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Capoeirista do Teatro do Boi participa de encontro em Recife

A roda se forma ao som da percussão. No centro, eles ajeitam o abadá e conferem se a corda está bem amarrada. A cantoria começa, ecos de Zumbi e os dissidentes de Palmares. Logo, tem-se início a ginga, primeiro movimento para enganar o adversário. A princípio, trata-se de apenas uma luta dançante como o intuito de celebrar as raízes negras e o próprio corpo. Até uma ponteira bem dada mostrar o quanto a capoeira pode ser também uma luta de verdade. Essa a cena formada mentalmente após uma conversa com Mestre Diogo, capoeirista piauiense que está de malas prontas para participar do Encontros Pró-Capoeira, de 8 a 10 de setembro.

Reconhecida pelo IPHAN em 2008 como patrimônio cultural, a capoeira vem ganhando destaque não só lá fora como também em nosso Estado. Aqui, a Associação Cultural de Capoeira Ginga Piauí, criada por Mestre Diogo há 10 anos e apoiada pela Prefeitura de Teresina por meio da Fundação Monsenhor Chaves, desenvolve atividades e oficinas no Teatro do Boi com grande êxito. Coroando esse sucesso, Mestre Diogo parte quarta-feira, dia 8, para Recife, levando o nome do Piauí aos olimpianos capoeiristas que se reunirão para discutir os caminhos dessa arte secular.

O Programa Nacional de Salvaguarda e Incentivo à Capoeira – Pró-Capoeira, realizado pelo Ministério da Cultura, tem como objetivo geral promover condições para a implementação de uma política participativa visando à manutenção dos sistemas culturais e dos elementos relevantes para as diversas possibilidades de prática dessa forma de expressão. A primeira fase do Encontros Pró-Capoeira acontece na capital de Pernambuco, voltado exclusivamente para os capoeiristas da região Nordeste, sendo um deles Mestre Diogo.

Segundo o Mestre, a importância do Piauí participar desse encontro vai além do reconhecimento das atividades desenvolvidas por aqui perante a comunidade capoeirística. Estar no centro das discussões acerca de políticas públicas para inserir a capoeira em instituições educativas, culturais e de lazer é um atestado do bom trabalho realizado pelo Ginga Piauí em todos esses anos de fomentação e difusão dessa arte de expressão do corpo. “Além disso, serão debatidos temas como respeito à diversidade cultural, transmissão de conhecimentos, difusão de produção intelectual, acadêmica e audiovisual sobre a capoeira, intercâmbio entre praticantes e estudiosos de capoeira do Brasil e de outros países”, explica Mestre Diogo.

E quem disse que um bom gingado não consegue unir os quatro cantos do país em prol do desenvolvimento da cultura e do espírito humano?

FCMC
http://45graus.com.br

Muriaé: Projeto Mundo Capoeira

Estudar capoeira e melhorar sua técnica de jogo. É o que o jovem italiano da cidade de Modena, Andrea Paulo Bui, de 22 anos de idade, veio fazer no Brasil, especificamente em Muriaé. Ele faz parte do projeto social Escola Mundo Capoeira, iniciado em julho de 2007 com o objetivo de realizar o intercâmbio cultural com milhares de jovens de todo o mundo, dispostos a conhecerem mais a fundo a capoeira praticada em diversos países.

Andrea, que está em Muriaé há dois meses, acompanha o mestre Babinha, Paulo Sérgio Guimarães, e a graduada Monaliza Cristiane Alves, nas aulas de capoeira nos pró-crianças dos bairros Santa Terezinha, Aeroporto e Encoberta, no Clube da Maior Idade, no Projeto AABB Comunidade e no distrito de Pirapanema. “Trabalhando com o professor Babinha eu aprendo o valor das pessoas. O projeto é muito importante para as crianças de Muriaé, porque dá instrução, ajuda a crescer fisicamente e ensina a crescer com valores, respeitando mais o convívio diário de uns com os outros”, conclui o italiano.

De acordo com ele, a possibilidade de participar de um grupo de capoeira que realiza um trabalho social tem sido uma oportunidade diferente e proveitosa. “Na Itália, as pessoas são individualistas. Pensam primeiro em si e só depois lembram do próximo. No Brasil é diferente, e gostei muito disso”, diz, em português cheio de sotaque.

 

Fonte: http://www.portalclick.com.br

Capoeira: o segredo da elasticidade do herói Jefferson

Rio – Foi com a elasticidade de um gato que o goleiro Jefferson defendeu o pênalti de Adriano e se transformou no herói do título carioca do Botafogo. Antes disso, já havia defendido duas penalidades contra o Santa Cruz, na Copa do Brasil. Agilidade e reflexo que o camisa 1 de 1,88m e 80kg muito bem distribuídos aprendeu ainda quando era um moleque nas rodas de capoeira de São Vicente (SP), onde nasceu.

Para conferir se o goleirão tem mesmo a capoeira no sangue, o ‘Ataque’ convidou o jogador para um desafio: participar de uma roda no Aterro do Flamengo com os mestres Burguês, Abano e Corumbá, do Grupo Muzenza de Capoeira (www.muzenza.com.br). E Jefferson não fez feio. Gingou, mostrou intimidade com o berimbau e o pandeiro e deixou claro que tem a capoeira no sangue de verdade.

“Eu tinha um primo que era mestre, era um negão, bem grandão. Todo dia à noite a gente fazia a roda. Desde os sete anos jogo capoeira”, revelou o goleiro, que roubou a cena ao fazer várias acrobacias na roda e trocar o semblante sempre sério do futebol por um largo sorriso no rosto.

Entre uma ginga e outra, Jefferson contou como a capoeira o ajudou no dia a dia da vida de goleiro. “A capoeira traz muita elasticidade. Tem que ter velocidade, agilidade nos movimentos, principalmente a gente que é goleiro, ali atrás”, explicou o camisa 1. “Até na hora do pênalti, na defesa, a capoeira vem me ajudando bastante”, enfatizou.

Apesar da ajuda extra, Jefferson lamenta ter abandonado as rodas nos últimos anos. “É uma pena que hoje não tenho tempo para participar das rodas. Mas a capoeira está no meu sangue, não é um esporte violento. É mais a dança, a elegância dos movimentos”.

Fruto da cultura popular da raça negra, Jefferson encontrou na capoeira um pouco das origens do seu povo. Origens das quais se orgulha muito, principalmente por ser um dos poucos goleiros negros que atuam no futebol brasileiro.

“Fico muito feliz com isso. O Brasil não tem muitos goleiro negros e é importante acabar com o racismo, com o preconceito”, ensina Jefferson. “Quem tem talento tem que permanecer e, graças a Deus, o Botafogo sempre abriu as portas para os negros”, ressalta.

 

Fonte: http://odia.terra.com.br

SP – Curso: Capoeira Um Instrumento Psicomotor para a Cidadania

Olá Amigos,

É com orgulho que os convidamos para participar do Curso Capoeira Um Instrumento Psicomotor para a Cidadania,  que será ministrado pelo Mestre Gladson e pelo Professor Vinicius durante o VI Encontro Internacional de Esporte e Atividade Física no dia 22 de Julho de 2009 (quarta-feira), das 18:00 às 22:00h.

Este Curso será mais uma oportunidade de nos encontrarmos para trocar informações e experiências relacionadas ao mundo da Capoeira e aos seus aspectos culturais, educacionais e pedagógicos.

O Encontro Internacional de Esporte e Atividade Física é organizado pela Editora Phorte e é um dos mais importantes eventos da área e serão oferecidos mais de 70 cursos com especialistas do Brasil e do Exterior. Vale a pena participar! E a Capoeira muito orgulhosamente estará representada, mostrando todo o seu valor e diferencial.

Maiores informações sobre conteúdos e formas de inscrição podem ser obtidas no site oficial do evento www .encontrophorte . com .br

Neste curso, abordaremos, entre outros, os seguintes conteúdos:

  • – Estratégias Pedagógicas para o Ensino da Capoeira
  • – Aspectos filosóficos da Capoeira
  • – A Capoeira em Escolas, Clubes, Academias, Universidades e Projetos Sociais.
  • – Programas extracurriculares de Capoeira: como aumentar e manter o número de alunos.
  • – O lúdico da Capoeira: Jogos recreativos adaptados à Capoeira
  • – Capoeira e Relacionamento Humano: Dinâmica de grupo e integração social
  • – Capoeira como instrumento Psicomotor para a Cidadania
  • – Materiais pedagógicos para aulas de Capoeira

Participem! E ajudem a divulgar!

Mestre Gladson

Professor Vinicius Heine

Capoeira do Acre no Peru

Grupo chama a atenção de turistas de vários lugares do mundo durante Semana da Amazônia Brasileira em Cusco mostrando o esporte como ferramenta para integração

Não foram somente debates, seminários, exposições e rodadas de negócios que promovem o intercâmbio entre brasileiros e peruanos durante a Semana da Amazônia Brasileira, realizada em Cusco pelo Governo do Acre. O esporte também é uma ferramenta importante como incentivo à integração e esteve presente na agenda de atividades. Desde a última segunda-feira, 25, o Grupo Cordão de Ouro realiza apresentações e oficinas na Praça Regocijo, no centro da cidade peruana.

A altitude não ajuda muito os atletas. O ar rarefeito típico das regiões altas, pesa e diminui a pressão da atmosfera, causando grande dificuldade de respiração. A sensação de cansaço e falta de ar é grande. Mas não foi suficiente para tirar a disposição e a alegria típica de uma roda de capoeira.

O Mestre Francisco Alexandre, conhecido como Xandão, está à frente do grupo que durante essa semana apresenta um pouco da riqueza desse esporte tipicamente brasileiro. A capoeira, segundo ele, sempre atrai a atenção de pessoas do mundo todo por seu ritmo e gingado. “Hoje estamos com unidades do grupo também aqui no Peru, abrindo turmas aqui, porque há um interesse grande pelo esporte”, afirmou.

Para o professor, participar da Semana da Amazônia Brasileira em Cusco foi um momento importante, e a capoeira contribuiu para o objetivo de promover a integração. Prova disso foram as rodas, sempre no fim da tarde, que reuniram pessoas de diferentes nacionalidades, seja para jogar ou simplesmente assistir batendo palmas. E depois da apresentação, quem quisesse, ainda podia participar da oficina de capoeira realizada na praça mesmo, ao ar livre. “O Governo do Estado está de parabéns pela iniciativa, e o esporte é sem dúvida um importante instrumento de integração. Apesar do cansaço, a gente não consegue ficar muito tempo na roda, mas isso não tira nossa satisfação e alegria em participar”.

A turista Sophia Laurant veio da França para passear em Cusco e não resistiu a uma parada na roda de capoeira. “Conheço muitos brasileiros na França que praticam o esporte. Por isso já conheço o esporte. Eu acho um esporte bonito porque é uma luta que mistura dança, e tem uns passos diferentes”.

O brasileiro Celso Bess mora em Cusco onde é professor de português. Ele disse que já esperava esse momento de integração entre os moradores dos dois países. “Não tem como não acontecer. E a partir de agora esse movimento vai acontecer muito mais rapidamente com a abertura da estrada no próximo ano e com iniciativas como essa, de promoção de conhecimento entre brasileiros e peruanos. Eu não conheço o Acre, mas com certeza irei em breve”, disse o professor após ter participado da roda. “Até eu que já estou acostumado com a altitude me cansei. Mas foi divertido”. 

* Pessoas de diferentes nacionalidades participaram da roda em praça pública (Foto: Sérgio Vale/Secom)

Fonte:  Agência de Notícias do Acre – http://www.agencia.ac.gov.br/

Salete: Incentivo ao esporte

No último domingo aconteceu em Salete o “Batismo” dos integrantes do grupo de capoeira Sol da Liberdade. O mestre Santana de Balneário Piçaras é o idealizador do grupo que existe há mais de 40 anos.

Segundo o mestre Santana “o mundo hoje requer conhecimento, e esse é o objetivo do grupo de capoeira. Tiramos as crianças das ruas, das drogas, do vicio, da prostituição e a devolvermos a família.” Para participar do grupo basta ter vontade, não é cobrado nenhuma mensalidade, basta gostar de praticar esportes. “O grupo não forma lutadores, forma guerreiros preparados para a batalha da vida. Todos podem participar, pessoas de 2 anos a 102 anos.” completou o mestre Santana.

O diretor de esportes do município, Alicio Rigueira esteve presente e afirmou que “O grupo de capoeira tem o apoio do prefeito Juares, pois esporte é vida, toda prática de esporte é bem vinda. Isso é cuidar das pessoas, apoiar todos os esportes que possam trazer o beneficio de uma vida mais saudável ao cidadão saletense” encerrou.

Raízes do Brasil promove Semana Cultural Brasil/Venezuela

O grupo de capoeira Raízes do Brasil deu início neste domingo, 24, a Semana Cultural Brasil/Venezuela. A solenidade de abertura ocorreu no Espaço Multicultural do SESC, Centro.

Durante toda semana cerca de 100 integrantes do grupo e mais 25 capoeiristas da Venezuela, vão participar de diversas atividades envolvendo a cultura afro-brasileira.
A solenidade de abertura, realizada ontem, contou com a presença do coral do SESC e a da cantora Kárissi Blós, que cantou o Hino Nacional.

O organizador do evento, Dagoberto Luis, o Caimbé, informou que durante toda semana os capoeiristas vão participar de oficinas e aulas de capoeira. As oficinas acontecerão a partir das 16 horas no Espaço Multiuso do SESC. Já as aulas de capoeira ocorrerão das 19 às 21 horas na quadra de esportes da escola Monteiro Lobato.

No último dia do evento, 29 de agosto, os organizadores do evento estão programando um grande festival de capoeira aberto ao público, na quadra da escola Monteiro Lobato. Caimbé explicou que neste festival serão feitas apresentações de músicas, rodas de capoeira e apresentação da dança do fogo.

Para realizar o evento, os capoeiristas contam com o apoio do Governo do Estado, Setrabes, SESC, Adivir, Porto Tur, Rede Tropical, Dry Car e Jacaré Auto Peças.

Capoeira é luta de bailarino, é dança de gladiador!

DanceBrazil é uma Cia de dança composta por artistas de diferente formação: reúne profissionais de dança e profissionais de capoeira.

Foi fundada em 1977 em New York e em 1993 mudou para Salvador com objetivo de manter um contato mais forte com suas origens para depois traduzi-las no palco em uma linguagem contemporânea e expressiva.

Os trabalhos do coreógrafo e Mestre de capoeira, mais conhecido como Mestre Jelon, tem uma forte influencia da capoeira e se tornam uma mistura bem interessante de dança e de acrobacias típicas da capoeira.

Ritmos é o trabalho mais recente da Cia, no palco se misturam os rimos tradicionais brasileiros entre os quais samba e capoeira, tocados ao vivo pôr músicos baianos.

A tournée já foi pra varias cidades dos EUA e voltará em agosto em New York.
Nesse ano de 2008 Mestre Jelon foi reconhecido como “Patrimônio Nacional”, recebendo o premio “Tesouro Nacional” do National Endowment for the Arts.

Essa homenagem as artes tradicionais premia artistas que se destacam para sua excelência e sua contribuição ao patrimônio artístico da nação.

Por: Raphael Silva de Novaes (Graduado Fogo)

Como foi participar da montagem de um espetáculo?

Participei da criação de alguns espetáculos, como: “Retratos da Bahia” 2005, ”Desafio” 2006, “Ritual” 2007 e “Ritmos“ que foi criado recentemente em 2008.
É sempre bom ter a experiência de estar participando de novos espetáculos e novas criações, pois a coreografia acaba vestindo na gente e ficando natural do nosso corpo.
Nunca é fácil!

É sempre um trabalho intenso, sutil e bem elaborado para obter bons resultados, para isso a capoeira me ajudou com a disciplina, a concentração e o trabalho do corpo.
Vivo uma experiência única, pois incluir a capoeira em uma outra área é muito interessante.
Por min o mais importante é manter a raiz e a essência da capoeira sempre viva, ou seja, continuar sendo capoeirista em todo momento!

Por: Paulo Edson da Silva (prof. Chuvisco)

Como vive o fato de ser um capoeirista dentro de uma Cia de dança?

A experiência tem sido boa e valida. Meu inicio foi muito difícil por não ter no meu corpo a linguagem da dança (contemporânea, moderna, balê ou afro). Mas essa fase com tempo passou, porque fui adquirindo conhecimentos através das aulas de dança que temos que fazer todos os dias antes dos ensaios. Paralelamente as minhas dificuldades com a dança, vi os dançarinos passando pelo mesmo processo que passei mas com a Capoeira. Como a dança foi muito difícil para min, a Capoeira foi para os dançarinos que estavam entrando na mesma época no DanceBrazil.

Como foi seu encontro com a dança?

Em 2002 ao reencontrar o mestre Jelon (hoje meu mestre), em Goiânia, no evento de Capoeira, fui convidado para ir a Salvador para participar de umas aulas de dança com o DanceBrazil.
Ele queria ver como eu assimilava movimentos de dança com capoeira. Confesso que no inicio não fui tão bem, mas o mestre acreditou em min dizendo que eu precisava de muito trabalho para mudar meu corpo. Então, continuei indo a Salvador por dois anos para participar dos ensaios e continuar meus treinos de dança com o DanceBrazil. Depois de três anos indo e voltando a Bahia entrei no DanceBrazil (2005) para participar da minha primeira tournée nos EUA, com a coreografia "Retratos da Bahia" de autoria do mestre Jelon. Mas infelizmente, meu visto foi negado e só consegui viajar em 2006 participando de "Retratos da Bahia” e "Desafio".

DanceBrazilComo é processo de formação do show ?

A única experiência que tenho com dança é com o DanceBrazil.
O mestre sempre nós da espaço para ajuda-lo com idéias de movimentos. E agora sou o professor de Capoeira do DanceBrazil portanto tenho uma grande responsabilidade: ensinar capoeira para os dançarinos e trazer movimentos novos para que sejam explorados por eles dentro do trabalho que está sendo criado.

A idéia sempre vem do mestre: ele que escolhe o tema, sempre que termina uma coreografia já está falando de outra!

O processo de criação do mestre é muito interessante: a primeira semana ele faz muitos laboratórios com os dançarinos e capoeiristas usando os movimentos de dança e da capoeira. Para ele, tudo tem que fazer sentido, os movimentos não podem simplesmente só ser “um movimento”: eles tem que significar algo dentro do tema que ele visualizando.
Por exemplo o balé "Ritmos" mostra exatamente o que Dias Gomes fala na poesia dele "…simbiose perfeita de força e ritmo, poesia e agilidade, única em que os movimentos são comandados pela música e pelo canto…"

Para o mestre criatividade é como uma estrada, onde nela viajamos com destino á perfeição.
A Capoeira e a dança percorrem um caminho diferente, pra chegar, no final, ao mesmo lugar!

(Fotos gentilmente cedidas por Mestre Jelon)

Maiores informações sobre show:

[email protected]

Buffalo Dance Festival
http://www.buffalo.edu/community/ub_on_the_green.html

Central Park SummerStage
http://www.summerstage.org/index1.aspx?BD=20534

Santa Fé, New Mexico
http://www.aspensantafeballet.com/3/3d.html

Aspen Dance Festival
http://www.aspensantafeballet.com/3/3d.html

Rainha do Engenho é declarada utilidade pública por vereadores na Câmara de Paulínia

A entidade atende 320 crianças e passará a firmar acordos e convênios para fins sociais

Foi aprovado na última terça-feira ,1°,na Sessão da Câmara Municipal, o projeto de lei do Vereador Francisco de Almeida Bonavita Barros, que declara de utilidade pública a Associação Educacional Cultural de Capoeira Rainha do Engenho.

A Associação é uma entidade sem fins lucrativos e faz parte do Projeto Anastácia, que surgiu da necessidade de realizar uma atividade física, cultural e sócio-educativa, utilizando o aprendizado dos jogos de capoeira com crianças, adolescentes e adultos, sem distinção de idade, raça, cor, religião, classe social, formação cultural como também a inclusão de pessoas portadoras de necessidades especiais.

São 320 crianças atendidas no projeto . Segundo Domingos Anastácio de Brito, presidente da Associação, “Estamos sempre lidando com crianças problemáticas e o objetivo é tirar as crianças e adolescentes das ruas e do convívio com drogas e bebidas”, diz ele.

Com a declaração de utilidade pública, a Associação passa a promover intercâmbios e firmar convênios e acordos com pessoas físicas e empresas, objetivando os fins sociais. Também passaria a receber uma verba da prefeitura e participar de Conselhos da Criança e do Adolescente ,existentes na cidade e no Estado. “ Até agora, o projeto vive somente com a doação de empresários, pais de alunos, autoridades locais e estaduais e agora esperamos muito receber essa verba, mas o mais interessante é poder firmar convênios e participar de conselhos”, completa.

A instituição conta com uma equipe de profissionais como educador social, contra mestre, e mais quatro instrutores. A triagem dos alunos é feita por uma assistente social a partir do pedido dos pais ou familiares, que solicitam a presença de um dos representantes e em cima do problema de cada criança é elaborada uma aula específica.

As aulas de capoeira são ministradas em diversos núcleos, inclusive na sede que fica na Rua Carlos Gomes, 493, no bairro João Aranha. Para maiores informações, falar com mestre Domingos ou com Maria da Guia pelos telefones 3933.2783/ 9242.2647/ 8152.1873 ou pelo site www.capoeirarainhadoengenho.com.br.

Por Alethea Patrícia

Paulinia news

Jundiaí: Crianças conquistam 7 medalhas na capoeira

A Academia de Capoeira Idalina, sob o comando de Mestre Rã e contra Mestre Passarinho, participou do 1º Torneio Ginga Criança realizado pela Associação Herença Cultural do Mestre Catitu e pelo Centro Universitário Metropolitano de São Paulo (Unimesp) . O evento foi realizado no dia 20 de outubro na cidade de Guarulhos.

Treze crianças jundiaienses participaram do campeonato. Leonardo Paulo F. Silva, o Paulinho, 13 anos faturou a maior premiação do campeonato, a medalha de platina concedida para o destaque técnico do torneio. "Fiquei muito feliz ao saber que tinha ganhado a medalha, o campeonato foi muito legal porque conheci muitos capoeiristas e mestres", fala o garoto que treina há 10 anos na Academia de Capoeira Idalina.

No total a Equipe de Jundiaí faturou sete medalhas, sendo duas de ouro, uma de prata, três de bronze e uma de platina, esta última concedida para o destaque técnico do campeonato.

Segundo Cássio Martinho, Mestre Rã, quinze grupos de capoeira participaram do torneio de diferentes cidades do estado de São Paulo. Para ele, foi uma grande satisfação participar do evento. "Eu sou apaixonado por crianças e adorei participar do torneio, foi uma competição sadia, mesmo aqueles que não ganharam medalhas saíram satisfeitos por participar. Prevaleceu a famosa frase: ‘o importante não é vencer e sim participar’", frisa ele.

Na opinião de Jarbas Francisco, o contramestre Passarinho, a participação do grupo Idalina no evento possibilitou o intercãmbio cultural com as outras academias e mestres. "Participar desses eventos é muito bom porque motiva tanto os professores como os alunos e permite fazer uma avaliação do trabalho desenvolvido, além da troca de experiências entre os participantes também tem outro fator positivo: contribui com a organização e socialização da Capoeira", ressalta.

A Academia de Capoeira Idalina é uma das mais tradicionais de Jundiaí, fica localizada no bairro do Retiro. O grupo conta com aproximadamente cem integrantes entre crianças e adultos.

Confira os medalhistas jundiaiense:

Medalha de Platina:
Leonardo Paulo F. Silva

Medalha de Ouro
Manoel José dos Santos
Alisson Annimo

Medalha de prata:
Gabriel Ribeiro

Medalha de bronze:
José Vinícius dos Santos
Vitor Sibinel sanches
Alexsandro Eduardo F. Silva

Fonte: Jornal de Itupeva Online
http://www.jornaldeitupeva.com.br