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Inscrições para Bolsa-Atleta começam dia 1º de janeiro

Os esportistas sem patrocínio poderão se inscrever no programa Bolsa-Atleta de 1º de janeiro a 31 de março, através do site do Ministério do Esporte.
 
Na categoria estudantil, o valor mensal da bolsa é de R$ 300. É preciso que o atleta esteja matriculado em instituição de ensino, pública ou privada. Na categoria nacional, a bolsa é de R$ 750 e o atleta precisa estar filiado à federação ou confederação de sua modalidade. Existem ainda as categorias internacional (R$ 1.500) e olímpica e paraolímpica (R$ 2.500).
 
O objetivo do programa é dar aos atletas de alto rendimento condições de se dedicar ao treinamento e participar de competições.
 
GloboEsporte.com
 
Como Participar
 
Roteiro Procedimental
 
Os atletas interessados em participar devem verificar se atendem a todos os pré-requisitos determinados em Lei para a sua categoria de Bolsa-Atleta.
 
Categorias de Bolsa-Atleta:
 
I – Bolsa-Atleta Categoria ESTUDANTIL
 
Valor mensal: R$ 300,00
 
Pré-Requisitos:
 
– Maior de 12 anos.
– Estar regularmente matriculado em instituição de ensino, pública ou privada.
– Não possuir qualquer tipo de patrocínio, entendido como tal a percepção de valor pecuniário, eventual ou permanente, resultante de contrapartida em propaganda.
– Não receber salário pela prática esportiva.
– Ter participado de competição no ano imediatamente anterior àquele em que está pleiteando a Bolsa, tendo obtido a seguinte classificação:
 
a. Esportes Individuais (classificado de 1º a 3º lugar nos JEBs e JUBs – Jogos organizados pelo Ministério do Esporte).
b. Esportes Coletivos (Estar entre os 24 melhores atletas selecionados).
 
Documentos necessários:
 
– Cópia de documento de identidade e do Cadastro de Pessoa Física do Ministério da Fazenda;
– Declaração da Instituição de Ensino atestando que o atleta:
 
a. Está regularmente matriculado, com indicação do respectivo curso e nível de estudo;
b. Participou, representando a instituição, nos Jogos Escolares ou Universitários Brasileiros organizados pelo Ministério do Esporte, no ano imediatamente anterior ao pleito do benefício, indicando o resultado obtido que o habilita ao pleito; e
c. Participa regularmente de treinamento para futuras competições.
 
II – Bolsa-Atleta Categoria NACIONAL
 
Valor mensal: R$ 750,00
 
Pré-Requisitos:
 
– Maior de 14 anos.
– Estar vinculado a uma entidade de prática desportiva (clube).
– Não possuir qualquer tipo de patrocínio, entendido como tal a percepção de valor  pecuniário, eventual ou permanente.
– Não receber salário pela prática esportiva.
– Ter filiação à Entidade de Administração de sua modalidade, tanto Estadual (Federação) como Nacional (Confederação).
– Ter participado de competição no ano imediatamente anterior àquele em que está pleiteando a Bolsa, tendo obtido a seguinte classificação:
 
a. De 1º a 3º lugar no evento máximo nacional organizado pela Entidade Nacional de Administração de sua modalidade ou
b. De 1º a 3º lugar no ranking nacional por ela organizado.
 
Documentos necessários:
 
– Cópia de documento de identidade e do Cadastro de Pessoa Física do Ministério da Fazenda;
– Declaração da entidade de prática desportiva atestando que o atleta:
 
a. Está regularmente vinculado a ela; e
b. Participa regularmente de treinamento para futuras competições nacionais ou internacionais.
 
– Declaração da entidade regional atestando que o atleta está regularmente inscrito junto a ela.
– Declaração da entidade nacional de administração do desporto da respectiva modalidade atestando que o atleta:
 
a. Está regularmente inscrito junto a ela; e
b. Participou da competição esportiva máxima de âmbito nacional no ano imediatamente anterior àquele em que pleiteia a concessão do benefício e indicando o resultado obtido que o habilita ao pleito.
 
III – Bolsa-Atleta Categoria INTERNACIONAL
 
Valor mensal: R$ 1.500,00
 
Pré-Requisitos:
 
– Maior de 14 anos.
– Estar vinculado a uma entidade de prática desportiva (clube).
– Não possuir qualquer tipo de patrocínio, entendido como tal a percepção de valor pecuniário, eventual ou permanente.
– Não receber salário pela prática esportiva.
– Ter filiação à Entidade de Administração de sua modalidade, tanto Estadual (Federação) como Nacional (Confederação).
– Ter participado de competição no ano imediatamente anterior àquele em que está pleiteando a bolsa, tendo obtido a seguinte classificação:
 
a. De 1º a 3º lugar em Campeonatos Mundiais de sua modalidade;
b. Jogos ou Campeonatos Pan-americanos e Parapan-americanos ou
c. Jogos ou Campeonatos Sul-americanos
 
Documentos necessários:
 
– Cópia de documento de identidade e do Cadastro de Pessoa Física do Ministério da Fazenda;
– Declaração da entidade de prática desportiva atestando que o atleta:
 
a. Está regularmente vinculado a ela; e
b. Participa regularmente de treinamento para futuras competições nacionais ou internacionais.
 
– Declaração da entidade regional atestando que o atleta está regularmente inscrito junto a ela.
– Declaração da entidade nacional de administração do desporto da respectiva modalidade atestando que o atleta:
 
a. Está regularmente inscrito junto a ela; e
c. Participou em competição esportiva de âmbito internacional no Brasil ou no exterior no ano
imediatamente anterior àquele em que pleiteia a concessão do benefício e indicando o resultado obtido que o habilita ao pleito.
 
– No caso do atleta que pleiteia o benefício ter obtido classificação nos Jogos Sul-Americanos, Pan-americanos ou Parapan-americanos, deverá apresentar declaração do Comitê Olímpico Brasileiro ou do Comitê Paraolímpico Brasileiro, respectivamente, atestando sua participação na delegação brasileira que representou o País na última edição do evento, indicando o resultado obtido que o habilita ao pleito.
 
IV – Bolsa-Atleta Categoria OLÍMPICA E PARAOLÍMPICA
 
Valor mensal: R$ 2.500,00
 
Pré-Requisitos:
 
– Maior de 14 anos.
– Estar vinculado a uma entidade de prática desportiva (clube).
– Não possuir qualquer tipo de patrocínio, entendido como tal a percepção de valor pecuniário, eventual ou permanente.
– Não receber salário pela prática esportiva.
– Ter filiação à Entidade de Administração de sua modalidade, tanto em nível Estadual (Federação) como Nacional (Confederação).
– Ter integrado na qualidade de atleta a delegação brasileira na última edição dos Jogos Olímpicos ou Paraolímpicos.
 
Documentos necessários:
 
– Cópia de documento de identidade e do Cadastro de Pessoa Física do Ministério da Fazenda;
– Declaração da entidade de prática desportiva atestando que o atleta:
 
a. Está regularmente vinculado a ela; e
b. Participa regularmente de treinamento para futuras competições nacionais ou
internacionais.
 
– Declaração da entidade regional atestando que o atleta está regularmente inscrito junto a ela.
– Declaração da entidade nacional de administração do desporto da respectiva modalidade atestando que o atleta:
 
a. Está regularmente inscrito junto a ela; e
b. Declaração do Comitê Olímpico Brasileiro ou do Comitê Paraolímpico Brasileiro, respectivamente, atestando sua participação na delegação brasileira que representou o País na última edição do evento.
 
Mais Informações:
 

Endereço Ministério do Esporte:

Esplanada dos Ministérios, Bloco A
Cep: 70.054-906 – Brasília – DF
Telefone: (61) 3217-1800 — Fax: (61) 3217-1707

Documento Histórico: Cadernos de Folclore – Capoeira – Édison Carneiro – 1975

O site Portal Capoeira tem, ao cabo de um ano, prestado relevantes serviços à cultura brasileira, especialmente à capoeira. O altruismo de Luciano Milani, seu idealizador, tem feito chegar a muita gente informações valiosas que com certeza seriam difíceis de serem acessadas pela grande maioria das pessoas que utilizam o site. Isto é democratizar conhecimento.

A tarefa (estimulante) de comentar esta obra de Edison Carneiro, uma das mais expressivas figuras da cultura nacional, muito me envaidece. É sem dúvida uma grande responsabilidade que Milani, amigo que é, colocou para mim. Espero que estas linhas sirvam para estimular a leitura do referido livro, ao tempo em que parabenizo o organizador do site pela iniciativa.
 

CAPOEIRA – Cadernos de Folclore
Edison Carneiro (1912-1972)

Advogado de formação, folclorista, historiador, jornalista, professor, etnólogo e escritor, Edison Carneiro teve a sua vida pautada pela defesa da cultura negra que à sua época era por demais perseguida pelas autoridades policiais e políticas, e discriminada pela sociedade que exaltava os valores eurocêntricos. Negro e carente de recursos materiais, como os valores que defendia, Carneiro teve muita dificuldade para ter o seu trabalho reconhecido pela sociedade em virtude do preconceito racial de que foi vítima. Criou a Comissão Nacional do Folclore e o Museu do Folclore dentre outras ações que visavam a preservação do nosso patrimônio imaterial (folclore), em particular da Capoeira Angola, que atinge esta condição especial por ser uma manifestação popular muito cara ao povo brasileiro.

Juntamente com intelectuais do quilate de Jorge Amado e Carybé, freqüentadores da academia de Mestre Pastinha e ainda o folclorista Manuel Querino, representou o esteio acadêmico sobre o qual a Angola se sustentou da rasteira social que a Regional de Bimba lhe aplicou, quando, como um rolo compressor, arrebatou a preferência popular em detrimento da arte de Pastinha. Fato este que quase a levou ao desaparecimento ao fim da primeira metade do século XX, tal como aconteceu de novo ao fim da década de 70. Vem deste apoio elitizado a condição de “capoeira mãe”, expressão muito usada ainda hoje que, em tese, lhe empresta uma superioridade cultural em relação à Regional.

Na obra em questão, Carneiro não esconde a sua preferência pela Capoeira Angola e toda vez que se refere à capoeira o faz em referência à este estilo. Para ele a Regional não é capoeira, aliás, ele não se refere à Bimba em nenhum momento como mestre. À página 14, em uma das raríssimas vezes em que Bimba é citado neste seu livro, ele o reconhece apenas como: “O capoeira Bimba, virtuoso tocador de berimbau” para logo adiante, desmerecendo o valor do seu trabalho dizer: “A capoeira popular, folclórica, legado de Angola, pouco, quase nada tem a ver com a escola de Bimba” pág. 14.

Nem como um bom capoeirista, ou ao menos como um capoeirista conhecido, ele coloca aquele que repesenta um ícone para centenas de milhares de capoeiristas no mundo inteiro:

“Os bons capoeiristas da Bahia eram, até poucos anos, o pescador Samuel Querido de Deus e o estivador Maré, ambos da capital, e Siri do Mangue, de Santo Amaro. Outros capoeiristas conhecidos eram “o capitão” Aberrê, Juvenal, Polu, Onça Preta, Barbosa, Zepelin…”  pág.14

Em oportunidade anterior (pág. 7) afirma: “Os ases da capoeira na Bahia eram o pescador Samuel Querido de Deus e o estivador Maré” deixando bem clara a sua opinião sobre insignificância de Bimba no cenário geral da capoeira.

Preferências à parte, este registro histórico nos evidencia aspectos interessantes da sua visão sobre a arte, que difere da forma que usamos hoje. À página 9, por exemplo, ele se refere a vários “estilos” de capoeira como segue:

“Os capoeiras distinguem vários estilos de vadiação – pelo jeito de jogar, pela música, pela disposição dos jogadores. Assim temos
– Capoeira de Angola
– Angolinha
– São Bento Grande
– São Bento Pequeno
– Jogo de Dentro
– Jogo de Fora
– Santa Maria
– Conceição da Praia
– Assalva Sinhô do Bonfim”

Como podemos observar ele coloca a Capoeira Angola não como um estilo de jogo (talvez porque se assim o fizesse ele teria que considerar a Regional de Bimba como tal), mas como um jogo característico de certo tipo de toque.

Outro aspecto interessante e que serve como registro histórico são os detalhes com os quais ele diferencia a capoeira nas três cidades onde a cultura negra é mais evidente e que à época eram os mais destacados centros de capoeira: Salvador, Rio de Janeiro e Recife. As características de uso de armas brancas, a ligação com o frevo, a dissolução das maltas tudo isso enriquece e valoriza este importante registro.

A musicalidade no jogo também representa um aspecto contemplado por Carneiro. Sobre este tema ele tece diversos comentários sobre o significado das suas letras, origem, relação com o Candomblé, complexidade da composição dentre outros, sempre exemplificando com o texto musical para um melhor entendimento da leitura.

O berimbau ocupa lugar de destaque quando ele lhe dispensa 6 (seis) páginas de um total de 17 (desessete) páginas de texto. Aí são tecidos comentários que bem explicam as suas várias utilidades, algo em torno de 35% da obra. A riqueza de detalhes e informações sobre seu uso dentro e fora da capoeira, formas de confecção e registros de livros e autores que lhe fazem menção é de um valor inestimável.

A edição também é bem ilustrada com belas imagens que registram o jogo da capoeira nas ruas de Salvador, tendo como artífice o povo simples, herdeiro direto dos criadores dessa nossa arte/luta e como pano de fundo o mar, inspiração de músicos e poetas e freqüentemente local de trabalho e lazer dos capoeiras da Cidade da Bahia. Infelizmente a autoria destes registros fotográficos não é devidamente citada na obra, ficando assim uma lacuna a ser preenchida, dentro de uma visão crítico-acadêmica.

Por tudo isso, recomendo a leitura de “Cadernos de Folclore – Capoeira” de Edison Carneiro tanto para pessoas que se interessem por uma leitura lúdica, quanto para aqueles (as) que pretendam ter um conhecimento mais específico sobre a nossa arte maior.

No mais, reitero os agradecimentos à Milani pela oportunidade de comentar este importante registro da capoeira e espero que vocês tenham uma boa leitura. 
 

Para Baixar este DOCUMENTO DE GRANDE VALOR HISTÓRICO, Clique aqui.


Cadernos de Folclore - Capoeira - Édison Carneiro - 1975 * O professor e pesquisador Acúrsio Esteves, é formado em Educação Física pela UCSal, com mestrado em Gestão de Organizações UNEB/UNIBAHIA e é professor da Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Salvador. Leciona também nas Faculdades Jorge Amado e Fundação Visconde de Cairu, respectivamente nos cursos de Educação Física e Turismo, sendo também autor dos livros Pedagogia do Brincar e A “Capoeira” da Indústria do Entretenimento.
 

Cronica: Qual o valor da Capoeira?

O camarada leitor certamente imaginou uma resposta tendente ao subjetivismo, pensou naquilo que a valorização da capoeira pode oferecer em essência, em sentimento e paixão.
 Mas peço que responda na acepção literal da palavra “valor”. Peço que defina em números ( pode ser em real, euro, dólar… fique à vontade!), o quanto a Capoeira vale.
 
 O assunto é polêmico e, muitas vezes, tem o insistente verniz da hipocrisia. Discursos diversos apoiando e criticando respostas inundam fóruns de net e algumas rodas de capoeira. Afinal, a Capoeira pode se desvencilhar de uma realidade capitalista globalizada? O capoeirista pode “viver” da Capoeira?
 
 Mesmo com as agruras e injustiças sociais que o sistema capitalista sustenta, ainda acho a forma mais plena de viver em uma sociedade de consumo. Ok…ok..Digo isso porque usufruo das benesses que esse mesmo sistema oferece, e eu seria bastante hipócrita em criticar o sistema e, ao mesmo tempo, desfrutar de todas as maravilhas que o capitalismo constrói. E quem não usufrui? E o pobre miserável que não tem chance de ascender socialmente? Bem… será mesmo o câncer do sistema ou a forma como o sistema é gerenciado? A necessidade humana em acumular – vinda desde os primórdios – não teria um papel relevante diante dessa realidade injusta e cruel?
 
Retomemos ao intuito da explanação…
 
 É justo criticar o capoeirista que cobra alguma quantia para ensinar o que sabe sobre a Capoeira? E quanto a forma comercial explorada por vendas de artigos e instrumentos comercializados ( às vezes de forma abusiva ) relativos à Capoeira? Resposta aparentemente simples, mas que ainda acende fogueiras de revolta e falso moralismo no universo capoeirístico.
 
Particularmente, nada contra. Mas condeno os abusos! E o faço de forma impetuosa!
 
 Os exemplos falam por si só… vez ou outra nos deparamos com casos de Mestres que, “em nome da expansão e divulgação da nossa arte-capoeira brasileira” enchem os bolsos de euros e dólares em terras do velho mundo na maior cara de pau e ainda fazem chacotas com quem ficou nesses lados tupiniquins fazendo projetos sociais voluntários.
 
 Acho que a questão é bem mais complexa. Envolve caráter, valores e princípios. Vai além de esperteza e malandragem de um capoeira. E isso fica a critério de cada um. Não dá para medir o que um ser humano pode chegar quando não possui vergonha ou escrúpulos. 
 
 Disso, tem-se um fato confortante: sabemos que estes indivíduos aproveitadores nunca participarão do rol grandioso onde apenas os verdadeiros Mestres de Capoeira terão os nomes imortalizados.
 
 A dose é o que diferencia o veneno de um remédio. E é bom que esses falsos capoeiras saibam dessa máxima, que mais cedo ou mais tarde, acabarão por serem atingidos.
 
“… quem não conhece Capoeira, não pode dá o ser valor!…”
 
 
Abraços, camaradas!
 

DVD – TRADIÇÃO – Mestre Jogo de Dentro

DVD – TRADIÇÃO
 

– DEPOIMENTOS

– RODAS

 

LANÇAMENTO:  2004

VALOR UNITÁRIO: R$ 40,00


 

Para assistir a um trecho do dvd, clique aqui


 

Mestre Jogo de Dentro e o pessoal do Grupo Semente do Jogo de Angola trazendo este DVD para a galera da capoeira.

Fiz questão de conferir a qualidade do trailer apresentado no site do grupo, www.sementedojogodeangola.org.br

Fundamentos Pedagógicos da Capoeira

 Curso de Difusão cultural – Fundamentos Pedagógicos da Capoeira
 
– Mestre Gladson de Oliveira
– Professor Vinícius Heine
 
Local: Módulo 04 do Centro de Práticas Esportivas da Universidade de São Paulo ( CEPEUSP)
Pça 2, Prof. Rubião Meira, 61
Cidade Universitária / São Paulo – SP
 
11 e 12 de junho de 2005
das 08 às 18h
 
INSCRIÇÕES: de 09 de maio a 09 de junho
Sala 06 ( Velódromo ) – CEPEUSP
 
valor: 50 reais
 
Para quem vem de outras cidades a USP oferece um alojamento para os dias do curso.
 

Para obter mais informações: (11) 3091 – 3362
[email protected]

Angola em Recife

Curso Gratuíto oferecido pelo CICA, 17 de março de 2005
 
O Centro de Instrução de Capoeira Angola (CICA) , estará realizando um treino gratuito no Museu da Abolição, Rua Benfica, 1150 – Madalena – Recife, dia 17/03/2005 (quinta-feira) as 19:00 horas.
Ministrado pelo Prof. Leandro Mourelhe e com a presença de Mestres, Professores e alunos de outros grupos. Ao final terá um sorteio de um berimbau, valor da rifa :R$ 2,00.
Para maiores informações, entre em contato pelo telefone (81) 9905-7157
Foto: Vadiando entre Amigos, Mestre Marrom (Rio, 2000)
 

Autor: Leandro Mourelhe

Mestre Bimba um visionário

Mestre Bimba
 
 
 
Um visionário…. em meados da década de 30 ele ja sabia o valor da "Publicidade!"
 
 
 
Em 1932, Mestre Bimba funda a primeira Academia de Capoeira do mundo em recinto fechado.
 
 
 
Criou a primeira metodologia de ensino através de Seqüências de Ensino que permitia um aprendizado mais racional e num espaço de tempo menor.
 
{mos_sb_discuss:8}

Nun Lock Teclado

Você pode escolher se quer a tecla Num Lock acesa ou apagada após o início do Windows XP. A configuração feita no Windows sobrepõem-se à configuração no bios. Encontre a chave abaixo no registro: HKEY_USERS / Default / ControlPanel / Keyboard. Troque o valor de InitialKeyboardIndicator de 0 para 2 para deixá-la on. Ou de 2 para 0 para off.