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Religiosidade na Capoeira: a capoeira e seus aspectos religiosos em São Miguel do Guamá

Objetivo deste trabalho foi analisar os aspectos religiosos e sua importância para que a identidade cultural da capoeira continue intacta, dando um destaque para capoeira vivida em São Miguel do Guamá:

Identificar os elementos religiosos presentes na capoeira; Identificar quais as religiões que influenciam na capoeira; Proporcionar o entendimento melhor dos rituais que irá acontecer dentro da capoeira, tendo como símbolo berimbau e sua influência do cristianismo e conhecer melhor sobre as divindades existente dentro da capoeira, como por exemplo, Orixás.

 

Thais Sampaio – thais-sampaio2011@hotmail.com

Jogo de Discursos A disputa por hegemonia na tradição da capoeira angola baiana

Resumo da Dissertação

O trabalho debate as identidades angoleiras, ligadas a diferentes linhagens da capoeira angola. A identidade angoleira se constrói através de discursos sobre a tradição, que tende a reificá-la como um legado ancestral que se perpetua de modo fixo e imutável. Há, entretanto, intensas disputas dentro do campo angoleiro pelo poder de nomeação, pela definição de quem ou o quê é mais tradicional, puro e legítimo. Essas disputas frequentemente se materializam em sinais identitários, fronteiras que simbolizam o pertencimento a determinada linhagem, sejam elas uniformes, graduações, modelo de ritual e/ou códigos corporais. Essas fronteiras, entretanto, embora pretendam materializar uma ligação direta com o passado, se deslocam e transformam constantemente. O uso de cordões de graduação pelos angoleiros baianos na década de 80 é um bom exemplo disto, bem como as polêmicas em torno da fundação da ABCA (Associação Brasileira de Capoeira Angola). A dissertação enfoca alguns momentos históricos em que houve fortes disputas pela definição da capoeira angola, seus sentidos e fronteiras, caminhando ainda para a construção de um conceito nativo de tradição, a partir de entrevistas com cerca de vinte mestres angoleiros baianos.

 

Breve Currículo

Paulo Andrade Magalhães Filho bacharelou-se em Jornalismo pela UFMG, criando como Trabalho de Conclusão de Curso a revista “Angoleiro é o que Eu Sou”, com três edições lançadas pela Associação Cultural Eu Sou Angoleiro. Após ter cursado a Especialização em Educação e Relações Étnico-Raciais na UESC, com a monografia “Capoeira – Projetos Identitários, cultura popular e educação”, dedica-se atualmente ao Mestrado em Ciências Sociais na UFBA, em fase de conclusão, com o projeto “Jogo de Discursos – a disputa por hegemonia na tradição da capoeira angola baiana”. É Secretário da Associação Brasileira de Capoeira Angola e da Associação de Capoeira Angola Navio Negreiro. Foi consultor dos Encontros Pró-Capoeira realizados pelo IPHAN e membro da organização do I Seminário Baiano de Proposição de Políticas Públicas para a Capoeira.

 

Paulo A. Magalhães Fº
(71) 8741-1251 / 9273-7765

Republicanos versus Democratas: Conflitos Políticos no alvorecer Republicano Paraense

Resumo: É proposta deste trabalho, analisar as disputas político-partidárias no Pará do final do século XIX. O centro da investigação é a revolta ocorrida em Belém que de um lado envolveu o Partido Republicano Democrático e de outro o governo do estado, liderado pelo Partido Republicano do Pará. Aborda as ações de grupos organizados pelo partido que derrotado em eleições, tentou evitar a abertura do Congresso Constituinte e a elaboração da primeira Constituição republicana do Pará, depor o governador do estado.

 

Palavras-chave: República – Revolta – Constituição.

VALENTIA E LINHAGEM: Valores Sociais em negociação e Mudança Entre os Capoeiristas

VALENTIA E LINHAGEM:  Valores Sociais em negociação e Mudança Entre os  Capoeiristas

Dissertação de Mestrado – Universidade de Londrina

“Este trabalho se propõe analisar o surgimento e a transformação dos valores da valentia e da linhagem no campo da capoeira  (pós)colonial como produto das relações entre praticantes de capoeira e grupos políticos dominantes”.

Alan Caldas
alan_caldas@yahoo.com.br

 

A mulher na capoeira

A mulher na capoeira

Algumas das grandes referências femininas de força, garra, coragem e segurança retratadas na história remetem-nos à década de 1940, quando se destacaram as famosas “Maria 12 Homens”, “Calça Rala”, “Satanás”, “Nega Didi” e “Maria Pára o Bonde”, mulheres que se fizeram passar por homens para poderem conviver no meio da malandragem das rodas da capoeira…

 

* Lilia Benvenuti de Menezes. Professora de Educação Física, professora do Grupo Muzenza e bicampeã mundial pela Super Liga Brasileira de Capoeira. Autora do livro “Benefícios Psicofi-siológicos da Capoeira”.

Artigo sobre a Capoeira no Maranhão nos anos 60

O MESTRE SAPO, A PASSAGEM DO QUARTETO ABERRÊ POR SÃO LUÍS E A (DES)CONSTRUÇÃO DO “MITO” DA “REAPARIÇÃO” DA CAPOEIRA NO MARANHÃO DOS ANOS 60,

publicado este mês na revista de História do Esporte da UFRJ, onde aprofundo algumas questões apontadas no livro Roda de Rua – Memórias da capoeira do MA dos anos 70 do século XX.

Fonte: http://www.sport.ifcs.ufrj.br

Roda dos Saberes do Cais do Valongo

“Esse livro documenta uma experiência singela. Acontece no cais do Valongo desde julho de 2012. O Valongo, lugar de desembarque de centenas de milhares de africanos escravizados entre 1774 e 1831, passou em seguida quase dois séculos encoberto e esquecido pelos habitantes do Rio de Janeiro e seus visitantes. Como era inconveniente lembrar desse lugar de sofrimento e de profunda injustiça, os donos do poder carioca o encobriram, primeiro com outro cais, depois com um largo chamado de “Jornal do Commercio”, o que evoca notícias de uma atividade decente e normal, não um crime contra a humanidade…”

Matthias Röhrig Assunção – Essex, 23 de novembro de 2014