e suscita novas discussões. Prof. Pelicano, estamos no aguardo do lançamento do livro. Tanto a Confraria Rioclarense, quanto o Vadiando Entre Amigos serão palcos para os primeiros eventos de lançamento do livro.

 

Sobre as gravações sonoras históricas, logo voltamos ao assunto. Tem muito tempero neste guisado para ser apreciado.

 

Referências:
[1] https://www.youtube.com/watch?v=65SGEOFow7I
[2] http://portalcapoeira.com/tag/lorenzo

Livro Mandinga em Manhattan: Como a Capoeira se espalhou pelo mundo

Livro Mandinga em Manhattan: Como a Capoeira se espalhou pelo mundo

Quando, a hoje jornalista, escritora, fotojornalista e capoeirista Lucia Correia Lima vivia seus 15 anos, o Brasil vivia em plena ditadura militar. Em 1968 foi levada por colegas do Movimento Estudantil Secundarista para treinar capoeira, na escola do Mestre Suassuna, no centro de São Paulo, aonde chegou “exilada” com seus pais militantes humanistas, fugidos da Bahia para abrigo na imensidão da maior cidade da América do Sul. A luta-arte afro-brasileira era uma “arma” para enfrentar os tempos cinzentos que se instalou no país por vinte e cinco anos.

Semelhante aos pioneiros capoeiras do século XIX, Lucia é presa com 16 anos, pois alguns de seus colegas aderem a romântica e suicida “luta armada”, contra a ditadura. Muitos foram mortos, exilados ou presos. Seu mestre Suassuna, um deles. Mas Lucia discorda da luta armada vai trabalhar na revista Realidade, da Editora Abril, quando na equipe da edição Amazônia, recebe o prêmio Esso de Jornalismo. Em seguida inicia carreira na chamada imprensa alternativa, quando compondo a equipe da revolucionária revista Bondinho, recebe o Esso de “contribuição à imprensa”. De volta à Bahia, atua nos principais jornais de Salvador, como a Tribuna da Bahia e Correio da Bahia, assina textos e fotos. Deixa na imprensa baiana sua marca quando opta pelo fotojornalismo. Período em que passa pela sucursal baiana de O Globo e retorna à capoeira.

Indo morar no Centro Histórico da primeira capital do Brasil, se inscreve para as aulas do lendário mestre João Pequeno de Pastinha. Lá surge o livro Mandinga em Manhattan. A escola do velho mestre estava repleta de jovens de todos os continentes. A capoeira, já no meio da década de 1990, trazia ao Brasil jovens de todo o mundo, mas, poucos sabiam que junto ao Candomblé e o Samba, havia se transformado uma das mais importantes manifestações da cultura brasileira.

A capoeirista e jornalista vive esta expansão, realizada sem nenhuma ajuda governamental, embora a UNESCO recentemente tomba a “roda de capoeira” como patrimônio mundial. No período em que Lucia Correia Lima pensa o livro, este tema era uma extravagância. Lucia teve que dar uma rasteira no preconceito e transforma sua ideia em um documentário: cria o título Mandinga em Manhattan e recebe o prêmio nacional DOCTV. Do Mistério da Cultura. Em 2008.

A ideia do livro retorna com a transcrição das longas entrevistas do documentário. Com o mesmo título, a publicação é selecionada pelo edital Capoeira Viva, também do MinC. Depois de novas entrevistas e enfrentamento da burocracia nos órgãos públicos, finalmente o trabalho é editado. Contem vinte e uma entrevistas com os pioneiros mestres responsáveis pelo espalhar a capoeira pelo mundo. Além de estudiosos como o Dr. Ubiratan Castro, do escritor Ildázio Tavares; da etnomusicóloga Emília Biancardi, da etnolingüista Yeda Pessoa de Castro, dos ex-ministros Gilberto Gil e Juca Ferreira, entre outros.

Fundamental no livro de Lucia são os depoimentos dos mestres que fizeram da capoeira sua fonte de trabalho e pesquisa. Jelon Vieira, abre a primeira escola de capoeira em Nova York em 1975. Entra para a história da luta-arte afro-brasileira; o Mestre e médico Decâneo, dá sua última entrevista em vida; Camisa é um “boing” que viaja pelo mundo, sendo recebido com reverência; Suassuna perdeu a conta de quantos grupos tem fora do Brasil; mestre Amém, levou a capoeira para a poderosa indústria do cinema de Hollywood; Acordeom colocou a capoeira nas mais tradicionais universidades da Califórnia, e muitos outros. Entre as falas dos estrangeiros estão o sociólogo Kenned Dossar, o antropólogo Greg Downey, aluno de mestre João Grande, recebido na Casa Branca, para homenagem.

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O trabalho da baiana foi produzido pela Fundação Gregório de Matos, de Salvador, está sendo distribuído por diversos países via os grupos internacionais. Foi lançado em Salvador; na escola do MST de Vitória da Conquista, em Inhambupe e será apresentado em evento internacional com capoeiras de mais de 60 países, de 9 a 13 de agosto deste ano, nos 50 anos da escola Cordão de Ouro em São Paulo. No clube da Eletropaulo, com programação no site. No dia 11, sexta feita as 15hs Lucia Correia Lima fará palestra sobre a concepção do livro e documentário Mandinga em Manhattan, este um prêmio do DOCTV, administrado pela Fundação Padre Anchieta de São Paulo. No Rio de Janeiro, o livro será apresentado na escola Abadá Capoeira de 23 a 27 de agosto. O trabalho deve ser relançado em Salvador ainda em 2017. Ainda em agosto deste ano a autora foi convidada para lançar seu trabalho em Santo André, também com palestra e exibição do documentário.

 

Jolivaldo Freitas – Jornalista

DRT: 1241-BA

Festival de Capoeira de Santos – 2017

Festival de Capoeira de Santos – 2017

A Capoeira vem sofrendo um processo de pluralidade cultural ao longo do tempo,  em  Santos, uma cidade histórica  que ressalva o patriarca da independência José Bonifácio ou o Quilombo do Jabaquara,  o segundo mais populoso do Brasil, liderado pelo Major Quintino de Lacerda é um exemplo disso.
Necessidade do negro escravizado no Brasil Colonial, transformado em cultura popular, esporte, hoje trmos um viés que respeita toda a ancestralidade dos brilhantes precursores Mestre Sombra, Mestre Bandeira/Corisco reunindo o saber popular com o saber acadêmico educacional.
Convidamos a todos que gostam e querem ver essa atividade cada vez mais desenvolvida em todo segmento da sociedade a conhecer nossa programação, que terá oficinas com mestres renomados como José Andrade, Valdenor, Parada, Ribas, Elias (USA), Gladson, Pedro Cunha e Márcio.
Festival de Capoeira de Santos - 2017 Capoeira Eventos - Agenda Portal Capoeira 1

 

PROGRAMAÇÃO FESTIVAL DE CAPOEIRA DE SANTOS 2017

17/7-15h: Pré-Abertura “Circuito Lúdico Técnico de Capoeira”
Equipe Capoeira Escola

17h: Aula Aberta “Capoeira de São Paulo para o Mundo ”
Mestre Zé de Andrade

Centro de Atividades Integradas De Santos  (CAIS Vila Mathias)

19h: Abertura Oficial
“A relação, as influências  e as contribuições recíprocas da Capoeira de Santos, do ABC e de São Paulo”.
Mestre Zé Andrade
Mestre Valdenor
Mestre Gladson
Mestre Santana
Mestre Parada
C. Mestre Zé Luiz
Mestre Ricardo Hadad

Câmara Municipal de Santos

18/07-10h “Aeroginga Funcional ”
Equipe Capoeira Escola
Praça das Bandeiras – Praia do Gonzaga

19h-“Capoeira de Arte Criminalizada a Desporto de Criação Nacional”
Oficina com Mestre Valdenor e Profa. Lisandra Cortes Pingo
Ginasio Dale Coutinho/Centro Esportivo da Zona Noroeste
Ingresso: 1kg de alimento

19/07-15h: “Capoeira na 3.° Idade”
Equipe Capoeira Escola
Espaço Idoso/Aparecida

19h: “Capoeira Santista ”
Oficina com  Mestre Ribas
Ginásio Antônio Guenagua “Rebouças
Ingresso: 1 brinquedo em bom estado

20/07-10h: “HidroCapoeira”
Equipe Capoeira Escola
Piscina do Centro Esportivo da Zona Noroeste

19h: “Capoeira da Senzala- Iê Viva Mestre Bahia”
C. Mestre Chininha e C.Mestre Valter Complexo Esportivo M. Nascimento
Ingresso: 1 produto de higiene pessoal

21/07-15h: “Capoeira Artesanal”
Equipe Capoeira Escola
Horto Florestal Chico Mendes

19h: “A capoeira e sua evolução no Mundo ”
Mestre Parada e Mestre Elias (USA)
Ingresso: 1 produto de limpeza

22/07-9h30: “Caminhada com Musicalidade e Roda”
Posto 2 à Concha Acústica

15h: “A interdisciplinaridade da Capoeira”
Mestre Márcio
Sesc Santos

23/07-15h: “Capoeira Para Todos”
Mestre Márcio
Sesc Santos

20h: “Festival Cultural”
1.Federação Paulista de Capoeira
2.Capoeira Santista
3.Capoeira Progresso
4. Capoeira Escola
(50 convites por grupo)
Ingresso: 1kg de alimento

24/07 -Capacitação 1
17h: Contexto Histórico “Brasil Colonial”
Prof.° Dr. Alberto Schineider
19h30: “Capoeira e os benefícios de sua Musicalidade ”
Prof.° Ms. Rogério Gogó de Ouro

FEFIS UNIMES
Ingresso: 1 agasalho

25/07-Capacitação 2
17h: ” Contexto Histórico Os Capoeira e valentões de São Paulo”
Prof.° Ms. Pedro Cunha
19h30: A Capoeira como ferramenta psicomotora de cidadania”
Mestre Gladson/C.Mestre Vinicius Heine
FEFIS UNIMES
Ingresso: 1 produto de higiene pessoal

26/07-Capacitação 3
17h: “A interdisciplinaridade da Capoeira como ferramenta inclusiva”
Mestre Márcio
19h30: Encerramento “Roda Para Todos”
FEFIS UNIMES
(Vagas limitadas para capacitações, 50 vagas, apenas mais graduados  e educadores)

Convites para o Festival Cultural e Capacitação:
www.facebook.com/festivalcapoeirasantos ;

Alguns destaques:

Abertura com diversos secretarios de Santos e principais mestres do Estado de SP 17/07 19h na Câmara Municipal.

Capoeira para Terceira Idade 19/07 as 15h no Espaço Idoso

Capoeira Para Todos com Inclusão de pessoas com deficiências  domingo 23/07 14h no Sesc Santos

Oficina Mestre Parada e Mestre Elias (USA) na Fefis 21/07 19h

Festival Cultural com 5 apresentações no Teatro Guarany 19h30 23/07.

Capacitação na Unimes de 24 a 26/07 18h em diante

Contamos com sua divulgação e cobertura…por favor.
Atenciosamente,  Mestre Marcio
Coordenador do Festival de Capoeira de Santos.

Cadastro Nacional da Capoeira tem nova plataforma

Cadastro Nacional da Capoeira tem nova plataforma:  Iphan disponibiliza, a partir de julho, uma nova plataforma para realização do Cadastro Nacional da Capoeira.

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) disponibiliza, a partir do dia 1º de julho, uma nova plataforma para realização do Cadastro Nacional da Capoeira (CNC).

Ela permite o cadastro de mestres de capoeira, capoeiristas, grupos e entidades de capoeira, além de pesquisadores do campo, em um instrumento que visa a salvaguarda do Ofício de Mestre de Capoeira e da Roda de Capoeira, bens culturais registrados como Patrimônio Cultural do Brasil.

A nova plataforma possibilita consultar informações sobre os cadastrados em mapas e listas (a depender da categoria), além de outras funcionalidades, como disponibilização de publicações, divulgação de eventos, notícias e fóruns de discussão para os coletivos de salvaguarda da Capoeira. Ressalte-se que esse último recurso em específico estará disponível em breve, após definição sobre os termos de uso de cada fórum por meio de diálogo entre o Iphan e os coletivos de salvaguarda de cada estado.

O Cadastro Nacional da Capoeira tem por objetivo facilitar o diálogo entre o Iphan, os mestres de capoeira, capoeiristas e outros segmentos envolvidos com a capoeira, em uma proposta de salvaguarda participativa e inclusiva. Assim, o cadastro viabiliza uma ampla identificação e mapeamento do universo sociocultural onde a capoeira está inserida e fornece informações importantes para a atuação da instituição na mobilização dos capoeiristas em cada Estado. 

Cadastro Nacional da Capoeira tem nova plataforma Geral Portal Capoeira

É importante lembrar que as informações enviadas ao Iphan, por meio dos formulários disponibilizados na plataforma, são de inteira responsabilidade dos cadastrados.

Para evitar a multiplicidade de dados, o cadastro deve ser realizado apenas uma vez por cada pessoa ou instituição, sendo permitida apenas uma inscrição por e-mail.

 

Mais informações para a imprensa
Assessoria de Comunicação Iphan

comunicacao@iphan.gov.br
Fernanda Pereira – fernanda.pereira@iphan.gov.br 
Déborah Gouthier – deborah.gouthier@iphan.gov.br
(61) 2024-5504- 2024-5516 – 2024-5531
(61) 99381-7543
www.iphan.gov.br
www.facebook.com/IphanGovBr | www.twitter.com/IphanGovBr
www.youtube.com/IphanGovBr

CD Capoeira Infantil Brincadeira de Angola

Capoeira Infantil pode ter música de qualidade: CD Capoeira Infantil Brincadeira de Angola

Todo professor de Capoeira já passou pela situação de pedir às crianças que escolhesse uma música e elas começaram a cantar alguma música POP que ouvem no rádio. Dar aulas para crianças é sempre um desafio e escolher as músicas certas também.

O conjunto da Capoeira, feito somente com instrumentos percussivos, é difícil de ser comparado com músicas que têm acompanhamento harmônico.

Grandes mestres, como Mestre Suassuna ou Mestre Acordeon e Mestre Toni Vargas fizeram experimentos de misturar berimbau com instrumentos de corda e de sopro, com resultados maravilhosos.

Seguindo esta linha, a Equipe de Capoeira-Educação Brincadeira de Angola produziu um CD todo harmonizado, com produção do música capoeirista Fabio Lima (Leão Pequeno) e finalização de Guga Fittipaldi, que gravou os cds dos Mestres Boca Rica e Bigodinho; Mestre Claudio de Feira e Mestre Felipe de Santo Amaro; Mestre Toni Vargas; Mestre Itapuã Beira-Mar; Mestre Marrom; Movimento Novo e outros.

 

 

O disco Brincadeira de Angola traz releituras de músicas clássicas da Capoeira e novas composições especialmente feitas para os pequenos.

Mestre Ferradura traz sua experiência de décadas na Educação Infantil para levar à publico um CD de alta qualidade, acompanhado por um encarte feito em papel ecológico. As harmonizações, os corais e toda a instrumentação foram feitas pensando em levar uma música que encante as crianças, os pais e os professores de Capoeira.

Cada CD vem acompanhada de uma caixa de giz de cera anti-alérgica para a criançada pintar à vontade.

Encomende o seu em capoeiraibce.com