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Cojuv firma parceria com o movimento Capoeira de Quilombo

Parceria visa contribuir na realização da V Kizomba que será em dezembro

O coordenador da Juventude, Plínio Dumont, esteve reunido nessa quinta-feira (03/11), com os organizadores do movimento Capoeira de Quilombo. Na oportunidade, foi firmada uma parceria entre a Cojuv e o movimento, com o intuito de contribuir na realização da V Kizomba, que vai acontecer, de 23 a 25 de dezembro, no município de São João do Piauí.

O evento tem o objetivo de contribuir com o processo de formação política, integração cultural, mobilização para fortalecimento histórico da capoeira de quilombos, socialização e troca de experiências, através das atividades culturais desenvolvidas dentro da comunidade.

O Plínio Dumont sente-se motivado a investir em ações educativas de valorização da cultura negra. “Eventos como esse contribuem para o fortalecimento histórico do movimento, garantindo a promoção de atividades de matriz africana.”

O Projeto visa atender 400 jovens oriundos de comunidades quilombolas, oferecendo oficinas, palestras e atividade culturais, como capoeira de quilombo, maculelê, samba de cumbucu, pagode do mimbo, afoxé, puxada de rede e reisado.

 

http://180graus.com

Fundo Internacional para a Diversidade Cultural

Financiamento para programas e projetos de promoção e proteção da diversidade cultural

O Fundo Internacional para a Diversidade Cultural criado pela Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, já entrou em sua fase piloto de funcionamento, com a divulgação de um formulário de pedidos de financiamento para programas e projetos.

Poderão ser financiados programa e projetos relativos à implementação de políticas culturais e ao fortalecimento de infraestruturas institucionais correspondentes; ao fortalecimento das capacidades culturais; ao fortalecimento das indústrias culturais existentes; à criação de novas indústrias culturais; e à proteção de expressões culturais comprovadamente em risco de extinção, conforme o artigo 8 da Convenção.

As solicitações poderão ser apresentadas por governos dos países em desenvolvimento membros da Convenção,  ONGs nacionais da área da cultura, grupos vulneráveis ou outros grupos sociais minoritários. Os pedidos serão avaliados por um painel de seis especialistas nomeados pelo Comitê Intergovernamental da Convenção, formado por 24 países, dentre os quais o Brasil.

O Fundo da Diversidade Cultural dispõe atualmente de US$ 2.391.489 (dois milhões, trezentos e um mil, quatrocentos e oitenta e nove dólares). A Convenção integra, atualmente, 109 países, dos quais a maioria é de países em desenvolvimento.

No Brasil, os pedidos devem ser enviados até o dia 15 de junho deste ano, para a Divisão de Assuntos Multilaterais Culturais (DAMC) – veja o endereço abaixo.

De acordo com decisão do Comitê Intergovernamental da Convenção, a prioridade de utilização dos recursos do Fundo é financiar projetos apresentados por países em desenvolvimento. Por este motivo, o Secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SID/MinC) Américo Córdula, avalia que projetos brasileiros não terão prioridade, já que o Brasil é visto como um dos países em desenvolvimento em melhor situação econômica, e existem poucos recursos. O Secretário explica que, para financiar programas e projetos de promoção e proteção da diversidade cultural brasileira, o Ministério da Cultura está propondo a criação de um Fundo Setorial da Diversidade e Acesso, que faz parte da reforma da Lei de Incentivo – Procultura, atualmente em processo de tramitação no Congresso Nacional.

Os formulários só poderão ser preenchidos em francês ou em inglês.

O endereço para envio dos pedidos é:

DAMC – Ministério das Relações Exteriores
Palácio Itamaraty – Esplanada dos Ministérios – Bloco H
Brasília – DF – Brasil
CEP 70.170-900

 

Mais informações e/ou esclarecimentos podem ser obtidos com o ponto focal da Convenção no Brasil, Giselle Dupin – Coordenadora de Fomento à Identidade e Diversidade da SID/MinC, pelo endereço eletrônico: giselle.dupin@cultura.gov.br, ou pelo telefone: (61) 2024 2368.

Clique aqui para acessar o formulário de pedidos de financiamento (em francês e inglês).

Clique aqui para acessar o texto completo do Procultura.

(Comunicação/SID)

Bahia: Forte Santo Antônio sedia “Capoeira de Saia”

Forte de Santo Antônio Além do Carmo vai sediar nos dias 01, 02 e 03 de maio, das 14h até às 18horas, o programa de capacitação “Capoeira de Saia”, organizado por grupos de mulheres  capoeiristas profissionais e amadoras-praticantes. As inscrições são limitadas, gratuitas e  podem ser realizadas no próprio Forte Santo Antônio Além do Carmo.

O encontro tem como principais objetivos informar profissionais da área, discutir o processo de ensino-aprendizagem e desenvolver propostas que visem a melhora da qualidade no ensino da capoeira.

Segundo os organizadores o compromisso principal será a capacitação e promover o fortalecimento da participação da mulher na capoeira, possibilitando uma troca maior entre as instituições culturais, as discussões de gênero, relação e contribuição no desenvolvimento histórico e social da capoeira.

Capoeira de Saia 2009

Capoeira de Saia 2009 (2a edição), acontecera nos dias 01, 02 e 03 de maio deste ano, em Salvador- Bahia, com vagas limitadas e programaçao a ser divulgada em data próxima.
 
Levanta a saia la vem a maré … la vem a maré … la vem a maré …

O Programa “Capoeira de Saia” – Capacitação da Capoeira Feminina, que será um evento executado em três edições 2008, 2009 e 2010, em ambiência baiana, nacional e mundial respectivamente, e aglutinara mulheres praticantes da capoeira e áreas afins, provenientes de todo os continentes, no mês de maio em Salvador-Bahia, promovendo palestras, festivais, cursos e vivências ministradas pelos maiores mestres desta arte no Brasil.

A primeira edição já foi realizada no dia 17/05/2008, na Fortaleza de Santo Antônio Além do Carmo _ Forte da Capoeira, das 08 as 20 h, reuniu 300 praticantes e inumeros convidados (Mestre Joao Pequeno de Pastinha foi um deles, alem de tantos outros) .

Este programa nasce com o compromisso principal de promover o fortalecimento da participação da mulher na capoeira, possibilitando um maior intercâmbio entre as instituições culturais, enfocando o processo de ensino-aprendizagem da capoeira para este público, as discussões de gênero, bem como a importância, relação e contribuição no desenvolvimento histórico e social da capoeira, possibilitando desta maneira, a ampliação do nível de informação das profissionais e praticantes da capoeira e ainda o aprimoramento técnico-teórico das mesmas.

Axé camaradas,

Comissão Organizadora

Prêmio Culturas Indígenas Edição Xicão Xucuru – Cerimônia de Premiação em São Paulo

Criado pelo Ministério da Cultura em parceria com a Associação Guarani Tenonde Porã, a partir de indicação do Grupo de Trabalho para as Culturas Indígenas, o Prêmio Culturas Indígenas é um concurso que premia iniciativas de comunidades indígenas que realizem ações e trabalhos de fortalecimento cultural.

As iniciativas tem como principal objetivo o fortalecimento das expressões culturais dos povos indígenas, contribuindo para a continuidade de suas tradições e para a manutenção de suas identidades culturais.

Contemplados com o ‘Prêmio Culturas Indígenas’ recebem certificado nesta quarta-feira (dia 3), em São Paulo

O Teatro do SESC Pompéia em São Paulo será o palco da cerimônia de premiação às 102 propostas selecionadas pelo Prêmio Culturas Indígenas 2007 – Edição Xicão Xukuru, que será realizada na noite desta quarta-feira, 3 de dezembro. Na ocasião, também será lançado o catálogo com informações sobre os 697 projetos inscritos.

Cada uma das iniciativas selecionadas receberá R$ 24 mil para que as comunidades possam desenvolver e continuar as ações de valorização cultural ou implementarem novos projetos nesse sentido. Os recursos são oriundos de patrocínio da Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet.

O evento é promovido pela Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SID/MinC), em parceria com a Associação Guarani Tenonde Porã e o SESC SP, e contará com a presença do secretário interino Américo Córdula.

Além da solenidade de entrega do Prêmio, fazem parte da programação rodas de histórias indígenas e de conversas, oficinas de arte, apresentações de teatro, de canto e de dança indígenas, uma série de atividades que se estende até 6 de dezembro, com entrada gratuita. O SESC Pompéia localiza-se na Rua Clélia, nº 93.

Edição Xicão Xukuru

Segundo o coordenador da premiação, Maurício Fonseca, a atual edição teve maior participação em relação a anterior devido à consolidação das parcerias estabelecidas com organizações indígenas, entidades governamentais e não-governamentais. "Também aumentamos para nove o número de facilitadores do prêmio que, junto com esses parceiros, organizaram 150 oficinas pelo Brasil, orientando as comunidades e organizações sobre como se inscrever."

Ao lado do maior número de propostas inscritas, houve o aumento da participação dos povos indígenas, que de 111, em 2006, passou para 192, na edição de 2007. Esse fato deve-se ao fato da desburocratização da premiação – exigência de menos documentos formais e aceitação das lideranças tradicionais como representantes legais das comunidades -, e da possibilidade do uso da oralidade, permitindo a inscrição por meio de gravação das respostas da ficha de inscrição em CD, DVD e VHS, explicou Maurício Fonseca.

As duas edições do Prêmio Culturas Indígenas permitiram a construção de um banco de dados com 939 iniciativas ainda não premiadas, que documentam ações voltadas para o fortalecimento cultural desses povos. Com isso, a expectativa dos organizadores é de que ele se torne um projeto permanente da Petrobras.

Homenageado – A edição 2007 do Prêmio Cultura Indígenas homenageou o líder Xicão Xukuru, assassinado em 1998, na cidade de Pesqueira, em Pernambuco. Sua morte causou comoção entre as comunidades indígenas, setores indigenistas e entidades de Direitos Humanos do Brasil e do exterior. Xicão integrou as delegações indígenas nos trabalhos da Constituinte. Essa militância o levou a reorganizar o povo Xukuru em ações de retomada do território tradicional e de demarcação das terras. Atualmente, os cerca de nove mil índios Xukuru estão distribuídos em 24 aldeias.

Leia mais sobre a premiação: www.premioculturasindigenas.org.
Comunicação SID/Minc
(61) 3316-2129