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Grupo Cativeiro entrega alimentos arrecadados em Charqueada

O Grupo de Capoeira “Cativeiro” que iniciou suas atividades em Charqueada em Maio deste ano, realizou um importante trabalho social no município.

Por intermédio  de seu instrutor Reginaldo “Marrom” e sob a coordenação do contramestre Rodrigo “Fofão” o grupo de capoeira, reuniu seus alunos e arrecadou alimentos para serem doados  à  famílias carentes do município.

O resultado foi mais de 100 kg de alimentos de diversos tipos arrecadados e entregues para as representantes e assistentes sociais do CRAS de Charqueada, que irão distribuir os produtos para famílias necessitadas e cadastradas na entidade. Já a prefeitura, por meio  do próprio CRAS, doou nove uniformes para capoeiristas carentes do grupo, ou seja, uma grande parceria.

Para os interessados em fazer parte do Grupo de Capoeira “Cativeiro”, as aulas são gratuitas e ministradas às Terças e Quintas -feiras das 19:00h as 21:30h no NAPE do Jd. Bandeirantes, situado a Rua João Baptista Calegaro, n° 225.

 

Fonte: http://www.folhadesaopedro.com.br

Capoeirista de 10 anos morto em ação da polícia é homenageado

Denúncia contra envolvidos no crime é comemorada com capoeira

Trajando camisas com estampa “Eu só queria ser como meu pai, mestre de capoeira”, familiares, capoeiristas e o cantor e mestre de capoeira Tonho Matéria se reuniram ontem, na Escola Estadual Alfredo Magalhães, no Rio Vermelho, para mais uma homenagem ao menino Joel, 10 anos, morto durante ação policial na madrugada de 22 de novembro.

No local, funciona a escola de capoeira de Mestre Boa Gente, tio do garoto. Na ocasião, houve cerimônia de troca de cordão de outros meninos da mesma faixa etária de Joel. Segundo o pai do garoto, Joel Castro, 43, a criança queria ser capoeirista como ele e participava todos os anos do batizado, quando os alunos têm o grau elevado.

Na cerimônia, familiares de Joel comemoraram a decisão do Ministério Público de denunciar, por homicídio e omissão de socorro, os nove policiais militares da 40ª Companhia Independente da PM (Nordeste de Amaralina), envolvidos no crime. “Acreditamos na Justiça”, disse Joel Castro.

“Os policiais que fizeram isso com meu filho precisam ser julgados por crime comum”, afirmou.

 

Fonte: http://www.correio24horas.com.br

Aconteceu: Campeonato Paraense 2008

A Federação Paraense de Capoeira – FEPAC realizou no dia 13 de julho o campeonato paraense 2008. Segundo avaliação do Diretor de Arbitragem, Mestre Docinho, foi uma inesquecível maratona de 11 horas de jogos, entre apresentações de conjuntos, duplas e as tradicionais disputas homem x homem e mulher x mulher.

A competição, que vem sendo realizada anualmente desde 1999, tem entre seus objetivos a divulgação e fomento da prática da Capoeira no Estado do Pará. A Federação, apesar das dificuldades, tem cumprido seu papel. Pelo menos é o que indica o número de participantes: nove associações representadas por 180 atletas cobrindo todas as fases da vida, das categorias mirim até terceira idade, segundo informou o Formado Ivan “Bareta”, Vice-Presidente da Entidade.

FEPACÁrbitros e atletas durante a execução do Hino Nacional Brasileiro na abertura do Campeonato Paraense de Capoeira 2008, em Belém-PA.

Os campeonatos anuais da FEPAC são bastante apreciados pelos praticantes. Não há impedimento algum à participação, exceto quanto a exigência de que o grupo esteja devidamente legalizado e se apresente com seus atletas e técnicos.

 

Quem mais ganhou com o campeonato este ano foram as pessoas que compõem as nove Associações participantes:

• Vitória Régia
• Rei
• Luta Nossa
• Zambo
• Ginga Pará
• Pará Capoeira
• Berimbau Brasil
• Helena Coutinho
• Guerreiros da Libertação

Essas associações possuem em seus quadros vários campeões brasileiros, atletas muito experientes e árbitros que vêm participando dos eventos da Confederação Brasileira de Capoeira – CBC desde 1998.
Isto somado à experiência local agrega valor social à Capoeira paraense e promove o reconhecimento dela como importante elemento de formação humana. Tal benefício se estende a todos os praticantes de Capoeira do Pará, mesmo aos não filiados.

FEPACEsteve presente na abertura do evento, também, o Mestre Bezerra, pioneiro na organização desportiva da Capoeira no Pará.

Considerado hoje o Mestre da Capoeira Angola do Pará, Mestre Bezerra, que também é fundador, árbitro da Federação e vice-campeão brasileiro master da CBC, não pode atuar este ano no Paraense por que estava se preparando para viagem a Salvador onde participaria do ato de registro da Capoeira como Patrimônio Cultural do Brasil.

É de se acreditar, pelo visto, que a capoeiragem paraense está preparada para os desafios que estão postos à Capoeira moderna, seja no campo da organização e prática desportiva, seja no da preservação dessa jóia da cultura brasileira.

A galera do Pará tem muito axé!

(fotos por Fernando Rabelo)

IX Alaiandê Xirê – O FOGO QUE FICA

Do original, ioruba, Alaiandê, significa o Mestre Tocador.
 
Xirê, de siré, (idem) quer dizer festa, celebração; encontro festivo.
 
O ALAIANDÊ XIRÊ é a Festa dos Mestres Tocadores dos ritmos africanos, afro-brasileiros e afros-descendentes, ligados às religiões primordiais e de matrizes africanas.
 
O ALAIANDÊ XIRÊ permite o entrosamento de músicos especializados nas diversas nações culturais procedentes da África na diáspora brasileira, que vêm contribuindo na formação de nossa Música Popular, conforme conhecemos hoje.
 
Estes músicos denominam-se alabês, na tradição Ketu/nagô (ioruba); Xicarangomas, de origem Angola-Congo e os Runtós, procedentes do Jeje: Mahi e Mina.
 
Segundo a Mitologia da Religião dos Orixás, Xangô é o mestre tocador; o maior dentre todos os tocadores e dançarinos de batá: um toque ritual, em Sua homenagem.
 
Portanto, costuma-se dizer: ALAIANDÊ É XANGÔ.
 
Realizado há nove anos pela equipe ALAIANDÊ do Ilê Axé Opô Afonjá – uma das mais tradicionais Casas de Culto aos Orixás do Brasil, o ALAIANDÊ XIRÊ – Festival Internacional de Alabês, Xicarangomas e Runtós reúne os melhores músicos sacerdotes: cantores e tocadores de atabaques da Bahia, do Brasil e, também, de diferentes regiões do exterior.
 
As exibições de alguns virtuoses do universo cultural dos Orixás, Voduns e Inquices atraem centenas de pessoas de múltiplos interesses que vêm participar do ALAIANDÊ XIRÊ – já reconhecido e sedimentado nesta cidade do Salvador, no Brasil e alguns paises da diáspora africana.
 
A partir desta 9ª edição o ALAIANDÊ caminhará pelos diferentes terreiros de candomblé em prol da paz e união.
 
O ALAIANDÊ 2006 – O FOGO QUE FICA – será realizado de 01 a 03 de dezembro, no TERREIRO BATE FOLHA, na MATA ESCURA.
 
XANGÔ DOBRA OS COUROS PARA OS 90 ANOS DESTA MARAVILHOSA CASA DE ANGOLA.
 
AXÉ, AUETO!
 
Para ficar por dentro do Alaiandê Xirê visite: Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=17802621
 
Onde: Terreiro Mansu Banduquenqué – Bate Folha – Rua São Jorge, 65 – Mata Escura Salvador/BA
Fone: 0 xx 71 3376-2163
 
Quando ir: 01/12/2006 a 03/12/2006
 
Quanto custa: Grátis
 
Contatos/Informações: Rita do Rio – email: rita.virginia4@terra.com.br
Cléo Martins – email: agbeni@terra.com.br
Alaiandê Xirê – Fone: 0 xx 71 3321-2633
 
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