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Seminário de Políticas de Ensino Superior e Povos Indígenas

SID/MinC participa do evento em Brasília

O Ministério da Educação, por intermédio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD), realiza de 07 a 09 de junho de 2010, em Brasília, o Seminário de Políticas de Ensino Superior e Povos Indígenas: construindo as bases para uma política pública diferenciada de acesso e permanência. O evento conta com o apoio da Coordenação Geral de Educação da Fundação Nacional do Índio (CGE/FUNAI).

O seminário pretende apresentar as novas diretrizes/orientações que irão nortear o Programa de apoio à formação superior e licenciaturas indígenas (PROLIND) e debater as condições de acesso e permanência de estudantes indígenas em instituições de ensino superior no país e, a partir desse panorama, construir uma agenda interinstitucional para a efetivação de diretrizes governamentais direcionando para uma política pública que atenda adequadamente às demandas desses estudantes e suas comunidades.http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2010/06/dsc_0237-243×163.jpg

O painel de abertura, realizado na tarde desta segunda-feira, no Hotel Nacional, contou com a participação do secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SID/MinC), Américo Córdula, do reitor da Universidade Estadual do Amazonas (UEAM), Dr. Carlos Eduardo;  do representante da  Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES),  Dr. Jorge Guimarães, do secretário da SECAD/MEC, André Lázaro, do presidente da FUNAI, Márcio Meira, e do representante da Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena (CNEEI), Joaquim Maná Kaxinawá.

O secretário da SID/MinC apresentou o projeto Encontro de Saberes, resultado de uma parceria entre o Ministério da Cultura, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Secretário Américo Córdula falando sobre o projeto Encontro de SaberesTecnológico (CNPq) e a Universidade de Brasília (UnB), que tem como objetivo promover diálogos entre os saberes acadêmicos e os saberes tradicionais e populares.

O projeto busca reconhecer os mestres de artes e ofícios populares e indígenas como docentes no ensino superior, aliando os saberes tradicionais aos conhecimentos científicos. Serão realizadas diversas ações interculturais, como, por exemplo, um seminário sobre o tema Interculturalidade e a oferta de uma disciplina no calendário da graduação, ministrada por mestres de conhecimentos tradicionais e populares, em conjunto com docentes da UnB.

O projeto tem, ainda, referência nos princípios e objetivos da Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais da Unesco, especialmente no seu artigo 10, que trata da Educação e Conscientização Pública. Além disso, visa concretizar a aplicação da lei 11.645 que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena.

Programação do seminário

Amanhã, dia 08, às 11h, será realizada uma mesa sobre o Mapeamento de Políticas Línguisticas dos Povos Indígenas e suas relações com o Ensino Superior com a participação da Coordenadora de Fomento à Identidade e Diversidade Étnica da SID/MinC, Giselle Dupin, e de representantes do Departamento de Patrimônio Imaterial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (DPI/IPHAN), do Museu do Índio (FUNAI), do Museu Paraense Emílio Goeldi (MCT) e do Fórum PROLIND.

Confira, aqui, a programação completa do seminário.

(Comunicação/SID)

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Brasilia: Idosos comemoraram o Dia Mundial do Abraço na rodoviária

Em comemoração ao Dia Mundial do Abraço, celebrado neste 22 de maio, cerca de 300 idosos do Programa de Capoterapia de Brasilia distribuíram milhares de abraços e sorrisos na entrada do metrô e na plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto na manhã deste sábado.

É o terceiro ano que o grupo aproveita a data para tornar o dia dos passageiros mais feliz.

O evento faz parte do projeto Arte nos trilhos, do Dança no Cinquentenário, com apoio do Metrô-DF e patrocínio da Petrobras. A meta era que cada idoso repetisse o gesto 100 vezes, num total de 30 mil abraços. Segundo o coordenador nacional do Programa de Capoterapia, mestre Gilvan Alves de Andrade, a meta foi superada. “Pela contagem individual, a gente conseguiu muito mais”, comemora.

Membro do grupo desde que foi criado há 12 anos, a aposentada Maria Edinar Modesto, 83 anos, adorou a experiência. “Raras pessoas se afastavam, mas a maioria agradecia os nossos abraços. Teve um moço que até me levantou”, conta, aos risos. “Nossa intenção é estimular as pessoas para que elas esfriem a cabeçam e vivam com menos sofrimento”, explica o aposentado Luiz Coimbra, 71 anos. E foi justamento isso que sentiu o autônomo José Reinaldo Alves, 27, ao ser abraçado pelos idosos. “Me senti privilegiado, é um prazer. Seria bom se fizessem isso todos os fins de semana.”

O que é a capoterapia Criada pelo mestre Gilvan em Brasília no ano de 1998, a capoterapia é uma forma de terapia para idosos por meio da capoeira. Com movimentos leves e lúdicos, a prática visa tornar a atividade física mais prazerosa com todos cantando cantigas de roda ao som do berimbau.

A ideia tornou-se programa nacional e atende mais de 20 mil idosos em 160 municípios.

Capacitação

Na última semana de junho, haverá um curso de formação em capoterapia com 500 vagas para multiplicadores.

Informações pelo telefone (61) 3475-2511 ou pelo site www.capoterapia.com.br

Colegiados Setoriais de Culturas Indígenas e Culturas Populares têm primeira reunião

Os Colegiados Setoriais de Culturas Indígenas e Culturas Populares, instâncias de representação da sociedade civil no âmbito do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), cujos membros foram eleitos na etapa setorial da II Conferência Nacional de Cultura, no início de março, em Brasília, estarão reunidos, pela primeira vez, no próximo dia 6. O Encontro será realizado na Academia de Tênis, em Brasília, e contará com a presença do ministro da Cultura, Juca Ferreira, na cerimônia de abertura, às 10 horas.

No período da manhã, os colegiados dos dois segmentos, beneficiados com ações da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID) do Ministério da Cultura, participam de uma Plenária Geral junto com os membros dos outros seis colegiados existentes. No período da tarde, serão realizadas as reuniões de cada um dos segmentos, separadamente.

No encontro, os 15 titulares da sociedade civil e os 5 do governo federal elegerão o seu representante para o plenário do CNPC, discutirão as propostas iniciais para o Plano Setorial de cada segmento e aprovarão a agenda de ações dos colegiados para o ano de 2010.

Nos dias 7 e 8, os eleitos como representantes dos Colegiados de Culturas Populares e Culturas Indígenas para o plenário do CNPC participam da reunião geral deste Conselho, além dos outros membros, que também foram convidados para esta ocasião.

(Heli Espíndola-Comunicação/SID)

Fotos: Membros eleitos do Colegiado de Culturas Indígenas e de Culturas Populares

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Brasília: II Conferência Nacional de Cultura

O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID), e dentro das etapas da II Conferência Nacional de Cultura (II CNC), realiza, de 7 a 9 de março, em Brasília, as Pré-Conferências Setoriais de Culturas Populares e Culturas Indígenas. A abertura será às 19h, do dia 7, no Museu da República e os dois eventos serão realizados numa estrutura montada na Esplanada dos Ministérios, nos dias 8 e 9. As Pré-Conferências têm caráter mobilizador, reflexivo, propositivo e elegerão os delegados para a etapa nacional da II CNC, que acontecerá de 11 a 14 de março, também em Brasília.

Planos e colegiados setoriais

Além de eleger os delegados, cujos representantes estaduais estão em fase final de seleção, sendo 10 por segmento e dois de cada macrorregião, as Pré-Conferências discutirão as diretrizes e ações que comporão os planos setoriais de Culturas Populares e de Culturas Indígenas. Também no âmbito das Pré-Conferências serão eleitos os novos membros dos Colegiados Setoriais, instância do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC).

No âmbito da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural, foram criados, em agosto de 2009, pelo Plenário do CNPC, os Colegiados Setoriais de Culturas Populares e Culturas Indígenas. Eles serão compostos por 15 titulares e 15 suplentes representantes da sociedade civil (três de cada macrorregião do país), além de 5 representantes titulares e 5 suplentes indicados pelo Poder Público Federal. Os eleitos e indicados exercerão mandato referente ao biênio 2010/2011.

Entre os principais pontos a serem discutidos nas Pré-Conferências de Culturas Indígenas e Culturas Populares, estão a aprovação de Minuta dos Planos Setoriais de cada segmento e a eleição, pela primeira vez, dos representantes dos Colegiados Setoriais.

Os interessados em participar da construção destes documentos podem acessar o blog geral da CNC, onde foram criados 19 blogs temáticos sobre cada segmento cultural do Ministério da Cultura, incluindo os de Culturas Populares e o de Culturas Indígenas. Os blogs servirão como veículos de divulgação de informações sobre cada um dos setores, além de agregar propostas para as plenárias da II CNC.

Colegiados vão fomentar ações para os segmentos

Os dois colegiados foram criados com o objetivo de fomentar políticas culturais para os dois segmentos. No caso das Culturas Populares, o Ministério da Cultura, por meio da SID realizou, em Brasília, nos anos de 2005 e 2006, dois Seminários Nacionais de Políticas Públicas para o setor que contou com a participação de delegações de todo o país. Também com o objetivo de promover a valorização das Culturas Populares, foram realizados o Iº e o IIº Encontro Sul-Americano das Culturas Populares (ESACP) dos quais participaram delegações da Argentina, Bolívia, Brasil, Equador, Paraguai e Venezuela. O primeiro aconteceu em Brasília, de 14 a 17 de setembro de 2006. O Segundo foi realizado em Caracas, de 25 a 28 de novembro.

Os dois seminários resultaram na Carta Sul-Americana das Culturas Populares que está sendo cumprida por meio de várias ações, como a realização de três Prêmios (2007, 2008 e 2009) que contemplaram, em todo o país, 695 iniciativas desenvolvidas por mestres e grupos/comunidades formais e informais de culturas populares.

Em relação ao segmento Culturas Indígenas, a Secretaria da identidade e da Diversidade Cultural criou, no dia 19 de abril de 2005, data em que se comemora o Dia do Índio, por meio de portaria nº 62, publicada no Diário Oficial da União, Grupo de Trabalho com a missão de discutir e propor políticas públicas de cultura que contemplem os anseios e as singularidades das culturas indígenas.

Entre os principais pontos discutidos e encaminhados, até agora, pelo Grupo de Trabalho estão o fortalecimento das manifestações culturais indígenas; a valorização das culturas indígenas e a luta contra o preconceito e promoção de campanhas de divulgação; o acesso aos bens culturais do país, rompendo com a marginalidade dos povos indígenas; e a elaboração de uma política cultural indígena em parceria com os povos indígenas.

A SID também realizou dois editais de premiação, Edição Ângelo Creta (2007) e Edição Xicão Xucuru (2008) contemplando iniciativas culturais realizadas por representantes de várias etnias distribuídas entre os 220 povos indígenas existentes no país.

Representações estaduais

Acesse os links abaixo para conferir as listas dos delegados escolhidos para participar das pré-conferências:

Culturas Populares
Culturas Indígenas

Acesse a Portaria nº 4, de 3 de dezembro de 2009, que aprova a Resolução nº 2 do Comitê Executivo da II CNC, regulamentando todo o processo.

Informações e dúvidas sobre as Pré-Conferências Setoriais de Cultura podem ser obtidas pelo correio eletrônico: marcelo.manzatti@cultura.gov.br

Acesse aqui os blogs de Culturas Indígenas e Culturas Populares

http://culturadigital.br/setorialculturaspopulares

http://culturadigital.br/setorialculturasindigenas

(Heli Espíndola-Comunicação/SID)

 

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Um novo patrimônio cultural

IPHAN mostra desejo de tombar tradicional festa, que encerrase hoje, na Granja

“Existe o desejo de se criar o grupo de trabalho para reivindicar o PATRIMÔNIO IMATERIAL cultural da Folia de Reis.” Esta foi a conclusão a qual chegou o coordenador-geral da Secretaria de Identidade e Diversidade do MINISTÉRIO DA CULTURA (MinC), Marcelo Manzatti, ao prestigiar o décimo Encontro de Folia de Reis do DF.

Segundo ele, a iniciativa precisará ser difundida entre os participantes do evento. “A maioria dos foliões desconhecem essa política do Instituto do PATRIMÔNIO HISTÓRICO e Artístico Nacional (IPHAN)”, pondera o antropólogo.

É com esse clima de debates calorosos que a 10ª edição do encontro de Folia de Reis do Distrito Federal encerra suas atividades, hoje, na Granja do Torto. Com uma PROGRAMAção que inclui desde oficinas de construção de rabeca – instrumento precursor do violino – até apresentações de duplas caipiras, o encontro incluiu uma roda de prosa onde temas como as políticas públicas para as folias e manifestações agregadas (tradicionais) foram discutidos entre mestres de folia, representantes do MinC, Secretaria de Turismo do DF e Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater).

Sobre a proposta de transformar a manifestação em PATRIMÔNIO IMATERIAL, Fred Maia, assessor do MINISTRO da CULTURA, JUCA FERREIRA, acrescenta ainda que um registro como esse custa em média R$ 200 mil. “Esse tipo de afirmação é muito importante para a CULTURA popular e merece uma atenção especial”, reconhece.

Em comparação com a última edição, esse encontro sofreu desfalque considerável pois não pôde contar com o patrocínio esperado para custear o evento e, portanto, contou com recursos reduzidos. “Passamos 20 dias pedindo para os grupos de outros estados para não vir, porque não temos mais estrutura para receber ninguém e faz parte da tradição, como anfitriões, oferecer alimentação e pousada. Escolhemos então só as 20 folias mais expressivas dos dez anos de evento para receber a ajuda de custo de R$ 2 mil”, detalha Volmi Batista, idealizador do encontro.

Com grupos de Minas Gerais, Tocantins, Santa Catarina, Bahia, Goiás e Distrito Federal, o evento reuniu cerca de mil pessoas, entre catireiros, violeiros, religiosos e fãs da CULTURA popular. Do DF e Entorno, estiveram presentes as folias de reis de Brazlândia, Estrela Guia, Minas Brasília, João Timóteo, Saudade do Interior, Reis Pedregal, Unidos na Fé e Reis Cristalina.

Tradição à moda da viola

As melodias arrastadas tiradas das violas capiras se espalham por todos os lados no Encontro Nacional de Folias de Reis do DF. Ora puxadas para o xote nordestino, ora rememorando as toadas gaúchas, o som se mistura às apresentações de catira e aos batuques baixinhos e ritmados típicos do interior.

Grandes nomes como Almir Sater, Pena Branca e Inezita Barroso estiveram presentes em edições anteriores do evento. Este ano, algumas das atrações ficaram por conta de Renato Teixeira e a dupla Zé Mulato e Cassiano, que embalam uma congregação de tradição religiosa. “Existe uma grande confusão no DF sobre o que significa a folia, não se trata só das apresentações no palco e sim da importância das trocas de devoção e tradição”, acredita o organizador, Volmi Batista.

O violeiro e organizador da folia Saudade do Interior de São Sebastião, Sebastião José Borges prestigiou o encontro em todos os seus dez anos. “Eventos como esse são importantes para mostrar aos foliões as diversas origens do credo deles, além de aprender com as folias dos outros estados”, acredita.

Uma das atrações mais importantes da festa são os Três Reis Magos, interpretados há dez anos pelos atores Valterismar Maciel, Junior Lima e Márcio Braga. “Somos devotos e abrimos todas as folias. Buscamos sempre fazer as apresentações com muita fé, buscando seguir as tradições que mesmo não estando presente oficialmente na Bíblia, fazem parte dessa festa”, conta.

Famílias completas, companheiros de fé com terços enrolados nos punhos dançam, cantam e se emocionam com cânticos que relatam a Anunciação, o Nascimento de Jesus e claro, o trajeto dos Reis Magos. Em meio a toda essa cena, muita comida típica é servida. Galinhada, pamonha, acarajé e carne de porco com mandioca são algumas das delícias que os violeiros comem no restaurante rústico instalado no espaço.

Natural de Patos de Minas (MG) o mestre de folia Baltazar José de Souza se emociona ao falar com a reportagem do Jornal de Brasília sobre sua história com a folia. “A gente canta o que vem na mente, o que sente ao ver o presépio. Me arrepio com isso desde os 8 anos”, relata.

Saiba +

Cada folia tem sua “divisa”. É uma espécie de marca registrada que serve para identificar os grupos. A divisa pode ser um lenço colorido, uma toalha e até um broche.

De todas as folias presentes no encontro duas chamaram atenção por serem exclusivamente femininas, a de Goiás e a Coromandel, de Minas Gerais.

Uma segunda edição comemorativa dos dez anos do encontro será realizada no mês de julho. Na mesma época Brasília será sede de um grande Fórum de Cultural Popular, que compreenderá a Folia de Reis.

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Aconteceu: São Paulo – Aniversário de Mestre Ananias

FESTA NO BIXIGA! SAMBA E CAPOEIRA NOS 85 ANOS DE MESTRE ANANIAS

Mestre Ananias Ferreira, baiano de São Félix (BA), escolheu São Paulo para desenvolver o trabalho com o samba e a capoeira. Nestes mais de 55 anos vivendo na cidade, Mestre Ananias acumula ricas experiências em sua trajetória, com a vida artística nos palcos da “terra da garoa” e pelos ensinamentos que transmite à juventude interessada na cultura do povo.

O aniversário do mestre aconteceu em uma terça-feira, dia da roda semanal de capoeira na Casa Mestre Ananias. Momento oportuno para acontecer uma roda especial, na qual grandes capoeiras da cidade disputaram um espaço no “camarote”.

Convidados Ilustres - 85º Aniversário de Mestre Ananias

Da esquerda para a direita, temos: Mestre Cavaco, Mestre Brasília, Mestre Jaime, Mestre Limãozinho, Mestre Zumbi, com o professor Cacá (de camiseta branca) e Nenê (de chapéu).

CASA MESTRE ANANIAS – CENTRO PAULISTANO DE CAPOEIRA E TRADIÇÕES BAIANAS – Bixiga / São Paulo

Fonte: http://mestreananias.blogspot.com

O filho de Xangô, Mestre Tabosa, lança seu livro

Agora muito mais pessoas poderão conhecer esse fenômeno chamado Helio Tabosa de Moraes, mais conhecido como Mestre Tabosa…

Eis que o Mestre resolveu nos brindar com seu livro que, aliás, tal qual o autor, é cheio de surpresas e de uma diversidade enorme de assuntos e de informações, que com certeza preenchem uma triste lacuna que tínhamos, quanto ao registro da vida e obra deste ícone da capoeira e da História do Distrito Federal, seja pela perspectiva da capoeira, da arte em geral e de tudo que diga respeito à identidade que essa cidade já produziu.

Mestre Tabosa representa essa fascinante cultura que Brasilia hoje consagra, que abrange muito mais do que grandes ídolos globalizados em novelas ou no teatro, mas que fixa sua marca no terreno da produção cotidiana, face a face com as pessoas, cidadãos aparentemente comuns e ao mesmo tempo ídolos inquestionáveis de toda uma geração pioneira, fundadora das bases da nossa urbus brasiliensis, que a cada dia deixa menos dúvida sobre a sua maioridade histórica, cultural e identitária.

Mestre Tabosa é uma dessas pessoas raras que a cada século nascem muito poucas! Suas habilidades de capoeirista já viraram lendas da cidade e da capoeira para todos os que tiveram o privilégio de ve-lo em suas performances capoeiristicas…

Dotado de muitas competências distintas, Hélio Tabosa é polivalente de uma maneira muito ampla no que diz respeito aos seus conhecimentos e produções na capoeira.

Foi ele sem dúvida através da Academia Tabosa que promoveu a estação primeira da capoeira em nossa cidade, tornando-se rapidamente o elo de ligação com todo o cosmo capoeirístico mundo afora…

Em 1993, numa viagem a Portugal, adquiri um CD de músicas de Capoeira gravado nos Estados Unidos da America, onde uma música percorriu os diversos Estados do Brasil, mencionando dentro da sua letra os mestres consegrados de cada um desses locais.

Ouvindo bem a letra, na época muito raros os CDs de capoeira, vi que o autor da música, Mestre Deraldo, que vivia na cidade de Boston, Machachussets (tomara que o nome seja assim!), quando diz “axé Brasília, Mestre Tabosa!” me reporta a uma pergunta que tempos depois fiz ao Mestre, levando pra ele uma copia em fita K7 (coisa antiga já, né??!), pois naquele tempo era muito caro fazer-se uma copia de CD: voce conhece esse Mestre aqui, Tabosa? Conheço não!, respondeu o Mestre…

Nesse tempo, Tabosa já estava dividido entre muitos outros assuntos na sua relação com o esporte em sua academia e em diversas outras coisas que fazia. Mas seu nome já havia se consagrado como capoeirista e como mestre de capoeira, nome de Brasilia nos quatro cantos do mundo e da capoeira que por esses cantos se espalhava com a força de um vendaval, ao som dos berimbaus de capoeiristas de diversos Estados brasileiros, em particular Bahia, naturalmente; Rio de Janeiro; São Paulo e de alguns outros lugares em menor escala…

O Mestre Deraldo, por exemplo, é de uma linhagem de capoeira de Santos, do Mestre Sombra de Santos, fundador do Grupo Senzala de Santos, que já havia iniciado o trabalho no exterior através de diversos alunos seus. E ali já se achava o nome do Mestre Tabosa…

O tempo passou. Sempre acontece isso… Mas nada mudou em relação ao nome e a representatividade que Hélio Tabosa traz em sua marca registrada e em sua História de vida. E isso se confunde sempre com a história de Brasilia e da capoeira em geral!

Falar por onde começou a acontecer capoeira em Brasilia, onde tantas coisas se deram, como aulas em salas de escolas publicas; mulheres e homens em turmas mistas fazendo capoeira; treinamento localizado dentro da aula de capoeira, movimentos lindissimos de uma capoeira pura e leve como o vento, tudo isso teve nomes de Brasilia associado e o sobrenome Tabosa estava junto!!

O mais importante evento do início da segunda metade do século XX aconteceu no Rio de Janeiro, o Festival Berimbau de Ouro de Capoeira, surge ali o conceito que se expandiu por todos os rumos por onde andou os ventos da transformação da capoeira em grupos… os grupos assumiram a capoeira. Até então tinha outros nomes, as escolas, os mestres, as linhagens, as divisões de angola e regional, etc., mas o conceito de “grupo” surge ali, com o Grupo Senzala e com ele a inclusão de nomes de Brasilia dentro desse contexto!

Brasilia ganhou a mesma notoriedade que o grupo ganhador do Berimbau de Ouro (na verdade os tres anos que tiveram o concurso). Mas não participou apenas como convidados. Foram decisivas as participações de nossos capoeiristas ali: Tabosa, Cláudio Danadinho, Fritz e Adilson, não eram apenas convidados. Fizeram diferença! Criaram um bloco concorrendo junto com o Grupo Senzala que tornou-se grande parceiro e isso trouxe uma verdadeira revolução para a capoeira desde então.

Parte dessa (r)evolução Brasília desprezou e particularmente o Mestre Tabosa sempre foi contra, que foi a “filiação” de grupos e pessoas de outros lugares ao grupo-matriz, criando assim uma verdadeira indústria dentro da capoeira e expandindo-se em verdadeiras instituições globalizadas em muitos paises, sob a grife daquele grupo ou daquele mestre.

Mestre Tabosa abraçou um fundamento legado pelo seu próprio Mestre, o Mestre Arraia, que era o ensinamento direto, olho no olho, ginga com ginga, como forma de ensinar a capoeira. Ele passou então a ser um combativo crítico das patologias que se seguiram dentro e fora das rodas de capoeira, a violência em primeiro plano e em menor impacto a perda de identidade, o desprezo por tradições fundamentais, particularmente o jogo sem jogo, onde a distancia foi aumentando entre os capoeiristas, deixando a capoeira de ser um diálogo para ser um monólogo simultâneo de dois jogadores. A violência passa a substituir a eficiência, em que Tabosa sempre foi um Mestre!

Aí ele se torna um expectador. Um crítico na roda maior da capoeira, que é a própria vida de todos os seus pares, fora das rodas de jogo, mas inexpugnavelmente dentro das verdadeiras rodas de capoeira de Brasilia. Um observador atento e um Conselheiro para quem o procurasse, sempre equilibrado e sempre demonstrando que a sua Mestria não era de pernas somente, braços e golpes, era e sempre será de um grande líder,que agrega, coordena, une, pondera, e tem sempre propostas sensatas e novas alternativas onde as crises se instalam…

Tabosa se torna referência em outras modalidades de esporte, como no triatlon, na localizada e em outras formas de produção artística e cultural, como no cinema, na música, nas iniciativas governamentais como braço forte e sempre conciliador entre todas as forças e interesses, dentro de um ambiente quase sempre envoltos em nuvens de discórdias, de competição, de jogos sutis ou declarados pela obtenção de destaques ou de privilégios… Tabosa sempre foi um justo e imparcial juiz diante dos conflitos que sempre existiram e sempre existirão na capoeira, enquanto ela for praticada por seres humanos normais, como todos nós!

No seu livro, que é o grande mote deste nosso blogspot, ele além de contar diversas Histórias e estórias acerca da capoeira no DF e em eventos Brasil afora, ele incursiona na História da Afracanidade e da escravidão e mais uma vez é um Mestre que dá lição!

Depoimentos emocionados o exaltam e o consagram.

Fotos que marcaram época na História da capoeira vem de quebra no livro, que se torna assim uma quase enciclopédica epopéia capoeiristica, que ninguém envolvido com a capoeira ou interessando na cultura em geral pode deixar de ter.

Mestre Tabosa É Brasilia. Brasília É Mestre Tabosa…

Ah, e uma ultima coisa, antes de apresentar alguns de seus marcos históricos, não posso deixar de dizer e de registrar, por interesse próprio, que me perdoem os que consideram isso uma atitude interesseira ou não isenta minha: Hélio Tabosa, o Mestre Tabosa, é e sempre será o meu Mestre na Capoeira!

Saiba um pouco sobre o Mestre Tabosa

Hélio Tabosade Moraes, advogado, mais conhecido como Mestre Tabosa, iniciou sua vida profissional como bancário, mas abandonou para ser autônomo,
seguindo sua profissão de talento e coração, a educação.

Estudou várias artes marciais como judô, sumô e esgrima .
Formou os melhores mestres de capoeira e os melhores professores de ginástica de Brasília.
Sua trajetória abrangeu também a ginástica estética que ele chama de “ginástica localizada brasileira” um diferencial na área esportiva, notoriamente conhecida em Brasília.

Em 1964 ingressou na capoeira.
Em 1965 implantou a capoeira na UnB. Em 1967, 1968 e 1969 recebeu, junto com o Grupo Senzala – RJ, o Berimbau de Ouro, a maior honraria de um mestre de capoeira, até hoje talvez não superado ainda.

capoeira; participou como técnico no “Campeonato Brasileiro” realizado em São Paulo.

Em 1978 apresentou aula sobre a capoeira na Escola Aliança Francesa.
Em 1981 recebeu a faixa preta do 1º DAN, de judô.

Em 1983 completou em 10º lugar o “I Triátlon” no Rio de Janeiro; participou da “Meia-Maratona” Bradesco/Correio Braziliense/GDF-DF-DEFER e mais duas “Maratonas” no Rio de Janeiro.

Em 1984 participou do curso do “Ginástica Estética de Academia” do Governo do Distrito Federal, Departamento de Educação Física, Esportes e Recreação.

Em 1987 participou do “Short Triátlon Brasiliense”. A partir de 1988, coordenou várias edições dos JEB (Jogos Escolares Brasileiros) na área da capoeira.

Em 1990 coordenou o 1º Projeto “Jogos Abertos de Brasília de Capoeira”. Atuou como técnico dos primeiros campeonatos da Confederação Brasileira e proferiu palestras sobre a capoeira; aplicou vivência de capoeira na Fundação Cidade da Paz; participou do “Encontro Mundial do Meio Ambiente e os 500 Anos do Descobrimento da América”.

Em 1991 foi jurado no “II Jogos Abertos” do DF; formou a 1ª Mestre de Capoeira mulher.

Em 1992 participou de diversos simpósios de capoeira; colaborou nas “Diretrizes da Capoeira no Brasil”; representou o Brasil no “Encontro Mundial de Artes Marciais”
na Alemanha; foi palestrante do “GEISPORT”; apresentou, de sua autoria, o regulamento que regeu os JEB de capoeira, “Roda de Capoeira Competitiva”;
proferiu palestra para professores do “Programa Escola Comunidade de Ginástica nas Quadras”; manifestou-se pelo resgate da capoeira.

Em 1993 declarou-se contra o clímax da brutalidade entre gangues de Brasília; participou da “Jornada Contra a Violência”,
convidado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal; apresentou uma aula sobre a capoeira na “Faculdade de Artes Dulcina de Moraes”.

Em 1997 recebeu, da “Federação de Capoeira do Distrito Federal”, o diploma de honra ao mérito de “Pioneiro na Divulgação da Capoeira no Distrito Federal”.

Em 1996 participou da gravação do CD “Tantas Canções” de Muriel Tabb e Paulo André Tavares;

em 1997 participou do filme “O sonho não acabou” com Lucélia Santos e contracenou com Miguel Falabela e do filme “No Coração dos Deuses” da Aquarela Produções Culturais – um filme de Geraldo Moraes – roteiro longa-metragem sobre a saga dos Bandeirantes. Participou do 114º Aniversário do Sonho-Visão de Dom Bosco com a peça “Brasília Paralelo 15”;

em 2002, Tabosa gravou canções de sua autoria no CD da cantora Muriel Tabb, intitulado “Olhos d´água”.

Hélio Tabosa dividiu o palco com Muriel Tabb e Tico de Moraes, mais de uma vez, na Sala Cássia Eller – FUNARTE, nas salas Villa Lobos e Martins Penna, do Teatro Nacional, na Biblioteca Demonstrativa de Brasília e na Livraria Cultura.

E no apagar das luzes de 2009, somos surpreendidos com essa matéria:

MESTRE TABOSA

Voto de Aplauso foi requerido também, pelo senador Arthur Virgílio, para Hélio Tabosa de Moraes, pela publicação do livro O Filho de Xangô, a respeito da história e prática da capoeira no Brasil.

“Mestre Tabosa, como é conhecido – disse o senador – é figura das mais representativas na área da capoeira. Estudou várias artes marciais, como judô, sumô e esgrima e formou os melhores mestres de capoeira e os melhores professores de ginástica de Brasília. Foi também o responsável pela implantação do ensino da capoeira na Universidade de Brasília (UnB).”

É somente um pouco a respeito de Mestre Tabosa.

Para saber mais, leia o livro…!!

Fonte: http://www.filosofianacapoeira.blogspot.com/

Capoeira Ginga Brasilia “Aprendendo mais pela Paz”

Festa de Encerramento do Ano de 2009

Na oportunidade estamos contando com a presença do Mestre Cafuné, aluno do Mestre Bimba.
Como já é do conhecimento de uma boa parte dos capoeiristas,

os trabalhos realizados por mim, tem como objetivo ampliar os conhecimentos, desmestificar alguns pontos na capoeira e organizar, para que esta arte se mantenha no seu maior estado de pureza possível.

PROGRAMAÇÃO

• 9:00h às 13:00h – aulas de toques de berimbau (trazer o seu berimbau) – sequências, movimentos desequilibrantes e balões

• 13:00h às 14:00h – almoço

• 14:00 às 17:00h – roda, batizado e troca de cordões

Mestre Brasilia

Antônio Cardoso Andrade, Mestre Brasília, nascido em 29-05-1942, é também um dos pioneiros da Capoeira paulista. Aprendeu com mestre Canjiquinha, de quem foi discípulo e amigo dedicado.

Veio para São Paulo, gostou, acabou ficando. Praticava capoeira na antiga CMTC, com mestre Melo, e na academia do mestre Zé de Freitas, no Brás. Conheceu então mestre Suassuna, e juntos fundaram uma academia, a “Cordão de Ouro”, que viria a se tornar no pólo principal da Capoeira paulista.

 

Joga com extrema elegância e habilidade.

 

Local

Local: Escola Vera Cruz
Endereço: Rua Baumann, 73 – Vila Leopoldina
Data: 20/12/2009 – Domingo
Telefone: 9395-3907.

Investimento

Valor: R$ 30,00 para depósito até dia 15/12
banco Itaú – Ag: 0185 – c/corrente:14193-4 – Antonio Cardoso Andrade
R$ 50,00 no dia 20/12.

São Paulo: Homenagem a Mestre Zé de Freitas

Capoeiristas de São Paulo convidam para roda em homenagem a Mestre Zé  de Freitas e gravação de DVD

A história da capoeira não está nos livros, mas na cabeça de muitos mestres antigos e de quem conviveu com eles. Preservar essa história tem a ver com a sobrevivência e o fortalecimento da capoeira e também com o cuidado com esses mestres. No domingo, 16, a capoeiragem de São Paulo vai se reunir para conhecer um pouco mais sobre  Mestre Zé de Freitas, baiano de Alagoinhas e um dos precursores da capoeira no estado. O encontro acontecerá a partir das 11h, na Escola Vera Cruz, e irá resultar em um DVD sobre o Mestre.

Em uma mesa redonda, capoeiristas e pessoas próximas do Mestre Freitas contarão histórias e memórias de fatos ocorridos com ele, que treinou com Waldemar da Paixão e que chegou em São Paulo em 1959, voltando para sua terra Natal em 1999. Logo após os relatos, Mestre Brasília ministrará uma aula de capoeira, que servirá de aquecimento para uma grande roda em homenagem a Zé de Freitas. Será cobrada uma entrada de R$ 10 por pessoa, com renda destinada ao homenageado. Haverá ainda uma apresentação sobre a Ação Griô, com projetos de resgate da memória da capoeira, feita por Mestre Alcides.

Mestre Zé de Freitas

Ao longo dos 40 anos que viveu na capital paulista, Zé de Freitas foi uma figura importante para o desenvolvimento da capoeira na cidade. Ele foi aglutinador dos capoeiristas. Suas aulas no CMTC Clube, onde além de capoeira ensinava luta livre, tornaram-se referência para os que chegavam na cidade. Foi ali que capoeiristas como Mestre Brasília, Mestre Suassuna, Mestre Joel se encontraram pela primeira vez. Foi com ele também que Mestre Pinatti, um dos poucos paulistas que se dedicava à capoeira nos anos 60, consolidou seu aprendizado de capoeira e encontrou-se com os baianos.

Mestre Freitas também participou de novelas; trabalhou como segurança de Manoel da Nóbrega, o principal humorista da Praça da Alegria; foi um dos treinadores do jogador Pelé para o filme A marcha de Chico Bondade, de 1972. Também em São Paulo fundou sua academia, a Associação de Lutas Unidas Capoeira Freitas, no bairro do Sapopemba.

Hoje, aos 83 anos, completados em abril, Mestre Zé de Freitas já não ensina por conta de problemas com a visão. No domingo, 16, parte da sua história estará sendo contada e seu legado revivido. Todo o material do encontro de domingo será gravado e usado na produção de um DVD sobre sua obra. O DVD será vendido e a renda revertida para o Mestre, que, a exemplo de muitos outros, como Pastinha e Bimba, chegaram à sua velhice sem boas condições financeiras.

Serviço

O que: Roda em homenagem a Mestre Zé de Freitas

Quando: domingo, 16 de agosto de 2009 – das 11h às 15h

Onde: Escola Vera Cruz – Rua Baumann, 73 – Vila Leopoldina (próxima ao Ceagesp)

Valor: R$ 10 (a renda será destinada ao Mestre)

Programa:

11h – Mestre Alcides e a Ação Griô

11h30 – Mesa redonda sobre Mestre Freitas

12h30 – Aula com Mestre Brasília

13h30 às 15h – Roda de Capoeira

Maiores informações: (11) 93953907 com Mestre Brasília

Candeias Open Internacional de Capoeira 2009

Será realizado em Goiânia de 06 a 09 de Agosto de 2009. O Candeias Open Internacional de Capoeira. Este é um dos maiores eventos da modalidade no Brasil.

Este evento tem como principal objetivo o intercambio de vários Grupos e Associações de Capoeira, bem como, reunir os integrantes do Grupo Candeias.

O Grupo Candeias é um Grupo que se orgulha de ser Goiano e atualmente se encontra em 16 Países e em 17 Estados do Brasil.

Estão confirmados capoeiristas da França, Inglaterra, Irlanda, Equador, Peru, Chile, México, Argentina, Republica Tcheca, Portugal e Espanha, somando aos capoeiristas de Goiás e do Brasil chegaremos a uma meta de 1.000 participantes.

Dentre os convidados estes já confirmaram presença: Mestre Burgues, Zulu, Brasília, Luiz Renato, Falcão, Tucano Preto, Dionizio, Renato, Pança, Xoroquinho, Sarará, Xereu, Cabeça e o percussionista Dinho Nascimento.


PROGRAMAÇÃO DO OPEN

 

Dia 06/08 – Quinta Feira

19:00h – Abertura – Rodas

Dia 07/08 – Sexta Feira

09:00h às 15:00h – Cursos: Mestre Pança (Capoeira Regional), Mestre Brasília (Capoeira Angola) Mestre Sarará (Capoeira Contemporânea) e Dinho Nascimento (Ritmos)

16:00h – Torneio mundial – Iniciantes

18:00h – Torneio mundial – Categoria intermediária

19:30h – Show com Dinho Nascimento e Grupo Candeias

20:30 – Roda de Mestres e Professores

21:00h – Formatura

Dia 08/08 – Sábado

09:00h às 15:00h – Cursos: Mestre Burguês, Mestre Suíno  e Tucano Preto, (Capoeira Contemporânea).

15:00h – Festival de música

16:00h – Torneio Infanto-Juvenil

19:00h – Rodas para todos

20:00h – Torneio Absoluto

23:00h – Festa e show da cultura Brasileira

Dia 09/08 – Domingo

10:30h – Cursos: Tiziu e Babuíno (danças brasileiras e afro brasileiras) e Mestre Xereu e convidados

16:00h – Roda de Encerramento no Parque Vaca Brava