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Capoeira, o golpe da esportivização

No toque do berimbau, num gingado singular e na dança acrobática, nasce a capoeira – manifestação cultural afro-brasileira, criada pelos negros escravos como forma de luta contra a opressão. Luta essa que se travou no plano físico e cultural. A arte secular até hoje sofre preconceito de tudo quanto é lado: do campo religioso, por ter vindo do candomblé; de etnia, por ser de origem negra; e pela sua prática ter começado nas ruas, então, logo vista como marginalização.

Percebemos que a capoeira é muito mais forte do que uma simples atividade física. Para corroborar ainda mais tal afirmativa, este mês foi   realizado o IV Festival Internacional de Capoeiragem, no Forte da Capoeira, em nossa capital, quando a elite mundial da prática pôde vivenciar e trocar experiências por meio de diversas atividades.

A capoeira é um elemento definidor de identidade brasileira porque agrega em uma única arte itens fundamentais: a religião, os movimentos corporais, a música, a história. No entanto, apesar dos atributos, mestres, contramestres e praticantes têm, de forma árdua, lutado para evitar que o patrimônio imaterial da humanidade seja esportivizado.

Ora, como um mestre conhecedor de toda essência da capoeira pode ser obrigado a ter graduação para ministrar aulas? O mestre não aprova esse método da esportivização por que, em sua visão, tal processo limitará a prática corporal a um caráter competitivo, mecanicista, distanciando-se de suas origens e de seus objetivos culturais.

A capoeira tem-se incorporado ao ambiente escolar nas aulas de educação física e atividades extracurriculares, mas para que essa prática esteja presente nas aulas faz-se necessário que o professor compreenda a importância da prática para o corpo discente. E é por essa relevância que os mestres não podem ser excluídos da ministração das aulas pois, além de ensinarem a história dos negros no Brasil, se dedicarão nos gestos, ritmos e movimentos da arte, facilitando o aprendizado dos alunos e influenciando nos comportamentos afetivo, criativo e lúdico.

Forçar um mestre de capoeira condicionando que este só poderá ensinar após a obtenção de um diploma acadêmico é o mesmo que exterminar suas raízes. Uma manifestação nascida nas senzalas, por meio de escravos em busca de uma vida digna e justa, que fez e que faz parte da história do nosso país, está sendo analisada sob a ótica esportiva.

Nossos mestres de capoeira merecem respeito e atenção porque, mesmo com tantas dificuldades e incompreensões, eles ainda têm um belíssimo trabalho de inclusão social, por meio do qual retiram jovens da ociosidade, resgatando a autoestima e orientando-os para a vida em sociedade.

 

Luiz Carlos de Souza  é vereador (PRB) de Salvador e presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Capoeira

* Luiz Carlos de Souza, natural de Pernambuco, nasceu no dia 20 de abril de 1972. Filho de Severino Carlos de Souza e Maria José de Souza, é o caçula de 12 filhos e conheceu de perto as dificuldades da vida no Nordeste onde, desde cedo, precisou trabalhar para ajudar no sustento da casa. Em outubro de 2012, foi eleito pelo Partido Republicano Brasileiro (PRB) para seu 1º mandato (2013-2016) com 13.505 votos, sendo o 7º vereador mais votado.

Fonte: http://www.correio24horas.com.br/

A Capoeira Angola segundo Mestre Pastinha

Vicente Joaquim Ferreira Pastinha, conhecido como Mestre Pastinha, nasceu em 1889, em Salvador, aprendeu a lutar com um negro de nome Benedito, que, ao vê-lo apanhar de um garoto mais velho, resolveu ensinar-lhe os golpes, guardas e malícias da Angola.

Mestre Pastinha começou a ensinar capoeira em 1910, depois de um período de oito anos na Marinha de Guerra do Brasil. Seu primeiro discípulo foi Raimundo Aberê, que, por sua vez, se tornou um exímio capoeirista, conhecido em toda a Bahia.

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Vídeo de 1991, comemorativo dos Dez Anos de Atividades do Grupo de Capoeira Angola Pelourinho do Rio de Janeiro, realizado por Antonio Carlos Muricy. 
Editado a partir de uma seleção de vídeos VHS dos arquivos do grupo, reúne grandes bambas, grandes angoleiros, cariocas ou não, como os Mestres Moraes, Neco Pelourinho, Zé Carlos, Braga, Marco Aurélio, Armandinho, Angolinha, Lumumba, Rogério, Valmir, Brinco, Manoel, entre outros.

Apesar da precária qualidade técnica, retrata momentos extraordinários da Capoeira Angola carioca, e inclusive jogos raros, como o “Jogo do Dinheiro”, aqui registrado em dois grandes momentos, um o jogo de Mestre Neco Pelourinho com Mestre Braga, e o outro um jogo entre o Mestre Armandinho e Mestre Zé Carlos.

Traz também um momento raro de violência em uma roda de Angola, quando Mestre Rogério aplica um rabo de arraia em Mestre Lumumba e o atinge em cheio. É extraordinária a calma e serenidade de Lumumba, em se recuperar e responder no jogo, na Capoeira, a Rogério.

Traz reflexões de Mestre Pastinha, o Guardião da Capoeira Angola, e uma pequena história da Capoeira, narrados por Mestre Brinco e Mestre Neco Pelourinho.
Memória da Capoeira Angola carioca, ouro puro.

Cultura e Acessibilidade

Cultura e Acessibilidade – 1º Encontro Baiano sobre acessibilidade – Dias 24 e 25 de outubro – Entrada Franca | Palestra – Dia 22/10

1º Encontro Baiano para espaços museais e instituições socioculturais na perspectiva da acessibilidade.
Dias 24 e 25 de outubro de 2012 no Museu Carlos Costa Pinto – Entrada FrancaInscrição através do e-mail: cultural@museucostapinto.com.br – Vagas Limitadas | Será fornecido certificado
Realização – Museu Carlos Costa Pinto | Apoio Financeiro – Fundo de Cultura, Secretaria da Cultura e Fazenda, Governo do Estado da Bahia.Apoio Institucional – Arcca e Prefeitura Municipal de Salvador, Dimus, Ipac.

PROGRAMAÇÃO

Dia 24/10

8 às 9h00 – Credenciamento9 às 10h00 – Mesa de abertura – 1 representante da Secretaria de Justiça, Bárbara Carvalho dos Santos (MCCP), Profa. Maria Célia T. Moura Santos (DIMUS), 1 representante SETAD, Ednilson Sacramento (Conselho Municipal da pessoa com deficiência) e Dra. Nidalva Brito (Ministério Público)10 às 10h30 – Intervalo10h30 às 12h30 – Mesa Acessibilidade em ambientes culturais: experiências locais, com instituições culturais do Corredor da Vitória. Mediador: Moari Castro12h30 às 14h00 – Intervalo para almoço14h às 15h00 – Mesa sobre Legislação e cidadania – Dra. Nidalva Brito (Ministério Público), Dr. Manoel Jorge Silva Neto (Ministério Público do Trabalho) e mediador: Lívia (Ednilson)15h00 às 15h30 – Intervalo15h30 às 17h00 – Mesa sobre Recursos de Acessibilidade – Humberto Pires, Eliana Franco,  mediador: Ednilson

Dia 25/10

8h30 às 10h00 – Mesa sobre barreiras físicas – Islândia (VIDA BRASIL), Raimundo Nonato (Fundação Mário Leal Ferreira), mediação: Ninfa Cunha10 às 10h30 – Intervalo10h30 às 12h00 – Mesa sobre barreiras atitudinais – Mariene Maciel; Silvia Regina Costa Martins (COMPED), Diego Almeida (Revista EXISTO), mediação: Antonio Carlos Barbosa12h00 às 14h00 – Intervalo almoço14h00 – 16h00 – Grupos de trabalho setoriais para formulação de ações16h00 às 18h00 – Apresentação das propostas e ações

LOCAL: MUSEU CARLOS COSTA PINTO – AUDITÓRIO

Av. Sete de Setembro, 2490 – Corredor da Vitória – Salvador – Ba

 

Museu Carlos Costa Pinto museuccp@gmail.com

Museu Carlos Costa Pinto: Exposições e Palestras

“As Exposições Provinciais do Império: a Bahia e as Exposições Universais (1866-1888)”

Palestrante: Profa. Ms. Cínthia da Silva Cunha, Mestre em História Social da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFBA.
Dia 29 de abril, das 17 às 18:30 horas | Auditório do Museu
ENTRADA FRANCA – Será fornecido certificado

Exposição

A Bahia tem … Nádia Taquary

Nascida em Salvador, atlântica, criou-se em Valença, beira de mar e rio. É de Peixes. Um ser de águas recôncavas. Seu pai, professor de educação física e ginástica olímpica de formação, também lidava com jóias. Era um fazedor de coisas, guardador e restaurador de objetos que saiam perfeitos de seu galpãooficina no fundo da casa. Nádia, a índia Taquary, de olho, pescando tudo.

Cursou letras, mas apaixonou-se pelas artes. Estudando, encontrou-se nos textos sobre cultura africana e descobriu as ‘joias de crioulas baianas’ no livro ‘Círculo das Contas’, do Museu Carlos Costa Pinto. A cada página abria-se um mundo de encantamentos, memóriasda infância, das peças dadas por seu pai, da identidade com aquela estética tão familiar.

A Bahia tem… é uma louvação à Bahia negra, misturada e rica, às águas como caminho que embalou o rico legado de nossa história. É o resultado de um encontro entre África, Europa e o novo mundo, onde a opulência e o requinte das ‘joias de crioula’ recriadas por Nádia Taquary nesta versão contemporânea, pretende aguçar sua lembrança de um belo tão intensamente nosso.

Período: 31/03 a 28/05/2011

Visitação: Segunda à Sábado, exceto terça-feira, das 14:30 às 19:00 horas.

 

O Museu Carlos Costa Pinto:

É uma instituição cultural particular, mantida através de convênio com o Governo do Estado da Bahia. Foi inaugurado em 05 de novembro de 1969. O acervo foi doado pela viúva Margarida de Carvalho Costa Pinto, para a concretização do sonho de seu marido. Criado para “conservar aspectos da antiga residência de Carlos Costa Pinto com objetos de arte colecionados por ele no século XX”, tem cada vez mais consolidado e expandido a sua função como casa de cultura, tornando-se ponto obrigatório de visitação. O acervo de arte decorativa do Museu é de coleção fechada, apresentando 3.175 peças divididas em 12 coleções: Cristal, Desenho, Diversos, Escultura, Gravura, Imaginária, Mobiliário, Ordens Honoríficas, Ourivesaria, Pintura, Porcelana e Prataria. São exemplares de várias partes do mundo, dos séculos XVII ao XX, que retratam o estilo de vida da sociedade baiana colonial, imperial e republicana. Av. Sete de Setembro, 2490 – Corredor da Vitória – Salvador – Bahia – Brasil Tel.: (71) 3336-6081 museuccp@gmail.com www.museucostapinto.com.br

Nádia Taquary expõe “A Bahia tem…” no Museu Costa Pinto

Mostra de colares-escultura da linha Olorum Bamim começa na quinta (31/03)

De 31/03 a 30/04, a artista plástica baiana Nádia Taquary vai expor no Museu Carlos Costa Pinto (Salvador) algumas das obras da sua linha de colares-decorativos Olorum Bamim (proteção do Deus Maior, em iorubá). Na exposição, que se chama “A Bahia tem…”, Nádia promove um diálogo entre o acervo de jóias de crioulas do museu e seus colares-escultura, que chegam a ter até 75 metros de cordas e misturam ouro, prata, cobre, madeira, contas africanas, figas e balangandans. “É uma grande alegria fazer a interface do meu trabalho com uma das fontes de inspiração dele, dentro do próprio Costa Pinto, que foi o ambiente de nascimento conceitual”, conta a artista.

O mote da mostra veio da música “O que é que a baiana tem?”, de Dorival Caymmi (gravada por Carmem Miranda), na qual se fala das jóias, balangandans e vestimentas das mulheres negras da Bahia no começo do século. A artista uniu o tema ao conceito da linha Olorum Bamim e fez as obras, que contemplam colares com formas diversas: abertos, fechados, com múltiplas pontas, balangandans e com figas.

Olorum Bamim – O nome, elaborado com sugestões do artista plástico Mestre Didi e de Adbié (alabé do terreiro de candomblé Ilê Axé Opó Afonjá e amigo de Nádia), significa proteção do Deus maior, em Iorubá. O projeto teve origem numa pesquisa de pós-graduação da artista plástica sobre as jóias que as crioulas usavam no Brasil durante o período colonial. “Fiquei fascinada com a exuberância do encontro dos três mundos (Europa, África e Brasil) e da forma como isso refletia nos adereços daquelas mulheres”, conta Nádia, que também se inspirou no livro “O círculo das contas”, da historiadora e museóloga Solange Godoy, feito para o Museu Carlos CostaPinto (BA). O livro explica como as jóias de crioulas chegaram a Salvador e ao recôncavo baiano. “Um povo que não se olha e que não se reconhece, empobrece; pois, nada do que possui é verdadeiramente seu”, arremata a artista.


Realização: Olorum Bamim. Apoio cultural: TAG Arts, Museu Carlos Costa Pinto, Solisluna Design, Xarmonix e Jornal Bahia Negócios

 

SERVIÇO:

Exposição “A Bahia tem…”

Período: 31/03 a 30/04;Local: Museu Carlos Costa Pinto (Corredor da Vitória); Visitação: segunda a sábado, exceto terça e feriado. Das 14h30 às 19h; Mais informações: 3336-7034; Realização: Olorum Bamim, com apoio cultural da TAG Arts, Museu Carlos Costa Pinto, Solisluna, Xarmonix e Jornal Bahia Negócios.

* Victor Villarpando  71 8867.6107 | 71 7813.8814

Mestre Bimba e a “Capoeira Iluminada”

110 anos de dedicação ao mais brasileiro patrimônio cultural

O De Lá pra Cá deste domingo (21), que sucede ao dia da Consciência Negra, traz uma homenagem ao mestre da capoeira, o Mestre Bimba.

Luta ou jogo? Dança ou esporte? Ou tudo junto? Não existe uma definição absoluta do que é a capoeira. Mas sabe-se que é uma manifestação cultural genuinamente brasileira e que tem em mestre Bimba o homem que a reinventou. Foi Bimba quem tirou a capoeira da marginalidade e a transformou numa cultura física, praticada por milhões de pessoas em todo o mundo. Há 300 anos que é dos maiores símbolos do Brasil e foi tombado como patrimônio cultural brasileiro desde julho de 2008.

Participam deste programa dedicado aos 110 anos de Mestre Bimba, o jornalista e presidente da Biblioteca Nacional, Muniz Sodré; o professor de História da UFBA, Carlos Eugênio; Mestre Camisa e diretor Luiz Fernando Goulart.

 

Apresentação Ancelmo Gois e Vera Barroso

Direção geral José Araripe Jr

Direção Carolina Sá

Livre

Horário: domingo, 18h

Reapresentação: sexta, 20h30

 

Fonte: http://www.tvbrasil.org.br/

Alto Paraíso sediará 2º encontro internacional de capoeira

O município de Alto Paraíso será palco mais uma vez de atração internacional, desta vez voltada para a roda de capoeira. Trata-se do 2º encontro internacional de Capoeira e 10º batizado e troca de corda. Duas atrações internacionais estarão no município nos dias 11 e 12 de setembro, Mestre Ray e Besouro “Airton Carmo”.

O Secretário Municipal de Esporte, Turismo, Cultura e Lazer, Luiz Carlos Batista, falou da importância que tem esses personagens de renome internacional da Capoeira, no município de Alto Paraíso. “Os jovens de Alto Paraíso recebe esse presente, que empenhamos com o objetivo de incentivará o aluno permanecer na escola. Com o apoio da prefeitura e da equipe da SEMATUR, realizaremos mais um evento que promete entrar para o calendário cultural de Alto Paraíso e do Estado” disse o secretário.

Mestre Ray como é conhecido, Raimundo Ferreira de Sousa Nascido na cidade de Gonzaga-MG em 15 de agosto 1962, aos cinco anos de vida passou foi morar em Belo Horizonte, passando por orfanato.

Iniciou se na capoeira no fim dos anos 70 com professor Joel Dias Faria, Em 1882 quando inaugurou o parque “Guilherme Lage” no bairro São Paulo as rodas se transferiram pra lá e também para o Centro social Urbano do Bairro em Belo Horizonte. O grupo Oficina da Capoeira hoje mantém representantes em 15 países, 7 estados do Brasil e mais que 30 cidades no interior do estado de Minas Gerais.

Em 2006, forma seu primeiro mestre na Capoeira: Carlos Fernando da Silva, Mestre Gato, em 2007, Mestre Ray cria nos Estados Unidos o “Oficina de Capoeira Foudation”.

Mestre Ray, Realiza cada ano no Brasil o “Festival Internacional Oficina da capoeira” no mês de Dezembro e visita todos os Países, Estados e cidades onde existe uma oficina da Capoeira.

Fonte: http://www.rondoniaovivo.com/

Pinda: Capoeira começa a conquistar alunos nas escolas da rede pública

Alunos da Escola Estadual Profª Dirce Aparecida P. Marcondes recebeu no dia 1º de junho uma demonstração de capoeira ministrada pelos mestres José Carlos de Souza, o Carlinhos ‘Indio’ , Sandro Ferreira, Fausto Ferreira, instrutor Juninho e aprendiz Maurício da Costa Ribeiro.

Segundo Sandro, está sendo implantado junto à Prefeitura, o projeto educacional Capoeirando na Escola, cujo objetivo é levar o esporte e a cultura às escolas da cidade.

A iniciativa deste evento partiu da Professora de Educação Física, Delma de Fátima Ribeiro, a partir de um projeto desenvolvido em sala com seus alunos, onde a Capoeira foi enfocada pela importância como modalidade esportiva e cultura.

A professora Delma teve em sua iniciativa a aprovação do Diretor Substituto da Escola Dirce, Prof. Carlos Alberto M. Fraga e da Vice-Diretora, Profª Gladys Maria de Paiva Rêgo, pois é uma forma de integrar os alunos ao esporte e à cultura.

“Os alunos gostaram bastante da atividade, envolvendo-se nas apresentações com os mestres Carlinhos e Sandro, pois alguns já conhecem e dominam a prática do esporte, o que motivou os colegas.”, conclui a professora Delma.

Trazida pelos negros para o Novo Mundo, a durante o período da escravidão, juntamente com as tradições e influências religiosas dos povos africanos, a capoeira é hoje Patrimônio Cultural e firma-se como arte marcial afro-brasileira que ganha notoriedade e adeptos em todo o mundo. “Podemos afirmar que atualmente, é bem brasileira, caracterizando-se por golpes e movimentos ágeis e complexos, utilizando mãos, pés, cabeça, pernas, cotovelos e o torso, enfim, elementos ginásticos acrobáticos.”, diz a professora Delma.

 

Fonte: http://www.agoravale.com.br

Academia de João Pequeno de Pastinha – CECA: QUÃO NEGRO SOMOS

Camaradas, Divulgo a todos o evento em S.Carlos que a Teia das Culturas (ponto do cultura onde temos o nucleo da Academia de João Pequeno de Pastinha sob coordenação do Mestre Pé de Chumo) está realizando junto com seus parceiros.
Compareçam…
Abraços
Dedê

Academia de João Pequeno de Pastinha – CECA


ENCONTRO DE FORMAÇÃO “QUÃO NEGRO SOMOS”
Módulo I

Este encontro de formação visa reunir diversas ações direcionadas à valorização dos saberes da cultura popular afro-brasileira, objetivando estabelecer um diálogo entre diferentes atores envolvidos com a transmissão destes saberes no município de São Carlos, bem como contribuir para a troca de experiências e interlocução entre os conhecimentos transmitidos no ambiente escolar e os saberes da cultura popular afro-brasileira. É direcionado ao corpo docente da rede municipal de ensino, estudantes, pesquisadores e demais interessados da comunidade são carlense.

PROGRAMAÇÃO

18.03 – Quinta-Feira
Local: Paço Municipal
19h – Mesa de abertura: Cultura Afro-Brasileira na Educação: Parcerias e Possibilidades. Presença de representantes: Ministério da Cultura, Prefeitura Municipal de São Carlos, NEAB/UFSCar e Teia – Casa de Criação
20h30 – Apresentação Cultural: Grupo Girafulô

19.03 – Sexta-Feira
Local: Paço Municipal
19h- Mesa: Perspectivas na relação entre saberes populares e escolares. Presença de representantes dos Grupos Culturais: Urucungus, Ação Griô, Teia das Culturas e da Câmara Técnica de Educação das Relações Étnico-Raciais, do Conselho Municipal de Educação de São Carlos.
20h30 – Cortejo: Grupo Rochedo de Ouro / São Carlos

20.03 – Sábado
Manhã – SESC São Carlos
9h00 – 10h30 Mostra de Trabalhos da Cultura Popular Afro-Brasileira (exposição de painéis com ações, experiências e projetos desenvolvidos em São Carlos).
10h30 – 12h- Roda de Conversa: Cultura Afro-Brasileira: Ações Locais e Troca de Experiências (troca de experiências entre professores-autores dos trabalhos apresentados, grupos de cultura popular, sociedade civil organizada e comunidade).

Tarde – SESC São Carlos
14:30h – 18:00
Oficina I: Formação de Pedagogia Griô (com o grupo Ação Griô) Público-alvo: professores e educadores (Ação Griô)
Público-alvo: professores e educadores

Oficina II: Práticas Culturais com o Grupo Urucungus – Campinas
Público-alvo: estudantes

Noite – Teia – Casa de Criação
19h – 22h Hora Feliz
Encontro Aberto de Confraternização

21.03 – Domingo
Local: Centro da Juventude Elaine Viviane – Monte Carlo
15h – 22h Festival Cultura
Centro Esportivo de Capoeira Angola – Academia João Pequeno de Pastinha; Companhia de Santo Reis Estrela Guia, Grupo Rochedo de Ouro, Grupo de Pesquisa e Prática em Danças Brasileiras – Girafulô, Ala Show da Escola de Samba Rosas Negras, Jamil e o Grupo de Catira Pés Palmas e Coração, Mc Teddy paçoca e Beat Majester’s CPP São Carlos, Urucungos Puítas e Quijêngues. Alimentação e Feira de Economia Solidária

INSCRIÇÕES

As inscrições para participação no evento só serão aceitas via e-mail: educacao@saocarlos.sp.gov.br

Dados a serem encaminhados para Inscrição:

Nome:
Endereço:
Cidade:
Telefone:
Título do Trabalho
(caso queira apresentar trabalho no dia 20.03):
Instituição em que trabalha:
e-mail:

Importante: Só serão emitidos certificados aos participantes que estiverem presentes em todas as atividades dos dias 18, 19 e 20. O módulo II desta formação será oferecido no 2º. semestre. Serão emitidos certificados totalizando 30h aos participantes dos módulos I e II.

APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS

Serão aceitos trabalhos como relatos de experiências, atividades, projetos em andamento ou concluídos na área de Cultura Popular Afro-Brasileira. As inscrições são gratuitas e o período para envio dos trabalhos é de 26 de Fevereiro a 12 de Março de 2010. As inscrições serão efetivadas por meio do encaminhamento dos dados de inscrição, juntamente com o resumo do trabalho anexado ao e-mail para o seguinte endereço: educacao@saocarlos.sp.gov.br Só serão aceitas as inscrições encaminhadas por e-mail.

INFORMAÇÕES

Informações sobre inscrições, resumos, formato dos painéis: educacao@saocarlos.sp.gov.br ou na Secretaria Municipal de Educação 3373-3223 c/ Lucelina.

Saiba mais sobre a Programação: www.teia.org.br

V Fórum de Capoeira e Cidadania e II Festival de Capoeira Inclusiva

Nos dias 13 e 14 de novembro, o Núcleo de Formação Cidadã (NFC) da Metodista realizará o V Fórum de Capoeira e Cidadania e o II Festival de Capoeira Inclusiva, coordenados pelo Prof. Ms. Eduardo Okuhara.

Nesta 5ª edição, o evento abordará a história da capoeira e contará com a presença do Prof. Dr. Carlos Eugênio Líbano Soares, professor adjunto da Universidade Federal da Bahia, que destaca em seus trabalhos a história da escravidão africana no Brasil e atua principalmente nos temas Capoeira e Escravidão.

A entrada é franca. Confira abaixo a programação:

Dia 13 de novembro

Horário: das 19h30 às 22h
Local: Auditório Sigma
Capoeira: mitos e fatos – Prof. Dr. Carlos Eugênio Líbano Soares
Homenagem ao mestre Capoeirista Cidadão 2009
Participação do Grupo Capoeirando na Metô

Dia 14 de novembro

Horário: das 10h às 14h
Local: Ginásio do Complexo Esportivo
II Festival de Capoeira Inclusiva
Cerimônia de Batizado dos integrantes do grupo Capoeirando na Metô.

Não é necessário realizar inscrição antecipada.

Parceiros:

Núcleo de Artes, Assessoria Pedagógica para Inclusão, Cátedra Gestão de Cidades, Projeto Capoeirando na Metô, Espaço Consciência Negra, V.I.V.A Capoeira e Prefeitura Municipal de São Bernardo do Campo.

Local: Universidade Metodista de São Paulo
Campus Rudge Ramos
Rua Alfeu Tavares, 149 – Rudge Ramos
São Bernardo do Campo-SP.

Mais informações:
Núcleo de Formação Cidadã
Telefones: (11) 4366 5968 / (11) 4366 5216