Blog

natal

Vendo Artigos etiquetados em: natal

Angra dos Reis: Abadá Capoeira faz apresentação temática

Grupo Abadá Capoeira faz apresentação temática

Vai chegando o Natal e dezenas de jovens e crianças da unidade local do Grupo Abadá Capoeira, com integrantes convidados de outros municípios, tomam conta da cidade, sempre em uma manhã de sábado, para fazer a tradicional roda de Natal e alegrar os corações de crianças de todas as idades. Dessa vez a concentração aconteceu na sede do grupo, na Rua João Gregório Galindo, às 10horas. De lá saíram  25 adultos vestidos de Noel  e  dezenas de capoeiristas mirins; todos com gorros vermelhos. Foram também integrantes do projeto Escolinha de Capoeira nas Comunidades, que atende a centenas de jovens e crianças.

Eles foram chegando e chamando a atenção, principalmente dos pequeninos, cantando e dançando pelas ruas da cidade. A turma parou nas principais praças do município e fizeram as rodas de capoeira, diferentes e muito bonitas, que atraíram um grande público.

A primeira parada do grupo foi na Praça Zumbi dos Palmares, depois das 10horas. Em seguida, o grupo foi para a Praça da Matriz .

A Capoeira Noel terminou com uma grande festa de confraternização entre os integrantes das escolinhas de diversos bairros, todos juntos, fazendo uma grande roda na Praça Codrato de Vilhena (Papão), com show de maculelê e entrega de brinquedos para as crianças.

O encontro é realizado há vários anos e tem também como um dos objetivos a integraçãodos alunos além demostrar que a solidariedade é fundamental para a prática de qualquer esporte.  As praças foram agraciadas com a festividade durante todo o dia.

“Um encontro para finalizar o ano da nossa capoeira com chave de ouro. É uma alegria poder contar com a participação de tanta gente. Os angrenses abraçam nosso eventoe isso nos enche de orgulho,” comentou emocionado o mestre Arisco.

Fonte: http://www.avozdacidade.com

Foto: Wagner Gusmão

Nota de Falecimento – Mestre Durinho CDO

Depois de mais de um ano lutando contar o cancer mestre Durinho perdeu a batalha… Mas deixou muita coisa boa neste mundão de meu deus…

 

Obrigado por todos os ensinamentos deixados, os discupulos que ensinou.
Obrigado…

Vai com Deus Mestre Durinho…

Mestre Faleceu no final do dia 11 de Março do corrente ano, por volta das 23:00 horas.


O Enterro será en Natal – RN as 9:00 do dia 12 de março.

 

Homenagem Rabo de Arraia e Portal Capoeira

Federações esportivas se unem na campanha Natal da Cidade 2009

Entidades de sete esportes farão mobilização por doação de sangue no dia 18 de dezembro.

A campanha Natal da Cidade 2009 ganhou um time forte para conseguir mais doadores no Piauí. Dirigentes e atletas de pelo menos sete federações esportivas já confirmaram presença no programa especial do dia 18 de dezembro. O grupo estará no ginásio do Sesc Ilhotas doando sangue, literalmente, e pedindo para que as pessoas participem da campanha.

Já confirmaram participação as federações de Natação, Capoeira, Jiu-Jitsu, Kung-fu, Judô, Vôlei, e ainda o time de basquete em cadeira de rodas. Todas estiveram reunidas na TV Cidade Verde para reafirmar seu compromisso com a campanha de doação de órgãos e doação de sangue. Além de pedirem para que as pessoas compareçam ao Hemopi, todos os que puderem irão doar sangue na próxima sexta-feira.

Competições esportivas e demonstrações das modalidades irão acontecer simultaneamente no ginásio e na piscina do Sesc Ilhotas.

No Judô, o presidente da federação, Danys Queiroz, lembrou que toda a família é doadora de sangue. “Eu já doei mais de 20 vezes. Lá em casa todo mundo doa”, disse.

Fábio Lima
fabiolima@cidadeverde.com

Natal: Conexão Felipe Camarão – Capoeira & Cidadania

 

Problemas se proliferam na Zona Oeste de Natal

A zona Oeste de Natal engloba 10 bairros, onde moram cerca de 200 mil pessoas, quase 30% dos habitantes da capital. Nas Quintas, Bom Pastor, Nossa Senhora de Nazaré, Felipe Camarão, Cidade Nova, Guarapes, Planalto, Nordeste, Cidade da Esperança e em Dix-Sept Rosado vive uma população com renda média, de acordo com o último Censo do IBGE, de 2,92 salários mínimos, a menor de Natal e igual à da zona Norte. A TRIBUNA DO NORTE percorreu a região para conhecer de perto a realidade enfrentada por esses moradores e as principais demandas dessa parcela de Natal:

Casa própria é sonho de moradores do Guarapes Fábio José da Silva, de 29 anos, abandonou a casa onde morava de aluguel para ir viver em um casebre de taipa, no bairro Guarapes. “Era R$ 100 por mês e não tinha mais condições de pagar”, lembra. O pai de família é apenas um dos milhares da zona Oeste que têm de colocar os parentes sob um teto longe do ideal, enquanto sonha com a casa própria. Na região estão localizadas algumas áreas ocupadas por centenas de sem-tetos, como o “Leningrado” e a ocupação “8 de outubro”. Foi vizinho a esta última que Fábio José ergueu sua moradia de apenas dois vãos, que divide com dois filhos e a esposa, grávida do terceiro.

Desempregado, ele já se cadastrou em alguns programas habitacionais, mas afirma não ter idéia de quando vai poder ganhar um teto melhor. “Desde criança morei em Natal e nunca tive uma casa minha mesmo”, lamenta o jovem, que atualmente mantém a família com o dinheiro de alguns “bicos” que realiza diariamente. Assim como a residência improvisada de Fábio José, muitas outras podem ser vistas nos bairros da zona Oeste, onde também se multiplicam favelas como a do Detran, em Cidade Nova, e a Wilma Maia, no Felipe Camarão.

De acordo com dados de 2005, um total de 24 das 66 favelas de Natal se encontram nos 10 bairros da região, abrangendo quase 6 mil casebres e uma população de 23 mil pessoas. Porém, a precariedade das moradias não é o único problema. A zona Oeste de Natal é aquela na qual há a maior média de habitantes por moradia, acima de quatro por casa (4,12 segundo o Censo 2000). Neste quesito, o Guarapes surge mais uma vez como destaque negativo, com média de 4,3 moradores por domicílio, abaixo apenas de Santos Reis (zona Leste) e Salinas (zona Norte).

A família de Kíria Ferreira dos Santos, de 55 anos, é um exemplo disso. A casa dela é dividida por nada menos de 10 pessoas, incluindo os oito filhos e um neto. Vivendo há 19 anos no Guarapes e há cinco no conjunto Dinarte Mariz, onde ganhou o imóvel da Prefeitura, a dona-de-casa acompanha seus descendentes crescerem, sem ter como deixar o local.

“Meu filho mais velho tem 35 anos, outro tem 24, alguns já trabalham, mas nenhum ainda tem condições de comprar suas próprias casas”, reconhece Kíria Ferreira. Ela lembra que emprego é algo difícil de se conseguir e geralmente os disponibilizados aos moradores da região costumam oferecer salários baixos e poucas oportunidades de crescimento profissional. “Por isso, a gente segue dividindo todo mundo dentro de casa, do jeito que pode”, resume.

Faltam opções de lazer e educação

O aposentado Pedro Barbosa do Nascimento, de 80 anos, resume sua vida escolar: “Nunca freqüentei colégio. Meu estudo foi o cabo da enxada e a chibanca (instrumento agrícola).” O exemplo do ex-agricultor não é um caso isolado no bairro de Bom Pastor, onde quase 27% da população é analfabeta, índice igual ao do bairro de Felipe Camarão e inferior apenas aos de Salinas e Guarapes em toda Natal. A zona Oeste como um todo, aliás, é a que apresenta maior índice de analfabetismo na capital, com mais de 21% dos moradores sem saber ler ou escrever.

A história de Pedro Barbosa representa um exemplo comum entre milhares de moradores da área. Agricultor da região de Baixa Verde, ele começou a trabalhar na roça em João Câmara desde que “se entende por gente”, até conseguir um emprego em uma usina de cana-de-açúcar, onde se aposentou. Já idoso, veio para a capital e hoje se divide entre uma casa no Guarapes e a outra, da filha, em Cidade Nova. Apesar do tempo livre, nunca teve oportunidade de aprender a escrever, porém reconhece que hoje isso é imprescindível. “Não sei nem meu nome, mas agora é diferente, só não estuda quem não quer”, ressalta. Mesmo com quase metade da idade, a dona-de-casa Maria Socorro de Lima, de 41 anos, também não vê motivos para retornar aos bancos escolares. Apesar de ter freqüentado colégios em sua infância, hoje se limita apenas a assinar o próprio nome. “Não tenho tempo para aprender, tenho de cuidar das crianças, pois meu emprego é menino para criar”, diz a senhora, que se orgulha, ao menos, de ter todos os filhos matriculados em escolas.

Porém, mesmo as crianças que estudam nos colégios da região também sofrem com outra carência antiga em Cidade Nova: a falta de opções de lazer. Uma duna localizada na entrada do bairro é a única alternativa. No espaço, quatro traves foram levantadas e demarcam os dois campos improvisados. Ginásio ou quadra pública, nenhum dos dois existe. Aliás, uma quadra que seria erguida por um candidato a vereador terminou se resumindo à primeira fileira de tijolos e montes de areia e metralha, que agora ocupam o espaço onde os jovens improvisavam uma quadra de vôlei de areia. O pequeno Guilherme Oliveira, de 12 anos, resume a situação: “Só tem mesmo o morro para a gente pular”, diz , no intervalo entre uma pirueta e outra, para as quais, felizmente, não precisa de estrutura nenhuma. Seu colega, Deílson dos Santos, de 17 anos, confirma a falta de opções enfrentada pela juventude local: “Cidade Nova não tem lazer. Nem quadra, nem campo, nem nada.” De acordo com dados da Semsur, referentes a 2007, a zona Oeste é também a que apresenta o menor número de praças, somente 17 das 194 da capital, ou seja menos de 10% do total (na Sul são 68, na Leste 62 e na Norte 47). Na região, três bairros são apontados como não tendo nenhum espaço público desse tipo: Cidade Nova, Dix-sept Rosado e Planalto.

Bom Pastor tem uma das piores rendas

A zona Oeste divide com a zona Norte de Natal um título nada animador: o de regiões com menor renda média por família na capital, exatamente 2,92 salários mínimos. A população de Bom Pastor apresenta valores ainda menores (2,23 salários mínimos de média) e aparece na 32ª posição nesse quesito, entre os 36 bairros de Natal. Subempregos e o comércio informal fazem parte da realidade de boa parte dos moradores da área.

O vendedor de CDs e DVDs Luciano da Silva Macedo, é um exemplo disso. Aos 28 anos, ele nunca teve carteira assinada e sequer aprendeu a ler e escrever. Além do analfabetismo, o jovem enfrenta outra dificuldade na busca por uma vaga de trabalho fixo. “Não tenho nem mesmo meus documentos completos”, revela. Diante disso, só restou mesmo trocar os bicos temporários pelo carrinho de vendas com o qual circula pelo bairro e por toda a cidade, até o final do dia.

“Só termino por volta das 7h da noite. Em uma semana boa consigo fazer uns R$ 100 a R$ 150”, calcula. Seu sonho, contudo, vai bem além e é de conseguir um emprego em uma firma que lhe permita manter a esposa e a mãe, com quem mora. A escola que freqüenta atualmente é a bíblica, onde aprende sobre a religião, mas não tem aulas de leitura e escrita. “Se aparecesse um curso, se a Prefeitura me desse condições para estudar, eu topava”, garante.

Situação ainda pior é a de grande parte dos moradores da Baixada Frei Damião, também no Bom Pastor. Muitos dependem do lixo reciclável, catado no antigo terreno da Chesf, por trás do cemitério do bairro. É o caso de José Alves, que há mais de 10 anos tira o sustento do local e parece já ter perdido as esperanças quanto a dias melhores. “Meu sonho era mesmo ser gerente de banco, mas não acho que o futuro seja esse, porque sai prefeito, entra prefeito, sai governo, entra governo, e nada muda, nunca vi nenhuma melhora pra gente”, reclama.

Tendo deixado o emprego de servente de pedreiro há um ano para catar material reciclável no local, Francisco Assis dos Santos, de 34 anos, diz não ter perdido a esperança de conseguir um novo trabalho com carteira assinada, mas não reclama da nova atividade. “Pelo menos aqui posso chegar mais cedo em casa”, compara. Emprego, porém, não é a única coisa que falta no bairro, segundo o catador. “Bom Pastor precisa de saneamento, moradia, água, luz, quase tudo que a gente da baixada não tem direito.”

Ruas de terra causam transtornos

Diversos projetos de pavimentação e drenagem foram desenvolvidos nos últimos anos nos bairros da zona Oeste de Natal, porém esse investimento não foi suficiente para transformar em exceção o cenário das ruas de barro, onde no verão a poeira invade casas e causa doenças respiratórias, e no inverno se transformam em verdadeiras lagoas, impedindo a passagem dos veículos e até mesmo das pessoas.

Até o final de 2007, o bairro do Planalto era apontado como o segundo de menor percentual de ruas drenadas e pavimentadas em Natal, 12% e 6% respectivamente, acima apenas dos números do bairro de Lagoa Azul, na zona Norte de Natal (5% e 10%). Um serviço recém executado em uma das principais vias do Planalto, a Engenheiro João Hélio, ampliou um pouco esses percentuais, mas os muitos moradores que não foram beneficiados continuam sofrendo com a poeira e os alagamentos.

Na rua Araguaiana, a revolta é grande. “Aqui é os meninos doentes por conta da poeira, mas na época da chuva é que é fica ruim mesmo”, aponta o desempregado Geraldo Luiz de Queiroz, de 55 anos. Ele acredita que só quando algum político tomar “vergonha na cara” vão resolver o problema do local, onde água servida é despejada no meio da rua, formando verdadeiros esgotos a céu aberto, que acabam se transformando também em espaço de despejo de lixo, exalando um fedor constante. A também moradora Francisca Maria Galdino, 55 anos, afirma que nem mesmo os ônibus transitam pela rua, por conta da falta de asfalto, ou pelo menos de paralelepípedos. “Aqui tudo acaba ficando longe”, explica. Já a dona-de-casa Edna Santos, de 32 anos, lembra, que calçamento é apenas uma das várias demandas da população do Planalto.

Investimentos são necessários para combater insegurança

O trabalho do mestre de capoeira Marcos Antônio Gomes, diretor da organização não-governamental Conexão Felipe Camarão, é ainda um oásis em meio à falta de políticas públicas de combate à criminalidade na região Oeste de Natal. No bairro onde funciona a ong, os assassinatos são uma triste rotina com a qual convivem os moradores. “Alguns policiais já me disseram que mal dá para investigar os casos de homicídio, quanto mais os de furtos, roubos, drogas”, lamenta “mestre Marcos”.

O Conexão tem apoio da Petrobras e atende cerca de 400 crianças e jovens de Felipe Camarão, com atividades esportivas, culturais e musicais. São aulas de capoeira, mamulengo, coral, boi de reis, rabeca, luteria (fabricação de instrumentos) e inclusão digital. Porém, nem mesmo esforços como esse impedem o assédio da criminalidade aos adolescentes da região. “É um trabalho difícil. Às vezes a gente oferece uma música, mas e se eles preferirem o baseado? Mas continuamos assim, perdendo um, ganhando dois”, resume.

Hoje, o trabalho desenvolvido pela organização é elogiado e até defendido pela população. “Eles nos apoiam, mas o fato é que o policiamento é mesmo muito pequeno no bairro. Fazemos um trabalho preventivo, mas também é preciso o repressivo”, lembra. A realidade é confirmada por quem já foi vítima da violência. O motorista Roberto Carlos Rodrigues mora em Cidade da Esperança, mas trabalha na linha de Felipe Camarão. “Não sei onde é mais perigoso, se lá onde moro, ou aqui”, afirma.

Ele já sofreu três assaltos e acredita que seriam necessárias mais viaturas nas ruas para poder coibir esses crimes. Porém, o cenário é distante disso, já que até mesmo o posto policial do terminal rodoviário está fechado. “Não se vê um policial. Se matam alguém, leva horas para a polícia chegar”, descreve. O terminal é muito movimentado, reúne comércios e passageiros à espera dos coletivos e, por isso mesmo, também atrai os marginais. Porém, a porta do posto policial se mantém trancada e sem qualquer sinal dos PMs.

Para o agente de Polícia Civil Joab dos Santos Costa, da Delegacia de Felipe Camarão, os desafios da futura Secretaria Municipal de Segurança não são poucos, em relação à região. “É preciso investir principalmente em educação. Muitas crianças estão fora da escola. As áreas de lazer aqui são poucas e também é necessário dar alternativas aos jovens, como opções de emprego e mesmo de qualificação”, observa.

O número de homicídios é elevado, porém os criminosos não começam suas vidas como assassinos. O agente lembra que muitas vezes os jovens chegam à delegacia após ser presos por pequenos furtos, porém aos poucos vão se envolvendo com outros criminosos e mesmo com o mundo das drogas. “E depois que entra para a marginalidade é difícil sair”.

 

Fonte – Tribuna do Norte – Wagner Lopes – Repórter

DVD de Mestre Bimba nas lojas para o Natal

Caros Amigos,

A DISCMEDI, distribuidora do DVD MESTRE BIMBA, A CAPOEIRA ILUMINADA acaba de informar que o DVD já está nas lojas de quase todos os países da Europa, para o Natal. Para mim foi a realização de um sonho, que certamente abrirá caminho, nas prateleiras das lojas formais de DVDs, para novos produtos da capoeira.

Para quem não conseguir achar em sua loja preferida, a discmed também está vendendo o DVD em seu site:

http://www.discmedi.com/resultados-de-la-busqueda?discos_general=mestre%20bimba  

Exportacion-DISCMEDI
rda guinardo, 59 bis baixos
08024 Barcelona
tel : 34- 93 284 95 16
fax : 34-93 219 85 10
e-correo : exportacion2@discmedi.com
http://www.discmedi.com

Um forte abraço a todos e um FELIZ NATAL, com muita PAZ e HARMONIA, além de muita GINGA em 2009.

Luiz Fernando Goulart

Capoeira, bancários e Flauta Doce em Piracicaba

Uma parceria entre o projeto Capoeira na Periferia e o Sindicato dos Bancários de Piracicaba vai levar toda a magia do Natal às agências bancárias da cidade, entre os dias 11 e 23 deste mês, por meio de apresentações musicais realizadas por um grupo de 25 crianças e jovens do curso de flauta-doce.

As apresentações, de aproximadamente 30 minutos cada, terão um repertório de 15 músicas selecionadas pelo professor do curso de flauta-doce, maestro Alexandre Menegale, que também coordena o coral do projeto, composto de 50 integrantes. Ele conta que o objetivo da atividade cultural, batizada de Um Toque de Natal, é exatamente tocar o coração das pessoas por meio da música. "O Natal mexe com as pessoas, desperta os mais nobres sentimentos", observa.

Já o coordenador do projeto Capoeira na Periferia, José Manoel do Nascimento, relata que a experiência será uma troca entre público e os músicos. "De um lado as nossas crianças, que aprendem atividades esportivas e culturais o ano todo e, agora, têm a chance de mostrar um pouco desse trabalho para as pessoas e, do outro, bancários e clientes que serão tocados pelo espírito de Natal", comenta. O coordenador também relata que o objetivo maior é sensibilizar a sociedade e provar que a música pode ser um antídoto contra ações anti-sociais. "Nosso maior sonho é conseguir doações de instrumentos para a formação de uma banda musical, e o primeiro passo para isso são essas apresentações que estão sendo viabilizadas por patrocinadores e pelo Sindicato dos Bancários".

O agendamento das apresentações foi feito pelo sindicato, que é um dos apoiadores do projeto. O presidente da entidade, José Antonio Fernandes Paiva, disse que o Capoeira na Periferia é um exemplo de ação social que merece ser reconhecida publicamente. "São várias frentes de atuação que passam por atividades esportivas, culturais e até profissionalizantes. Apesar de todas as dificuldades estruturais, consegue atender a quase 400 crianças e jovens da nossa comunidade", ressalta o sindicalista.

Um Toque de Natal irá percorrer, além das agências centrais, também os bancos instalados nos bairros da cidade. Organizações de Piracicaba e região, interessadas em apresentações especiais, podem manter contato, pelos telefones (19) 3035.3329 e 8116.5461.

Natal: Capoeira como arte de inclusão social

Ritmos, Origens, Desenvolvimento e Aprendizagem são os eixos de atuação da Roda, ONG potiguar que acaba de completar um ano de atividades no bairro Planalto, Zona Norte de Natal.

Para marcar a data, na semana passada, uma grande roda de capoeira e outras atividades reuniram parceiros, amigos e voluntários em um domingo de comemoração.

O grupo trabalha com a inclusão social de crianças e jovens do bairro por meio da arte da capoeira. Para isso, realiza atividades físicas, teóricas, manuais e musicais relacionadas à capoeira e outras danças afro-brasileiras.

Quatro vezes por semana, as crianças têm treino de capoeira. A noite de segunda-feira é o momento quando todas as turmas e visitantes se encontram, com a tradicional roda de capoeira. Atualmente vinte crianças e vinte jovens participam das atividades, que são gratuitas.

Para participar, as crianças têm que ser acompanhadas dos pais no momento da inscrição. A única exigência é que os alunos devem comprovar que estão freqüentando a escola.

Além da oportunidade de desenvolvimento pessoal para os jovens em situação de risco, a associação também possibilita a inclusão no mercado de trabalho. A primeira turma de capoeira do projeto do professor Zezinho forma hoje o grupo Celeiro de Bamba. A capoeira, antes usada como diversão para os ex-alunos, agora é o instrumento de trabalho deles. Os capoeiristas fazem apresentações para se sustentar.

A Associação Roda surgiu a partir do projeto Crianças Capoeiristas do Planalto, desenvolvido durante dez anos pelo professor José Cândidado, conhecido pelos alunos como professor Zezinho.

Há um ano, em parceria com a sócia-fundadora Maria Guallar e com a voluntária Chiara Lenva, o professor decidiu ampliar o projeto e criou a Associação Ritmos, Origens, Desenvolvimento e Aprendizagem (Roda).

A proposta é ampliar cada vez mais. ‘‘Além da capoeira, a gente está desenvolvendo outras atividades, como palestras e aulas de idiomas. A idéia é que a academia seja um centro, um ponto de referência para o bairro’’, conta a italiana Chiara Lenva, voluntária do grupo. A associação é formada por três diretores, três coordenadores, sócios e voluntários.

BENEFÍCIOS

A Roda aproveita os benefícios da capoeira para facilitar a socialização entre as crianças do bairro. ‘‘As potencialidades são incríveis, principalmente para as crianças que estão em um bairro de muita criminalidade e consumo de drogas’’, explica a voluntária Chiara. ‘‘Todas as crianças que participam do grupo levam uma vida saudável. E a capoeira tem regras. Elas aprendem a respeitar o outro’’.

Segundo a voluntária, as vantagens da capoeira são para toda a vida. ‘‘Em primeiro lugar, é um estilo de vida. E um estilo saudável’’, relata Chiara, que também aproveita as aulas de capoeira. ‘‘E tem o benefício social. Quando você escolhe um grupo, acha uma família. A roda é um momento especial, para ficarmos juntos com os outros’’, completa.

A academia da Roda funciona no bairro do Planalto, próximo à linha do trem. O grupo tem planos de comprar um terreno maior para ampliar as atividades. Para doações em dinheiro ou materiais, patrocínio ou oferta de ajuda voluntária, os colaboradores podem entrar em contato com os diretores pelo e-mail aroda@aroda.org ou acessar informações sobre conta bancária para depósito no site www.aroda.org

Fonte: Diário de Natal – http://diariodenatal.dnonline.com.br

Natal: Capoeira no Caic de Cidade Satélite

Neste fim de semana, a capoeira toma conta da E M Otto Guerra – o popular Caic Esportivo de Cidade Satélite: a escola abre as portas para o 3º Festival de Capoeira no Bairro Planalto, com rodas da modalidade, palestras, vídeos, mini-cursos e aulões.

Este ano com o tema "Capoeira e Liberdade do Novo Milênio’", o Festival será aberto às 13h, com solenidade e Hino Nacional, seguindo-se apresentações e práticas de capoeira de Angola, instrumentação, maculelê, cultura negra e jogo-de-fogo.
 
No domingo tem mais. Pela manhã, será organizado um campeoanto de capoeira e a apresentação dos trabalhos realizados nas oficinas, seguindo-se apresentavcões de kickboxing, pauta de boxe e palestra sobre cultura negra. À tarde, a partir das 13h, vai haver ginástica olímpica, seguindo-se futsal e basquete, encerrando às 18h com a apresentação de capoeira.
 
O Festival está aberto a todos quantos queiram participar – a entrada custa apenas R$ 2,00. O Festival de Capoeira no Bairro Planalto tem realização da Associação de Capoeira Nacional Origem Angola (organização de mestre Marcos); apoio de Papelaria Lima, Mercadinho Bom Jesus, Mega House, Universo da Criança, CEM e Panificadora Planalto.
 
Toninho Pantera
 
No bairro Planalto, o professor Toninho Pantera já é uma referência do bem. Sem contar com apoio dos poderes públicos ele mantém sua roda de capoeira fazendo um trabalho social de valor incalculável. Toninho não visa lucro, mas apenas promover o bem comum, tirar as crianças das ruas e das drogas e contribuir para que o bairro Planalto deixe de fazer parte do noticiário policial.
 

Fonte: Diário de Natal – Natal

Paraná: Capoeira de Terra Roxa recebe apoio de alemães

Os participantes do Grupo de Capoeira Condão de Contas fecharam o ano com mais um motivo para comemorar. O grupo desenvolve um trabalho social com apoio da administração municipal junto à sociedade terra-roxense, proporcionando aos jovens a oportunidade de uma opção saudável de lazer e entretenimento.
 
O trabalho desenvolvido pelo grupona comunidade de Terra Roxa despertou a atenção de um grupo de profissionais alemães. A seriedade e a importância da ação realizada pelo projeto, oferecida pelos professores de capoeira, foi reconhecida pelos empresários, os quais vêm prestando seu apoio.
Na última segunda (18), todos os capoeiristas foram homenageados com um almoço especial e uma cesta de natal. Os presentes foram entregues pelo representante alemão Dieter Euler.
 
Segundo Euler, o objetivo principal é proporcionar a cada capoeirista a oportunidade de um Natal mais feliz. Para o Professor Gilmar, instrutor do grupo, o apoio recebido é indispensável no sucesso das atividades desenvolvidas junto à comunidade.
O prefeito Donaldo Wagner e a Secretária de Educação, Cleonilda Maria Tonin Farcas, acompanharam a entrega dos presentes e destacaram o valor social que o grupo de Capoeira representa para Terra Roxa.
 

Fonte: Umuarama Ilustrado – Umuarama,PR – http://www.ilustrado.com.br