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Bahia: Mestre Curió condena a elitização da capoeira pelas universidades

Considerado a lenda viva da capoeira na Bahia, o Mestre Curió, de batismo Jaime Martins dos Santos, capoeirista angoleiro descendente da linhagem Banto, revelou para uma plenária cheia de capoeiristas, mestres, professores e alunos, que os brancos ainda continuam discriminando e explorando os negros, apontando como prova a criação da lei que impõe sobre os capoeiristas a obrigatoriedade do curso acadêmico de educação física para ensinar capoeira. “Nossa universidade é a vida, respeite-se a capoeira como uma lição de vida da resistência popular, pois ela nasceu da vivência das senzalas e cresceu com as experiências de rua”, retrucou o ícone da capoeira baiana durante o I Encontro Territorial da Capoeira Viva Meu Mestre, realizado em Itaberaba, no sábado e domingo últimos (28 e 29 de julho), pela ONG Fundação Paraguaçu e a Associação de Capoeira Jiboia da Bahia.

Contrariando a propaganda oficial sobre o fim da discriminação racial, Curió surpreendeu ao afirmar que a exploração dos brancos sobre as etnias negras ainda existem e condenou que os  conselhos regionais  e federal de Educação Física –CREF, que exigem o curso de educação física de mestres e professores capoeiristas para ensinar a capoeira. “O Cref não pode e nem têm do direito de fiscalizar a capoeira em lugar nenhum. Essa é mais uma exploração sobre os negros, para enriquecer os poderosos, mas não nos enganam não!”, protestou Curió.

Discriminação cultural

Mestre Curió,que se apresentou acompanhado por sua esposa e Mestra Jararaca, de batismo Valdelice Santos de Jesus, considerou também como “discriminação cultural” a exclusão dos Pontos de Cultura que tenham sofrido falhas na prestação de contas, como ocorreu com o convênio assinado pela Escola de Capoeira Angola Irmãos Gêmeos Mestre Curió, que funciona no Forte de Santo Antônio em Salvador. “O governo deveria colocar orientadores para organizar as contas, porque o projetonão paga o contador nem advogado”, reclamou Curió criticando “como é que o mestre trabalha no projeto e não pode receber por seus esforços de ensinar, por que é presidente da entidade. “Isso é uma forma de discriminação cultural e exploração dos capoeiristas que sempre são pessoas pobres de baixa renda”.

Doutor Honoris Causa

O Mestre Curió e popularmente conhecido por seus trabalhos realizados no Brasil e em diversos outros países, levando através suas palestras, as suas vivências sobre a Capoeira de Angola. O consagrado capoeirista baiano nasceu em 1937, no interior da Bahia e desde os oito anos de idade, pratica a Capoeira de Angola. Recebeu o titulo de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do México; Laureado com o titulo de Mestre dos Saberes (recebe e transmite o conhecimento de forma oral) reconhecido pelo Ministério da Cultura e da Educação (MEC); e recebeu em 2006, o título de Embaixador da Cultura Brasileira, pela ONU.

Inaugurada a Casa do Mestre Orlando

No encerramento do evento, o Mestre Curió acompanhou os capoeiristas e promoveram a inauguração da Casa do Mestre Orlando Corderino dos Santos, pioneiro da capoeira em Itaberaba. A Casa do Mestre foi construída em função do Prêmio Viva Meu Mestre, concedido aos tradicionais mestres da capoeira, através edital do Ministério da Cultura e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. Foram premiados 100 mestres em todo o Brasil, com um prêmio de R$15 mil, dentre eles o Mestre Orlando Corderino dos Santos, criador da Academia ACOCO, na década de 60, quando chegou vindo de Salvador, onde aprendeu capoeira com os mais tradicionais mestres baianos. A indicação do mestre ao prêmio foi realizada pelo jornalista editor, Salvador Roger de Souza, através projeto da ONG Fundação que defende a cultura e o meio ambiente.

Com a verba do prêmio foi construída a casa própria do mestre que antes morava numa tapera na periferia da Rua do Rio. Descontado o imposto de renda, entrou na conta do mestre, na Caixa Econômica, apenas R$11.600,00 que foi insuficiente para a execução da obra que custou R$17.597, cuja conclusão contou com ajuda da ONG e do jornal O Paraguaçu que investiram a diferença de R$ 5.997,00. A obra contou com os mutirões dos capoeiristas e amigos do mestre, sob a coordenação do pedreiro e capoeirista Jair Jibóia. A pintura da casa foi realizada pelo apoio do mestre Zé Bunitin Rebouças e a Academia de Karatê Dô de Itaberaba.

Fonte: http://www.oparaguacu.com

Mestre Curió é tema de livro lançado no Forte da Capoeira

O Forte de Santo Antônio Além do Carmo sedia  no dia 21 de janeiro de 2011, sexta-feira, às 19h, o lançamento do Livro Histórias e Recordações da Vivência de Mestre Curió, com relatos e fotografias do reconhecido mestre de capoeira angola na Bahia, organizado pelo professor Jorge Conceição.

Composto por 184 páginas, o livro foi editado em dois idiomas, 90 páginas em português e 94 em inglês. O lançamento faz parte 22º Evento da Escola de Capoeira de Angola Irmãos Gêmeos (Ecaig) com o tema Capoeira Angola – A importância do mestre de tradição oral no espaço formal.

Outras ações acontecem no sábado (22) na sede da Ecaig, localizada no 2º andar do nº9 da Rua Gregório de Matos, no Pelourinho, Centro Histórico de Salvador. O lançamento do livro finaliza intensa programação realizada pela Ecaig. Dias 17 e 18 (janeiro, 2011) aconteceram aulas com mestre Curió e dia 19 mesa redonda, além de missa na igreja de São Francisco e roda de capoeira no cruzeiro de São Francisco. O encerramento acontece no sábado com tradicional caruru para Cosme e Damião.

A angola é considerada pelos estudiosos como a capoeira mais antiga e tradicional. Marcada por malandragem e movimentos sinuosos mais próximos ao solo, segundo especialistas, a capoeira angola se aproxima da forma que os escravos jogavam e/ou lutavam. Existente há mais de 500 anos, a capoeira “não é luta, é arte, é coreografia, é religião, é cultura, é filosofia, é concentração espiritual e é educação”, define Mestre Curió, que dedica 65 anos de sua vida à atividade. Curió foi um dos alunos do célebre Mestre Pastinha que imortalizou a capoeira na Bahia e Brasil.

Além já ser Patrimônio do Brasil desde 2009 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), e Patrimônio da Bahia pelo IPAC desde 2006, segundo o Ministério da Cultura (MinC), a capoeira é o produto cultural brasileiro mais difundido no mundo.

Propriedade da União cedida ao Estado, o Forte de Santo Antônio é administrado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), órgão da secretaria de Cultura (SecultBA), que também restaurou e tombou o prédio secular como Patrimônio da Bahia, que sedia academias de capoeira. O forte fica no mesmo lugar da extinta trincheira de defesa Baluarte de Santiago, construída em 1627, após a expulsão dos holandeses de Salvador. Na década de 1950, foi transformado em Casa de Detenção desativada depois em 1976.

Atualmente o forte sedia ações de caráter social, educativo e cultural. Mais informações sobre o livro do Mestre Curió e a Ecaig são disponibilizadas através dos telefones 3321-0396 e 3323-0081. Dados sobre o forte estão no endereço eletrônico http://fortesantoantonio.blogspot.com ou telefones 3117-1492 e 3117-1488. Mais informações sobre o IPAC no www.ipac.ba.gov.br.

 

* Assessoria de Comunicação – IPAC – em 20.01.2011 – Jornalista responsável: Geraldo Moniz (1498-MTBa) – (71) 8731-2641 – Texto: estagiário Tiago Araújo e Geraldo Moniz – Contatos: (71) 3116-6673, 3117-6490, ascom,ipac@ipac.ba.gov.br, www.ipac.ba.gov.br Facebook: Ipacba Patrimônio Twitter: @ipac_ba


Geovan Bantu
71  8617.3369 / 8313.8067

Mestre Curió: Oficina de Capoeira Angola Solidária

O PONTO DE CULTURA ESCOLA DE CAPOEIRA ANGOLA IRMÃOS GÊMEOS DE MESTRE CURIÓ
Oferece: OFICINA DE CAPOEIRA ANGOLA Solidária VOCÊ! Angola ou Regional Participe!

Entrada

1 pac. Fralda Geriátrica, 1 lata de leite em pó ou Material de limpeza para ser doada ao abrigo D. Pedro II, lugar onde M. Pastinha viveu seus últimos dias de VIDA!

ESTA OFICINA  É EM  HOMENAGEM AO GRANDE E INESQUECÍVEL MESTRE PASTINHA PELA PASSAGEM DO DIA DE SEU NASCIMENTO 05 de Abril.

Programação:

04/04 – Sábado

Oficina de Capoeira Angola com M. Curió.

 9 às 11h.

15 às 16h.- Bate Papo – Tema: Capoeira Angola e M. Pastinha.

Local: R. Gregório de Matos nº. 09,  2º andar – Pelourinho- Salvador

05/04 – Domingo

9:30 às 11:30h– Roda de Capoeira Angola aberta.

Local: Forte de Stº Antonio além do Carmo, sala 05

Encerramento com um delicioso MUNGUNZÁ.

Informações e Inscrições: Esc. de Cap. Angola Irmãos Gêmeos de M. Curió

R. Gregório de Matos nº 09 , 2º andar- Pelourinho-Centro Histórico – Salvador
Fone: 71 3321-0396 / 9998-1813 M. Curió ou M. Jararaca.

OBS: Inscrições abertas apartir de 20 /03 à 03/04/2009

Apartir de 10: às 17:h da tarde exceto sábado e Domingo

Jaime Martins dos Santos – Mestre Curió

            Presidente

Bahia: Capoeira Angola – Resistência de um Povo

Capoeira Angola – Resistência de um Povo” é o tema do evento que vai apresentar a filosofia, ética, hierarquia e principais diferenças entre a capoeira de Angola e a regional, entre 19 e 24 de janeiro.

O XX Evento da Escola de Capoeira Angola Irmãos Gêmeos, de mestre Curió, é uma parceria entre a Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Secult), através da Fundação Gregório de Matos, e o Ministério da Cultura.

O anfitrião será Jaime Martins, o mestre Curió, que com 71 anos ainda pratica e dá aulas de capoeira. O evento será realizado na Escola de Capoeira Angola, sediada no Pelourinho. Os interessados devem fazer as inscrições através do telefone: 71 3321-0396 ou pelo e-mail mestrecurio@yahoo.com.br.

Fonte: http://www.imbui.com.br

Capoeira, patrimônio imaterial: a mão que apedrejou é a mesma que afaga

Durante o Estado Novo, Getúlio Vargas retirou a capoeira, o candomblé e outras manifestações de matriz africana do rol de infrações penais. Foi um avanço. Depois de conviver com um estado repressor, a capoeira passou a ter a tolerância do estado. Mas continuou nos guetos. Políticas públicas de fomento a capoeira demoraram décadas para se concretizar. Sem mergulhar em proselitismo político, foi no governo Lula que se esboçaram as primeiras ações.

Por isso, a cerimônia do Registro da Capoeira como Patrimônio Imaterial, que ocorreu essa semana, em Salvador, é um divisor de águas. Durante a reunião dos conselheiros do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) que deliberou sobre o tema, rodas de capoeira festejaram a conquista em frente ao Palácio Rio Branco. Antes tarde do que nunca. E olha que cá nos trópicos, as coisas quase sempre chegaram com atraso. Mestre João Grande foi condecorado com o título de Doutor Honoris Causa nos EUA, antes de receber a mesma homenagem na Universidade Federal da Bahia.

Ao oficializar a inscrição do ofício de mestre de capoeira e da roda de capoeira como bens culturais de natureza imaterial, a reunião do Iphan inaugurou um novo paradigma para a capoeira brasileira. Outras medidas importantes foram adotadas, como o estabelecimento de um programa de incentivo desta manifestação no mundo; a criação de um banco de histórias de mestres de capoeira; a criação de um centro nacional de referência da capoeira; o plano de manejo da biriba – madeira utilizada na fabricação do berimbau – e outros recursos naturais; e a desvinculação obrigatória do Conselho Federal de Educação Física, para que mestres de capoeira sem escolaridade, mas detentores do saber, possam ensinar em colégios, escolas e universidades.

A transformação da nossa arte-luta em patrimônio imaterial é um reparo histórico, mas que por si só não corrige décadas de preconceito e repressão sofridas pelos capoeiristas. Talvez sejam necessários mais 90, 100, anos para o estado brasileiro pagar a sua dívida social com essa que é uma das maiores expressões da nossa cultura.

Numa conversa recente com o repórter de um jornal português, disse-lhe que a evasão de mestres de capoeira para o exterior é fruto da falta de incentivos que a nossa nação oferece aos nossos “embaixadores culturais”. Ou seja, muitos capoeiristas buscam dignidade profissional no além-mar, porque aqui não são prestigiados. Não somos contra a internacionalização da capoeira, mas é preciso ações concretas, traduzidas em políticas públicas permanentes, articuladas nos âmbitos municipal, estadual e federal, garantam que os capoeiristas encontrem mercado de trabalho em nosso próprio país e não seja obrigados, para sobreviver, a vender a sua força de trabalho ao peso de dólares, euros e ienes.

Com a iniciativa do Iphan, muitos velhos mestres terão o merecido direito a aposentadoria, o que é já é um bom começo. Mas muita água ainda tem que passar por baixa dessa ponte. A mão que apedrejou durante o império, que afagou durante no Estado Novo, agora precisa construir um novo tempo na relação estado-capoeira, traduzido em programas e projetos que garantam que a prática da capoeira seja uma política nacional, com metas, orçamento e planejamento.

A capoeira já fez muito pelo Brasil. Sedimentou uma prática de inspiração libertária, difundiu a cultura nacional nos cinco continentes, estimulou o turismo. Agora, chegou a vez do Brasil fazer mais pela capoeira e pelos capoeiristas. Ouvi do Mestre Curió, durante um pronunciamento num fórum de capoeira, que os mestres não precisam apenas de homenagem. “Eu já cansei de fazer ajuda humanitária para muitos camaradas, mas eu não quero morrer à míngua como eles”, desabafou Curió. Esse parece ser um sentimento que emana, passada a euforia inicial pelo “tombamento” da capoeira.

(*) O autor é presidente da Confederação Brasileira de Capoterapia e Diretor da Divisão de Cultura da Administração de Taguatinga (DF)

Bahia: Golpes da boa malandragem

Evento realizado no Pelourinho tenta resgatar os macetes e trejeitos típicos da capoeira angola

A história da capoeira angola é tema do evento Linguagem da Malandragem iniciado ontem, no Pelourinho. O encontro, promovido pela Escola de Capoeira Angola Irmãos Gêmeos de mestre Curió, inclui oficinas programadas até quarta-feira, sempre nos mesmos horários – das 10h às 12h, e das 14h às 16h, na sede da escola, na Rua Gregório de Mattos. Com intuito de mostrar a importância da arte, mestres baianos renomados realizam, na quinta-feira, às 18h, uma mesa-redonda para uma discussão, que tem como alvo a forma mais tradicional da arte, que mistura luta e dança.

Integrante da mesa de discussões, mestre Curió, que dá nome à escola, afirma que encontros parecidos foram promovidos outras 19 vezes, sempre com o objetivo de resgatar os valores e a tradição da capoeira angola. “Aquela boa malandragem na capoeira já não é mais vista hoje em dia”, diz o mestre. Segundo Curió, a arte de raíz africana está quase desaparecendo. “Não vamos permitir que ela caia no esquecimento. Afinal, a capoeira está na nossa história e é parte do nosso passado”, lembrou Curió.

Aluna de Curió, a mestra Jararaca considera muito importante a realização de um evento deste porte. “Os macetes, os trejeitos, a verdadeira malandragem da capoeira angola está sendo esquecida”, avalia a seguidora da arte. De acordo com o atual gestor do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac) e administrador do Forte de Santo Antônio, Magno Neto, o novo projeto de gestão prevê a valorização de ações educativas, socais e culturais. “Planejamos desenvolver eventos das mais diversas linguagens e manifestações culturais e artísticas”, enfatizou Neto.

A programação continua na sexta-feira, às 18h, quando será celebrada uma missa na Igreja de São Francisco. Às 19h, os participantes farão rodas de capoeira, no Forte de Santo Antônio. No sábado, o evento será encerrado com a realização do tradicional caruru, a partir das 14h. Interessados em participar da programação devem se inscrever no local e obter mais detalhes através do telefone: 3321-0396. Outras informações sobre o Forte de Santo Antônio são através dos telefones 3117-1488 e 3117-1492, do e-mail fortesantoantonio@ipac.ba.gov.br ou pelo blog http://fortesantoantonio.blogspot.com.

Programação do evento

Hoje e amanhã: Oficinas de capoeira – das 10h às 12h e das 14h às 16h, na Escola de Mestre Curió, no Pelourinho.
Quinta-feira, às 18h, será realizada uma mesa-redonda com o tema Capoeira angola: Linguagem da malandragem.
Sexta-feira, às 19h, missa na Igreja de São Francisco, seguida de rodas de capoeira no Forte de Santo Antônio.
Sábado, às 14h, o evento será encerrado, com a realização do tradicional caruru, também no Forte de Santo Antônio.

Fonte: Correio da Bahia – Salvador, Brasil – http://www.correiodabahia.com.br

Samba de Roda e Capoeira Angola: Mestre Pelé da Bomba em São Paulo

Uma grande oportunidade para estar perto e apreender com um dos grandes Mestres da velha Guarda da Capoeira de Salvador.
o camarada Pezão e toda a família Escola  de Arte Capoeira sabem da importância de beber agua na fonte…. de "Buscar e Resgatar" o conhecimento com os sábios e experientes…
Dentro deste espírito trazem diretamente de Salvador o "Gogó de Ouro da Capoeira", Mestre Pelé, figura carimbada da capoeiragem é de uma extrema simplicidade, pessoa bem humorada e humilde, dono de uma cortesia e hospitalidade ímpares….
Mestre Pelé também faz parte do Conselho de mestres da ABCA – Associação Brasileira de Capoeira Angola.
Vale a pena participar desta oficina, é uma excelente oportunidade de conviver e expandir seus horizontes, além de ser um ótimo investimento cultural.
 
Para maiores detalhes sobre o evento, visite o link no final da matéria.
Luciano Milani


MESTRE PELÉ DA BOMBA
 
Natalício Neves da Silva, conhecido como Mestre Pelé da Bomba, nascido em 1934 no Recôncavo no interior da Bahia.
Começou a prática da capoeira em 1946, na rampa  do Mercado Modelo velho sendo aluno do Mestre Bugalho.
A partir daí começou a dar seus primeiros passos, ficando encantado com esta arte.
Ele conheceu Mestre Waldemar da Paixão que foi seu avô de capoeira.
Com as festas do largo, teve a oportunidade de conhecer  grandes Mestres como:
Aberre, Traíra, Cobrinha Verde, AvaniTotonho de Maré, Cleones, Cabelo Bom, Domingo Mão de Onça, Barrão, Djalma da ponteira, Cabelinho, Gerson do Porto da Misericórdia, Caiçara, Curió velho e Curió Novo e tantos outros mais.
Na academia de Mestre Pastinha, conheceu os Mestres João Grande e João Pequeno.
Sempre levando seu grupo nas festas de Largo e Para shows, ele passou a ser reconhecido Internacionalmente e recebe convites para se apresentar em vários paises.
 
Mestre Pelé também conhecido Pelé Gogó de Ouro.
O grande Mestre Pelé já gravou 3(três) CDs de capoeira, Samba de roda e samba de viola.
 
Sábado (23/09/06) das 9:00 às 17:00)
 
Local: Academia Objetiva Fitness
AV.Maria Amália Lopes de Azevedo, 2085  JD.Tremembé – São Paulo – SP
 
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Nota de Falecimento: “Mestre Martim da Pemba”

José Martim dos Santos, conhecido pelos antigos da capoeira baiana como "Mestre Martim da Pemba" ou "Mestre Pena Dourada", faleceu em Salvador, Bahia, aos 106 anos de vida. 
 
Martim da Pemba, além de mestre de capoeira, é pai do senhor Jaime Martim dos Santos – Mestre Curió.
 
Não foi possivel ilustrar esta matéria, devido a ausencia de fotos do mestre na Internet.
 
Contudo o camarada Miltinho Astronauta, do Jornal Capoeira, esta disponibilizando duas matérias, retiradas do Correio da Bahia, em homenagem ao Mestre.
 
Agradeco em nome do Mestre Curio
 
Mestra Jararaca
Discipula  de Mestre Curio
 

Evento da Ecaig – Escola de Capoeira Angola Irmãos Gêmeos de Mestre Curió

Evento da Ecaig – Escola de Capoeira Angola Irmãos Gêmeos de  Mestre Curió
                          
                                    De 23 a 28 de janeiro 2006

 Tema – Capoeira Angola: Elemento de Educação e Inclusão Social Rumo ao Ensino Formal 
                        
Programação:
De 23 a 25, Oficina de Capoeira Angola com M.Curió
Horarios, 10 as 12 e 14 as 16hs.
26, Paletra sobre tema abordado 18:00hs.
27, Missa em comemoracao ao aniversario de M. Curio
na Igreja de Sao Francisco 18;00hs. e Roda de Capoeira Angola no Cruzeiro de S.Francisco 19:00hs.
28, Festividades finais do evento com tradicional caruru de S. Cosme e S. Damiao, alem do Samba de roda.
Inscricoes e informacoes: ( 71 ) 3321-0396 ou 99633562 M. Curio
E-mail: mestrecurio@ig.com.br ou mestrecurio@yahoo.com.br 
 
Procurar – M. Curió ou Mestra Jararaca