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Amazonas: Capoeirista vende “quase” tudo para competir no Brasileiro

Lucas (centro) vendeu eletroeletrônicos para viajar – foto: arquivo pessoal

Algumas pessoas cometem loucuras para ir a um show, comprar ‘aquela’ roupa ou realizar a viagem dos sonhos. No caso de Lucas Urquizes, 18, vender quase tudo o que tem foi a saída encontrada para representar o Amazonas no 16˚ Campeonato Brasileiro de Capoeira, de quinta-feira à sábado (5 a 7), em Belém (PA).

“Já vendi celular, notebook e emprestei dinheiro dos familiares. Até agora, arrecadei R$ 500 para as passagens (ida e volta), que custam R$ 1.600 por causa do feriado prolongado”, disse. Além dele, mais dez atletas de Manaus estão classificados para a competição, porém, esbarram na falta de recursos para garantir presença.

“Não vamos nem pela premiação, mas pela vontade de representar o Amazonas, que nunca ficou fora dessa competição”, disse o pentacampeão estadual.

Segundo o diretor-técnico da Federação Amazonense de Capoeira (FAC), mestre ‘Chaguinha’, 61, a pretensão era levar o grupo completo de capoeiristas. “A capoeira é um patrimônio cultural brasileiro e somos bicampeões (2008 e 2012). Já conseguimos passagem para mais longe. Não acredito que não iremos conseguir, pelo menos, duas para ir ao Estado vizinho”, lamentou.

Fonte: http://www.emtempo.com.br/

Intercâmbio de capoeira em Criciúma

O Projeto Berizabu, difusor da capoeira, reúne todos os núcleos neste sábado, às 9h30min, para um intercâmbio no centro comunitário do Bairro Tereza Cristina, em Criciúma. A atividade incluirá aulões e rodas de capoeira com o mestre Falcão, de Goiânia, e os contramestres Fabinho e Chiquinho, de Florianópolis.

O grupo faz esse evento com o intuito de divulgar ainda mais a modalidade e o convite está aberto a todo o público interessado. De acordo com o facilitador e professor de capoeira da Casa da Família (Cras) do Bairro Santa Luzia, Lucas Barbosa, o Berizabu possui ramificações espalhadas pelo Brasil e até outros países. “Nosso objetivo também é que as pessoas conheçam a nossa linhagem de capoeira, além de fortalecer o vínculo dos próprios alunos da cidade nessa integração”, diz.

 

Fonte: http://www.atribunanet.com

África: Jovens exortados a aderir à arte para evitar delinquência

Benguela, 11/05 – O representante da Associação Brasileira de Apoio e Desenvolvimento da Arte Capoeira (Abada) em Benguela, Salustiano Lucas, apelou hoje, nesta cidade, aos jovens a abraçar a modalidade artístico-cultural, no sentido de buscarem harmonização social e pacificação espiritual.
A aderência a esta arte, sublinhou, permitiria desenvolver a ideia de não enveredar à delinquência.
 
Por forma a expandir a capoeira, os atletas da cidade de Benguela praticam a modalidade em locais públicos, segundo disse hoje à Angop Salustiano Lucas.
 
A província de Benguela tem duas academias de capoeira e 150 praticantes, prevendo-se a abertura, ainda este ano, de uma escola para a prática da modalidade na cidade do Lobito.
 
A capoeira é praticada em Angola há dez anos, nas províncias de Luanda, Benguela e Huambo.
 
Fonte: AngolaPress – Luanda, Angola:
http://www.angolapress-angop.ao/noticia.asp?ID=530962

Mestre Itapoan ministra oficina de capoeira em Aracaju

Professores e acadêmicos de educação física, mestres de capoeira, além de pesquisadores e demais interessados terão a oportunidade de participar da Oficina Pedagógica de Capoeira, que será ministrada em Aracaju no próximo dia 14 pelo Mestre Itapoan.

Professor da Universidade Federal da Bahia e presidente do Grupo Ginga-BA, Itapoan já ministrou cursos pelo Brasil e exterior. Em Aracaju, ele pretende abordar o histórico da capoeira, a relação dos toques de berimbau com o jogo, a seqüência de ensino, golpes de capoeira regional, dentre outros temas.
 
Na oportunidade será exibido o filme ‘Mestre Bimba – A Capoeira Iluminada’. Além disso, haverá o lançamento do livro ‘O Corpo que Ginga, Joga e Luta – A Corporeidade da Capoeira’, de autoria do Mestre Lucas.
 
A carga horária da oficina é de oito horas e a inscrição custa R$ 30. O curso dá direito a certificado, livro do Mestre Lucas e revista e CD com o tema ‘Praticando Capoeira’. O evento será realizado no Colégio Módulo, que fica na Rua dos Cravos, 247. Loteamento Parque dos Coqueiros. Mais informações pelo telefone (0xx79) 9971-8226.
 

Inscrição dá direito a livro escrito pelo Mestre Lucas
 

Mestre ItapoanLuiz Carlos Vieira Tavares é licenciado em Educação Física pela Universidade Católica de Salvador (Ucsal), pós-graduado em Didática do Ensino Superior e em Capoeira na Escola pela Universidade de Brasília. Seu mestrado é na linha de pesquisa Corporeidade e Pedagogia do Movimento e Lazer, pela Universidade Metodista de Piracicaba (SP).
 
Ele é autor do ensaio ‘Nomenclatura na Capoeira’ e co-autor do livro ‘A capoeira no contexto histórico nacional’. Tem também dois CDs de capoeira gravados. Atualmente é professor de universidades sergipanas e do Centro Federal de Educação Tecnológica, unidade de Lagarto.

Aracajú: Mestre Lucas fala sobre capoeira e lançará livro em Sergipe

“Percebo que minha relação com a capoeira não surgiu de forma aleatória, mas sim como a continuação de uma luta em busca da liberdade, já que o seu surgimento deve-se ao desejo de aceitação do negro diante de uma sociedade que, de forma gradual, distancia-se dessas suas raízes culturais”.
 
As palavras são de Luiz Carlos Vieira Tavares, ou Mestre Lucas, que desde a década de 70 começou a praticar a capoeira em Aracaju, no Cotinguiba Esporte Clube. Em 1977, ele já fundava, com alguns amigos, o grupo de capoeira ‘Os Molas’.
 
Hoje, com 43 anos, ele já está em seu terceiro livro sobre o assunto, fruto de sua dissertação de mestrado. ‘O Corpo que Ginga, Joga e Luta – A Corporeidade da Capoeira’ já foi lançado em Salvador e em São Paulo, mas Sergipe ainda aguarda ser brindado com a obra.
 
Luiz Carlos Vieira Tavares, ou Mestre Lucas“Em breve o livro será lançado em Aracaju, provavelmente em um evento da Universidade Tiradentes”, diz. O material trabalha, dentre outros temas, a musicalidade, instrumentos, canções, a natureza e cultura da capoeira, abordando também as dicotomias ‘corpo e alma’ e ‘mente e espírito’.
 
“O homem não é uma máquina. O corpo se movimenta com intencionalidade, o corpo sente prazer, chora, sorri, ao contrário da máquina. É essa uma das relações que eu faço com a capoeira na obra”, declara o autor.
 
“Muitos colegas de capoeira enxergam o corpo como uma máquina. Mas observei em minhas pesquisas que boa parte também diz que corpo é vida, corpo é movimento. E isso é bom”, complementa.
 
Mestre Lucas faz questão de destacar que seu livro não é uma obra técnica sobre capoeira e não vai ensinar como praticar a arte, mas faz um resgate da cultura e da história da capoeira para que se possa compreender o corpo e as transformações sócio-culturais.
 
"Eu busco abrir caminhos para o jogo, a luta, a dança de paradigmas que nos permitam, de ‘cabeça para baixo’ ter corpos capazes de desfrutar da beleza dos movimentos de vida que emanam da capoeira", diz.
 
Currículo
 
Luiz Carlos Vieira Tavares é licenciado em Educação Física pela Universidade Católica de Salvador (Ucsal), pós-graduado em Didática do Ensino Superior e em Capoeira na Escola pela Universidade de Brasília. Seu mestrado é na linha de pesquisa Corporeidade e Pedagogia do Movimento e Lazer, pela Universidade Metodista de Piracicaba (SP).
 
Ele é autor do ensaio ‘Nomenclatura na Capoeira’ e co-autor do livro ‘A capoeira no contexto histórico nacional’. Tem também dois CDs de capoeira gravados. Atualmente é professor de universidades sergipanas e do Centro Federal de Educação Tecnológica, unidade de Lagarto.
 
Por Andreza Azevedo
http://www.infonet.com.br