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Lapinha Museu Vivo no Mês da Abolição: 6º Encontro de Cultura de Raiz

Entre os dias 22 e 24 de maio acontecerá a sexta edição do Encontro de Cultura de Raiz “LAPINHA – Museu  Vivo no mês da Abolição”, no município de Lagoa Santa, região metropolitana de BH. Nestes três dias o Teatro de Arena da Praça Dr. Lund, o Areão, a Igreja Nossa Senhora do Rosário e a Gruta da Lapinha serão cenário valorização e divulgação da Capoeira Angola e das manifestações culturais populares de raiz, como o congado, o candombe, a dança-afro e o boi da manta.

 

O “LAPINHA Museu  Vivo no mês da Abolição” é o único evento do gênero no Estado, envolvendo mais de 300 agentes culturais da região metropolitana, com um público de mais de 1,5 mil pessoas por edição. Ele foi criado para promover para a população local o acesso à uma programação diversificada de cultura de raiz. Assim, durante os três dias do encontro, crianças e jovens de escolas públicas, e a população em geral, terão aulas gratuitas de capoeira angola, teatro, percussão, dança afro e educação ambiental.  

 

Anualmente o evento vem provando a importância da valorização da cultura popular e regional como um grande instrumento para a formação de cidadãos socialmente comprometidos. O encontro foi idealizado e realizado pela primeira vez em 2004 e é uma realização da Associação Cultural Eu Sou Angoleiro (Acesa), com a coordenação geral do Mestre João Angoleiro. A produção do evento fica por conta da frente de trabalho da Acesa “Irmandade Atores da Pândega”, de Lagoa Santa, coordenada pelo treinel Gersino Alves.

 

MANIFESTAÇÕES CULTURAIS – PROGRAMAÇÃO

Com uma programação eclética com shows de reggae, rap, samba e exibição de vídeos, o “Lapinha Museu Vivo” tem um público médio de mais de duas mil pessoas por edição. Um dos destaques do evento é a valorização da tradição oral e das trocas de saberes entre os mestres populares locais e mestres convidados de outros estados. Neste ano convidamos Mestre Moraes (Grupo Capoeira Angola Pelourinho- Gcap – Salvador/BA – responsável pela difusão da capoeira angola no Brasil a partir da década de 70), Mestre Manoel (Grupo Ypiranga de Pastinha – Conglomerado da Maré- Rio de Janeiro/RJ) e Mestre Gil Velho (Grupo Senzala- RJ). Também está confirmada a presença dos mestres mineiros Mestre Dunga e Márcio Alexandre (precursores da capoeira em Minas Gerais) além dos Mestres do Mamg (Movimento Angoleiro de Minas Gerais), do Candombe de Dona Mercês (Comunidade do Açude – Serra do Cipó) e da Mata do Tição (Jaboticatubas), os Reinados de Congo de Nossa Senhora do Rosário (da Lapinha) e o divertido e tradicional Boi da Manta, que mexe com toda a criançada.

Uma semana antes do Evento (18 a 22 de maio) os capoeiristas, pesquisadores e educadores da Acesa estarão realizando nas escolas públicas de Lagoa Santa diversas oficinas atendendo 1.500 alunos, essas atividades serão acompanhadas também com uma oficina voltada para   professores, supervisores e diretores das escolas discutindo a importância das manifestações culturais na Construção da Identidade do povo brasileiro, atendendo também a Lei 11.645/07 ensino da história africana e afro-brasileira e indígena nas escolas.

 

Outro destaque está para Mostra FórumDoc.MG: 2ª mostra itinerante do filme documentário e etnográfico. Neste ano a Mostra traz os mais expressivos filmes produzidos sobre a temática indígena e negra, como “O casamento de Gina” (de Martin Marden, Nova Guiné) e “Os Mestres Loucos” (de Jean Rouch, França) e faz também a pré-estréia do documentário “Paz no Mundo Camará a Capoeira Angola e a volta que o mundo dá- Minas Gerais” (de Carem Abreu, produzido pela ATOS Central de Imagens em parceria com a Associação Cultural Eu Sou Angoleiro).

 

 

SERVIÇO:

 

Evento: “Lapinha Museu Vivo no Mês da Abolição: 6º Encontro de Cultura de Raiz”

Data: 22 a 24 de maio em Lagoa Santa

Local: Praça Central de Lagoa Santa (Dr. Lund), Areão, Gruta da Lapinha e Igreja Nossa Senhora do Rosário/Lapinha.

Realização: Associação Cultural Eu Sou Angoleiro (Acesa)

Inscrição: Sede da Acesa em BH – Rua da Bahia, 570 – 12º andar – Belo Horizonte/MG ou Site www.eusouangoleiro.org.br

 

  

Valor: R$ 35,00 (TRINTA CINCO REAIS) OU R$ 50,00 (CINQUENTA REAIS) (3 DIAS COM ALIMENTAÇÃO, OFICINAS, CAMPING, SHOWS + CAMISA).

 

Sede da Acesa em Lagoa Santa: Rua Melo Viana,420 B. Várzea – Lagoa Santa.

Informações: (31) 4063-9822 (FIXO) / (31)  88136692 (Gersino Alves), (31) 99982756 (Rosângela Silva) (31) e  93271557   (Matheus)

 

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO – Júnia Bertolino (0011097/MG) – (31) 99176762, Carem Abreu (31) 9297-1582/ 9751-6869 ,Luiz Gabriel Lopes (9791 4493),Daniel Iglesias e Liliane Martins (31) 8884-7476 

 

LINKS PARA O EVENTO:

 

PROGRAMAÇÃO

 

DE 18 A 21 DE MAIO

“LAPINHA NA ESCOLA” – PRÉ LAPINHA MUSEU VIVO NO MÊS DA ABOLIÇÃO

Local: Escola Municipal Prof. Mello Teixeira, UNIPAC/Escola Doutor Lund, Escola Municipal Herculano Liberato e Gruta da Lapinha

Horários: variados – conferir programação da Mostra FórumDoc, anexa.

Eventos: oficinas de capoeira angola, dança afro, percussão, Meio Ambiente e mostra de vídeos nas escolas e na Gruta da Lapinha.

 

MOSTRA FORUMDOC.MG

 

18 de maio – segunda-feira

19hs – Duas aldeias, uma caminhada

Escola Municipal Prof. Mello Teixeira – Bairro Santos Dummond

 

19 de maio – terça-feira

19h – O casamento de Gina

UNIPAC/Escola Doutor Lund  – Bairro Centro

 

20 de maio – quarta-feira

19h – Casca do chão

Escola Municipal Herculano Liberato  – Bairro Aeronautas

 

21 de maio – quinta-feira

10h – Vai ou racha, 20 anos de luta + Vamos à luta

Escola Estadual Cecília Dolabella Portela Azeredo  irro Várzea

 

 

 

DE 22 A 24 DE MAIO

LAPINHA MUSEU VIVO NO MÊS DA ABOLIÇÃO: 6º ENCONTRO DE CULTURA DE RAIZ

 

SEXTA-FEIRA – 22/05

ABERTURA

16h – Concentração na Praça Dr. Lund – Roda de Capoeira Angola

Centro – Lagoa Santa

 

18h – Cortejo

Saída: Praça Dr. Lund, sentido bairro Várzea.

Av. Getúlio Vargas, entre Rua Aquileu de Oliveira e Rua Tíbério Batista – Areão.

Participação de diversos grupos culturais, entidades e movimentos sociais.

 

19h – Mostra FórumDoc e shows

Exibição Crioulo doido -Areão – Bairro Várzea

 

SÁBADO – 23/05

9h – Oficinas e roda de conversa

Gruta da Lapinha – Lagoa Santa

 

18h – Shows

OCA – Tenda Armada

Rua do Rosário – 425

Próximo à Igreja de Nossa Senhora do Rosário – Lapinha – Lagoa Santa

 

19h – Mostra FórumDoc

Pré-estréia do filme

“Paz no Mundo Camará: a capoeira angola e a volta que o mundo dá – Minas Gerais”

 

Mestres Loucos

 

DOMINGO – 24/05

9h – Recepção das Guardas de Congo e Moçambique e dos Grupos de Candombe

Oficina com Mestre Moraes – Salvador/BA
Roda de conversa – Roda de Capoeira Angola

Igreja de Nossa Senhora do Rosário

Rua do Rosário – Lapinha – Lagoa Santa

Encerramento

 

QUEM SOMOS: A Acesa realiza em Belo Horizonte desde 1993 trabalhos de formação nas áreas de capoeira angola, dança afro, percussão e teatro com atividades nas 15 frentes de trabalho (Centro, Vila Acaba Mundo, Morro do Cascalho, Santa Tereza, Barro Preto, Pampulha, Santa Luzia, Jardim Canadá, Contagem, Betim, Ibirité, Lagoa Santa, Nova Lima, Codisburgo, Ribeirão das Neves e Coronel Fabriciano), atendendo mais de 300 alunos.

 

O QUE ACONTECE NO LAPINHA MUSEU VIVO : O encontro visa a valorização do patrimônio imaterial brasileiro através do intercâmbio cultural promovido entre grandes mestres da tradição oral. Assim, o evento tem trazido para Minas grandes mestres da Capoeira Angola, como os baianos e alunos diretos de Mestre Pastinha, Gildo Alfinete e Boca Rica (representantes da Associação Brasileira de Capoeira Angola) e João Pequeno (Academia João Pequeno de Pastinha, guardião da Capoeira Angola neste século). Esse intercâmbio promove a troca de experiências e saberes com outros mestres da Capoeira Angola e de outras manifestações culturais do Estado, como Dona Mercês do Candombe e Dona Isabel, Rainha Conga de Minas Gerais, do Reinado de Nossa Senhora do Rosário.  

 

MOSTRA FÓRUMDOC.MG

 

: A proposta do Forumdoc.mg – mostra itinerante do filme documentário e etnográfico – surgiu não apenas de uma vontade, mas da urgência em ampliar e democratizar o acesso à cultura em Minas Gerais. Há alguns anos a equipe do forumdoc.bh

 

e a equipe do Encontro de Cultura de Raiz firmam parceria, com exibições de filmes que aprofundam e diversi­ficam os pontos de debate sobre os modos da “cultura”. A parceria este ano está mais planejada, contudo sem perder aquilo que a gerou:  a possibilidade de pensar uma atuação cultural alheia à lógica utilitária e mercantil. A mostra não está limitada à exibição dos filmes, ela é permeada por  debates que serve como estímulo à reflexão.

MG: Mestre Museu & Homenagem Municipal

De Minas gerais, nos chega a informação, através do camarada, Professor Gelol, que Mestre Museu acaba de receber uma grande homenagem da Camara Municipal de Belo Horizonte.

"Mestre Museu vem divulgando e trabalho em prol da capoeira,e após anos e anos de batalha com os projetos sociais em agromerados e recuperando vários jovens do mundo do crime e das drogas, ele recebeu uma homenagem da camara municipal de Belo Horizonte no dia 17 de setembro de 2007 do então presidente Dr Totó Teixeira, pelos serviços prestados as comunidades carentes.Ele foi o unico capoeirista ate hoje na Cidade de Belo Horizonte que ganhou esse premio de CIdadão honorário na Capital Mineira.Após essa homenagem Mestre Museu fez um grande mundial no qual ele formou vários capoeiristas e batizou muitas crianças dos projetos sociais."

Professor Gelol – Fundação Internacional Capoeira Artes das Gerais – F.I.C.A.G

Aproveitamos ainda para divulgar o próximo evento da Família Fundação Internacional Capoeira Artes das Gerais – F.I.C.A.G:

Mestre Museu

Bahia: Mostra de fotos reúne beleza da capoeira de angola

A partir desta segunda-feira, 6, das 12 às 18 horas, o Museu da Cidade, no Pelourinho, apresenta mostra fotográfica retratando a trajetória do Grupo de Capoeira de Angola Nzinga, da década de 80 até os dias atuais. A exposição continua até o dia 29 de agosto, com entrada franca.

A mostra conta com a exposição de 50 imagens, em cor e preto e branco, da fotógrafa Rita Barreto, retratando a beleza e os movimentos da Capoeira de Angola Nzinga. Criado há 12 anos, o Nzinga funciona no Alto da Sereia, no Rio Vermelho, e vem realizando um trabalho educativo com crianças e adultos, através do belo ritual da capoeira.

A Capoeira de Angola é uma expressão da tradição afro-brasileira, representando a conjugação de diferentes manifestações culturais que incluem a dança, a música, a dramatização, a brincadeira, o jogo e a espiritualidade

Na ocasião, além de ver as fotos, os visitantes poderão assistir aos filmes mostrando o Nzinga em ação, não só na Bahia, como em outros estados brasileiros e em alguns países. Está programada, ainda, apresentação de uma Orquestra de Berimbaus, dirigida por Janja Araújo.

 
Serviço
 

O quê: Mostra fotográfica – Grupo de Capoeira de Angola Nzinga
Quando: De 6 a 29 de agosto, das 12 às 18 horas
Onde: Museu da Cidade, no Pelourinho
Quanto: Entrada franca.

Museu da Cidade – Lg. do Pelourinho, 03 – Salvador. Tel: (71)3321-1967.

Fonte: A Tarde On Line – Salvador, BA – http://www.atarde.com.br

Lagoa Santa: “Lapinha Museu Vivo no Mês da Abolição: Encontro de Cultura de Raiz”

Muito mais do que um encontro de "capoeiras" o IV Encontro Cultura de Raiz – “Lapinha – Museu Vivo no Mês da Abolição” vem com uma proposta de revalorização e resgate cultural e ambiental, tendo como enfaze  a capoeira cidadã, como diria Mestre Decanio: "A capoeira é uma escola de cidadania"… (Cito trecho da matéria: "…valorizar a cultura popular e regional é o grande instrumento para a formação de cidadãos comprometidos com as questões sociais…)
Luciano Milani
NO ÚLTIMO FINAL DE SEMANA DE MAIO LAGOA SANTA
VALORIZARÁ AS ORIGENS DE SUA CULTURA
ASSOCIAÇÃO CULTURAL EU SOU ANGOLEIRO PROMOVE
4º LAPINHA – MUSEU VIVO NO MÊS DA ABOLIÇÃO.

 
 
Entre os dias 25 a 27 de maio Lagoa Santa será palco para a valorização e divulgação da cultura popular e da história do mineiro e do povo brasileiro: vem aí a quarta edição do "Lapinha Museu Vivo no Mês da Abolição: Encontro de Cultura de Raiz". São três dias de práticas culturais que acontecem no centro de Lagoa Santa (no Teatro de Arena da Praça Dr. Lund) e na Lapinha (Igreja Nossa Senhora do Rosário e Gruta da Lapinha). Assim as crianças e jovens de escolas públicas da cidade, as associações comunitárias ligadas a estes alunos e o público em geral terão acesso à práticas gratuitas de aulas capoeira angola, teatro, percussão, dança afro e educação ambiental. A atração deste ano está no resgate do trabalho de Mestre Virgílio (de Ilheus, BA), bem como o encontro e vivência com mestres da cultura popular como a capoeira angola, dança afro, Candombe (D. Mercês, do Açude- Serra do Cipó), os reinados de congo de Nossa Senhora do Rosário e os participantes do boi da manta. Com uma programação eclética formada por shows de reggae, rap, samba e exibição de videos, o "Lapinha Museu Vivo" já foi apreciado por mais de 5mil pessoas e vêm provando que valorizar a cultura popular e regional é o grande instrumento para a formação de cidadãos comprometidos com as questões sociais. O "Lapinha Museu Vivo no Mês da Abolição: Encontro de Cultura de Raiz" foi idealizado e realizado em 2004 pela Associação Cultural Eu Sou Angoleiro (Acesa) através da coordenação geral do Mestre João Bosco, por meio de seu núcleo Irmandade Atores da Pândega, em Lagoa Santa, coordenado pelo treinél Gersino Alves e desde 2006 conta com o apoio institucional da Prefeitura de Lagoa Santa, através da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura.
 
O QUE ACONTECE NO LAPINHA MUSEU VIVO
 
O encontro visa a valorização do patrimônio cultural imaterial brasileiro através do intercâmbio cultural promovido com a troca de experiências dos grandes mestres de tradição oral. Assim o evento tem trazido para Minas grandes mestres da capoeira angola, como os baianos e alunos diretos de Mestre Pastinha, Gildo Alfinete e Boca Rica (representantes da Associação Brasileira de Capoeira Angola) e João Pequeno (Academia João Pequeno de Pastinha, guardião da Capoeira Angola neste século), para trocarem experiências e saberes com outros mestres da capoeira angola de manifestações culturais do Estado, como dona Mercês, do Candombe e dona Isabel, Rainha Conga de Minas Gerais, do Reinado de Nossa Senhora do Rosário.
 
Nesta quarta edição do evento o mestre convidado será Virgílio de Ilhéus/BA e mestres de outras culturas populares de raiz como o Candombe e o Reinado. José Virgílio dos Santos, mais conhecido como Mestre Virgílio, 73 anos, é o mais antigo representante da velha guarda da capoeira angola de Ilhéus. Iniciado na capoeiragem aos 9 anos de idade por Mestre Caranha, aprendeu o jogo com velhos angoleiros como os mestres Chico da Onça, Claudemiro, Álvaro, Elíscio, João Valença e Barreto. Na década de 50 foi formado Contra-Mestre por Mestre João Grande, que morou alguns anos na região, sendo conhecido como João Bate-Estaca. Mestre Virgílio foi fundador e primeiro presidente da União de Capoeiristas do Sul da Bahia – UCASUB, tendo renunciado ao cargo por divergências quanto à condução da entidade. Atualmente coordena a Associação de Capoeira Angola Mucumbo e dá aulas de capoeira angola em Olivença e no Teatro Municipal de Ilhéus. Em breve o Grupo estará lançando um cd com 20 composições sobre a capoeira
 
ASSOCIAÇÃO CULTURAL EU SOU ANGOLEIRO/ MESTRE JOÃO BOSCO CONVIDA:
MESTRE VIRGÍLIO (ILHÉUS/BA)
MESTRE MARCIO ALEXANDRE (BH)
MESTRE CABELLO (ITACARÉ/BA)
MESTRES DO MANG – MOVIMENTO ANGOLEIRO DE BELO HORIZONTE
 
QUEM SOMOS
 
A Acesa realiza em Belo Horizonte desde 1993 trabalhos de formação nas áreas de capoeira angola, dança afro, percussão e teatro com atividades nas 15 frentes de trabalho (Centro, Vila Acaba Mundo, Morro do Cascalho, Santa Tereza, Barro Preto, Pampulha, Santa Luzia, Jardim Canadá, Contagem, Betim, Ibirité, Lagoa Santa, Nova Lima, Codisburgo, Ribeirão das Neves e Coronel Fabriciano), atendendo mais de 300 alunos.
 
"LAPINHA MUSEU VIVO NO MÊS DA ABOLIÇÃO: 4º ENCONTRO DE CULTURA DE RAIZ"
 
PROGRAMAÇÃO
 
Sexta – dia 25, às 17h
Local – Lagoa Santa (Praça Dr Lund)
Programação: Grande roda de Capoeira Angola e shows : Banda Agbara (reggae), Cia Primitiva de Arte Negra (dança afro) e Apologia X (rap).
 
Sábado – dia 26, a partir das 8h
Local: Gruta da Lapinha
08h às 12h – Oficinas de capoeira angola, dança afro, percussão, educação ambiental, argila, máscara de gesso, pães e alimentação integral e produção audiovisual.
14h às 16h – Mesa Redonda: "Não nego meu Natural: meio ambiente, cultura de raiz e educação". Convidados: Mestre João Angoleiro (BH /MG),Mestre Virgílio (Ilhéus- BA), D.Isabel (Rainha da guarda de Congo e Moçambique 13 de Maio), Representante Comunidade do Açude, representantes das secretarias municipais de educação e cultura.
16h cortejo de tambores Namastê (Santa Luzia) e Boi da Manta (Irmandade dos Atores da Pandêga – Lagoa Santa)
Local: Igreja de Nossa Senhora do Rosário/ Lapinha, a partir das 18h
Mostra de vídeo: Prata da Casa – vídeos sobre cultura e educação
20h – Show com D.Elisa (Velha Guarda do Samba)
21h – Festival de dança afro: Kandoá (Serra do Cipó), Núcleo Flor do Cascalho, Cia Baobá Arte Africana e Afro-Brasileira, Núcleo do Nacional, Namastê (Santa Luzia), Projeto Querubins e Cia Primitiva
22h – Shows: Aidê Acustico, Os Plantas e Samba de Roda
 
Domingo – dia 27/05 a partir das 8h
Local: Igreja Nossa Senhora do Rosário/Lapinha
Apresentação da Guarda de Congado da Lapinha
Grande roda de capoeira angola
Shows: Candombe do Açude e Matição
Oficina de Auto-Educação Vitalícia: alimentação como fonte de saúde. 
 
SERVIÇO:
 
Evento: "Lapinha Museu Vivo no Mês da Abolição: 4º Encontro de Cultura de Raiz"
DATA: 25 a 27 de maio em Lagoa Santa
Local: Praça Central de Lagoa Santa (Dr. Lund), Gruta da Lapinha e Igreja Nossa Senhora do Rosário/Lapinha.
Realização: Associação Cultural Eu Sou Angoleiro (Acesa)
Inscrição: Sede da Acesa em BH – Rua da Bahia, 570 – 12º andar – Belo Horizonte/MG ou Site  – www.eusouangoleiro.org.br
VALOR R$ 35,00 (TRINTA CINCO REAIS) (03 DIAS COM DIREITO ALIMENTAÇÃO, OFICINAS, CAMPING E SHOWS) . VALOR R$ 50,00 (CINQUENTA REAIS) INSCRIÇÃO + CAMISA
Sede da Acesa em Lagoa Santa
Rua Melo Viana,420 B. Várzea – Lagoa Santa irmandadedapandega@hotmail.com museuvivo2005@yahoo.com.br
INFORMAÇÕES: (31) 9297-1582
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO
CAREM ABREU (JP 5871/MG) 9751-6869/ 9297-1592 E JÚNIA BERTOLINO (0011097/MG) – (31) 99176762/3467-6762.
 
AGUARDAMOS TODOS LÁ. JUNIA BERTOLINO (31) 99176762.
 
http://www.eusouangoleiro.org.br
 
Fonte: Rod@ Virtual – Mestre Jeronimo

Da cabaça, o Brasil: natureza, cultura e diversidade

Edison Carneiro, uma expressiva figura da cultura Brasileira, já foi alvo de outra matéria em nosso Portal Capoeira, matéria que para os mais interessados acompanhava uma grande surpresa: Um Documento Histórico de 1975 de título: Cadernos de Folclore – Capoeira (na época procurei o amigo e colaborador Acúrsio Esteves para prefaciar e apresentar o referido documento, já que se tratava de uma pérola para os capoeiras com sede de saber.)
 
Fica a dica de uma excelente atividade, uma visita ao MAO – Museu de Artes e Oficíos, afinal devemos estar sempre abertos para o conhecimento e novos saberes… e a cabaça, parte fundamental do "instrumento maior da capoeira", merece esta homenagem…
 
Luciano Milani

O Museu de Artes e Ofícios (MAO) recebe, dos dias 2 de maio a 10 de junho, a exposição Da cabaça, o Brasil: natureza, cultura e diversidade. A exposição é itinerante e exibe o acervo do Museu de Folclore Edison Carneiro, do Rio de Janeiro, tendo como fio condutor um elemento que é encontrado com fartura nas cinco regiões do país e usado de diferentes formas: a cabaça.
 
"São cerca de 80 peças, que mostram como esse objeto é apropriado em várias situações, seja como instrumento de trabalho ou instrumento musical, como máscara, como recipiente para comida, roupas de orixás, entre outras", explica a Coordenadora de Museologia do Museu de Artes e Ofícios, Célia Corsino.
 
Conhecidos pelos nomes de cabaça, cuia, porongo, coité ou cuité, as entrecascas desses frutos multiformes constituem tanto objetos de uso corriqueiro quanto suportes de expressões que distinguem e identificam indivíduos e grupos da sociedade brasileira.

A exposição deseja mostrar que, justamente porque são, vivem e pensam de formas diferentes, os muitos grupos populares no Brasil dão usos e significados distintos a um amplo repertório de frutos que lhes parecem, em alguns aspectos, semelhantes. Fazendo isso, criam os muitos modos de ser, estar e trocar.
 
Assim, a exposição é um convite à apreciação da pluralidade cultural apresentada pelos inúmeros grupos sociais que vivem em solo brasileiro e, ao mesmo tempo, um estímulo à reflexão sobre aquilo que os une e identifica.

Da cabaça, o Brasil: natureza, cultura e diversidade inaugura uma parceria entre o MAO, do Instituto Cultural Flávio Gutierrez (ICFG), e o Centro de Folclore e Cultura Popular, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
 
"Como objeto do cotidiano ou suporte de várias artes, este fruto de formas tão originais pode nos surpreender e emocionar com seus múltiplos usos e sentidos, seja no artesanato, na música, na cozinha ou nos brinquedos", declara Angela Gutierrez, presidente do ICFG.

A exposição faz parte de uma programação especial desenvolvida pelo MAO para a comemoração da Semana Nacional do Museu (14 a 20 de maio). Os ingressos custam um real.

Serviço

Exposição "Da cabaça, o Brasil: natureza, cultura, diversidade"
Dia 2, abertura para convidados.
Aberta ao público dos dias 3 de maio a 10 de junho de 2007.
Local: Museu de Artes e Ofícios (MAO)
Endereço: Praça da Estação, s/n°
Ingressos: R$ 1,00 – aos sábados a entrada é gratuita
 
Horário de funcionamento do Museu de Artes e Ofícios:
Terça, Quinta e Sexta-feira – das 12 às 19hs
Quarta-feira – das 12 às 21hs
Sábado, Domingo e Feriado – das 11 às 17hs
Os ingressos para a visitação serão vendidos até meia hora antes do horário de fechamento do Museu.

 
Patrocinadores do Museu de Artes e Ofícios
Master: Petrobras – Bndes
Patrocínio: Oi – Furnas
Apoio: Eletrobrás – Oi Futuro – Cemig
Institucional: Fundação Municipal de Cultura/Prefeitura Municipal de BH – CBTU
 
Fonte: MAO – http://www.mao.org.br/

A dívida da República com a capoeira

Repercussão: I Seminário do Projeto Capoeira Viva
 
Os principais mestres brasileiros de Capoeira estiveram reunidos nesta terça-feira, dia 21 de novembro, durante o I Seminário do Projeto Capoeira Viva, no Museu da República, no Rio de Janeiro.
O seminário faz parte do projeto que repassará R$ 930 mil para iniciativas qualificadas que procuram fazer o reconhecimento da capoeira como uma das mais importantes manifestações culturais do país. Idealizado pelo Ministério da Cultura, com coordenação técnica do Museu da República e patrocínio da Petrobrás, o projeto apóia oficinas, pesquisas, acervos culturais, e atividades que usam a capoeira como instrumento de cidadania e inclusão social. O Capoeira Viva é o primeiro programa oficial de valorização e promoção da capoeira como bem cultural brasileiro.
 
O mediador dos debates foi o professor titular e coordenador do Programa de Pós-Graduação da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, da qual já foi diretor, e presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Muniz Sodré, que é autor do livro Um Vento Sagrado, que narra a trajetória de Agenor Miranda Rocha, professor e líder do Candomblé. A primeira palestra versou sobre A formação do mestre, ontem e hoje, com a participação do mestre Camisa (José Tadeu Carneiro Cardoso), fundador do Grupo Abadá-Capoeira e criador do CEMB, onde se desenvolve o projeto Capoeira Ecológica, que dividiu a mesa com mestre Moraes (Pedro Moraes Trindade), presidente fundador do Grupo de Capoeira Angola Pelourinho e com o mestre Suino (Elto Pereira de Brito), presidente-fundador do Grupo Candeias. No período da tarde, a palestra De arma da vadiagem a instrumento de educação reuniu a mestra Janja (Rosangela Costa Araújo), fundadora do Instituto Nzinga de Estudos da Capoeira Angola e Tradições Educativas Banto no Brasil (Incab); mestre Luiz Renato (Luiz Renato Vieira), membro do Grupo Beribazu e do Centro de Capoeira da UnB; mestre Zulu (Antonio Batista Pinto), autodidata em Capoeira e Educação Física, pesquisador e autor do livro Idiopráxis de Capoeira.
 
O investimento quase milionário do projeto Capoeira Viva justifica-se também pela sua vertente sócio-econômica. A importância da capoeira hoje transcende a questão cultural, mostrando-se também importante bem econômico, que gera emprego e renda para muitos, além de abranger uma crescente indústria de artefatos relacionados à sua prática em escala planetária. Para se ter idéia de sua disseminação pelo mundo, e o conseqüente potencial econômico global, há grupos de capoeira espalhados por todos os países membros da ONU, a grande maioria deles com mestres brasileiros ou com mestres que estudaram com brasileiros. Há federações de capoeiras em vários países desenvolvidos, como França e Eua, por exemplo. Assim, além de importante elemento de identidade cultural brasileira, que cada vez mais se espalha pelo mundo, a capoeira brasileira tem gerado riqueza no Brasil e no exterior.
 
Saldando uma dívida histórica
 
O Museu da República foi escolhido pelo Ministério da Cultura para sediar este projeto pelo caráter simbólico que o ato promove. Na história da República no Brasil, o respeito aos princípios republicanos não foi a máxima adotada em vários períodos da vida política de nosso país. A Capoeira é um triste exemplo do não respeito à cultura brasileira, principalmente a dos mais pobres e dos negros, cidadãos do Brasil.
 
Dança, jogo, luta e expressão cultural dos negros escravos, foi perseguida pela Polícia do Estado Republicano, considerada ato criminoso, e associada a uma infinidade de preconceitos e atos discriminatórios. O Museu da República, que foi a sede da Presidência da República do Brasil, de 1897 a 1960, resgata esta dívida republicana e reconhece a Capoeira como uma expressão brasileira de valor imprescindível para o Patrimônio Cultural Nacional.
 
Países com tradições bem mais antigas, como a China em relação ao Kung Fu, por exemplo, já incorporaram à sua identidade cultural o que era tido, in illo tempore, como uma potencial ameaça à firmação de alguma forma de Estado. Na antiguidade deste país, os exércitos reais formados por praticantes de artes marciais estavam sempre no encalço de bandos de também lutadores que ofereciam algum tipo de desobediência, fosse brandamente na bandidagem, fosse ostensivamente na oposição direta ao Estado com a formação de grupos mercenários. Mesmo séculos mais tarde, durante a implantação da Revolução Cultural, os mestres e discípulos de artes marciais foram mantidos sob estreita vigilância pela Guarda Vermelha de Mao Tsé Tung. Hoje, os mestres vivos são considerados, pelo Estado, jóias da cultura chinesa.
 
No Brasil, tardou esta integração que agora parece definitivamente alavancada pelo projeto Capoeira Viva. Ficaram famosos bandidos românticos que lutavam capoeira e rodavam navalha, como o famigerado Madame Satã. Mas isso em um tempo em que, para eles, as armas possíveis eram só essas. Hoje, com AR-15s a garnel nos morros e vales, a capoeira já não assusta como há um século. Está pronta para libertar-se de vez do preconceito que a acompanhou e ganhar mais espaço no cotidiano brasileiro. Espera-se vê-la, cada vez mais, em áreas livres nas cidades, campos e praias, em estudos e publicações a seu respeito, nos grupos que se ramificam por todo planeta, no imaginário dos livros e filmes, nas matérias jornalísticas da grande imprensa e em todos os lugares em que ela possa ser, enfim, reconhecida como um tesouro imaterial de nosso povo, uma das jóias negras de nossa identidade.
 
"Esse projeto é pioneiro. O viés dessas ações servem para entender exatamente a matriz da constituição brasileira, e foi uma surpresa para nós quando verificamos que a capoeira é um bem cultural muito maior do que se imagina", diz o coordenador responsável pelo projeto, Rui Pereira. "A capoeira não é só um jogo, uma luta, uma roda, uma dança. Ela serve de link para a tradição da cultura negra se manifestar. Em muitos lugares, o único veículo de informação sobre ancestralidade é a capoeira, então, percebemos que ela é positivamente o embasamento para a raiz da cultura"
 
Segundo ele, o projeto favorece os capoeiristas, que encontram incentivo para ampliar e divulgar a capoeira, além de beneficiar o próprio povo brasileiro, que passa a compreender a importância das rodas de capoeira como bem cultural.
Fontes:
 
Portal Capoeira
 
Ministério da Cultura
www.cultura.gov.br
 
Folha de Sambaiba – Tocantins
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Ministro Gilberto Gil lança projeto – CAPOEIRA VIVA

O Ministério da Cultura, o Museu da República, a Associação de Apoio ao Museu da República e a Petrobras lançam o projeto “Capoeira Viva”, um programa nacional abrangente, que visa valorizar e promover a capoeira como bem cultural brasileiro.

Ministro Gilberto Gil lança projeto “Capoeira Viva”

O Ministério da Cultura, o Museu da República, a Associação de Apoio ao Museu da República e a Petrobras lançam o projeto “Capoeira Viva”, um programa nacional abrangente, que visa valorizar e promover a capoeira como bem cultural brasileiro.

O secretário executivo do Ministério da Cultura, Juca Ferreira, repassará R$ 930 mil a iniciativas qualificadas que procuram fazer o reconhecimento da capoeira como uma das mais importantes manifestações culturais do país. O projeto apoiará oficinas, pesquisas, acervos culturais e atividades que usam a capoeira como instrumento de cidadania e inclusão social. O programa Capoeira Viva concederá apoio financeiro a projetos de estudos e pesquisas no valor de R$ 20 mil, num total de R$ 360 mil; para as ações sócio-educativas doará cerca de R$ 300 mil, e para apoio a acervos documentais, o projeto repassará R$ 270 mil.

O “Capoeira Viva” promoverá a realização de seminários nacionais sobre a capoeira, a criação de um site sobre o tema e a escolha de 50 mestres que, por sua história de vida, sua participação na preservação da capoeira, na formação de outros mestres e por sua importância regional, receberão bolsas de estudo a fim de que, por meio de oficinas e palestras, possam dar seus depoimentos e subsidiar estudos e publicações futuras sobre a capoeira.

O Museu da República, no Rio de Janeiro, foi escolhido pelo Ministério da Cultura para sediar o projeto pelo seu caráter simbólico: foi a foi a sede da Presidência da República do Brasil, entre 1897 e 1960. “Na história da República no Brasil, o respeito aos princípios republicanos não foi a máxima adotada em vários períodos da vida política de nosso País. A Capoeira é um triste exemplo do não respeito à cultura brasileira, principalmente a dos mais pobres e dos negros, cidadãos do Brasil”, afirma o diretor do Museu da República, Ricardo Vieiralves.

Dança, jogo, luta e expressão cultural dos negros escravos, a capoeira foi perseguida e considerada ato criminoso, além de associada a uma infinidade de preconceitos e discriminações. O tema vem sendo bastante investigado e não faltam pesquisas sobre ele. Apesar da profusão de fontes, as polêmicas sobre o assunto se justificam pela dificuldade em encontrar documentos que relatem a vida dos escravos no Brasil. Isso porque, com o intuito de apagar da memória brasileira essa "lamentável lembrança", Rui Barbosa, ministro da Fazenda em 1890, mandou queimar todos os papéis que se referiam à escravidão. Neste ano, a prática de capoeira foi proibida. Quem a praticasse poderia ser punido com até seis meses de detenção. A interdição perdurou até 1937. Um momento importante ocorreu em 1953, quando Manuel dos Reis Machado, o mestre Bimba, e seus discípulos, apresentaram-se no palácio do governo da Bahia, numa demonstração especial para o presidente Getúlio Vargas.

Hoje, a capoeira é esporte, cultura e fator de transformação social, de exercício crítico da cidadania e da conscientização pessoal questionadora e até modificadora das estruturas sociais. Enquanto instrumento de educação, a capoeira apresenta possibilidades de formação de crianças e jovens, principalmente no que se refere à integridade física, psicológica e social.

Apresentação

O Ministério da Cultura do Brasil, o Museu da República, a Associação de Apoio ao Museu da República e a Petrobras têm a honra de proporcionar aos capoeiristas de todo o Brasil o primeiro Programa de valorização e promoção da capoeira como bem cultural brasileiro – Capoeira Viva.

O Museu da República foi escolhido pelo Ministério da Cultura para sediar este projeto pelo caráter simbólico que este ato promove. Na história da República no Brasil, o respeito aos princípios republicanos não foi a máxima adotada em vários períodos da vida política de nosso País. A Capoeira é um triste exemplo do não respeito à cultura brasileira, principalmente a dos mais pobres e dos negros, cidadãos do Brasil.

Dança, jogo, luta e expressão cultural dos negros escravos, foi perseguida pela Polícia do Estado Republicano, considerada ato criminoso, e associada a uma infinidade de preconceitos e atos discriminatórios. O Museu da República, que foi a sede da Presidência da República do Brasil, de 1897 a 1960, resgata esta dívida republicana e reconhece a Capoeira como uma expressão brasileira de valor imprescindível para o Patrimônio Cultural Nacional.

O Ministro Gilberto Gil e o Secretário Executivo do Ministério da Cultura, Juca Ferreira, são os responsáveis por este belo ato de reconhecimento e apoio à Capoeira em todo o Brasil. Pela primeira vez na história republicana o Estado apóia um programa nacional abrangente, que incluirá: seminários reflexivos, ações educativas, recuperação de acervo e memória e, principalmente, a realização de uma justa homenagem aos GRANDES MESTRES da Capoeira no Brasil.

O Ministério da Cultura, coerente com o seu plano de trabalho, que considera a diversidade cultural o bem maior de nosso País, sabe que apoiar a Capoeira é, sem dúvida alguma, amar o Brasil.

Esperamos que este Programa tenha a adesão de todos os capoeiristas brasileiros.

Nossos sinceros agradecimentos à Petrobras pelo seu compromisso com o Brasil.

Rio de Janeiro, nos 117 anos da Proclamação da República.

Ricardo Vieiralves

Diretor do Museu da República

Lapinha – Lagoa Santa/MG: Mestre João Pequeno & III Encontro Cultura de Raiz

Muito mais do que um encontro de "capoeiras" o III Encontro Cultura de Raiz – “Lapinha – Museu Vivo no Mês da Abolição” vem com uma proposta de revalorização e resgate cultural e ambiental, tendo como enfaze  a capoeira cidadã, como diria Mestre Decanio: "A capoeira é uma escola de cidadania"… (Cito trecho da matéria: "…enfatiza o caráter educativo da Capoeira Angola enquanto elemento de ligação e identificação da criança, jovem ou adulto com o seu meio, consigo mesmo e com os outros.)
 Luciano Milani

III Encontro Cultura de Raiz – “Lapinha – Museu Vivo no Mês da Abolição” da Associação Cultural “Eu Sou Angoleiro”. 
 
A Associação Cultural “EU SOU ANGOLEIRO” (Belo  Horizonte) , fundada pelo Mestre João Bosco Alves, há quinze anos, vem somar-se ao grupo IRMANDADE DOS ATORES DA PÂNDEGA, há sete anos (Lagoa Santa), formado por atores, dançarinos  e capoeiristas da cidade, no intuito de proporcionar à comunidade local e aos visitantes da Lapinha lazer, entretenimento e cultura.  Para  isto, promoverá III Encontro Cultura de Raiz – “Lapinha, Museu Vivo no Mês da Abolição – ,  em  Lagoa  Santa,  nos  dias 26, 27 e 28 de maio de 2006 apresentando   diversas  oficinas, palestras discutindo a  importância  do patrimônio   Material (Gruta  da  Lapinha) e  imaterial (grupos  culturais) e  a  importância  da  Capoeira  Angola, contando com a presença do ícone na tradição Angola, Mestre João Pequeno, no seminário “Menino quem foi seu Mestre?”
 
NOS DIAS 26, 27 E 28/05 SERÃO TRÊS DIAS DE INTERVENÇÕES CULTURAIS COM DIVERSAS ATIVIDADES E CUJA ABERTURA SERÁ NA PRAÇA DR. LUND, PRINCIPAL PRAÇA DA CIDADE ÀS 18:00H, DIA 26/05 (SEXTA-FEIRA) ABERTURA COM A RODA DE CAPOEIRA ANGOLA E APRESENTAÇÕES CULTURAIS: SHOWS DE SAMBA CANÇÃO, LÉO MARQUES(CANDOMBE DE MATO DO TIÇÃO) BANDA THC DE REGGAE COM PARTICIPAÇÃO ESPECIAL DO MESTRE RAS CIRO LIMA (SALVADOR/BA), COMPANHIA PRIMITIVA DE ARTE NEGRA.S NOS DIAS 27 E 28/05 AS ATIVIDADES ACONTECEM NA  LAPINHA  A  PARTIR  DAS  8:00H E ACONTECERAM DIVERSOS SHOWS E OFICINAS.
 
A proposta do projeto “Lapinha, Museu Vivo”  busca o reconhecimento e a valorização do patrimônio material que é a Gruta da Lapinha em conjunto com os saberes culturais da comunidade da Lapinha em Lagoa Santa/MG, que constituem patrimônio imaterial. O Museu Vivo 2005 enfatiza o caráter educativo da Capoeira Angola enquanto elemento de ligação e identificação da criança, jovem ou adulto com o seu meio, consigo mesmo e com os outros.
 
O EVENTO OFERECE ESTRUTURA DE  CAMPING  E   A  TAXA  PARA  PARTICIPAR  DO  EVENTO  NOS  TRÊS DIAS É DE R$ 35,00  PARA  CAPOEIRISTAS  E  OS  INTERESSADOS. ESSA TAXA INCLUI  OFICINAS, ALIMENTAÇÃO, CAMPING PARA  MONTAR  A  BARRACA E  UMA   CAMISA.
 
MESTRE JOÃO PEQUENO /ACADEMIA DE JOÃO PEQUENO DE PASTINHA (Salvador/BA)
 
João Pereira dos Santos é baiano e aos 89 anos é um dos discípulos mais antigo de Mestre Pastinha em atividade atualmente na Capoeira Angola. Ele é o tronco maior da capoeira de onde brotam todos os galhos, folhas, frutos e sementes da capoeiragem mundial. Representa o senhor da estrada baixa (jogo no chão), da humildade, herdeiro direto dos ensinamentos de Mestre pastinha e do ex-escravo angolano Benedito, pai de todos na roda de capoeira.Criada em 02 de maio de 1982 a Academia de João Pequeno de Pastinha foi um marco para difusão e ensinamentos da linha do Mestre Pastinha, representando luta, tradição, memória e resistência. Conquistada a partir da demanda histórica da população baiana, influenciando mais tarde na reativação do Centro Esportivo de Capoeira Angola criado por Pastinha em 1955. João pequeno permanece com atividades há mais de 20 anos no Forte de Santo Antônio. Em Minas, recebeu em 2003 da Universidade federal de Uberlândia o título de Doutor Honoris Causa, devido a preservação e ensinamento da Capoeira Angola no Brasil e no mundo.
 
SERVIÇO:
III Encontro Cultura de Raiz – “Lapinha – Museu Vivo no Mês da Abolição” da Associação Cultural “Eu Sou Angoleiro”
26, 27 e 28/05 – LAGOA SANTA/MG
26/05 -Abertura será na Praça Dr. Lund, principal praça da cidade às 18:00H
27 e 28/05 As atividades acontecem na  Lapinha  a  partir  das  8:00H. 
 
Inscrições  e  Informações
 
SEDE DA ASSOCIAÇÃO CULTURAL EU SOU ANGOLEIRO – Rua da Bahia, 570 – 12 andar – Centro – Belo Horizonte/MG 
       INFORMAÇÕES:
 
Ana Cecília Assis (31) 91720909/ (31) 3681 3354
Sandra Vilela (31) 9952 7672
Escritório (31) 3681 1113
irmandadedapandega@hotmail.com  
 
Assessoria de comunicação :
Júnia  Bertolino (31) 9917-6762
Carem Abreu 031-97516869
Luan Gomide (031- 9639-2615).
 
Fonte: Rod@ Virtual – Mestre Jeronimo

IV Encontro de Educação pela Cultura: Tradição e Identidade Étnico-Racial

MUSEU AFRO BRASIL
NÚCLEO DE EDUCAÇÃO
 
Projeto
 IV ENCONTRO DE EDUCAÇÃO PELA CULTURA:
TRADIÇÃO E IDENTIDADE ÉTNICO-RACIAL
 
 
O IV Encontro de Educação pela Cultura pretende promover encontros entre ONGs e outras instituições que atuem na área de educação, desenvolvendo projetos de cultura sob a perspectiva da identidade étnico-racial.
 
O PÚBLICO DE INTERESSE
Educadores e coordenadores de ONGs; líderes comunitários e lideranças juvenis; professores, coordenadores e alunos de escolas públicas que trabalhem com projetos de arte e cultura.
 
 
PROGRAMA
Abertura e Apresentação do Projeto ……..  Núcleo de Educação
Visita ao acervo do Museu ……………………. Educadores do Museu
Diálogo sobre Id entidade e Educação …… Ana Lucia Lopes e Dagoberto Fonseca
Proposta para o V Encontro…………………..  Núcleo de Educação e Educadores
 
 
Local: Teatro Ruth de Souza – Museu Afro Brasil
Pq do Ibirapuera- portão 10
Data: 30/03/2006
Horário: de 14h às 16h
ENTRADA FRANCA
 
Favor confirmar presença:
eventoseduc_museuafrobrasil@yahoo.com.br
 
 
 
Comissão organizadora: Sarah Rute – Núcleo de Educação
                      Nelci Abilel – ONGs
Coordenação no Museu: Núcleo de Educação
 
 
 
Museu Afro Brasil – ( 55790593
www.museuafrobrasil.prodam.sp.gov.br/cursos_seminarios.asp
 
 Patrocínio: PETROBRÁS