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Lançamento do Livro: CAPOEIRAGENS – PROVOCANDO A DISCUSSÃO

 

LANÇAMENTO DO LIVRO: CAPOEIRAGENS – PROVOCANDO A DISCUSSÃO.
AUTOR: UMOI MELO DE SOUZA
PREVISÃO DE ENTREGA DO LIVRO: MAIO 2014

 

Meus queridos, enfim, terminei um projeto ao qual foi dedicada muita atenção, muitas horas e muita observação da nossa capoeiragem.

O livro “CAPOEIRAGENS – PROVOCANDO A DISCUSSÃO” é uma compilação de ideias, vivências e uma, não disfarçada, provocação ao pensamento crítico face ao panorama de expansão da arte Capoeira e suas diferentes formas de se manifestar.

O livro é dividido em duas partes:

A primeira parte é uma homenagem ao nosso Grupo União na Capoeira, em comemoração do 30º aniversário, com depoimentos de alunos da primeira geração que já não treinam e dos que estão na ativa.
O livro relembra fatos marcantes da nossa trajetória e trás à memória, de quem treinou no Telheiro e no Bumba, acontecimentos e episódios que fomentariam a formação da nossa filosofia e caminhos que percorremos e os que, ainda hoje, trilhamos com dedicação e segurança.

A segunda parte é um ajuntamento de ideias e partilha de opiniões que vão de encontro à necessidade existente na capoeira da criação de uma filosofia e visão autocrítica. É onde o livro assume, através da picardia do autor, provocações ao pensamento crítico, sem medo de expor ideias e sem problemas em declarar sua visão particular sobre assuntos como Tradicionalidade, Cultura da Capoeira ou Espiritualidades.

O livro CAPOEIRAGENS – PROVOCANDO A DISCUSSÃO ainda trás, no seu conteúdo, um breve romance. Uma pequena obra onde realidade e ficção se misturam em forma de conto, tendo como pano de fundo a arte da capoeira e sua rica mescla cultural, onde o exotérico, o religioso e a espiritualidade assumem papéis protagonistas, de acordo com cada personagem.

 

PROMOÇÃO DE PRÉ VENDA

O livro CAPOEIRAGENS – PROVOCANDO A DISCUSSÃO terá um valor inicial em promoção de compra antecipada de 25 Reais (no Brasil) e 12 Euros (na Europa).

Os pedidos de compra antecipada, no valor de promoção, deverão ser encaminhados para: umoisouza@hotmail.com. Será também disponibilizada uma ferramenta de compra online através do Portal Capoeira.

No pedido, deverão constar as seguintes informações:

• Nome completo do comprador
• Endereço completo para envio das obras
• Telefone de contato

No email de resposta, serão dadas as instruções de pagamento e tão logo seja confirmado o recebimento do valor, será marcado o envio das unidades, na primeira semana de Maio para o endereço fornecido no ato da compra.

Essa promoção de pré venda se prende ao fato da necessidade de se gerar recursos para pagamentos de serviços gráficos e de profissionais de edição, revisão gramatical e acabamento visual.
A cada instrutor, professor, contramestre e mestre do Grupo União que adquirir até 50 unidades, serão enviados 5 exemplares extras a custo zero.

 

Valores

Brasil: Unidade 25 reais.

55 Unidades: 1.250 Reais. (50 x 25,00 + 5 exemplares gratuitos)

Europa: Unidade 12 Euros

55 Unidades: 600 Euros (50 x 12,00 + 5 exemplares gratuitos)

Cada instrutor, professor, contramestre e mestre, poderá receber de cada aluno o valor unitário ou pagar na totalidade e repassar para os interessados por um valor superior e obter algum valor compensatório com essa promoção.

Saudações,
Mestre Umoi

Bahia: Revolta dos Búzios é inspiração de CD de capoeira

Na ocasião, o cantor, compositor e mestre de capoeira Tonho Matéria, presidente da Associação Sociocultural, agradeceu a possibilidade de mostrar ao povo baiano e brasileiro como a Capoeira foi fundamental na luta pela igualdade racial e pela independência do Brasil. O evento contou ainda com uma peça de teatro encenada por crianças sobre a Revolta dos Búzios, apresentações de dança e o afoxé dos Filhos do Congo.

Com o intuito de fortalecer a memória da Revolta dos Búzios, que completou 215 anos no último dia 12 de agosto, a Associação Sociocultural de Capoeira Mangangá lançou o CD Capoeira das Antigas no Eco da Revolta dos Búzios, durante um evento na semana passada no Forte da Capoeira, no Santo Antônio Além do Carmo, em Salvador. O produto é fruto do edital Agosto da Igualdade, promovido pela Secretaria de Promoção da Igualdade Racial da Bahia.

O lançamento do CD integrou a programação do XIII Encontro Cultural e Intercâmbio Internacional de Capoeira Mangangá, do Projeto Artes em Movimento, desenvolvido pela Associação. O encontro busca promover a socialização e o intercâmbio entre adeptos, estudantes e praticantes de capoeira, através de atividades socioculturais, educacionais, musicais, esportivas e de cunho turístico.

O projeto conta com a presença de renomados capoeiristas do cenário local, nacional e internacional, além de profissionais de diversos segmentos, e recebe em torno de 1.500 participantes.

Estiveram presentes no lançamento do CD a chefe de gabinete da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), Olívia Santana, o secretário de Promoção da Igualdade Racial, Elias Sampaio, o representante da Fundação Cultural Palmares na Bahia, Fábio Santana, entre outros.

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A Associação Sociocultural de Capoeira Mangangá lançou, na sexta-feira (16), o CD “Capoeira das Antigas no Eco da Revolta dos Búzios”, durante evento no Forte da Capoeira, no Santo Antônio Além do Carmo.

O produto é fruto do edital Agosto da Igualdade, promovido pela Secretaria de Promoção da Igualdade Racial com o objetivo de fortalecer a memória da Revolta dos Búzios, que completou 215 anos no dia 12 de agosto deste ano.
O cantor, compositor e mestre de capoeira Tonho Matéria, presidente da Associação Sociocultural, abriu o evento agradecendo a possibilidade de mostrar ao povo baiano e brasileiro como a Capoeira foi fundamental na luta pela igualdade racial e pela independência do Brasil.

Estiveram presentes no lançamento do cd o secretário de Promoção da Igualdade Racial Elias Sampaio; Fábio Santana, representante da Fundação Cultural Palmares na Bahia; a secretária municipal da Reparação, Ivete Sacramento; Olívia Santana, chefe de gabinete da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), além do presidente da Comissão da Igualdade Racial da Assembleia Legislativa, deputado estadual Bira Coroa (PT), de mestres, representantes de rodas de capoeira e convidados.

A festa teve peça de teatro encenada por crianças sobre a Revolta dos Búzios, apresentações de dança e o afoxé dos Filhos do Congo. O secretário Elias Sampaio ressaltou a importância do Agosto da Igualdade e convocou os presentes a participarem da III Conferência De Promoção da Igualdade Racial do Estado da Bahia (COnepir), que acontece de 28 a 30 de agosto.
Com o CD em mãos, Sampaio lembrou que parte da população não leva em conta a importância da Revolta dos Búzios. “Além do nosso compromisso institucional para lembrar a Revolta, temos agora, com esse CD, também um registro histórico. Nossos heróis ficarão agora na Bahia, registrados”.

Projeto Artes em Movimento – O lançamento do CD integrou a programação do XIII Encontro Cultural e Intercâmbio Internacional de Capoeira Mangangá, do Projeto Artes em Movimento, desenvolvido pela Associação.
O III encontro busca promover a socialização e o intercâmbio entre adeptos, estudantes e praticantes de capoeira, através de atividades socioculturais, educacionais, musicais, esportivas e de cunho turístico.

O projeto conta com a presença de renomados capoeiristas do cenário local, nacional e internacional, além de profissionais de diversos segmentos, e recebe em torno de 1.500 participantes

Haiti recebe primeiro encontro de capoeira do Caribe

Atuar na promoção da cultura de paz, fomentar a criação de uma política de cooperação técnica entre os países do Caribe e promover o intercâmbio entre jovens educadores de comunidades desfavorecidas foram os objetivos do primeiro Encontro Caribenho de Capoeira. O evento, realizado no inicio deste mês, reuniu capoeiristas do Caribe, América Latina, EUA e Europa.

Durante o encontro foi redigida uma carta que servirá como a base de uma Rede Caribenha de Capoeira, que trabalhará na promoção do diálogo e da cooperação entre educadores de capoeira no Caribe. Os capoeirista também receberam formação em direitos humanos através do curso ministrado pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Na ocasião, alunos do projeto Gingando pela Paz foram batizados e realizaram apresentações nas praças públicas de Bel Air, bairro que também foi palco da Terceira Caminhada Gingando pela Paz.

O coordenador do projeto, Flávio Saudade, afirmou que a capoeira vem cumprindo um papel importante na instauração da cultura de paz e que “o evento foi uma oportunidade concreta de enviar para o mundo a mensagem de que é urgente que todos os povos trabalhem juntos para a construção de um mundo melhor, livre de violências”.

O projeto, que começou em 2008 no bairro de Bel Air, já atendeu mais de 1.000 pessoas, entre crianças, jovens e adultos, aliando sempre a prática do esporte, a cultura e a formação para a cidadania.

Cojuv firma parceria com o movimento Capoeira de Quilombo

Parceria visa contribuir na realização da V Kizomba que será em dezembro

O coordenador da Juventude, Plínio Dumont, esteve reunido nessa quinta-feira (03/11), com os organizadores do movimento Capoeira de Quilombo. Na oportunidade, foi firmada uma parceria entre a Cojuv e o movimento, com o intuito de contribuir na realização da V Kizomba, que vai acontecer, de 23 a 25 de dezembro, no município de São João do Piauí.

O evento tem o objetivo de contribuir com o processo de formação política, integração cultural, mobilização para fortalecimento histórico da capoeira de quilombos, socialização e troca de experiências, através das atividades culturais desenvolvidas dentro da comunidade.

O Plínio Dumont sente-se motivado a investir em ações educativas de valorização da cultura negra. “Eventos como esse contribuem para o fortalecimento histórico do movimento, garantindo a promoção de atividades de matriz africana.”

O Projeto visa atender 400 jovens oriundos de comunidades quilombolas, oferecendo oficinas, palestras e atividade culturais, como capoeira de quilombo, maculelê, samba de cumbucu, pagode do mimbo, afoxé, puxada de rede e reisado.

 

http://180graus.com

Palmares promove o Seminário Quilombo Vivo

Para discutir a promoção e proteção da cultura quilombola será realizado nos dias 14 e 15 de setembro o Seminário Quilombo Vivo: Promover e proteger o patrimônio cultural quilombola. Para participar, será necessário inscrever-se pelo site da Palmares, preenchendo este formulário. As vagas são limitadas a 150 participantes.

Direcionado a lideranças quilombolas, especialistas em políticas culturais e gestores públicos da área da cultura, o Seminário tem o objetivo de debater estratégias de ação para garantir o reconhecimento, a preservação e a promoção do patrimônio cultural das mais de 1.700 comunidades remanescentes de quilombos certificadas.

Com base nos artigos 215 e 216 da Constituição Federal de 1988, o Seminário pretende discutir maneiras de realizar as propostas do Estatuto da Igualdade Racial e do Plano Nacional de Cultura. O evento é resultado de uma parceria entre a Fundação e a Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados.

Entre os temas debatidos estão: as criações artísticas, os bens culturais e o registro da memória das comunidades quilombolas; o desenvolvimento da economia da cultura nessas comunidades; a participação e o controle social dessa população na formulação e implementação de políticas culturais; o financiamento, a descentralização e a implementação de políticas públicas culturais para as comunidades quilombolas.

Serviço

O quê: Seminário Quilombo Vivo – Promover e proteger o patrimônio cultural quilombola
Onde: Auditório Freitas Nobre – Anexo IV Subsolo – Câmara dos Deputados – Brasília
Quando: 14 e 15 de setembro
Inscrições: clique aqui

 

Programação

Dia 14/09/2011

9h – 12h
Painel 1: Reconhecimento, valorização, promoção e proteção do patrimônio cultural quilombola.
Painelistas:
Ana de Hollanda – Ministra da Cultura
Eloi Ferreira – Presidente da Fundação Cultural Palmares/MinC
Luiz Fernando de Almeida – Presidente do Iphan/MinC
Cynthia Martins – Professora da Universidade Federal do Estado do Maranhão

14h – 17h
Painel 2: A proteção e promoção das criações artísticas, dos bens culturais e dos registros da memória das comunidades quilombolas.
Painelistas:
Sérgio Mamberti – Secretário de Políticas Culturais/MinC
Ilka Boaventura Leite – Doutora em Antropologia, Professora da Universidade Federal de Santa Catarina e Coordenadora do Núcleo de Estudos sobre Identidades em Relações Interétnicas

Dia 15/09/2011

9h – 12h
Painel 3: O desenvolvimento da economia da cultura em comunidades quilombolas.
Painelistas:
Cláudia Leitão – Secretária da Economia Criativa/MinC
Henilton Parente de Menezes – Secretário de Fomento e Incentivo à Cultura/MinC
Mário Theodoro – Secretário Executivo da SEPPIR/PR

14h – 17h
Painel 4: O financiamento, a descentralização e a implementação de políticas públicas culturais para as comunidades quilombolas com participação e controle social.
Painelistas:
Bernardo Machado – Diretor de Programas Integrados da Secretaria de Articulação
Institucional / MinC
Albino Rubim – Secretário de Cultura do Estado da Bahia
Aniceto Catanhede Filho – Doutor em Antropologia e Professor da Universidade Federal do Maranhão

A Cultura como veículo de erradicação da miséria

O Seminário Nacional – A cultura como veículo de erradicação da miséria, que conta com a parceria do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), pode ser acompanhado ao vivo pelo Twitter da Fundação Cultural Palmares.

O presidente lembrou que 2011 foi considerado o Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes pela Organização das Nações Unidas e que o racismo presente em vários países precisa ser considerado no debate, uma vez que, no Brasil, ainda é velado. “A cultura pode mudar essa realidade. Para isso, ela precisa estar inserida no meio governamental e estar a serviço, especialmente da população negra”, disse.

Eloi Ferreira de Araujo completa afirmando que um bom começo seria a garantia real dos direitos. “As religiões de matriz africanas, por exemplo, ainda não têm os mesmos direitos reservados às demais crenças”, pontuou. O ano de 2011 é um ano carregado de simbolismos para a comunidade negra, por isso a valorização da cultura, a melhoria da qualidade de vida das pessoas em situação de extrema pobreza e os direitos fundamentais são apenas alguns dos pontos a serem tratados no seminário.

Para Luiza Bairros, o seminário é uma possibilidade de reflexão para o que significa a situação de miséria ainda existente no país. Em concordância, Carlos Alberto Reis de Paula, ministro do Tribunal Superior do Trabalho, ressaltou que a parcela da sociedade constituída por mais da metade da população não pode ser marginalizada.
MISÉRIA X CULTURA – A ministra Luiza Bairros da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) alertou para a importância do evento, que durante dois dias vai discutir a cultura como veículo de erradicação da miséria. “Temos um desafio importante: ‘miséria’ e ‘cultura’ são palavras opostas, uma vez que a cultura negra representa nossa maior riqueza. É prova da resistência que tivemos neste país, de como nos mantivemos”, afirmou.

Para ele, embora os resultados sejam positivos ainda falta muito para reparar uma situação promovida por séculos de escravidão e a Fundação Palmares mostra sua envergadura ao levantar o tema à sociedade.

Na ocasião, o ministro do Desenvolvimento Agrário destacou que o país acaba de passar por um momento importante que reflete o empenho da gestão Dilma Rousseff no trabalho de erradicação da miséria. “Mais de 35 milhões de pessoas passaram a constituir a classe média, 28 milhões saiu da situação de extrema pobreza. Destes, quatro milhões estavam em áreas rurais e tiveram incrementos em sua renda”, apontou.

Na mesa de abertura do seminário estavam: Horácio Senna e Carlos Alberto Reis de Paula, ministros do Tribunal Superior do Trabalho; Afonso Florence, ministro do Desenvolvimento Agrário; Luiza Bairros, ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e Elisa Larkin, esposa de Abdias Nascimento.
De acordo com o presidente da FCP, a proposta é debater a construção de mecanismos para que seja assegurado o acesso aos bens culturais, econômicos e aos direitos fundamentais a população negra, que representa 70% dos pobres e 71% dos indigentes no Brasil, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

“A erradicação da miséria é o caminho para um país mais justo, fraterno e igual”. Com esta frase o presidente Eloi Ferreira de Araujo, da Fundação Cultural Palmares, abriu o “Seminário Nacional – A cultura como veículo de erradicação da miséria”, na noite da última terça-feira (16).

O evento que acontece até dia 18 de agosto, no St. Peter Hotel, em Brasília, tem por objetivo reunir ideias, propostas e ações para o enfrentamento da extrema pobreza a que estão expostos 16 milhões de brasileiros, a partir da promoção e valorização da cultura, sobretudo, a cultura afro-brasileira.

 

http://www.palmares.gov.br

Capoeira encanta crianças sul-africanas

Casa Brasil, espaço de promoção na Copa de 2010, oferece oficina de capoeira para estudantes de Joanesburgo na tarde desta segunda-feira (5/7)

Os alunos da escola Orange Farm, de Joanesburgo, tiveram aulas de capoeira no espaço de promoção do Brasil na Copa de 2010. Cerca de 40 crianças sul-africanas participaram da oficina para aprender um pouco mais sobre a cultura brasileira durante a tarde desta segunda-feira (5). Depois da aula, as crianças fizeram um passeio para conhecer os espaços da Casa Brasil.

A iniciativa de integração da juventude sul-africana com a cultura brasileira por meio de visitas à Casa Brasil é resultado de uma parceria da representação brasileira da Copa com o Departamento de Desporto, Lazer, Arte e Cultura de Gauteng e o grupo Conquest For Life. Cerca de 600 sul-africanos destas organizações são esperados para visitar o espaço, que vai até o dia 11 de julho.

Os jovens estão comparecendo ao local em pequenos grupos, para que possam receber atenção especial. A visita pelas regiões brasileiras e pelos chamados “cubos” (cada um representa um elemento da cultura do país) é feita com a presença de um guia. No local, as pessoas também são seduzidas pela cozinha tradicional brasileira, além de terem acesso a uma sala de jogos.

A  Casa Brasil é uma parceria entre os Ministérios do Esporte, do Turismo, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, da Ciência e Tecnologia e das Relações Exteriores, Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência da República), o Comitê Organizador Local da Copa Fifa de 2014 no Brasil e as doze cidades sede brasileiras.

Imprensa Embratur
Contato em Joanesburgo
+ 27 724 155 120 (Flávia Carrijo)
imprensacasabrasil@embratur.gov.br
www.braziltour.com/sensationalexperience

Assessoria de Comunicação da EMBRATUR
(61) 2023-8519
http://aquarela2020.wordpress.com
imprensacasabrasil@embratur.gov.br

Fundo Internacional para a Diversidade Cultural

Financiamento para programas e projetos de promoção e proteção da diversidade cultural

O Fundo Internacional para a Diversidade Cultural criado pela Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, já entrou em sua fase piloto de funcionamento, com a divulgação de um formulário de pedidos de financiamento para programas e projetos.

Poderão ser financiados programa e projetos relativos à implementação de políticas culturais e ao fortalecimento de infraestruturas institucionais correspondentes; ao fortalecimento das capacidades culturais; ao fortalecimento das indústrias culturais existentes; à criação de novas indústrias culturais; e à proteção de expressões culturais comprovadamente em risco de extinção, conforme o artigo 8 da Convenção.

As solicitações poderão ser apresentadas por governos dos países em desenvolvimento membros da Convenção,  ONGs nacionais da área da cultura, grupos vulneráveis ou outros grupos sociais minoritários. Os pedidos serão avaliados por um painel de seis especialistas nomeados pelo Comitê Intergovernamental da Convenção, formado por 24 países, dentre os quais o Brasil.

O Fundo da Diversidade Cultural dispõe atualmente de US$ 2.391.489 (dois milhões, trezentos e um mil, quatrocentos e oitenta e nove dólares). A Convenção integra, atualmente, 109 países, dos quais a maioria é de países em desenvolvimento.

No Brasil, os pedidos devem ser enviados até o dia 15 de junho deste ano, para a Divisão de Assuntos Multilaterais Culturais (DAMC) – veja o endereço abaixo.

De acordo com decisão do Comitê Intergovernamental da Convenção, a prioridade de utilização dos recursos do Fundo é financiar projetos apresentados por países em desenvolvimento. Por este motivo, o Secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SID/MinC) Américo Córdula, avalia que projetos brasileiros não terão prioridade, já que o Brasil é visto como um dos países em desenvolvimento em melhor situação econômica, e existem poucos recursos. O Secretário explica que, para financiar programas e projetos de promoção e proteção da diversidade cultural brasileira, o Ministério da Cultura está propondo a criação de um Fundo Setorial da Diversidade e Acesso, que faz parte da reforma da Lei de Incentivo – Procultura, atualmente em processo de tramitação no Congresso Nacional.

Os formulários só poderão ser preenchidos em francês ou em inglês.

O endereço para envio dos pedidos é:

DAMC – Ministério das Relações Exteriores
Palácio Itamaraty – Esplanada dos Ministérios – Bloco H
Brasília – DF – Brasil
CEP 70.170-900

 

Mais informações e/ou esclarecimentos podem ser obtidos com o ponto focal da Convenção no Brasil, Giselle Dupin – Coordenadora de Fomento à Identidade e Diversidade da SID/MinC, pelo endereço eletrônico: giselle.dupin@cultura.gov.br, ou pelo telefone: (61) 2024 2368.

Clique aqui para acessar o formulário de pedidos de financiamento (em francês e inglês).

Clique aqui para acessar o texto completo do Procultura.

(Comunicação/SID)

Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais

3ª Reunião do Comitê Intergovernamental da Convenção será realizada de 7 a 11 de dezembro, em Paris

O Secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, Américo Córdula, participa de 7 a 11 de dezembro, na sede da Unesco, em Paris, da 3ª Reunião Ordinária do Comitê Intergovernamental da Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais.

O encontro vai reunir as delegações dos 24 países eleitos para integrar o Comitê, dentre eles o Brasil, além de observadores de outros países membros e da sociedade civil, que discutirão estratégias para aumentar a visibilidade da Convenção da Diversidade Cultural adotada pela Unesco em 2005. Atualmente, 103 países integram a Convenção da Unesco para a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais.

A reunião do Comitê Intergovernamental pretende estudar maneiras de estimular a adesão de pelo menos mais 15 países nos próximos dois anos, principalmente daqueles situados nos continentes asiáticos e no Oriente Médio, e estudar a adoção de estratégias que tenham como objetivo sensibilizar líderes políticos e formadores de opinião sobre a importância da proteção e promoção da diversidade cultural, especialmente em países menos desenvolvidos.

Os membros do Comitê vão trabalhar, também, na definição do formulário de solicitação de assistência ao Fundo Internacional para a Diversidade Cultural, que entrará em operação em 2010 e , ainda,  a implementação de um painel de especialistas para examinar as solicitações de assistência ao Fundo.

As diretrizes operacionais para o compartilhamento, troca e difusão de informações previstas nos artigos 9 e 19 da Convenção também serão temas discutidos  na reunião. Essa troca de informações será viabilizada pelos relatórios que deverão ser entregues a cada quatro anos, referentes às ações desenvolvidas por cada país para a proteção e promoção da diversidade cultural, previstos no artigo 9º.

Além do secretário da Identidade e da Diversidade Cultural (SID/MinC), Américo Córdula, integram a delegação brasileira que participará do Encontro, a coordenadora de Fomento à Identidade e Diversidade da SID/MinC, Giselle Dupin, e a Representação Diplomática do Brasil na Unesco.

O Comitê Intergovernamental da Unesco  já realizou duas outras reuniões ordinárias. A primeira aconteceu em dezembro de 2007, no Canadá, e a segunda em dezembro de 2008, em Paris. Foram realizadas mais duas reuniões extraordinárias, em julho de 2008 e em março de 2009, também na sede da Unesco. Os membros do Comitê, incluindo o Brasil, foram eleitos durante a 1ª Conferência das Partes, realizada há dois anos. Em junho deste ano, na reunião realizada  pela 2ª Conferência das Partes, o Brasil foi reeleito membro do Comitê.

 

Comunicação SID/MinC

Telefone: (61) 2024-2379

E-mail: identidadecultural@cultura.gov.br

Acesse: www.cultura.gov.br/sid

Nosso Blog: blogs.cultura.gov.br/diversidade_cultural

Nosso Twitter: twitter.com/diversidademinc

Menina quem foi sua mestra

Menina quem foi sua mestra: O evento tem como finalidade reunir mulheres (e homens!) capoeiristas e mulheres não capoeiristas para debater não apenas as questões relacionadas as violências contras as mulheres (física, moral, psicológica, patrimonial, etc) mas também colaborar na defes e divulgação da Lei Maria da Penha. buscamos atuar na construção de redes de prevenção e enfrentamento a este fenômeno inaceitável, inserindo aqui também a luta contra a exploração sexual de meninas e mulheres e contra o turismo sexual que alimenta o tráfico de mulheres. Neste caso, especialmente, a capoeira pode dar uma importante colaboração, e em nível mundial, não apenas problematizando a apreensão, as percepções sobre o corpo em diferentes contextos culturais e políticos, mas também cumprindo importantes papeis sociais na promoção de sociedades mais justas, com liberdade e eqüidade.

Também é um evento que busca chamar a atenção para a necessidade das mulheres, capoeiristas e não capoeiristas, atuarem politicamente, pensando inclusive os espaços de poder e decisões.

Estas ações estão presentes no Plano Nacional de Política para as Mulheres e, juntas, podem promover a formação de novas gerações de capoieiristas em condições de repudiarem o racismo, o sexismo  e a homofobia/lesbofobia.

Plano Nacional de Políticas para as Mulheres/PNPM, focando:

1. formação para o enfrentamento à todas as formas de violência contra as mulheres, incluindo àquelas que dificultam seu aprendizado e promoção nos espaços da capoeiragem (eixo 4 do PNPL);
2. formação para a participação das mulheres nos epaços de poder e decisão (eixo 5 do PNPM)
3. formação para o enfrentamento ao racismo, sexismo e lesbofobia (eixo 9 do PNPM))

Assim, é preciso entender a capoeira como um espaço politico com potencial de transformações muito grande. E é por isto mesmo que também torna-se necessário, como capoeiristas, sabermos decodificar na propria capoiragem a reprodução destas práticas de subordinação, para desmascará-las, e enfrentá-las, e seguirmos contruindo uma capoeira mais plural e em condições de valorizar as diferenças como entendimento necessário à promoção dos Direitos Humanos e da justiça social.

Do ponto de vista da capoeira é necessário também debater as importantes construções que as mulheres trazem,  pensando que este novo cenário, plural, implica  também em mudanças significativas para eliminar – simbolica e concretamente – valores e práticas de violência, percebendo que estes é que não são socialmente aceitas.

Queremos ver a capoeira dentro de um contexto social mais amplo como também entender como este contexto social mais amplo atua na reprodução das suas forças ideológicas também dentro da capoeira. Aqui, a Pequena Roda e a Grande Roda se fundem permanentemente, impondo a permanência numa cadeia de transmissão de conhecimento que se fez sobrevivente exatente por estar atrelada à defesa da vida e da liberdade humana.

Ninguém se faz capoeirista por contemplação. Nossas práticas são traduzidas pelas falas com as quais nos posicionamos no mundo.

A mulher na capoeira será sempre uma mulher! Dentro da capoeira ela vivencia esta experiência histórica de ser mulher, aprendendo inclusive que ali existem dispositivos que atuam contra ela, e de diversas formas.

Menina quem foi sua mestra se propõe a debater esta “sujeita” coletiva chamada mulher capoeirista, aponatando aqui a necessidade de reconhecermos os lugares ocupados por outras mulheres em nossa formação, sendo estas também as nossas mestras do cotidiano.

Para tal, alem das mestras Janja e Paulinha ( e do mestre Poloca!), do Grupo Nzinga de Capoeira Angola, e das prestimosas  parcerias com o Mandinga de Mulher – Coletivo de Capoeiristas e da Fundação Pierre Verger (Ponto de Cultural/Minc), contaremos com algumas importantes convidadas, realizando oficinas de movimentos, cantos e toques, palestras, rodas de conversa e de capoeira:

  • Mestra Cristina (Rio de Janeiro)
  • Mestra Elma (Santa Catarina)
  • Mestra Brisa (Salvador)
  • Treinel Manô (São Paulo)
  • Sonia Santos (Rio de Janeiro)
  • Nane Pequeno (Salvador).
  • Cristine Zonzom (Salvador)
  • Francineide Marques (Salvador)
  • Ligia Vilas Boas (Salvador)

As inscrições são limitadas e as pessoas interessadas podem entrar em contato através dos seguintes contatos:

(71) 9999-9230 | E-mail: meninaquemfoisuamestra@gmail.com