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Que falta me faz Gonzaguinha

É tão estranho sentirmos falta de alguém que nem ao menos vimos pessoalmente. Estranho mesmo é essa pessoa contribuir para a nossa formação, nos apontar direções, nos ensinar o ser sentimento: poesia, corpo e alma; e dele apenas “escutar” o brilho de seus olhos, através da música.

É assim que me sinto quanto ouço o Gonzaga, filho. O homem magro, de aparência frágil que conseguiu transpor até mesmo as almas mais ásperas.

Descobrir sua poesia ainda quando adolescente, em meio aos versos do Gonzaga (pai), ouvindo uma “profecia”, mais tarde revelada em minha própria existência, como filosofia: “minha vida é andar por esse país, pra ver se um dia descanso feliz”. O rei do baião eu já conhecia dos tempos de infância, sempre prestigiado pela “vitrola Philips” do meu vô Dantas, mas o filho, naquele momento, me chamou a atenção por sua serenidade e sorriso no canto dos lábios, nas mãos dadas e no passeio pelo palco, coisa de pai e filho… “Lá ê, lá ê, lá ê, lá ê, lá ê”…

De lá pra cá, músicas, textos, entrevistas, pensamentos e opiniões, fizeram parte da construção do meu próprio modo de ser (humano). Tudo me servia de alimento necessário para que o meu espírito entrasse em êxtase. Sim, sinto muita saudade de alguém que não pude conhecer em matéria, mas que deixou muito da sua essência pairando pelos corações mais sensíveis.

Há 20 anos um acidente ocorrido no Paraná calava a voz do guerreiro menino. Nunca saberemos o que poderia ter sido dito, escrito ou idealizado. Sinto falta disso também. Todavia, conforto-me em ter plena consciência de que o moleque vive nas quase 200 músicas compostas ao longo de sua carreira.

Não quero chorar, meu amigo. Aprendi sua lição. O nó na garganta é apenas mais um estalo provocado por ouvir seu clamor e lembrar-me de algum momento guardado no peito. Não vou chorar, pois “a saudade que sinto, não é saudade da dor de chorar, não é a saudade da cor do passado… Não é a tristeza que queima o peito. Não é lamentar o que nunca foi feito”. Ora, Gonzaga, já foi feito. Está ai, em você que ler esse texto, está aqui, em mim, que explodo em nostalgia.  Está em todos aqueles que entenderam, através de suas “pregações”, que cada ser é uno, mas que somos construídos graças aos tijolos espalhados por cada pessoa, ao longo do caminho.

Duas décadas de lacuna.  Duas décadas de simples saudade.

Está chovendo neste exato momento. Só posso crer que as águas também lamentam sua partida. Está chovendo. Chuva, frio, vinho, paixão… Clima perfeito para ouvir um Gonzaguinha… “É sempre assim, e sempre assim será”.

Estou indo… De longe percebo algumas esquinas e elas só servem, se a gente dobrar.

 

Axé e luz,

 

Caio Marcel Simões Souza (admcaio@gmail.com) é Administrador de Empresas e formado em Capoeira Regional, pelo Grupo de Capoeira Regional Porto da Barra. Também é responsável e mantenedor do Projeto Social Crianças Cabeludas, no bairro do Parque das Mangabas, Camaçari.

 

PS: Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior nasceu em 22 de setembro de 1945, no Rio de Janeiro, filho legítimo de Luiz Gonzaga, o rei do baião, e Odaléia Guedes dos Santos, cantora do Dancing Brasil. Faleceu no dia 29 de abril de 1991, em Renascença, Paraná.

 

Fonte R7:

Luiz Gonzaga e Gonzaguinha serão o tema do novo filme de Breno Silveira, o mesmo diretor de Os Dois Filhos de Francisco, cinebiografia de Zezé di Camargo & Luciano. O cineasta divulgou que o roteiro está quase pronto, e que a trilha sonora será assinada por Gilberto Gil.


O Cabra, nova HQ de Flávio Luiz, ganha trailer animado

Depois de um cachorro boxeur (Jab), uma versão feminina de Arnold Schwarzenegger (Jayne Mastodonte) e um mini herói da capoeira (Aú), o premiado quadrinista baiano Flávio Luiz traz à luz aquela que talvez seja sua criação mais bombástica: O Cabra, um divertido e (violento pra cacete) cruzamento entre Lampião e Mad Max.

Recém-lançado em São Paulo, aonde atualmente Flávio reside, esse cangaceiro futurista chega bonitão em um álbum de formato gigante, pela sua própria editora independente: a Papel A2, que ele fundou em parceria com sua esposa e produtora, Lica de Souza.

 

Bahia: berço esplêndido dos quadrinhos

A Bahia sempre foi berço esplêndido da cultura nacional. Música, dança e teatro, mas, o que muitos não sabem é que aqui também se produz quadrinhos de qualidade RECONHECIDOS nacionalmente.

Contrariando a lógica da falta de incentivo e das dificuldades em produzir quadrinhos na Bahia, os artistas se lançam no Mercado independente buscam suporte na internet e se consolidam entre os grandes de todo país, marcando presença nas maiores premiações nacionais


Ver: http://flavioluizcartum.fotoblog.uol.com.br/

 

Mestre Bimba e a “Capoeira Iluminada”

110 anos de dedicação ao mais brasileiro patrimônio cultural

O De Lá pra Cá deste domingo (21), que sucede ao dia da Consciência Negra, traz uma homenagem ao mestre da capoeira, o Mestre Bimba.

Luta ou jogo? Dança ou esporte? Ou tudo junto? Não existe uma definição absoluta do que é a capoeira. Mas sabe-se que é uma manifestação cultural genuinamente brasileira e que tem em mestre Bimba o homem que a reinventou. Foi Bimba quem tirou a capoeira da marginalidade e a transformou numa cultura física, praticada por milhões de pessoas em todo o mundo. Há 300 anos que é dos maiores símbolos do Brasil e foi tombado como patrimônio cultural brasileiro desde julho de 2008.

Participam deste programa dedicado aos 110 anos de Mestre Bimba, o jornalista e presidente da Biblioteca Nacional, Muniz Sodré; o professor de História da UFBA, Carlos Eugênio; Mestre Camisa e diretor Luiz Fernando Goulart.

 

Apresentação Ancelmo Gois e Vera Barroso

Direção geral José Araripe Jr

Direção Carolina Sá

Livre

Horário: domingo, 18h

Reapresentação: sexta, 20h30

 

Fonte: http://www.tvbrasil.org.br/

Barra Mansa – Projeto social de iniciativa privada completa 12 anos

Há 12 anos o bairro São Pedro tem um projeto social de iniciativa privada beneficiando os moradores.

Na comunidade através do voluntariado do professor de Educação Física da rede municipal de Barra Mansa e Rio Claro, Lindinalvo Natividade, o projeto Capoeira no Bairro chegou no São Pedro dia 16 de junho de 1997.

Começamos com alguns objetivos como valorização da Capoeira como patrimônio da cultura nacional e aproximação da capoeira para crianças carentes de bairros distantes do Centro, locais de instalação das academias e escolas. Com apoio da Associação de Moradores e do Colégio Estadual São Pedro, as aulas iniciaram segundas e quartas-feiras de 19 às 21 horas com cobrança de uma taxa simbólica de R$ 5 por aluno, sendo 20% repassado para a escola. Após três anos, as aulas eram dadas no galpão do morador Leir. Atualmente são gratuitas na quadra do bairro – explicou o responsável pelo projeto.

De acordo com Lindinalvo, as primeiras aulas eram administradas pela extinta Escola de Capoeira Arte Brasileira com supervisão do Mestre Vinte e Um e coordenação do instrutor Lindi e professor Tandy.

Nos dias atuais são ministradas pelos contra-mestres Lindi e Tandy e pelos professores Marimbondo e Ferrugem, todos do Centro Esportivo de Capoeira Quarto Crescente.

Há 12 anos o projeto sobrevive da boa vontade dos integrantes sem verba do Poder Público. Festas de graduação e promoções, uniformes, instrumentos e apostilas de estudo são custeados por alunos, pais ou responsáveis – lamenta Lindinalvo, afirmando que desde a formação do projeto foram beneficiados mais de mil alunos, sendo no bairro São Pedro, dois profissionais da Capoeira.

Paralelas às aulas, ações sociais beneficiam instituições do município e famílias carentes como campanha de Doação de Brinquedos para crianças da Creche Padre Adalberto, no São Luiz e Arrecadação de Alimentos para famílias do bairro Retorno.

Introduzimos a Capoeira nos bairros Roselândia e São Luiz. Semanalmente estamos no São Pedro e Jardim América. No São Pedro as aulas são dadas às quintas-feiras e no Jardim América, às terças-feiras, de 19 às 21 horas. Com nosso trabalho, afirmamos que a Capoeira faz parte da vida dos moradores do bairro São Pedro em diversas programações da comunidade como festas e rodas tradicionais.

Fonte: http://valesulonline.com.br/

Lançamento do Livro: A política da capoeiragem

A Editora da Universidade Federal da Bahia fará seu próximo lançamento em Ilhéus-BA. O livro A política da capoeiragem :  a história social da capoeira e do boi-bumbá no Pará republicano (1888-1906), escrito por Luiz Augusto Pinheiro Leal, retrata a história da capoeiragem  durante a república no Brasil. O evento será realizado no Auditório Jorge Amado, na terça feira, dia 02 de junho, às 18:30h.

 

A política da capoeiragem: a história social da capoeira e do boi-bumbá no Pará republicano (1888-1906)

 

Luiz Augusto Pinheiro Leal

ISBN 978-85-232-0482-2

Editora: UFBA

237 p

 

 

A obra faz um relato sobre capoeira no Brasil no início do século XX . Tem como foco a região do Pará, onde a capoeira tem peculiaridaes diferentes da região da Bahia e do Rio de Janeiro. O livro é dividido em três capítulos e mostra a relação da capoeira com o Boi-bumbá e a capangagem política. Revela, também, a participação da capoeiragem na implantação da República no Brasil e as campanhas repressivas à capoeira e à “vagabundagem” na cidade de Belém. No fim da obra encontra-se uma lista com os capoeiristas do Pará antes da década de 70,  assim como, um elucidário com termos característicos do lugar e da época  citada.

” Ao mesmo tempo , a capoeira é transformada na competente pena de Luiz Augusto em uma janela para se observar a história dessa classe trabalhadora. Neste e em outros aspectos, é especialmente criativo o uso que ele consegue fazer da literatura como fonte para a história que narra.”

João José Reis

O quê: Lançamento do livro A política da capoeiragem :  a história social da capoeira e do boi-bumbá no Pará republicano (1888-1906, escrito por Luiz Augusto Pinheiro Leal

Quando: 02 de junho, terça-feira.

Onde: Auditório Jorge Amado – UESC

Ilhéus-BA

Horário: 18:30 horas

Att,
Esther Paola
Assessoria de Comunicação
EDUFBA (71) 32836163
www.edufba.ufba.br

Artistas de Cuiabá realizam troca de conhecimentos através do Intercâmbio

Ao completar 290 anos de história, Cuiabá continua sendo celeiro de grandes artistas. Pensando na valorização de cada um deles, as ações da Secretaria de Cultura buscam dar apoio nas mais diferentes áreas e locais de atuação. Um exemplo é o Programa de Intercâmbio Cultural, que já firmou parceria com artistas renomados ou aqueles que ainda são desconhecidos do grande público. A SEC busca através do programa, expandir o número de artistas atendidos através da parceria, agregando artistas da capital e do interior do estado, fomentando dessa fora a troca de conhecimentos.

A professora de dança Afro Célia da Silva Santos, de Cuiabá, ministrou a Caravana Cultural do Gueto, no município de Matupá e Peixoto de Azevedo, em Fevereiro de 2009. Seu projeto foi aprovado pelo edital do Programa de Intercâmbio Cultural em 2008. Sua caravana ministrou várias oficinas, como a Capoeira, apresentação de dança Afro. A Caravana também apresentou uma explanação sobre a cultura afro-brasileira. “Antes o artista não tinha o acesso ao incentivo cultural, temos nossos trabalhos, mas para expandi-los para outras regiões era difícil. Hoje com o Edital de Intercâmbio, os artistas têm a possibilidade de iniciar seus projetos. O bom é que podemos levar para outros municípios a intensidade e o prestígio de poder participar em oficinas de qualidade e de forma gratuita. Para nós artistas é mais fácil quando alguém nos apoia. É uma forma de acreditar em nosso potencial com o incentivo.”, relata Célia da Silva.

O Fotógrafo Wieslaw Jan Syposa ministrou em 2008 duas oficinas na área de fotografia, uma de Photo Shop e outra de fotografia. O fotógrafo teve sua proposta aprovada e recebeu o incentivo do Programa de Intercâmbio Cultural. “A oportunidade que o artista tem ao ter sua proposta aprovada é de suma importância para o desenvolvimento de seu trabalho. Até serem reconhecidos profissionalmente os artistas encontram pelos caminhos várias barreiras, nem sempre é fácil. Às vezes precisamos de apoio e o edital de intercambio da SEC oportuniza a todos a chance de iniciar e repassar os nossos conhecimentos para as outras pessoas”, disse o fotógrafo.

Outro artista que também recebeu o apoio do Intercâmbio Cultural foi o ator, professor e escritor Luiz Carlos Ribeiro. Luiz Carlos, filho da capital mato-grossense, ministrou uma oficina de dramaturgia e palestra no município de Tangará da Serra. De acordo com Luiz Carlos, o primeiro módulo aconteceu em junho de 2008 e o segundo módulo aconteceu em janeiro de 2009. Durante a oficina de Dramaturgia e palestra foram repassadas informações sobre direção, produção, e interpretação em peças teatrais.

Nas palestras foram abordados vários temas sobre dramaturgia, como a obtenção de uma respiração equilibrada durante a encenação. “É fantástica a oportunidade que todos os artistas têm ao se inscreverem em um edital completo como ao do Intercâmbio Cultural. Além de aproximar a classe dos artistas da sociedade desfavorecida de cultura, ainda nos ajuda com o incentivo”, disse Luiz Carlos.

De acordo com Luiz Carlos, trabalhar com o interior é muito contagiante. “Percebo que as pessoas que moram longe da capital, sentem a necessidade do incentivo cultural em seus municípios. Percebo a valorização do meu trabalho, nos olhares brilhantes das pessoas que participam”. Ele salienta que a intenção de sua oficina é preparar as pessoas para estarem aptas no palco, desde a direção à apresentação.“Como artista, analiso que a Cultura do Estado hoje valoriza seus artistas de maneira igual e justa com todos, disponibilizando os editais. Com tudo isso, a valorização cultural cresce com o apoio que recebemos, basta apenas nos inscrever e participar”, reforça.

Em 2008 foram aprovados 182 projetos. A Coordenadoria de ações artístico-culturais de SEC atendeu desde 2008 a 2009, um percentual de 80% dos municípios do Estado. Dentre as grandes ações que a SEC viabilizou em 2008, os artistas tiveram a oportunidade de apresentar seus trabalhos em ações como a 4º Diversidade Cultural, Leitura na Praça e na realização de oficinas no ateliê livre localizado no Palácio da Instrução em Cuiabá.
 
http://www.odocumento.com.br/noticia.php?id=294636

DVD de Mestre Bimba nas lojas para o Natal

Caros Amigos,

A DISCMEDI, distribuidora do DVD MESTRE BIMBA, A CAPOEIRA ILUMINADA acaba de informar que o DVD já está nas lojas de quase todos os países da Europa, para o Natal. Para mim foi a realização de um sonho, que certamente abrirá caminho, nas prateleiras das lojas formais de DVDs, para novos produtos da capoeira.

Para quem não conseguir achar em sua loja preferida, a discmed também está vendendo o DVD em seu site:

http://www.discmedi.com/resultados-de-la-busqueda?discos_general=mestre%20bimba  

Exportacion-DISCMEDI
rda guinardo, 59 bis baixos
08024 Barcelona
tel : 34- 93 284 95 16
fax : 34-93 219 85 10
e-correo : exportacion2@discmedi.com
http://www.discmedi.com

Um forte abraço a todos e um FELIZ NATAL, com muita PAZ e HARMONIA, além de muita GINGA em 2009.

Luiz Fernando Goulart

Primeiro Seminário Cultural de Capoeira do Espírito Santo

Primeiro Seminário Cultural de Capoeira do Espírito Santo, realizado no dia 09/08/2008, promovido pela Secretaria da Cultura do Espírito Santo e que contou com a presença do Prof. Dr. Sergio Luiz de Souza Vieira, antrópólogo e Presidente da Federação Internacional de Capoeira e do Prof. Dr. Luiz Renato Vieira, sociólogo e assessor técnico do Senado Federal, além dos mestres: Cabral, Luiz Paulo, Capixaba, Bert e Fábio.

Ressaltamos que o processo de reconhecimento da Capoeira como patrimônio cultural imaterial brasileiro, promovido pelo IPHAN teve início em 19/05/2004 e foi arquivado em 22/10/2004 em função do encaminhamento não atender a legislação vigente. Tal processo foi reaberto no dia 23/02/2006 ocasião em que foi juntada a Tese de Doutorado em Antropologia: Da Capoeira: Como Patrimônio Cultural – PUC/SP, 2004, de autoria do Prof. Sergio Vieira. O mesmo também encaminhou para o IPHAN o relatório de conclusão de seu Pós-Poutorado em Administração (Gestão Socioambiental) FEA/USP denominado: Preservação das Espécies Vegetais para a Confecção de Berimbaus no Brasil, o qual é o mais completo estudo sobre madeiras utilizadas na fabricação de berimbaus.

Primeiro Seminário Cultural de Capoeira do Espírito SantoPrimeiro Seminário Cultural de Capoeira do Espírito Santo

 

I SEMINÁRIO CULTURAL DE CAPOEIRA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

TEMA: A POLÍTICA CULTURAL DA CAPOEIRA NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO:

REALIDADES E POSSIBILIDADES

Local: Centro de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Espírito Santo

Avenida Fernando Ferrari s/n. Goiabeiras – Vitória / ES.

Data: 9 DE AGOSTO DE 2008 (SÁBADO)

Horário: 12h30 às 18h

PROGRAMAÇÃO:

 

12h30Cadastro SECULT – Cadastro oficial dos Grupos de Capoeira e seus respectivos Mestres e Professores.
13hAbertura – Secretaria de Estado da Cultura.
13h15

13h15

13h40

14h20

Mesa de debate – Capoeira como Patrimônio Cultural

Ana Teles da Silva – IPHAN, Antropóloga, Técnica de Ciências Sociais.

Prof. Mestre Sergio Vieira – Pós-Doutor em Administração (Gestão Socioambiental) – FEA/USP, Doutor em Antropologia – PUC/SP, Mestre em Antropologia – PUC/SP, Especialista em Educação Física Infantil – UNIFIG, Especialista em Ginástica de Academia – UNIFIG, Professor de Educação Física – UNIFIG, Presidente da Federação Internacional de Capoeira – FICA

Mestre Luiz Renato Vieira – Doutor em Sociologia da Cultura e Consultor Legislativo do Senado Federal, na área de Assistência Social e Minorias(atua nas áreas de políticas sociais, minorias e direitos humanos).

15:00Intervalo
15h20

15h30

16h00

16h30

Mesa de debate – Políticas públicas para a Capoeira no Espírito Santo: Realidades e Possibilidades.

Coordenadora: Christiane Wigneron Gimenes – Subsecretária de Estado de Patrimônio Cultural

Mestre Rogério Medeiros (Mestre Capixaba) – Mestre de Capoeira do Grupo A CAPOEIRA;

Mestre Luiz Paulo – Mestre de Capoeira: – A capoeira no Espírito Santo

Professor Aminthas Loureiro Júnior – Mestre em Economia / Consultor: Elementos constitutivos da Carta de Vitória.

17h00Plenária Final:

  • Apresentação da “Carta de Vitória” – A Capoeira no Espírito Santo.
  • Políticas Públicas da Capoeira e mobilização sócio-política dos Capoeiras.
18hEncerramento do Evento.

 

Federação Internacional de Capoeira

Feliz Aniversário: Mestre André Luiz Lacé Lopes

André Luiz Lacé Lopes é homem ligado à música, a literatura, administração e à capoeira. Autor de vários livros e grande pesquisador é sem dúvida uma figura ímpar da capoeiragem carioca.

Mestre André Lacé, praticante e um dos maiores conhecedores da "Capoeira Utilitária" e da Capoeiragem Carioca comemora hoje (06 de agosto) seu aniversário. Em nome de toda equipe do Portal Capoeira fazemos questão de deixar aqui o nosso mais profundo respeito e agradecimento ao mestre André lacé e todas as suas contribuições para com a nossa capoeiragem.

Fica para o leitores as dicas de artigos e publicações de nosso aniversariante.
Um grande abraço Mestre André Lacé!!!

Capoeiragem & Frescobol no Rio Mestre André Luiz Lacé Lopes Fórum Virtual junho de 2007 http://www.forumvirtual.com.br/capoeira.htm
22 de junho de 2007
Agenor Moreira Sampaio – Sinhozinho – Capoeira Utilitária. Cutucando a razão e o brio das lideranças fluminenses ("fluminense", aliás, que não amarelo
30 de maio de 2008
3. CAPOEIRAGEM, A VERDADE DE CADA UM
(Capoeira/Publicações e Artigos)
Fórum Virtual, março, 2007 A terceira edição, em português, do meu “cordel” Capoeiragem no Rio de Janeiro, no Brasil e no Mundo será lan&cce
26 de fevereiro de 2007
4. Capoeiranato e a Ponte Leblon & Jarinu
(Capoeira/Publicações e Artigos)
Não basta você escolher a Capoeira, é importante que também a Capoeira escolha você! O sr. Wandenkolk Manuel de Oliveira é mais radical pois defende que “
05 de fevereiro de 2007
5. Memória da Capoeira
(Capoeira/Publicações e Artigos)
…inestimáveis. No Rio, temos os arquivos pessoais de mestres e pesquisadores consagrados como o de Mestre André Luiz Lacé, do historiador Dr. Luis Sergio Dias (Livro "Quem tem medo da Capoeira?&qu…
24 de janeiro de 2006
6. Andre Luiz Lacé Lopes: ATLAS – Capoeiragem
(Capoeira/Publicações e Artigos)
…É cavalheiresco para com as mulheres. Defende os fracos. Tem alma de D. Quixote". 1935 "André Jansen em Salvador". Rio de Janeiro, Diário de Notícias. 30 outubro: "O público…
10 de janeiro de 2006
…ra l"académique" L"ART DE LA CAPOEIRA À RIO DE JANEIRO, AU BRÉSIL ET DANS LE MONDE (André Lacé) Existe, no Brasil, a falsa impressão de que a grande maioria dos mestres de capoei…
09 de agosto de 2005
8. Atlas Geográfico da Capoeira
(Capoeira/Notícias – Atualidades)
…aranhão, e dos também iniciado na Paraíba (Bené!), Rio Grande do Sul (Tairone Gigante!), Rio de Janeiro (André Lacé, Paulão do Rio & Bogado!) e em São Paulo (Carlos Cavalheiro, Raphael Moreno e ou…
22 de junho de 2005
9. Exemplo da Mulher-Capoeira!
(Capoeira/Capoeira Mulheres)
…; Quando dei início à série "Coletânea da Capoeira em São Paulo" – sonho idealizado por Mestre André Lacé, e que aos poucos vai ganhando adeptos – tratei de elencar os mestres, grupos e capo…
03 de junho de 2005
10. Capoeiragem e Capoeiras
(Capoeira/Publicações e Artigos)
…Rio), enviada à Redação do Jornal do Capoeira (www.capoeira.jex.com.br), em formato original, por Mestre André Luiz Lacé. Nota: Esta cronica foi publicada em sua integra no Jornal do Capoeira (www.c…
17 de maio de 2005
11. Jornal do CAPOEIRA abre novo espaço editorial
(Capoeira/Notícias – Atualidades)
… por aí". Pois muito bem, para minha surpresa, foi justamente o autor da frase acima (André Lacé), que sugeriu a abertura de um espaço permanente, no Jornal do CAPOEIRA, para textos…
04 de abril de 2005
12. Capoeira, Dinâmica e Informação
(Capoeira/Notícias – Atualidades)
…ulo Castro, tem músicas gravadas por Nelsom Sargento, e foi um dos melhores alunos de Capoeira do Mestre André Lacé, chegando a ter academia própria em Botafogo. Miltinho Astronauta …
28 de março de 2005
13. Capoeira – de fundo do quintal à gloria mundial
(Capoeira/Publicações e Artigos)
…esmente como Sinhozinho, formava alguns campeões em diversas modalidades de luta e/ou esportiva. André Lace, em seu livro "Capoeiragem no Rio Antigo" (2002) relata que, nos idos de 1…
21 de fevereiro de 2005
14. Quilombo Arerê
(Bookmarks:Galeria de Sites Portal Capoeira / Recomendados pelos usuários)
…o Rio de Janeiro, acaba de criar um veículo para contar sua história, e dos grandes Mestres como, Arerê, André Lacé, Celso, Casquinha, Dengo e outros. …

19 de agosto de 2005


Outros sites relevantes:

http://andrelace.cjb.net

http://www.forumvirtual.com.br/atual/capoeira.htm

Mestre André Lacé cutucando a razão e o brio das lideranças fluminenses.

Agenor Moreira Sampaio – Sinhozinho – Capoeira Utilitária.

Cutucando a razão e o brio das lideranças fluminenses ("fluminense", aliás, que não amarelou, ontem, para o habilidoso e milongueiro Boca Junior) – de repente – a eles "realizam" a importância da Capoeiragem do Rio Antigo (e do moderno também).
O fato é que – por enquanto – os capoeiras estão muito além da Capoeira.

Especialmente os daqui do Rio de Janeiro que, antes, eram exemplo modelar para o resto do Brasil (ODC, Plácido, Manduca, Maltas e Turma da Lyra, Zuma, Inezil, Sinhozinho, Hermanny etc, sem precisar a criativa capoeira que era praticada no subúrbio do Rio e na Baixada Fluminense).

Anualmente os governos – municipais, estaduais e federal – gastam milhões com a capoeira.

Agora mesmo, recebo e-mail de Cuba dizendo que tem um grupo de capoeira por lá, patrocinado por verbas públicas brasileiras. Quem seleciona tais grupos?

E quanto as verbas milionárias que acabam de ser liberadas pelo governo federal?

O projeto do professor-doutor Luiz Sergio Dias, carioca da gema, escritor premiado, não foi aprovado. Mas caberá a uma instituição baiana escrever um livro sobre a Capoeira do Rio de Janeiro. Quem seleciona, afinal, tais projetos, sobre quais critérios?

As lideranças fluminenses, seguindo obediente o rebanho, devem estar aplaudindo.

Repito, se Sinhozinho (e outros) fosse baiano, já teria uns cinco diplomas da Câmara dos Vereadores, da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, e de Brasília.

Os baianos não estão errados, o Rio é que poderia voltar a ser o que era.

Imagine uma cerimônia de mudança de placa na Rua Agenor Sampaio, uma outra em função de una guaribada (necessária) no jazigo da família de Sinhozinho, uma outra comemoração no Quilombo Leblon, que também foi imitado, imagine, finalmente (mas sem esgotar o assunto) a publicação de um livro sobre todos esses motes, com algumas apresentações a cargo de um Luiz Sergio, Lamartine e alguns outros.
No outro dia filmei Rudolf Hermanny jogando com um de seus alunos, também veterano. Eu mesmo fiz questão de fazer uma "sombra" com o Rudolf: que noção de espaço e da dinâmica de qualquer luta, que festival de recursos inteligentes e eficazes. A idéia é mandar o filme (ficou muito amador, espero fazer coisa melhor) para a Itália, onde Mestre Coruja vai realizar cursos para as Forças Armadas, com base na capoeira utilitária de Sinhozinho.

Aliás, da Itália, recebo a gravação de uma canção italiana com um excelente berimbau de fundo (para médico-professor baiano algum colocar defeito).

Vou, agora, jogar algum colesterol ao mar e, em seguida, voltar a trabalhar nas memórias da capoeiragem do Rio Antigo.

Parabéns pelo seu trabalho.

André Luiz Lacé

Fonte: http://capoeira-redentor.blogspot.com