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Acre: Projeto Capoeira Comunitária

Há algum tempo que venho presenciando o belíssimo trabalho educacional da Policia Militar com a juventude Xapuriense, desde a instalação do Proerd nas escolas de ensino fundamental, com o intuito de uma educação ante-drogas, até à ações de educação social com grupos de jovens religiosos, o que merece ser creditado ao Capitão Denílson grande empenho nessas ações, que para quem o conhece é sabedor de seu interesse no trabalho preventivo à ação peculiar do policiamento.
O trabalho com maior visibilidade nesse conceito de Policia da Família, é o Projeto Capoeira Comunitária que é coordenado pelo PM Serismar Vasco, e tem como patrocinadores e colaboradores a Fundação Elias Mansour, Prefeitura Municipal de Xapuri e empresas locais como o Comercial Duarte e o grupo de Capoeira Senzala. Destaca-se nesse projeto o grande alcance social para as crianças envolvidas, já que na sua grande maioria são de áreas de eminente risco social o que vem de forma indubitável consagrar a importância da realização do mesmo.
Nas apresentações em que fui convidado a estar presente pude presenciar o carinho com que as crianças são tratadas por todos os orientadores daquele grupo e em especial ao PM Serismar, que realmente vestiu a camisa do projeto e não somente ele como sua esposa sempre presente nas apresentações a Profª Leila Vasconcelos e o filhote Gabriel. É bom perceber do Coordenador que além de sua atribuição na como Representante da PM na coordenação do grupo o mesmo ama o que faz, o que torna uma combinação perfeita para o sucesso do trabalho.
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Memorial da Capoeira Pernambucana

” A idéia de um projeto surge de uma percepção, de uma visão – Gil Cavalcanti, o Mestre Gil Velho “

Prezados amigos,

Bem-vindos ao Memorial da Capoeira Pernambucana, uma iniciativa de mestre Gil Velho, patrocinada pelo Ministério da Cultura através do seu programa Capoeira Viva/Petrobras.

O Memorial cumpre a sua meta: não ser apenas um acervo estático, contendo somente o registro da capoeira do passado, e o mapeamento dos personagens da capoeira atual e sua distribuição geográfica; mas, sim, mostrar a força sócio-cultural da capoeira do séc. XIX, nas cidades do Rio de Janeiro e Recife e criar estratégias de resgate desta relação, para os personagens e seus espaços de atuação da capoeira atual.

Desta forma, o Memorial Pernambucano confirma sua intenção de desenvolver uma estratégia, através do uso da capoeira como vetor sócio perceptivo; criando ações que venham estruturar programas de inclusão sócio cultural, nos espaços que a capoeira está inserida.

Em síntese: a proposta deste projeto, ressalta a riqueza e a singularidade da cultura de um determinado contexto sócio cultural, ao se direcionar para construção da capoeira baseado nas informações da memória genética do indivíduo.Com isto, abre-se a possibilidade, através de seus ritmos sócio culturais, de resgate dos hábitos e valores das comunidades locais integradas na sociedade contemporânea. Desta forma, estimula o elo entre ações culturais e ações inclusivas sócio ecológicas, ao por em foco; registros que têm como essência a valorização da sobrevivência dessas comunidades ligadas a seus valores e a suas perspectivas identitária e territoriais.

O levantamento dos registros e interpretação feita pelo projeto, sobre a capoeira pernambucana do séc. XIX é um grande subsídio ao processo de inventário do pedido de registro da Capoeira como Patrimônio Imaterial Brasileiro e em simultâneo é, também, um grande subsídio para criação do Centro de Referências da Capoeira pernambucana, virtual e de caráter transdisciplinar e multimídia, com o objetivo de abrigar produções científicas, acadêmicas e audiovisuais, dentre outras.

Esta pesquisa, junto aos seminários que foram realizados, subsidiou o planejamento das oficinas sócio-perceptivas ao juntar a comunicação gestual da capoeira aos ritmos sócios culturais pernambucanos, como podemos ver no Link “Ações do Memorial”.

Saudações do mestre Gil Velho e do Memorial da Capoeira Pernambucana.

 

  • Visite o site do Memorial : http://www.memocapoeirapernambucana.com.br

 

Sobre o Memorial

O projeto da criação do Memorial da Capoeira Pernambucana foi desenvolvido, no prazo estabelecido pelo Projeto Capoeira Viva. Memorial cumpriu, a sua meta de não ser um acervo estático, contendo somente o registro da capoeira do passado e o mapeamento dos personagens da capoeira atual e sua distribuição geográfica Mas sim, mostrar a força sócio Cultural da capoeira de Pernambucana do séc. XIX, e criar estratégia de resgate, desta relação, nos personagens e seus espaços de atuação, da capoeira atual.

A meta principal: aproximar a capoeira à realidade sócio cultural pernambucano, como estratégia de maior penetração desta, no contexto sócio cultural, foi o que direcionou projeto E, neste sentido, se complementa a ação do inventário, pois, ao associar, na construção da comunicação gestual da capoeira, elementos do universo rítmico do contexto sócio cultural pernambucano, se atingem as informações da memória genética dos indivíduos. E, com isto, além do resgate do processo e forma que estruturou a capoeira de outrora dos Brabos e Valentões, temos o resgate do indivíduo na percepção de sua participação, na construção de seu contexto sócio cultural.

Desta forma, o projeto do Memorial Pernambucano confirma sua intenção em desenvolver uma estratégia, através do uso da capoeira numa perspectiva sócio perceptiva; criando ações que venham estruturar programas de inclusão sócio cultural, nos espaços que a capoeira está inserida. Foi proposta a criação do Centro Nacional de Referências da Capoeira no Brasil, que será virtual, de caráter multidisciplinar e multimídia, com o objetivo de abrigar produções científicas, acadêmicas e sobre a capoeira.audiovisuais, dentre outras. Espera-se que essa iniciativa possa facilitar consulta de referências existentes .

Editais do MinC: Seleções Públicas

Seleções Públicas
Confira os Editais do MinC que encerram os prazos para inscrições neste mês de agosto

 

O Ministério da Cultura e suas instituições vinculadas apoiam, por meio de editais de seleção pública, projetos e iniciativas culturais. Até o final deste mês de agosto estão abertas as inscrições para diversos processos seletivos. Confira os concursos e premiações, conforme o segmento cultural:

Diversidade Cultural

  • Prêmio Cultural Loucos pela Diversidade – Edição Austregésilo Carrano – Voltado para destacar iniciativas que relacionam Cultura à Saúde Mental. Inscrições prorrogadas até 27 de agosto. Saiba mais.
  • Prêmio Culturas Populares 2009 – Mestra Dona Izabel – Premia a atuação exemplar de mestres e de grupos/comunidades praticantes de expressões da cultura popular brasileira em duas categorias: Mestres e Mestras dos Saberes e Fazeres; e Grupos e Comunidades Tradicionais. Inscrições até 28 de agosto. Saiba mais.

Artes Integradas

  • Microprojetos Mais Cultura Minas Gerais – Tem como finalidade fomentar e incentivar artistas, grupos artísticos independentes e pequenos produtores culturais por meio de financiamento não reembolsável de microprojetos culturais na região do semiárido brasileiro. Inscrições até o dia 7. Saiba mais.
  • Prêmio Funarte Artes Cênicas na Rua 2009 – A Funarte, em parceria com o Instituto Cultural Sérgio Magnani, viabiliza projetos de grupos, companhias, trupes e artistas independentes que busquem, em apresentações de rua, um novo significado para o espaço público.  Inscrições até 7 de agosto. Saiba mais.
  • Bolsa Funarte de Produção Crítica sobre Conteúdos Artísticos em Mídias Digitais /Internet – Cria condições materiais para que pesquisadores, teóricos, artistas e estudantes possam se dedicar à produção de conhecimento crítico sobre a atual arte brasileira e sua relação com as tecnologias digitais. Inscrições até 13 de agosto. Saiba mais.
  • Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural – Apoio financeiro para custeio de transporte para viagens em novembro. Inscrições até o dia 31. Saiba mais.

Audiovisual

  • DOCTV América Latina – Visa estimular e fortalecer o intercâmbio cultural e econômico entre os povos latino-americanos, implantar políticas públicas integradas de fomento à produção e teledifusão de documentários nos países da região e difundir a produção cultural desses países no mercado mundial. Inscrições até 7 de agosto. Saiba mais.
  • 2º Edital de Co-produção Brasil-Galícia – ANCINE – Concede apoio financeiro a um projeto de produção de obra cinematográfica independente de longa-metragem, no gênero ficção e/ou animação, cujas filmagens não tenham sido iniciadas. O projeto deve ser realizado conjuntamente por empresa produtora brasileira e empresa produtora galega, sendo possível a participação de um coprodutor de um terceiro país que não o Brasil ou a Espanha. Inscrições até 17 de agosto. Saiba mais.

Educação e Cidadania

  • Prêmio Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura 2009 – Oferece a artistas de diversos segmentos a possibilidade de desenvolver projetos integrados a ações de Pontos de Cultura de todo o país. Inscrições até o dia 13. Saiba mais.
  • Edital de Seleção para Pontos de Cultura do Estado de São Paulo – Concessão de apoio na forma de prêmio, por meio de repasse de recursos financeiros do Programa Mais Cultura – Pontos de Cultura, para projetos culturais que desenvolvam ações continuadas em pelo menos uma das áreas de Culturas Populares, Grupos Étnico-Culturais, Patrimônio Material, Audiovisual e Radiodifusão, Culturas Digitais, Gestão e Formação Cultural, Pensamento e Memória, Expressões Artísticas, e/ou Ações Transversais. Inscrição até 24 de agosto. Saiba mais.
  • Edital de Seleção para Pontos de Cultura de Curitiba – Apoio projetos de instituições da sociedade civil sem fins lucrativos, de caráter cultural ou com histórico de atividades culturais, cujo trabalho contribua para a inclusão social e a construção da cidadania. Inscrições até o dia 28. Saiba mais.
  • Bolsa Agente Escola Viva 2009 – Iniciativa para apoiar projetos pedagógicos que integrem Cultura e Educação e visem contribuir para um sistema de ensino com melhor qualidade. Inscrições até 28 de agosto. Saiba mais.

Literatura

  • Bolsa Funarte de Criação Literária – Objetiva fomentar a produção de textos literários inéditos nos gêneros lírico e narrativo. Serão contemplados 10 autores brasileiros, dois de cada região do país. Inscrições até 13 de agosto. Saiba mais.

(Comunicação Social/MinC)

Comunicação SID/MinC

Telefone: (61) 3316-2129

E-mail: [email protected]

Site: http://www.cultura.gov.br/site/categoria/politicas/identidade-e-diversidade/

Blog: http://blogs.cultura.gov.br/diversidade_cultural/

Guerreando pra sorrir

13 de maio, Abolição da Escravatura e Dia Nacional de Denúncia contra o Racismo

  “Guerreando pra sorrir”
 A lição do meu avô, que casou com minha avó e pariu a minha mãe

Abolição, palavra carregada de sentidos, dores, afetos e interpretações as mais diversas. Palavra que incendiou corações e mentes no século XIX e estimulou discussões apaixonadas sobre a vida, a liberdade e o futuro da humanidade. Símbolo que titulou movimentos libertários e tornou-se o principal combustível para a entrada do Brasil no século XX. Conteúdo concreto que povoou os sonhos de milhões de brasileiros ao longo de quase 400 anos. Mas, apesar de tudo isso, há uma forte inquietação quanto ao seu significado nos dias de hoje.

Vivemos momentos de perplexidade diante de tanta polêmica e reações indignadas por parte de setores da sociedade brasileira. Isso, por causa das políticas públicas, implementadas para a promoção da igualdade racial no Brasil, mais conhecidas como políticas de ações afirmativas. Por isso, vale perguntar: Para que conquistamos a Abolição? Que idéia ou sentido de liberdade gerada por este ato deve orientar nossas ações nos dias de hoje?

O poeta José Carlos Capinam, ícone do movimento tropicalista nos anos 1960, nos dá uma pista. Com versos poéticos e precisos, no poema/canção Abolição, ele nos ensina: “Acabar com a tristeza, com a pobreza e o apartheid, não fazer da humanidade, a metade da metade, parte branca, parte negra”. Pois bem, é com esses versos na cabeça e um tanto de emoção, que gostaria de responder às indagações acima.

Abolição para que a sociedade brasileira conquiste a cidadania plena, o desenvolvimento econômico e social, para que todos seus filhos, independente da cor da pele, de sua origem social ou opção religiosa possam ser tratados com dignidade e igualdade, conforme a Constituição. Mas também para que, em seu nome e em nome de milhões de brasileiros e brasileiras, que empunharam essa bandeira com coragem e distinção, impeçamos que a desigualdade, o racismo e a discriminação, gerados por séculos, naturalizem-se em nosso cotidiano, como parte do nosso jeito mestiço de ser.

Abolição para sensibilizar e conscientizar os homens e mulheres que dirigem o país, em especial aqueles que nos representam na Justiça e no Parlamento, de que a promoção da igualdade racial não pode ser apenas o recheio mágico de discursos vazios sobre a beleza da mestiçagem, o encanto das mulatas etc. Ainda mais quando estudos e pesquisas apontam para a iniqüidade das relações raciais no Brasil, a exemplo do uso do critério da “boa aparência”, que leva à exclusão milhões de brasileiros e dificulta a eles o acesso a determinados nichos do mercado de trabalho, como a publicidade, a moda e a televisão.

Abolição para impedir que o conservadorismo e o medo que latifundiários impingem ao campo, sempre que tratamos de regularização da terra, nos leve a ignorar a presença de milhões de remanescentes de quilombos, que, apesar de tanta dor e indiferença, continuam resistindo nos rincões do país, com a viva esperança de que a abolição os alcance de fato e assim possam ter acesso àquilo que lhes pertencem por justiça e direito.

Abolição para superarmos a abissal diferença entre a qualidade do ensino público e privado e a exclusão de um enorme contingente de jovens brasileiros do ensino superior. Afinal, o Brasil contemporâneo, aberto, criativo e plural não pode entregar à própria sorte parte da juventude brasileira a grupos de extermínio e a narcotraficantes. Reconhecer esse direito e possibilitar a reparação histórica por meio da ampliação do acesso desses jovens às universidades públicas é mais que um dever, é um compromisso com o futuro do país.

Portanto, a celebração desses 121 anos da abolição da escravatura no Brasil, só tem sentido se, de um lado, debelarmos a hipocrisia que grassa na sociedade quanto à questão racial (todos consideram que existe racismo no Brasil, mas ninguém se intitula enquanto agente de tal crime), e, de outro, dermos conteúdo real às aspirações de mais da metade da população brasileira. Ou seja, é preciso instaurar a abolição definitiva da discriminação, que ainda persiste no Brasil, por meio de ações concretas que levem à promoção da igualdade racial e social. E nada melhor que o poeta Capinam para nos inspirar: “Abolir essa careta, que esconde a Natureza e que me faz ser teu irmão. Abolindo a velha intriga e guerreando pra sorrir”.

Zulu Araújo
Presidente da Fundação Cultural Palmares

Artistas de Cuiabá realizam troca de conhecimentos através do Intercâmbio

Ao completar 290 anos de história, Cuiabá continua sendo celeiro de grandes artistas. Pensando na valorização de cada um deles, as ações da Secretaria de Cultura buscam dar apoio nas mais diferentes áreas e locais de atuação. Um exemplo é o Programa de Intercâmbio Cultural, que já firmou parceria com artistas renomados ou aqueles que ainda são desconhecidos do grande público. A SEC busca através do programa, expandir o número de artistas atendidos através da parceria, agregando artistas da capital e do interior do estado, fomentando dessa fora a troca de conhecimentos.

A professora de dança Afro Célia da Silva Santos, de Cuiabá, ministrou a Caravana Cultural do Gueto, no município de Matupá e Peixoto de Azevedo, em Fevereiro de 2009. Seu projeto foi aprovado pelo edital do Programa de Intercâmbio Cultural em 2008. Sua caravana ministrou várias oficinas, como a Capoeira, apresentação de dança Afro. A Caravana também apresentou uma explanação sobre a cultura afro-brasileira. “Antes o artista não tinha o acesso ao incentivo cultural, temos nossos trabalhos, mas para expandi-los para outras regiões era difícil. Hoje com o Edital de Intercâmbio, os artistas têm a possibilidade de iniciar seus projetos. O bom é que podemos levar para outros municípios a intensidade e o prestígio de poder participar em oficinas de qualidade e de forma gratuita. Para nós artistas é mais fácil quando alguém nos apoia. É uma forma de acreditar em nosso potencial com o incentivo.”, relata Célia da Silva.

O Fotógrafo Wieslaw Jan Syposa ministrou em 2008 duas oficinas na área de fotografia, uma de Photo Shop e outra de fotografia. O fotógrafo teve sua proposta aprovada e recebeu o incentivo do Programa de Intercâmbio Cultural. “A oportunidade que o artista tem ao ter sua proposta aprovada é de suma importância para o desenvolvimento de seu trabalho. Até serem reconhecidos profissionalmente os artistas encontram pelos caminhos várias barreiras, nem sempre é fácil. Às vezes precisamos de apoio e o edital de intercambio da SEC oportuniza a todos a chance de iniciar e repassar os nossos conhecimentos para as outras pessoas”, disse o fotógrafo.

Outro artista que também recebeu o apoio do Intercâmbio Cultural foi o ator, professor e escritor Luiz Carlos Ribeiro. Luiz Carlos, filho da capital mato-grossense, ministrou uma oficina de dramaturgia e palestra no município de Tangará da Serra. De acordo com Luiz Carlos, o primeiro módulo aconteceu em junho de 2008 e o segundo módulo aconteceu em janeiro de 2009. Durante a oficina de Dramaturgia e palestra foram repassadas informações sobre direção, produção, e interpretação em peças teatrais.

Nas palestras foram abordados vários temas sobre dramaturgia, como a obtenção de uma respiração equilibrada durante a encenação. “É fantástica a oportunidade que todos os artistas têm ao se inscreverem em um edital completo como ao do Intercâmbio Cultural. Além de aproximar a classe dos artistas da sociedade desfavorecida de cultura, ainda nos ajuda com o incentivo”, disse Luiz Carlos.

De acordo com Luiz Carlos, trabalhar com o interior é muito contagiante. “Percebo que as pessoas que moram longe da capital, sentem a necessidade do incentivo cultural em seus municípios. Percebo a valorização do meu trabalho, nos olhares brilhantes das pessoas que participam”. Ele salienta que a intenção de sua oficina é preparar as pessoas para estarem aptas no palco, desde a direção à apresentação.“Como artista, analiso que a Cultura do Estado hoje valoriza seus artistas de maneira igual e justa com todos, disponibilizando os editais. Com tudo isso, a valorização cultural cresce com o apoio que recebemos, basta apenas nos inscrever e participar”, reforça.

Em 2008 foram aprovados 182 projetos. A Coordenadoria de ações artístico-culturais de SEC atendeu desde 2008 a 2009, um percentual de 80% dos municípios do Estado. Dentre as grandes ações que a SEC viabilizou em 2008, os artistas tiveram a oportunidade de apresentar seus trabalhos em ações como a 4º Diversidade Cultural, Leitura na Praça e na realização de oficinas no ateliê livre localizado no Palácio da Instrução em Cuiabá.
 
http://www.odocumento.com.br/noticia.php?id=294636

Dourados realiza Conferência de Promoção da Igualdade Racial

As discussões sobre preconceito racial e ações de combate a discriminação e de garantia dos direitos humanos, serão alguns dos assuntos da “II Conferência Política de Promoção da Igualdade Racial”. Depois de se reunir com entidades e representantes dos movimentos, negro e indígena, a Secretaria Municipal de Assistência Social definiu que o tema central este ano será “Avanços, Desafios e perspectivas da Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial”.

O evento acontece entre os dias 27e 28 de março, a abertura será no Teatro Municipal a partir das 19h com diversas apresentações culturais. De acordo com o diretor do departamento de Direitos Humanos, Anísio dos Santos, a conferência será o ponto de partida para os principais trabalhos deste primeiro semestre da administração municipal. Ele falou também que o evento marca uma nova fase na retomada das discussões sobre o racismo racial e toda a forma de discriminação e violência com determinados grupos da sociedade.

Para Anísio, o fato da Prefeitura de Dourados ter criado um departamento de Direitos Humanos demonstra a preocupação com esta questão que precisa ser debatida e defendida por todos. Após a abertura, no dia 28 os trabalhos continuam na Escola Municipal Lóide Bonfim, no Jardim Água Boa.

No período da manhã serão organizadas mesas redondas e a tarde serão realizados trabalhos divididos em grupos. Segundo a secretária municipal de Assistência Social, Itaciana Santiago, a expectativa é construir um processo participativo e eleger 25 delegados para participar da Conferência Estadual. Serão 12 representantes da administração municipal, 12 da sociedade civil organizada e 1 do Poder Legislativo.

Itaciana destacou que a conferência é um importante canal de diálogo entre o poder público e a sociedade civil, sendo um espaço possível de reflexão e avaliação das Políticas de Promoção da Igualdade Racial. Segundo ela, a participação da sociedade é fundamental, principalmente dos seguimentos organizados em prol da superação do racismo e dos preconceitos tais como: Movimento Hip Hop, capoeira, comunidades quilombolas, indígenas, religiões de matrizes africanas, Movimento de Mulheres, estudantes e instituições de ensino.

Quem tiver interesse em participar do evento, basta entrar em contato com o departamento de Direitos Humanos da Secretaria Municipal de Assistência Social. O telefone de contato é o 3411- 7746. A partir desta conferência serão definidas prioridades de ações voltadas para estes segmentos.

 

Portal MS – O Guia Online de Campo Grande e MS – http://www.portalms.com.br

Barack Obama e o Brasil

Para além de todo proselitismo que cercou a eleição do primeiro presidente negro dos Estados Unidos, constata-se, de fato, um enorme avanço na percepção da sociedade americana em relação ao combate ao racismo. Para um país que até recentemente praticava a discriminação racial de forma legal, eleger Barack Obama Presidente da República constituiu-se numa significativa revolução política e social.

Mas é preciso olhar esse fato histórico de maneira um pouco mais acurada. Por um lado, o forte simbolismo que representa essa eleição. Maior potência do mundo, os Estados Unidos, além da força militar e econômica, são também influente no campo das idéias. Por isso, essa eleição representa recolocar na agenda política internacional, não apenas o sonho da igualdade racial, mas também o sonho e a esperança a serviço de um mundo multilateral, em que a autonomia e as diferenças entre os povos sejam respeitadas, onde o diálogo e o convencimento sejam as principais ferramentas de negociação entre as nações e não os mísseis, as invasões, as torturas e as guerras. Um mundo em que a Convenção da Proteção da Diversidade e das Expressões Culturais, aprovada pela Unesco, seja um instrumento real do reconhecimento das múltiplas formas de manifestações culturais, de tradições e de saberes dos povos, sem que tenham obrigatoriamente transformar-se em produtos ou mercadorias, como advogou os representantes norte-americanos quando da sua aprovação.

Por outro lado, faz-se necessário destacar que este fato histórico representa o apogeu de uma luta que se iniciou há muito. País com tradição racial segregacionista recheada de intolerâncias e tragédias, os Estados Unidos foram palco de inúmeras lutas e experiências que influenciaram boa parte do mundo no trato da questão racial. Desde a coragem de Rosa Parks, aquela costureira negra, que, no dia 1º de dezembro de 1955, se recusou a ceder o seu lugar no ônibus a um branco, até a eleição de Barack Obama presidente, muita água rolou por baixo desta ponte. Ora de maneira trágica com os linchamentos, assassinatos e agressões perpetradas pela Ku Klux Kan e seus seguidores, ora com a reação de líderes como Martin Luther King e Malcom X e organizações como os Panteras Negras que mobilizaram milhões de pessoas nos Estados Unidos e no mundo contra esta iniqüidade que é o racismo. No meio de todos esses episódios tivemos casos hilariantes, como a decisão da Suprema Corte norte-americana que julgou pela inconstitucionalidade, de uma lei aprovada pelo Congresso Nacional norte-americano que considerava livres os escravos que fossem desbravar o oeste daquele país, alegando que o Congresso não tinha poderes para banir a escravidão, mesmo em território federal, e que os negros não poderiam ser considerados cidadãos, pois não faziam parte do povo americano.

Esse breve apanhado histórico serve para balizar a discussão decorrente da eleição do primeiro presidente negro da maior potência do mundo e suas conseqüências mais diretas para o Brasil. Serve também para entendermos melhor e cobrarmos mais ainda da elite brasileira, as razões pelas quais a enorme euforia demonstrada com a eleição de Obama, não se manifesta minimamente no apoio à luta dos afro-brasileiros por um tratamento igualitário em nossa sociedade.

O Brasil precisa saber que a eleição de Barack Obama não foi fruto de nenhum milagre, nem muito menos da decisão dos homens de bem que comandam os Estados Unidos, mas sim de um poderoso movimento que ao longo de cinqüenta anos conseguiu sustentar a implementação de ações afirmativas que viabilizaram o acesso de milhões de afro-americanos ao ensino superior, assim como a ocupação de vários postos importantes de direção daquele país, tanto no setor público como no setor privado, a exemplo de Jesse Jackson, Colin Power, Condolezza Rice e tantos outros, independente de suas posições político-ideológicas.

Infelizmente a superação plena das desigualdades raciais no Brasil, país líder da América Latina, ainda é um sonho a ser conquistado e uma das razões do adiamento deste sonho é a resistência recalcitrante de parte da nossa elite econômica, política e intelectual sobre a necessidade do Brasil adotar medidas efetivas de promoção da igualdade no campo racial. Mesmo com metade da população sendo afro-descendente, eleger um presidente negro no Brasil parece um sonho ainda muito distante. Pesquisa recente do jornal Folha de S. Paulo revela isso. Embora apenas 3% dos entrevistados tenham declarado abertamente seu preconceito, para 91%, os brancos têm preconceito de cor em relação ao negro. Apenas por esse dado constata-se o quanto de trabalho temos pela frente para vencer o racismo inercial existente no Brasil. Nem mesmo Deus sendo brasileiro, como muitos afirmam, conseguimos apagar as conseqüências dos 400 anos de escravidão que vivemos. Por isto mesmo, investir nas políticas de ações afirmativas para a promoção da igualdade em nosso país, não é uma opção, é uma obrigação. Mais ainda, não pode resumir-se exclusivamente em cotas para negros na universidade, embora a educação seja um fator fundamental para alterarmos nossa realidade excludente. E, para quem, ainda insiste em considerar privilégio essas ações, vale citar aqui a declaração lapidar do ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa de que as ações afirmativas é “favorável àqueles que historicamente foram marginalizados, de sorte a colocá-los em um nível de competição similar ao daqueles que historicamente se beneficiaram da sua exclusão”. Simples, como água.

Esperamos, pois, que a eleição de Barack Obama possa massagear os pontos sensíveis da sociedade brasileira e nos ajudar a revelar um outro Brasil. Um Brasil ungido pelo sentimento de fraternidade e igualdade a fim de produzir uma outra página na nossa história, com liberdade e democracia, e apagar de vez essa estrutura excludente e discriminatória com base na cor da pele, como querem alguns. Quem sabe assim, em breve, produziremos o nosso Obama?

 

Zulu Araújo
Presidente da Fundação Cultural Palmares / Ministério da Cultura

Amapá: Operadora de telecomunicações aposta no Social e na Capoeira

Em visita aos dez maiores colaboradores da TIM no estado do Amapá, o coordenador estadual da companhia de telefonia móvel, Márcio Leite, fala sobre estratégias, ações sociais e sobre a importância da interção da comunidade em sua estratégia de negócios, utilizando a nossa capoeira como um importante meio de interarir e se comunicar com a sociedade da região.

Interessada não só em estender o seu mercado de negócios, a TIM visa estabelecer uma estreita relação com o público através de participações em ações sociais. Para exemplificar isso é só lembrar das lixeiras que foram doadas pela empresa multinacional durante a última edição do Macapá Folia. Ocorrida na Orla do Santa Inês, com o intuito de que o rio amazonas e a orla da cidade não fossem degradados. " Eu acredito que uma empresa como a nossa, hoje, não pode deixar de ter parceiros, até para estreitar esse vínculo de parceria, não só no fim do ano, mas durante ele todo. Nós tivemos, ao longo do ano, parcerias com bairros, interagindo diretamente com a comunidade, então, para nós, isso é bastante importante." Afirma Márcio.

Entre as ações sociais realizadas pela empresa, aconteceram também aulas de capoeira para a comunidade e serviços de orientação aos jovens, com a finalidade de fazer com que compreendessem o perigo das drogas. O Coordenador acredita que tal dedicação pode ser explicada pelo tipo de mercado que o país possui. " O mercado maranhense, por exemplo, é um mercado de troca. Lá, um aparelho serve como entrada na aquisição de outro. Aqui, o mercado é muito mais forte. Aqui o que ocorre é um mercado de venda. Aqui, em média se vende cerca de 50 mil aparelhos por mês e adquirimos mais ou menos 15 mil clientes novos. É um mercado que gira com um capital muito alto, apesar de toda essa crise que se fala." explica o coordenador estadual.

A longa conversa não ficou só no mercado da telefonia móvel. Otaciano Júnior apresentou os novos projetos que o Jornal do Dia prepara para o mercado local, em termos de investimentos tanto no seu pessoal quanto no seu maquinário. O aniversário da cidade e concomitantemente do Jornal, a festa do Prêmio Nossa Gente, a aquisição de uma nova rotativa – fator que prepara o Primeiro Diário do Amapá para uma alavancada frente às informações que vão ser repassadas em 2009.

O Diretor comentou em poucas linhas como o mercado consumidor costuma se comportar em determinadas épocas do ano, lembrando que o fato de não se melindrar tanto com a crise mundial se deve aos dois piores meses, considerado pela classe empresarial. " Julho e Novembro são considerados os piores, uma vez que a compra no comércio diminui. O consumidor se prepara nos meses anteriores para esse período de férias, e no caso das empresas é necessário se manter firme devido a queda nas vendas. Por isso, eu acredito que o amapaense não sentiu tanto quando a crise foi informada.

Márcio explica que a crise não intimidou os empresários amapaenses. " Esse temor foi passado pela televisão. Aqui, o mercado não se intimidou mesmo! Isso mostra a força do comércio amapaense e, principalmente, do consumidor." , diz. Até fevereiro de 2009, pelo menos nove antenas vão estar instaladas em Macapá buscando garantir um melhor sinal para os clientes da Operadora.

Prêmio Culturas Indígenas Edição Xicão Xucuru – Cerimônia de Premiação em São Paulo

Criado pelo Ministério da Cultura em parceria com a Associação Guarani Tenonde Porã, a partir de indicação do Grupo de Trabalho para as Culturas Indígenas, o Prêmio Culturas Indígenas é um concurso que premia iniciativas de comunidades indígenas que realizem ações e trabalhos de fortalecimento cultural.

As iniciativas tem como principal objetivo o fortalecimento das expressões culturais dos povos indígenas, contribuindo para a continuidade de suas tradições e para a manutenção de suas identidades culturais.

Contemplados com o ‘Prêmio Culturas Indígenas’ recebem certificado nesta quarta-feira (dia 3), em São Paulo

O Teatro do SESC Pompéia em São Paulo será o palco da cerimônia de premiação às 102 propostas selecionadas pelo Prêmio Culturas Indígenas 2007 – Edição Xicão Xukuru, que será realizada na noite desta quarta-feira, 3 de dezembro. Na ocasião, também será lançado o catálogo com informações sobre os 697 projetos inscritos.

Cada uma das iniciativas selecionadas receberá R$ 24 mil para que as comunidades possam desenvolver e continuar as ações de valorização cultural ou implementarem novos projetos nesse sentido. Os recursos são oriundos de patrocínio da Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet.

O evento é promovido pela Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SID/MinC), em parceria com a Associação Guarani Tenonde Porã e o SESC SP, e contará com a presença do secretário interino Américo Córdula.

Além da solenidade de entrega do Prêmio, fazem parte da programação rodas de histórias indígenas e de conversas, oficinas de arte, apresentações de teatro, de canto e de dança indígenas, uma série de atividades que se estende até 6 de dezembro, com entrada gratuita. O SESC Pompéia localiza-se na Rua Clélia, nº 93.

Edição Xicão Xukuru

Segundo o coordenador da premiação, Maurício Fonseca, a atual edição teve maior participação em relação a anterior devido à consolidação das parcerias estabelecidas com organizações indígenas, entidades governamentais e não-governamentais. "Também aumentamos para nove o número de facilitadores do prêmio que, junto com esses parceiros, organizaram 150 oficinas pelo Brasil, orientando as comunidades e organizações sobre como se inscrever."

Ao lado do maior número de propostas inscritas, houve o aumento da participação dos povos indígenas, que de 111, em 2006, passou para 192, na edição de 2007. Esse fato deve-se ao fato da desburocratização da premiação – exigência de menos documentos formais e aceitação das lideranças tradicionais como representantes legais das comunidades -, e da possibilidade do uso da oralidade, permitindo a inscrição por meio de gravação das respostas da ficha de inscrição em CD, DVD e VHS, explicou Maurício Fonseca.

As duas edições do Prêmio Culturas Indígenas permitiram a construção de um banco de dados com 939 iniciativas ainda não premiadas, que documentam ações voltadas para o fortalecimento cultural desses povos. Com isso, a expectativa dos organizadores é de que ele se torne um projeto permanente da Petrobras.

Homenageado – A edição 2007 do Prêmio Cultura Indígenas homenageou o líder Xicão Xukuru, assassinado em 1998, na cidade de Pesqueira, em Pernambuco. Sua morte causou comoção entre as comunidades indígenas, setores indigenistas e entidades de Direitos Humanos do Brasil e do exterior. Xicão integrou as delegações indígenas nos trabalhos da Constituinte. Essa militância o levou a reorganizar o povo Xukuru em ações de retomada do território tradicional e de demarcação das terras. Atualmente, os cerca de nove mil índios Xukuru estão distribuídos em 24 aldeias.

Leia mais sobre a premiação: www.premioculturasindigenas.org.
Comunicação SID/Minc
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Iphan: Capoeira registrada como patrimônio imaterial brasileiro

Expressão brasileira surgida nos guetos negros há mais de um século como forma de protesto às injustiças sociais, arte que se confunde com esporte, mas que já foi considerada luta, a capoeira foi reconhecida como patrimônio imaterial da cultura brasileira. A decisão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) foi concretizada nesta terça-feira no Palácio Rio Branco, em Salvador.

Para comemorar o resultado, que é definido pelos 22 membros do Conselho Consultivo do Iphan, foi inaugurada, no mesmo local, a exposição Rodas de Capoeira, com pinturas, esculturas em barro, instrumentos musicais, xilogravuras e folhetos de cordel que retratam o universo da arte que agora é patrimônio.

O ministro da Cultura, Gilberto Gil, já havia declarado, em reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) que homenageava o embaixador Sérgio Vieira de Mello morto durante atentado terrorista na guerra do Iraque, que a capoeira do Brasil "poderia ser vista como instrumento da construção da paz mundial" e levou uma roda de capoeira para se apresentar aos líderes.

Desde então, as ações do ministério voltadas à valorização da capoeira como a criação do programa Capoeira Viva começaram a se voltar para o reconhecimento da expressão como patrimônio, segundo a diretora de Patrimônio Imaterial do Iphan, Márcia Sant’anna.

"O começo do processo de registro já começou no âmbito dessas ações de apoio. Foi um projeto iniciado pelo ministério e do Iphan, mas contou com a participação de estudiosos e pesquisadores de três estados do Brasil: do Rio de Janeiro, da Bahia e de Pernambuco", conta a diretora.

Ela acrescenta que o registro é de significado simbólico. "Ocorre um aumento muito grande da auto-estima dessas pessoas. Embora a capoeira esteja disseminada em todo o mundo, alguns mestres da tradição oral nunca tiveram, pelo menos até recentemente, nenhum programa de valorização do seu saber", aponta.

A capoeira é a 14ª expressão artística do país registrada como patrimônio imaterial. A diferença deste registro para o tombamento como patrimônio material caso de edifícios históricos é que "o registro volta-se a ações de apoio às condições sociais, materiais, ambientais e de transmissão que permitem que esse tipo de bem cultural continue existindo", de acordo com Sant’anna.

Preservação do patrimônio

O plano de preservação é uma conseqüência do registro, e prevê medidas de suporte à capoeira como um plano de previdência especial para os velhos mestres; o estabelecimento de um programa de incentivo desta manifestação no mundo; a criação de um Centro Nacional de Referência da Capoeira; e o plano de manejo da biriba –madeira utilizada na fabricação do berimbau– e outros recursos naturais.

Patrimônio cultural imaterial são representações da cultura brasileira como: as práticas, as forma de ver e pensar o mundo, as cerimônias (festejos e rituais religiosos), as danças, as músicas, as lendas e contos, a história, as brincadeiras e modos de fazer (comidas, artesanato, etc.), junto com os instrumentos, objetos e lugares que lhes são associados, cuja tradição é transmitida de geração em geração pelas comunidades brasileiras. Com a inclusão da capoeira, o Brasil passa a ter 14 bens culturais registrados.