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1º Interbairos de Capoeira Macapá

Está confirmado para o dia 31 de março de 2013, na sede campestre da OAB Macapá, a primeira edição do INTERBAIRROS DE CAPOEIRA. A decisão foi tomada em um encontro entre Jefferson Passarinho (Raízes do Brasil) e Paulo Cesar – Super Preto (Guerreiros do Campões) coordenadores dos grupos de capoeira, com o secretário do IMPROIR (Instituto de Promoção da Igualdade Racial de Macapá) Jorge Maciel, mais conhecido como Jorginho entre os capoeiristas.

O secretário Jorge Macial – Improir, frisou que, embora represente uma pasta com uma relação muito ligada a capoeira, são os representantes dos grupos que vão sugerir a melhor forma para a condução do evento. “Nós sugerimos itens que consideramos viáveis para um bom evento, mas compete aos representantes dos grupos aceitar, discordar e sugerir outras alternativas para o sucesso do evento, daí a importância da participação de todos os grupos de capoeira de Macapá”.

O Interbairros de Capoeira irá movimentar vários grupos de bairros da cidade, contribuir para a integração entre as famílias, o lazer e, consequentemente, a melhoria da qualidade de vidas de nossas crianças e jovens que praticam capoeira em Macapá.

O evento será divulgado nas mídias: Rádio, TV e Jornal impresso e todo o material de divulgação será entregue aos grupos participantes.

Você que tem interesse em participar como nosso colaborador entre em contato pelos fones: 96. 9143 9196 ou 9189 1304

A coordenação

 

Passarinho (Raízes do Brasil-AP)
Super Preto (Guerreiros dos Campões-AP)
Coodenadores do evento

mais informações: www.raizesdobrasilap.blogspot.com

ENCAMUZENZA

O Grupo Muzenza, sempre buscando formas de trabalhar a Capoeira, de uma forma abrangente, inova, mais uma vez. Nos dias 27 e 28/01/2013, acontecerá o 1º ENCONTRO DE PROFESSORES E ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA, PEDAGOGOS, PSICÓLOGOS, PSICOPEDAGOGOS E HISTORIADORES QUE TRABALHAM COM A CAPOEIRA, o ENCAMUZENZA.

O tema desta primeira edição será: “A CAPOEIRA ONTEM, HOJE E SEMPRE”…

O objetivo é fomentar a pesquisa e os debates sobre a história, desenvolvimento e o futuro de nossa Arte/Luta, através da intersecção entre o “saber acadêmico” e o “saber popular”. Haverá a apresentação de Temas-Livres sobre a Arte/Luta, nas diversas áreas do conhecimento, além de palestras e mesas-redondas com Mestres renomados, tais como: Luiz Renato Vieira, Gladson, Falcão, Beija flor,Gegê,e o Historiador Carlos Eugênio Líbano Soares. A coordenação do evento ficará a cargo dos Mestres Carson Siega e Sérgio Souza – Sanhaço.

A supervisão, será do Mestre Burguês.

 

Mais informações: [email protected]

 

O Grupo Muzenza


O Grupo Muzenza de Capoeira, foi fundado em 5 de maio de 1972, na cidade do Rio de Janeiro, tendo como seu fundador, Paulo Sérgio da Silva (Mestre Paulão), oriundo do grupo Capoarte de Obaluaê, do Mestre Mintirinha (Luís Américo da Silva).

Em outubro de 1975, chega a Curitiba – Paraná – Mestre Burguês (Antônio Carlos de Menezes), que depois de lecionar nos bairros do Méier e Madureira, no Rio de Janeiro, decide fundar mais um núcleo do Grupo Muzenza no Sul do Brasil, implantando e desenvolvendo uma metodologia e uma filosofia própria, voltada para as raízes da capoeira, tendo introduzido essa modalidade em clubes, quartéis, escolas, academias, comunidades carentes e comunidades negras.

Mais de 15.000 alunos, já passaram pelo Grupo Muzenza de Curitiba, e hoje o Grupo se faz presente em 26 estados brasileiros, e 35 países, buscando sempre os fundamentos e as raízes da capoeira através de muita pesquisa.

Desde 1975, o Grupo passou a ser presidido pelo Mestre Burguês.

A proposta do Grupo Muzenza, é desenvolver um trabalho de capoeira, essencialmente como arte – luta, mas dando condições aos praticantes de se identificarem com os outros vários seguimentos que existem na capoeira.Dessa forma, o Grupo Muzenza apresenta uma proposta pedagógica que engloba a capoeira como: luta, arte, ritmo, poesia, cultura, desporto, profissão e filosofia de vida. Permitindo que cada aluno se identifique com uma dessas vertentes.

Todavia, a principal proposta do grupo Muzenza é a capoeira como luta, o desenvolvimento de uma metodologia e filosofia própria, nunca esquecendo de buscar as raízes da capoeira através de muita pesquisa, procurando preservar, a Capoeira Angola e Regional, bem como o respeito e valorização ao verdadeiro Mestre.

RJ: Capoeira volta ao Valongo

Após mais de um século enterrado, cais onde escravos aportavam no Rio de Janeiro vira ponto de encontro de roda de capoeira com projeto de difusão cultural e ensino de História

Cultura africana, memória dos escravos, arqueologia e ensino de história. Tudo isso reunido em uma roda de capoeira em uma das áreas mais representativas para os negros da região Sudeste, o Cais do Valongo. Essa é a proposta do Grupo Kabula, que realiza neste sábado (17), às 10h30, sua quinta roda na zona portuária do Rio de Janeiro.

Partidários do estilo de capoeira Angola, os participantes promovem o trabalho desde junho, em parceria com outras rodas que já aconteciam no Centro da cidade. Carlo Alexandre Teixeira da Silva, mestre de capoeira e organizador do evento, explica o cunho educativo e cultural das rodas, que acontecem mensalmente: “A gente decidiu pensar a ocupação do espaço público, pensar o Rio e este momento desenvolvimentista que estamos vivendo”.

“A roda é importante para falar sobre a história da cidade, especialmente as descobertas arqueológicas”, diz, referindo-se aos diversos artefatos e sítios que vêm sendo encontrados na zona portuária por causa das obras para a Olimpíada de 2016. Um desses locais desenterrados é o próprio Cais do Valongo, onde aportavam os escravos que chegavam ao Brasil até o século XIX.

Outras rodas tradicionais do Centro do Rio que se uniram à do cais foram a da Cinelândia e a da feira do Lavradio. “Queremos transformá-la em um pontão cultural, que integre vários grupos de capoeira. Um pontão onde possamos continuar esse movimento, oferecer oficinas paralelas e trazer a consciência crítica sobre o que está acontecendo na cidade”, comenta o mestre. O grupo Kabula tem uma ONG sediada em Londres, onde promove o intercâmbio cultural, levando as nossas raízes africanas para a terra da rainha: durante o verão, algumas rodas movimentam a capital inglesa.

 

Roda que vem de longe

A capoeira Angola, jogada nas rodas do Valongo, guarda fortes conexões com as raízes africanas: tem foco maior na dança e na ludicidade em detrimento à luta. É possível notar que o movimento é peculiar, diferente do estilo mais popular, conhecido como ‘Regional’. “Mal comparando [os dois estilos], é como se fosse o samba do morro e o pagode. O do morro é mais tradicional, usa elementos mais próximos às raízes africanas, assim como a capoeira Angola. Ela tenta não utilizar recursos de outras tradições, não usa lutas marciais orientais”, explica Mestre Carlo Alexandre. Segundo ele, isso a torna mais próxima da prática dos escravos na época do surgimento da dança. “Muda a forma de cantar, de jogar. Todo o ritual é mais complexo. Há um equilíbrio da parte dançante, teatral, marcial, cultural. Ela não é só luta”, conclui.

Mas a capoeira Angola não recebe este nome por ser originária do país africano. Mestre em História Social pela USP e integrante do Grupo Capoeira Santista, Pedro Figueiredo da Cunha lembra que o estilo só ganhou este nome em meados do século XX. E no Brasil mesmo.

Em 1928, Manoel dos Reis Machado, o Mestre Bimba, decidiu adaptar a capoeira e focar mais na vertente marcial, anunciando a criação da Luta Regional Baiana. Assim surgiu o estilo. “Ele queria mostrar a eficiência da capoeira em relação a outras artes marciais que estavam ganhando fama no Brasil, como o jiu-jitsu”, lembra o pesquisador. Antes disso, segundo ele, não havia um ensino metódico. As lições passavam de mestre para discípulo e podiam variar. “Ele enxergou uma necessidade de melhorar a metodologia de ensino para valorizar a capoeira como luta”, afirma. Em resposta ao movimento de Mestre Bimba, Mestre Pastinha – Vicente Joaquim Ferreira Pastinha – institucionalizou a capoeira tradicional com o nome de ‘Angola’, em 1941. Ele também criou Centro Esportivo de Capoeira Angola, que hoje é uma referência para os seguidores do estilo.

Mas não é preciso se prender a um estilo para praticar a dança ou luta. “Assim como em cada região tem um sotaque diferente, a gente também percebe isso no corpo. Muitas pessoas, para tentar se encaixar em um estilo, acabam ignorando o seu ‘sotaque corporal’. O principal seria cada grupo valorizar as suas raízes e procurar desenvolver um trabalho bem fundamentado para não virar nem uma cópia malfeita de outro estilo nem uma deturpação do que é a capoeira”, aponta Figueiredo.

Se no passado o Cais do Valongo foi considerado um lugar de sofrimento para os negros que chegavam acorrentados para uma vida de penúria no Brasil, agora se torna um ambiente de confraternização e celebração da cultura africana.

O cais fica na Avenida Barão de Tefé, Centro. Se chover, o evento acontecerá sob o elevado da Perimetral, na esquina da avenida. O tema da roda que acontece neste sábado será “O batismo de africanos adultos no recôncavo do Rio de Janeiro”, com apresentação pela professora Denise Vieira Demétrio, pesquisadora do assunto e doutoranda em História pela UFF.

 

Serviço:
Onde: Cais do Valongo, Avenida Barão de Tefé, Centro. Rio de Janeiro
Horário: 10h30

 

Fonte: http://www.revistadehistoria.com.br

Frevo: 105 anos de resistência popular

O ritmo frenético com influências do maxixe e elementos da capoeira completa nesta quinta-feira (9) 105 anos de sua autenticidade.

O termo de origem frevo era a gíria que designava algo que estava fervendo ou na linguagem popular “frevendo”, o que lembrava milhares de pessoas com gingado inconfundível de passos soltos fervendo nas ladeiras de Olinda.

O frevo é a essência do carnaval pernambucano cantado em uníssono pelas troças carnavalescas e está presente na musicalidade de vários compositores e intérpretes da música Brasileira. Canções como “Não Puxa Maroca” pela orquestra Vitor brasileira comandada por Pixinguinha, “Frevo Mulher” de Zé ramalho, “Frevo rasgado” por Gilberto Gil e Bruno Ferreira e “Frevo Diabo” por Chico Buarque e Edu Lobo entre outros clássicos.

Apesar da comercialização do carnaval, o frevo permanece com suas raízes evidenciando um verdadeiro fenômeno de resistência popular que vem conquistando adeptos em todo mundo. Dessa forma a paixão dos brasileiros pelo ritmo que mais representa a maior festa popular está declarada nas canções de Alceu Valença.

Os 105 anos de Frevo-de-Rua, Frevo-Canção e Frevo-de-Bloco será comemorado em todo país com blocos, troças e bailes traduzidos numa manifestação musicalmente e coreograficamente pela legitimidade do nosso patrimônio cultural. A comemoração vai para além da quarta-feira de cinzas, a quarta-feira ingrata que nos deixa saudade “Quem tem saudade, não está sozinho. Tem o carinho, da recordação”, dizia os mestres do frevo, Nelson Ferreira e Aldemar Paiva no canção “Frevo da Saudade”.

Supervisão: Thayanne Magalhães

Fonte: http://primeiraedicao.com.br

Serra da Barriga: Governo do Estado apoia homenagem a ativista negro Abdias Nascimento

Evento é realizado pelo projeto Raízes da África e tem o apoio do Governo de Alagoas e de lideranças do movimento negro

Já está em pleno andamento a preparação da homenagem à vida e à obra do ativista negro Abdias Nascimento, que acontece nos próximos dias 11, 12 e 13 de novembro, na Serra da Barriga, em União dos Palmares, e também durante seminário em Maceió. Realizado pelo projeto Raízes da África, o evento tem o apoio do Governo de Alagoas, da Fundação Cultural Palmares e de lideranças do movimento negro. O evento integra as celebrações do Mês da Consciência Negra em Alagoas.

Um dos apoios já recebidos foi a melhoria do acesso de cerca de 6 km que leva ao topo da Serra, por onde as personalidades e autoridades convidadas seguirão para a homenagem. As obras foram realizadas pelo Departamento Estadual de Estradas de Rodagem (DER).

De acordo com a coordenadora do Raízes da África, Arísia Barros, dentro da programação, que trará várias personalidades internacionais ao evento, já está confirmada a participação de dois percussionistas americanos e de autoridades de países africanos à cerimônia em homenagem a Abdias, cujas cinzas serão depositadas em um platô na Serra da Barriga.

“O local onde serão depositadas as cinzas do Abdias será escolhido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional [Iphan], já que a Serra da Barriga é um patrimônio tombado e só o Iphan pode fazer essa escolha”, explica Arísia.

Além disso, nove personalidades de países como Estados Unidos e Nigéria e uma delegação de 60 pessoas da Bahia já estão com presença confirmada. Com o apoio do Governo de Alagoas, da Prefeitura Municipal de União dos Palmares e da Fundação Palmares, a coordenadora está enviando esforços para que as caravanas sejam bem recepcionadas.

“Solicitamos aos estados que estão se organizando para as cerimônias dos dias 11 e 12 de novembro, realizadas em Maceió e União dos Palmares, que entrem em contato com a coordenação para que possamos, a partir dessas informações, adequar a infraestrutura à capacidade do público”, explica Arísia.

“Essas informações são imprescindíveis para que possamos possibilitar a oferta de serviços a preços mais populares”, completa a coordenadora do projeto Raízes da África.

Programação

Previsto para ocorrer no dia 12 de novembro, das 8 às 18 horas, na Faculdade Integrada Tiradentes, o I Ìgbà Ábídi Seminário Afro-Brasileiro – Celebração da Vida e Obra de Abdias Nascimento abre as solenidades de homenagem ao  estadista, um dos brasileiros mais importantes do século XX na luta pela  afirmação do povo negro. “O Ìgbà Ábídi tem como objetivo refletir sobre a vida e o legado do grande estadista negro”, diz Arísia Barros.

Diversas autoridades e personalidades já confirmaram presença, dentre elas a maior autoridade mundial em Ifá – oráculo africano -, o professor Wande Abimbola. Outro palestrante é o professor de línguas e de estudos culturais e literários na Obafemi Awolowo University, na Nigéria, Félix Ayoh’Omidire, nascido em Ile-Ife, cidade sagrada do povo yorubano.

Quem foi o homenageado

Abdias Nascimento nasceu em 1914, no município de Franca, interior de São Paulo. Sua trajetória é marcada pelo ativismo na luta pela inclusão dos direitos dos afrodescendentes brasileiros, principalmente por meio de políticas públicas. Foi deputado federal e senador e entre suas conquistas, está o fato de ser responsável pela instituição da Comissão do Centenário da Abolição e por seu desdobramento na Fundação Palmares.

O I Igbà Ábídi Seminário Afro-Brasileiro – Celebração da Vida e Obra de Abdias Nascimento – é uma ação do projeto Raízes da África, em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de Alagoas; o Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros (Ipeafro); as Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (SEE) e da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos (SEMDH); a Editora Ética e a Faculdade Integrada Tiradentes, entre outros.

As inscrições estão sendo feitas pelo e-mail [email protected]. Mais informações pelos telefones: (82) 8827-3656/3231-4201.

Fonte: http://www.agenciaalagoas.al.gov.br

Artistas baianos levam capoeira e chorinho ao Himalaia

Seis artistas baianos estão levando expressões da mais autêntica cultura brasileira para o Himalaia.

O grupo formado pelo músico e integrante do Madrigal da UFBA Lula Gazineo (violonista do grupo Mandaia), pela bailarina e coreógrafa Isabela Saffe e pelos capoeiristas Mestre Santa Rosa e Glauber Santos vai apresentar o espetáculo “Capoeira Chorada” no Festival de Dussehra e em outras quatro cidades do Himachal Pradesh, ao norte da Índia.

A primeira apresentação no domingo, dia 9, foi em Naggar, durante evento do International Roerich Memorial Trust – IRMT celebrando o aniversário de nascimento do artista e filósofo russo Nicholas Roerich, que deixou um valioso legado cultural. A turnê segue dia 11, com uma apresentação no Festival de Dussehra, um dos mais importantes da região e que reúne cerca de seis mil pessoas.

O espetáculo integra o Projeto de Intercâmbio Cultural “Brasil: muitas raízes, um legado de Paz”, proposto pelo Instituto Roerich da Paz e da Cultura do Brasil (com sede em Salvador) e selecionado pelo Edital de Intercâmbio Cultural do Ministério da Cultura. ‘Esta será a primeira vez que a cultura brasileira vai àquela parte do mundo’, diz Raimundo Santos, presidente do Instituto Roerich da Paz e da Cultura do Brasil.

Andréa Ruf, assessora de Relações Internacionais da mesma instituição lembra que a presença da cultura brasileira no Himachal Pradesh tem características singualres: “Com um ar quase que profético, Nicholas Roerich, no início do século passado, já dizia: as artes unirão a humanidade. No Vale dos Deuses, assim como é chamado o Vale de Kullu, Naggar, nas escrituras Tibetanas e Hindus, a herança ancestral dos Mahatmas se encontrara com a Velha Bahia, tão rica e bela. Será’ o casamento de um povo em comunhão com o sagrado com outro povo também em comunhão com o sagrado”.

Capoeira Chorada

Ao som do violão, flauta, berimbau, voz, palma e pandeiro, o Projeto de Intercambio Cultural – Brasil, várias raízes, um legado de Paz achará o ponto de convergência dessa união. Capoeira de Angola é’ a certeza do golpe com o bailar. O corpo inteiro esta presente desenvolvendo a sua performance em todos os níveis . Um acordo entre os capoeiristas em comunhão com o toque do instrumento. O Choro nasceu entre os ritmos europeus e africanos no solo musical brasileiro, cuja diversidade e’ a característica predominante. “Capoeira Chorada” reúne essas expressões através da Arte e da Cultura. Também integra o grupo patrocinado pelo Ministério da Cultura os músicos Luis Codes (flauta) e Átila Coutinho (percussão).

Capoeira piauiense vai a São Tomé e Príncipe

O projeto beneficiará 270 jovens em São Tomé, por meio da transferência de conhecimento técnico, teórico e metodológico sobre a arte da capoeira, sua utilização pedagógica, artística e cultural.

São Tomé – O Mestre de Capoeira e Educador Físico, George Fredson, o professor Touro, que também ministra aulas de capoeira na Faculdade CEUT, embarcou para a África, no dia 11 de setembro deste ano. 

No continente africano, sua missão é dar continuidade ao projeto de cooperação técnica, intitulado “Capoeira: formação técnico-profissional e cidadania – nível básico”, firmado entre a Agência Brasileira de Cooperação – ABC, o Centro Cultural de Capoeira Raízes do Brasil e o Governo de São Tomé e Príncipe, país situado a 300 km da costa ocidental da África.

O projeto beneficiará diretamente 270 jovens em São Tomé, capital de São Tomé e Príncipe, por meio da transferência de conhecimento técnico, teórico e metodológico sobre a arte da capoeira, sua utilização pedagógica, artística e cultural. Para o Secretário de Juventude e Desporto de São Tomé e Príncipe, Abnildo do Nascimento Oliveira, a capoeira tem grande transformação social.

“Seu poder de formação oferece aos jovens uma ocupação e, também, auxílio na solução de problemas que afetam a juventude, como alcoolismo, gravidez precoce, HIV, drogas e evasão escolar”, esclarece.

O grupo de Capoeira Raízes do Brasil, existente há 30 anos, será o responsável pela transmissão dos conhecimentos. O professor mestre Touro, membro do grupo, foi indicado para coordenar a terceira equipe que irá ao país. Junto com ele, o contramestre Corujito, um piauiense que desenvolve um trabalho com a Capoeira em Imperatriz (MA), estará atuando como instrutor do projeto.

“Estamos preparados. Pesquisamos sobre o País e sabemos que, apesar da experiência que temos na área, encontraremos alguns desafios. Trata-se de um País muito carente, com dificuldades sociais e econômicas. A África tem uma história com o Brasil. Será uma troca de experiência e conhecimento cultural muito positiva”, relata mestre Touro.

As atividades do projeto tiveram início no mês de abril e se estendem até 2014. Outros quatro países receberão as equipes do grupo de Capoeira Raízes do Brasil. Presente em 16 estados brasileiros e em 23 cidades de seis países, o grupo é formado por 10 mestres capoeiristas e 11 contramestres e desenvolve mais de 20 projetos de responsabilidade social em 50 comunidades brasileiras e estrangeiras.

“Vamos tentar despertar nos capoeiristas uma visão ampla da capoeira, valorizando a cultura destes países e a brasileira, o intercâmbio cultural e a integração social”, afirmou mestre Ralil Salomão, presidente do grupo e idealizador do projeto. Nesta missão, serão preparados mais 750 alunos iniciantes e 15 instrutores.

 

As informações são do portal Cidadeverde.com.

Berlim: Encontro International de Capoeira Angola 2011

Encontro International de Capoeira Angola 2011 na Páscoa

Berlim, 21.04.-25.04.2011

Mestre Joao Grande (New York), Mestre Cobra Mansa (Salvador), Mestre Roberval (Salvador), Mestre Rosalvo (Berlim), Mestre Ciro (Salvador), Mestre Paulo Siqueira (Hamburgo) e Contramestra Susy (Berlim)

Convidados: Contramestre Marquinho, Professor Angola, Professor Zequinha


  • Aulas de Capoeira Angola (música e movimento) para todos os niveis
  • Rodas
  • Aulas de danza afro-brasileira e alongamento
  • Aulas de Capoeira Angola para crianças
  • Discussões e palestras: „Em busca das Raizes“. Mestre Cobra Mansa vai presentar sua pesquisa feita nas suas viagens na Angola 2006-2010 sobre danças e estilos de lutas africanas (como o N`golo, a Cabangula) que influenceram a Capoeira no Brasil
  • Festas

 

Programação

Quinta-feira, 21.04.2011

12-2                 Aulas de Capoeira Angola e Música
2.30-4:00          Aulas de Capoeira Angola e Música
4:30                 Jantar
8:00                 Comida

Sexta-feira, 22.04.2011
8-9                   Cafe da manhã
10-12                Aulas de Capoeira Angola e Música
12:30-2:30        Aulas de Capoeira Angola e Música, Dança
3:00-4:00          Aula de Capoeira Angola para Criança (4-8 anos)
4:00-5:00          Aula de Capoeira Angola para Criança (>8 anos)
3-5                   Aulas de Capoeira Angola com Roda de treino
5:30-7                Jantar
7:00                 „Em busca das Raizes“ de Cobra Mansa e outras palestras
10:00                Party/Bar

Sábado, 23.04.2011

8-9                   Cafe da manhã
10-12                Aulas de Capoeira Angola e Música
12:30-2:30         Aulas de Capoeira Angola e Música, Dança
3:00-4:00          Aula de Capoeira Angola para Criança (4-8 anos)
4:00-5:00          Aula de Capoeira Angola para Criança (>8 anos)
3-5                   Aulas de Capoeira Angola e Música
5:30-7                Jantar
7:00                 RODA
10:00                Party/Bar

Domingo, 24.04.2011

8-9                   Cafe da manhã
10-11:30           Aulas de Capoeira Angola e Música
12:00-1:30        Aulas de Capoeira Angola e Música, Dança
1:00-2:00          Aula de Capoeira Angola para Criança (4-8 anos)
2:00-3:00          Aula de Capoeira Angola para Criança (>8 anos)
2:00-3:30          Aulas de Capoeira Angola e Música
4:00                  RODA ABERTA
7:00                  Jantar

Segunda-feira, 25.04.2011

8-9                   Cafe da manhã
10-12                Aulas de Capoeira Angola e Música
12:30-2:30        Aulas de Capoeira Angola e Música
3:00                 Almoco
4:00                 RODA

 

Inscripção
Até o 1 Abril 2011:                    150,- Euros
Incluindo hospedagem e café da manhã
Depois do 1 Abril 2011: 170,-Euros

3 dias     145 € /125 € (antes do 01.04.11) 
1-2 dias  115 € /95 € (antes do 01.04.11)

Por favor depositar o dinheiro na conta seguinte:
Capoeira Angola e.V. Postbank Berlin
BLZ 10010010
Kto 672233107
IBAN DE78 1001 0010 0672 2331 07
BIC PBNKDEFF

Academia JANGADA
Torstr. 109 10119 Berlin
tel. 030 4495738
fax 030 4496639
www.jangada.com

Pernambuco: X Encontro Internacional, Batizado e Troca de Cordas da Associação Capoeira Interação

Ocorreu no dia 26/02/2011 no Núcleo de Educação Física da Universidade Federal de Pernambuco o X Encontro Internacional, Batizado e Troca de Cordas da Associação Capoeira Interação, organizado pelo Prof. Henrique Kohl “Tchê” e pela Formada Cupido com supervisão do Contramestre Vulcão.

O evento, que desde o segundo ano da associação acontece no sábado que antecede o sábado de carnaval, comemorou uma década de intervenções realizadas pela associação em parceria com importantes entidades representativas da capoeira de Pernambucana e setores da UFPE (Exs.: Laboratório de Sociologia do Esporte-DEF/CCS/UFPE, Programa de Pós-Graduação em Educação-PPGed/UFPE, Núcleo de Educação Física-NEFD/UFPE, Departamento de Educação Física-DEF/UFPE, Coordenação de Educação Física, Programa Cabeça de Área da TV Universitária/UFPE, etc.).

Na ocasião do evento, homenageamos o Prof. Dr. Edilson Fernandes de Souza e o Prof. Dr. José Luis Simões pelos espaços oportunizados pela extensão universitária em prol da capoeira; a Profª. Msª Daise França (IFPE-Belo Jardim/PE) recebeu moção de reconhecimento pelo trabalho da capoeira com a terceira idade; os mestres de capoeira Marco-Angola e Senzala (Associação de Capoeira Volta que o Mundo Dá), juntamente com a Srª Edna Gomes da Silva (Secretária Municipal de Programas Sociais e da Mulher do Cabo de Santo Agostinho) receberam moções relativas ao trabalho social com capoeira desenvolvido no estado e os mestres de capoeira Birilo e Mula (Associação de Capoeira Meia Lua Inteira) foram as referências da capoeira homenageadas no evento.

A Associação Capoeira Interação reafirmou durante todo o evento que todas as entidades presentes são importantes para a projeção qualitativa da capoeira pernambucana e que merecem mais reconhecimento pelas contribuições de inconteste importância delineadas até o momento. Abrilhantaram o evento alunos(as) das entidades convidadas, além das lideranças abaixo relacionadas:

Mestres

Galvão (Capoeira Raízes), Dentista (Muzambê), Renato (Axé Liberdade), Peu (Quilombo), Grillo (Arte e Malícia), Marco Angola(Volta que o Mundo Dá), Senzala (Associação de Capoeira Volta que o Mundo Dá), Maciano (Muzambê),Mula (Meia Lua Inteira),Babuíno (Candeias), Americano (Malunguinho),Pezão (Raízes de Salvador), Sérgio Tatu (Brazambuco), Til (Bamba Capoeira), Robocop (Capoeira Liberdade) e Ligeirinho (Capoeira Raízes).

Contramestres

Pernalonga (Grupo Arte Nossa/Portugal), Cupim (Ungo Capoeira), Gereba(Ungo Capoeira), Cuscuz (Filho da Capoeira),Pajé (Legião Brasileira de Capoeira), Macarrão (Grupo Legião Brasileira de Capoeira), Leto (Legião Brasileira de Capoeira), Pingo (Gingarte Capoeira), Kadocá (Escola Brasileira de Capoeira), Enrrolado (Quilombo da Catucá), Bola (Quilombo), Malhado (Quilombo), Gato (Quilombo), José Radiola (Projeto Social José Radiola) e Dendê (Dendê Arte e Dança Capoeira).

Professores

Soldado (Associação de Capoeira Volta que o Mundo Dá), Timão (Associação de Capoeira Volta que o Mundo Dá), Paçoca(Associação de Capoeira Volta que o Mundo Dá),  Zumbi (Grupo Capoeira Brasil),Peixe (Muzenza), João (Ginga Brasil), Caju (Axé Liberdade), Preguiça (Legião Brasileira de Capoeira),Pernalonga (Legião Brasileira de Capoeira), Bruce (Legião Brasileira de Capoeira) e Bira (Quilombo).

Instrutores(as)

Tom (ABADA Capoeira), Paulo Brasil (Ungo Capoeira/Bélgica), Parasita (Ungo Capoeira), Kinha (Capoeira Brasil), Guri (Capoeira Brasil), Bambinho (Ginga Brasil), Séla (Legião Brasileira de Capoeira), Pallos (Força da Capoeira) e Tibério (Capoeirarte).

Monitores

Erinho (Legião Brasileira de Capoeira), Paçoca (Volta que o Mundo Dá), Coruja (Associação de Capoeira Volta que o Mundo Dá), Tampinha (Legião Brasileira), Edu( Legião Brasileira de Capoeira), Pesado (Legião Brasileira de Capoeira), Bolado (Arte e Cultura), Mandinga (Oficina da Capoeira), Lampião (Oficina da Capoeira), Sóia (Ungo Capoeira) e Fêlix (Ungo Capoeira).

Salto: “Capoeira na escola, educando com a arte”

Cidadania através da Capoeira na cidade de Salto

Alunos do Cemus estão aprendendo a arte deste esporte.

O diálogo corporal, a improvisação e o equilíbrio são alguns dos benefícios da capoeira, que é excelente para crianças e jovens. Os alunos do Cemus XI – “Profª Lázara Maria Lara Begossi”, em Salto, já estão desfrutando destas aulas há um mês, por meio do projeto “Capoeira na escola, educando com a arte”.

Todas as segundas e sextas-feiras, o professor Flávio Rodrigues do Nascimento – o Ceará -, ensina as técnicas desta arte brasileira. “A capoeira resgata a auto-estima e as nossas raízes, além de transmitir noções de cidadania”, explicou o professor.

A capoeira mexe com todos os músculos, desenvolvendo uma série de qualidades físicas. Além disso, dá noções de espaço, tempo, ritmo, música e compreensão da filosofia de jogo.

No Cemus XI, cerca de cem alunos participam das aulas, que acontecem no período contrário ao horário de escola das crianças.