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Grupo Cativeiro entrega alimentos arrecadados em Charqueada

O Grupo de Capoeira “Cativeiro” que iniciou suas atividades em Charqueada em Maio deste ano, realizou um importante trabalho social no município.

Por intermédio  de seu instrutor Reginaldo “Marrom” e sob a coordenação do contramestre Rodrigo “Fofão” o grupo de capoeira, reuniu seus alunos e arrecadou alimentos para serem doados  à  famílias carentes do município.

O resultado foi mais de 100 kg de alimentos de diversos tipos arrecadados e entregues para as representantes e assistentes sociais do CRAS de Charqueada, que irão distribuir os produtos para famílias necessitadas e cadastradas na entidade. Já a prefeitura, por meio  do próprio CRAS, doou nove uniformes para capoeiristas carentes do grupo, ou seja, uma grande parceria.

Para os interessados em fazer parte do Grupo de Capoeira “Cativeiro”, as aulas são gratuitas e ministradas às Terças e Quintas -feiras das 19:00h as 21:30h no NAPE do Jd. Bandeirantes, situado a Rua João Baptista Calegaro, n° 225.

 

Fonte: http://www.folhadesaopedro.com.br

Famílias podem se exercitar com movimentos básicos da capoeira

Mistura de arte marcial, dança e jogo inclui passos de ataque e defesa. Atividade melhora equilíbrio, flexibilidade, resistência e força muscular.

Para quem emendou o feriado e tem a oportunidade de passar esta segunda-feira (30) com a família ou entre amigos, é possível aproveitar o dia para se exercitar em grupo, independentemente da condição meteorológica.

Segundo o preparador físico José Rubens D’Elia e o educador Marcos Mourão, passos básicos da capoeira podem ser um bom começo, pois fortalecem os músculos, dão mais equilíbrio, resistência e flexibilidade.

Essa mistura de arte marcial, dança e jogo, que surgiu no Brasil na época dos escravos, inclui movimentos de ataque e defesa. Durante a prática, a pessoa pode se levantar, abaixar, esquivar, girar e chutar.

Com a ginga, os golpes e as acrobacias da capoeira, os adeptos vão ganhando fôlego e saindo do sedentarismo. Também podem melhorar o ritmo – os movimentos são acompanhados de berimbau e cantos –, a coordenação motora e a socialização.

No estúdio do programa, as famílias Navarro e Sittoni executaram os ensinamentos dos especialistas e mostraram que não existe idade para fazer atividade física nem para aprender passos novos.

Antes da prática de exercícios, também vale aquecer o corpo, procurar um lugar confortável e tirar os sapatos. De acordo com os convidados, mexer os pés, bater palmas e até engatinhar pelo chão são algumas das propostas para fazer em casa de forma saudável e lúdica, principalmente para quem tem filhos e netos.

 

Fonte: http://primeiraedicao.com.br/

Aconteceu: “DESTERRO CAPOEIRA EM FESTA”

Aconteceu no dia 30/10 (Sábado), DESTERRO CAPOEIRA EM FESTA, no Sede do grupo.

Onde foi comemorado o aniversário do Mestre Mancha e 2 anos de inauguração da Sede da Desterro Capoeira.

Vieram participar da Festa, alunos e pais de Santo Amaro da Imperatriz e Palhoça.

A festa foi o maior sucesso, mostrando que a Capoeira é um ótimo instrumento de integração social e que a família é a base de tudo.

A Desterro Capoeira vem há anos trabalhando em prol da família através da Capoeira, o trabalho vem crescendo a cada dia, preservando a união, paz , solidariedade, prevenção e combate as drogas, educando crianças e adolescentes para viver num mundo melhor.

Mestre Mancha e toda sua equipe, tem como objetivo principal a integração das famílias e comunidades da Grande Florianópolis, onde a intenção não é só formar capoeiristas, mas sim, cidadãos de bem.

Mestre Mancha convida à todos para vir conhecer o trabalho da Desterro Capoeira, e agradece aos familiares pelo apoio e confiança que vem depositando e acreditando no trabalho da Desterro Capoeira.

 

Saiba mais:

www.desterrocapoeira.com.br

http://desterrocapoeira.blogspot.com/

mestremanchadesterro@hotmail.com

(48)8414 3336

Gingando contra a enchente em Atibaia

A Associação Herança Cultural Capoeira, representada pelo instrutor Willian Dourado, promoveu neste sábado, 17, um “Aulão de Capoeira Beneficente”, na Praça da Matriz, em prol das famílias atingidas pelas ultimas enchentes ocorridas em Atibaia.

Mais de 150 kg de alimentos arrecadados foram entregues diretamente às famílias que estão abrigadas na quadra de esportes da da escola Walter Engrácia, em Caetetuba.

“Agradeço a todos que compareceram e fizeram suas doações, mostrando que a ação de solidariedade pode sim vencer todos obstáculos por maior que ele seja”, afirmou o Instrutor William Dourado.

Fonte: Atibaia News (www.atibaianews.com.br)

Barra Mansa – Projeto social de iniciativa privada completa 12 anos

Há 12 anos o bairro São Pedro tem um projeto social de iniciativa privada beneficiando os moradores.

Na comunidade através do voluntariado do professor de Educação Física da rede municipal de Barra Mansa e Rio Claro, Lindinalvo Natividade, o projeto Capoeira no Bairro chegou no São Pedro dia 16 de junho de 1997.

Começamos com alguns objetivos como valorização da Capoeira como patrimônio da cultura nacional e aproximação da capoeira para crianças carentes de bairros distantes do Centro, locais de instalação das academias e escolas. Com apoio da Associação de Moradores e do Colégio Estadual São Pedro, as aulas iniciaram segundas e quartas-feiras de 19 às 21 horas com cobrança de uma taxa simbólica de R$ 5 por aluno, sendo 20% repassado para a escola. Após três anos, as aulas eram dadas no galpão do morador Leir. Atualmente são gratuitas na quadra do bairro – explicou o responsável pelo projeto.

De acordo com Lindinalvo, as primeiras aulas eram administradas pela extinta Escola de Capoeira Arte Brasileira com supervisão do Mestre Vinte e Um e coordenação do instrutor Lindi e professor Tandy.

Nos dias atuais são ministradas pelos contra-mestres Lindi e Tandy e pelos professores Marimbondo e Ferrugem, todos do Centro Esportivo de Capoeira Quarto Crescente.

Há 12 anos o projeto sobrevive da boa vontade dos integrantes sem verba do Poder Público. Festas de graduação e promoções, uniformes, instrumentos e apostilas de estudo são custeados por alunos, pais ou responsáveis – lamenta Lindinalvo, afirmando que desde a formação do projeto foram beneficiados mais de mil alunos, sendo no bairro São Pedro, dois profissionais da Capoeira.

Paralelas às aulas, ações sociais beneficiam instituições do município e famílias carentes como campanha de Doação de Brinquedos para crianças da Creche Padre Adalberto, no São Luiz e Arrecadação de Alimentos para famílias do bairro Retorno.

Introduzimos a Capoeira nos bairros Roselândia e São Luiz. Semanalmente estamos no São Pedro e Jardim América. No São Pedro as aulas são dadas às quintas-feiras e no Jardim América, às terças-feiras, de 19 às 21 horas. Com nosso trabalho, afirmamos que a Capoeira faz parte da vida dos moradores do bairro São Pedro em diversas programações da comunidade como festas e rodas tradicionais.

Fonte: http://valesulonline.com.br/

FSM aborda impactos e disputas no território quilombola

“A política para os negros no Brasil e no mundo e os impactos causados no território quilombola” foi o tema de uma palestra ontem (29), na Universidade Rural do Pará (UFRA). A atividade reuniu entidades negras de todo o país, como a Associação das comunidades negras rurais quilombolas do Maranhão (Aconeruc-MA) e o Quilombo de Jambuaçú, do município paraense de Mojú.

Durante o evento o professor Kabemgele Munanga, que nasceu na República Democrática do Congo e que há 35 anos vive no Brasil e ministra as disciplinas de Antropologia e Relações Raciais na Universidade de São Paulo falou sobre a demarcação do território quilombola e das leis que legitimam a posse dessas terras, ressaltando que a questão é polêmica.

“Entre a lei e o cumprimento existe um abismo, apesar de em alguns estados as famílias já terem a titulação. Mas, existem cerca de 2000 comunidades quilombolas no Brasil e menos de 10% tem o registro das terras. Ter o registro da terra não resolve muita coisa porque faltam escolas, saneamento básico, energia elétrica e muitos já foram expulsos por falsos donos e vivem sob ameaças de empresários”, conta.

De acordo com Benedito Cunha, coordenador da Aconeruc-MA, nos anos 80 o governo federal desapropriou do município de Alcântara terras de 300 famílias de 10 comunidades, para a implantação de um centro espacial. Atualmente, existem 22 mil habitantes distribuídos em 162 comunidades quilombolas nas imediações do centro, que lutam para receberem o título das terras, já que existe o projeto para a construção de uma base para lançamentos de foguetes no local.

Benedito Cunha, Coordenador da Aconeruc, falou sobre a luta pelas terras das comunidades quilombolas do Maranhão:

“Várias famílias foram deslocadas para propriedades menores e inférteis e sem terem emprego tiveram que ir para a capital morar em bairros periféricos. Interditamos as obras da base, tirando as máquinas e o Incra já fez o levantamento e nos deu a possa das terras, mas nosso medo é que tenhamos que sair por causa dos impactos, já que o centro fica praticamente nos nossos quintais”, esclarece.

Benedito Cunha ressalta ainda que “a empresa responsável pelas obras da base culpa as comunidades quilombolas, dizendo que elas atrasam o desenvolvimento do país”. “O Roberto Amaral, que é dono da empresa binacional ACS, que surgiu por causa de uma acordo firmado entre o Brasil e a Ucrânia tem espaço na mídia para dizer que somos culpados pelo atraso nas obras, mas queremos apenas nossos direitos”, destaca.
 
 
Texto e Fotos: Emanuelle Oliveira
Jornalista e integrante da Cojira-AL

Fonte:  www.cojira-al.blogspot.com