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Festival Nacional Arte-Capoeira une tradição e solidariedade em Curitiba e Paranaguá

Festival Nacional Arte-Capoeira une tradição e solidariedade em Curitiba e Paranaguá

Paranaguá e Curitiba recebem, de 16 a 18 de março, a 9.ª edição do Festival Nacional Arte-Capoeira. Com programação gratuita, o evento tem o objetivo de resgatar elementos importantes dessa expressão cultural brasileira, que mistura arte marcial, esporte, cultura popular e música. Importantes nomes da área, como Mestre Camisa e Mestre João Grande, também estão confirmados.

Idealizado pela Associação Brasileira de Apoio e Desenvolvimento da Arte-Capoeira (Abadá-Capoeira), que há três décadas se dedica à promoção dessa importante manifestação cultural em nível internacional, a ação é também sinônimo de resgate social.  “As crianças se envolvem através da arte, da música, da dança e acabam tomando como referência os professores. Dessa forma, melhoram as notas na escola, fazem amizades novas”, comenta Janaína Luz, uma das organizadoras do festival.

Reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, há quase uma década a capoeira muda a rotina de crianças, jovens, adultos e idosos da região do bairro Cajuru, na capital paranaense. Oficinas transformaram a realidade de moradores da Vila Camargo, Trindade, Autódromo, São Domingos e São João Del Rey.

O evento também celebra o resgate social promovido pela capoeira.

As aulas, realizadas na Associação Cultural de Capoeira do Estado do Paraná (ACCEP), provocaram mudanças na vida dos participantes. “Penso que nosso maior resultado é a inserção das crianças nas escolas, o resgate dos adolescentes retomando os estudos e, atualmente, o ingresso deles nas faculdades”, completa Janaína Luz.

O projeto deve atingir, em 2018, 300 alunos e passará a ser realizado em 3 escolas de Paranaguá também. “Já temos prevista a expansão para as cidades de Ponta Grossa e Guarapuava”, reitera Janaína Luz. Atualmente, as oficinas contam com 160 participantes.

Programação

Inúmeras atividades gratuitas fazem parte do Festival Nacional Arte-Capoeira – oficina de jogos, cantoria tradicional da capoeira, batizado e troca de cordas, além de aulão e Campanha Berimbau pela Paz com o Mestre Camisa. “O motivo é conscientizar a sociedade da importância de se viver em harmonia. Estamos passando por um momento político muito difícil e dessa forma nasce a corrupção, conflitos e aumenta a criminalidade,  pois tudo isso se reflete principalmente nas comunidades carentes ou áreas de vulnerabilidade. Então pedimos paz para que a sociedade viva em harmonia e em constante desenvolvimento em busca de um grande crescimento”, fala Janaína Luz.

Em Curitiba, nos dias 17 e 18 de março, a programação da 9.ª edição do Festival Nacional Arte-Capoeira passa pela Praça Osório e pelo Largo da Ordem – Palácio Garibaldi e Ruínas de São Francisco. Já em Paranaguá, no dia 16 de março, as atividades serão realizadas na Praça Mário Roque e no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

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Programação da 9.ª edição do Festival Nacional Arte-Capoeira

 

Dia 16 de março – Paranaguá
10h – Oficina de Maculelê
11h – Oficina de Capoeira com Mestra Edna
12h – Intervalo
14h30 – Oficina de Berimbau com Mestre Bode
15h30 – Oficina Sambadeiras de Bimba com Fernanda Machado
17h – Aulão com Mestra Edna
Local: Praça Mário Roque
18h – Abertura oficial do Festival no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Dia 17 de março – Curitiba
9h – Comemoração 12 anos de Roda da Praça Osório
14h – Roda Feminina/Praça Osório
15h30 – Oficina de Jogos com Mestres Camisa, João Grande e Boca Rica
Local: Palácio Garibaldi – Largo da Ordem
20h – Cantoria Tradicional da Capoeira e Show Cultural
Local: Palácio Garibaldi – Largo da Ordem
Dia 18 de março – Curitiba
9h30 – Caminhada pela Paz
10h – Aulão e Campanha Berimbau pela Paz com Mestre Camisa
11h – Batizado e Troca de Cordas
Local: Teatro público – Ruínas de São Francisco (Largo da Ordem)

ENCAMUZENZA

O Grupo Muzenza, sempre buscando formas de trabalhar a Capoeira, de uma forma abrangente, inova, mais uma vez. Nos dias 27 e 28/01/2013, acontecerá o 1º ENCONTRO DE PROFESSORES E ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA, PEDAGOGOS, PSICÓLOGOS, PSICOPEDAGOGOS E HISTORIADORES QUE TRABALHAM COM A CAPOEIRA, o ENCAMUZENZA.

O tema desta primeira edição será: “A CAPOEIRA ONTEM, HOJE E SEMPRE”…

O objetivo é fomentar a pesquisa e os debates sobre a história, desenvolvimento e o futuro de nossa Arte/Luta, através da intersecção entre o “saber acadêmico” e o “saber popular”. Haverá a apresentação de Temas-Livres sobre a Arte/Luta, nas diversas áreas do conhecimento, além de palestras e mesas-redondas com Mestres renomados, tais como: Luiz Renato Vieira, Gladson, Falcão, Beija flor,Gegê,e o Historiador Carlos Eugênio Líbano Soares. A coordenação do evento ficará a cargo dos Mestres Carson Siega e Sérgio Souza – Sanhaço.

A supervisão, será do Mestre Burguês.

 

Mais informações: encamuzenza@gmail.com

 

O Grupo Muzenza


O Grupo Muzenza de Capoeira, foi fundado em 5 de maio de 1972, na cidade do Rio de Janeiro, tendo como seu fundador, Paulo Sérgio da Silva (Mestre Paulão), oriundo do grupo Capoarte de Obaluaê, do Mestre Mintirinha (Luís Américo da Silva).

Em outubro de 1975, chega a Curitiba – Paraná – Mestre Burguês (Antônio Carlos de Menezes), que depois de lecionar nos bairros do Méier e Madureira, no Rio de Janeiro, decide fundar mais um núcleo do Grupo Muzenza no Sul do Brasil, implantando e desenvolvendo uma metodologia e uma filosofia própria, voltada para as raízes da capoeira, tendo introduzido essa modalidade em clubes, quartéis, escolas, academias, comunidades carentes e comunidades negras.

Mais de 15.000 alunos, já passaram pelo Grupo Muzenza de Curitiba, e hoje o Grupo se faz presente em 26 estados brasileiros, e 35 países, buscando sempre os fundamentos e as raízes da capoeira através de muita pesquisa.

Desde 1975, o Grupo passou a ser presidido pelo Mestre Burguês.

A proposta do Grupo Muzenza, é desenvolver um trabalho de capoeira, essencialmente como arte – luta, mas dando condições aos praticantes de se identificarem com os outros vários seguimentos que existem na capoeira.Dessa forma, o Grupo Muzenza apresenta uma proposta pedagógica que engloba a capoeira como: luta, arte, ritmo, poesia, cultura, desporto, profissão e filosofia de vida. Permitindo que cada aluno se identifique com uma dessas vertentes.

Todavia, a principal proposta do grupo Muzenza é a capoeira como luta, o desenvolvimento de uma metodologia e filosofia própria, nunca esquecendo de buscar as raízes da capoeira através de muita pesquisa, procurando preservar, a Capoeira Angola e Regional, bem como o respeito e valorização ao verdadeiro Mestre.

Curitiba: Bonecos encantados

Premiada Cia. Manoel Kobachuk, de Curitiba, apresenta hoje no Calil Haddad o espetáculo “Encanta Brasil”, que apresenta diversidade cultural brasileira através do teatro de bonecos

Hoje a noite será de capoeira no Calil Haddad. “Capoeira me mandou dizer que já chegou, chegou para lutar”, como cantava Vinícius. Não haverá, porém, capoeiristas no palco italiano do teatro, mas bonecos – os bonecos premiados da Cia. Manoel Kobachuk, de Curitiba, que apresentam em Maringá o espetáculo “Encanta Brasil”.

A capoeira é uma das manifestações culturais que os bonecos retratam, ao lado do forró, do frevo, das músicas de ciranda, dos folguedos do boi,entre outras manifestações artísticas, para retratar a diversidade cultural brasileira.

O espetáculo da noite de hoje, é beneficente e terá arrecadação de alimentos destinada à Provopar. O grupo realizou outras cinco apresentações de “Encanta Brasil ”em Maringá ontem e hoje, voltadas exclusivamente para alunos do Colégio Positivo (o espetáculo, que está em turnê nacional, é patrocinado pela Editora Positivo”.

Em “Encanta Brasil”, a Cia. Manoel Kobachuk utiliza as técnicas de manipulação de bonecos de fios, de luva, projeção em sombra e manipulação aparente, em que os bonecos interagem com quatro atores . “A peça é um passeio musical pelo Brasil, que começa pela África, passa pelos indígenas, o Carnaval … enfim, é um recorte de várias regiões e músicas brasileiras”, explica a produtora Neiva Figueiredo, citando entre Luiz Gonzaga, Milton Nascimento e o fandango paranaense entre os autores e ritmos que serão apresentados no “Encanta Brasil”.

História e tradição

Com mais de 30 anos de estrada, a Cia. Manoel Kobachuk já produziu mais de 20 espetáculos de teatro de bonecos, dos quais 14 ainda permanecem no repertório da companhia, como “Pluft, o fantasminha”, “Respeitável Público” e “Tainahakã” – estes dois últimos, em 2000 e 2003, foram apresentados no Brasil, Portugal, Espanha e Itália.

A companhia trabalha com diversas técnicas de teatro de bonecos, realizando produções tanto para o público adulto quanto para o infantil. Com seus espetáculos, o grupo já conquistou prêmios como dois troféus Mambembe, oito Gralha Azul, troféu Talento do Paraná e três prêmios MEC.

A Cia. Manoel Kobachuk também realiza um trabalho de formação de bonequeiros e é um polo de pesquisa e produção, com criação de espetáculos, exposição de acervos, edição de boletins especializados, cursos, oficinas, desenvolvimento de literatura dirigida, admissão de estagiários de todo o território brasileiro e de países europeus.


Por quilo

“Encanta Brasil”, com a Cia. Manoel Kobachuk, de Curitiba.
Hoje, às 20h, no Teatro Calil Haddad.
Ingresso: 1 kg de alimento não perecível.

Fábio Massalli – http://www.odiariomaringa.com.br
massalli@odiariomaringa.com.br

Capoeirista questiona exclusão de Curitiba na rota de exibição do filme Besouro

Um dos mais famosos capoeiristas do Brasil, o baiano Manuel Henrique Pereira, conhecido como Besouro Mangangá inspirou o longa-metragem dirigido por João Daniel Tikhmiroff, nome premiado em comerciais na América Latina. Em seu primeiro final de semana de exibição, Besouro – O Filme teve mais de 130 mil expectadores em todo Brasil, que o credenciam a ser um dos líderes em bilheteria no país este ano.

Diante do sucesso e da importância desta produção na valorização da cultura negra, expectadores da região Sul fazem um apelo para que Curitiba seja incluída na rota de exibição do filme. “Apenas Porto Alegre está exibindo o filme aqui na região Sul, uma situação lamentável e que nos envergonha porque esta era uma estréia muito aguardada não apenas pelos praticantes da capoeira, mas também por aqueles que acreditam na imensa contribuição que a população negra trouxe para o nosso estado”, disse Mestre Déa, fundador da Associação de Capoeira Kauande.

Mestre Déa destaca que o filme conta, inclusive, com a participação de uma paranaense em seu elenco. A londrinense Geisa Costa, radicada em Curitiba desde 1993, interpreta Zulmira, mentora espiritual de Besouro. “Era grande a expectativa para a estréia aqui em nosso estado. Temos uma das maiores populações negras da região sul e milhares de adeptos da capoeira em nosso território. Gostaríamos de entender o porque de não podermos prestigiar nas nossas telas do cinema este filme”, questiona o capoeirista.

Indignado, o capoeirista lembra que o filme seria grande contribuição para aplicação da Lei 10.639, que determina o ensino da história e cultura africana nas escolas brasileiras. “Este filme destaca a capoeira e história do negro em nossa sociedade e certamente, vai ser bem melhor recebido no exterior do que aqui”, destaca Mestre Déa. Para ele, que é mestre e educador da capoeira, arte que mais divulga nossa história e a língua portuguesa no mundo, a situação é um desrespeito. “Lamento profundamente em nome de todos os capoeiristas paranaenses que o estado sequer tenha previsão para exibição do filme, o que por outro lado incentiva a pirataria”, questiona Mestre Déa.

BESOURO – O FILME

Manoel Henrique Pereira viveu entre 1897 e 1924 na região de Santo Amaro, na Bahia. Conhecido como Besouro Mangangá ou Besouro Cordão de Ouro, ele era trabalhador nas usinas e tinha um comportamento rebelde, pois não aceitava os maus tratos dos patrões. Ficou famoso por causa de sua habilidade como capoeirista. Com as pernas ou com objetos e facas, sempre conseguia sair vivo nos confrontos com a polícia e os jagunços. Diversas lendas atribuem poderes sobrenaturais ao herói, que era abençoado por orixás e teria o corpo fechado e a habilidade de voar como um inseto.

Sua história é contada no livro Feijoada no Paraíso: A saga de Besouro, o capoeira, de Marco Carvalho, e também foi adaptada para o teatro, em um musical com texto de Paulo César Pinheiro e direção de João das Neves. O personagem também aparece em livros como Mar morto, de Jorge Amado. Manoel Henrique ainda era músico, autor dos versos do Canto do besouro, cuja letra foi aproveitada em duas canções dos compositores Noel Rosa e Paulo César Pinheiro (Quando eu morrer/ Não quero choro nem vela/ Quero uma fita amarela/ Gravada com o nome dela).

 

Fontes:

http://www.paranashop.com.br

novoconceito.ass@gmail.com

Projeto social estimula capoeira no Paraná

Oficinas de capoeira, música, confecção de instrumentos e dança estão sendo oferecidas gratuitamente em Curitiba por meio do projeto Desenvolvendo a Capoeira, que começa hoje, dia 8, às 15 horas, no Centro Cultural Edmundo Ferro (Estrada Nova de Colombo, 167. Sta Cândida). Para a abertura das atividades acontece uma grande roda de capoeira com o conceituado Mestre Lua de Bobó, que será o orientador e supervisor das oficinas. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no local ou na Fundação Cultural de Curitiba, na Rua da Cidadania do Boavista. As oficinas tem previsão para acontecer a partir de segunda-feira, dia 10, caso os alunos da rede escolar também tenham retornado às aulas.
Para a assistente social do projeto, Nelma Coutinho, Desenvolvendo a Capoeira vai proporcionar às comunidades do entorno do espaço onde vai ser realizado, a oportunidade de participar das oficinas e apresentações, despertando para uma apropriação dos conteúdos da cultura popular, como forma de educação transformadora. “O resultado esperado é a formação de um grupo que mantenha as atividades culturais apropriadas nas oficinas gerando, assim, uma multiplicação no número de pessoas que terão contato participativo com a cultura popular”, comenta. Ela explica que, para isso, serão realizadas quatro oficinas: Capoeira, danças de roda, construção de instrumentos e musica, ofertando gratuitamente vinte e cinco vagas em cada. As oficinas serão realizadas duas vezes por semana com duração de três horas por dia, totalizando vinte e quatro encontros até o final do projeto.

As oficinas

Além da oficina de capoeira que faz uma fusão de três artes: música, poesia e coreografia e se tornou o mais novo patrimônio cultural brasileiro, o projeto ainda vai apresentar três oficinas: ma de construções de instrumentos musicais – desenvolvendo principalmente com as crianças a parte lúdica na confecção de seu próprio instrumento. E, também, as oficinas de música e danças de rodas que inclui o Tambor de Crioula (ritmo animadíssimo que influenciou nomes como João do Vale, Alcione e Zeca Baleiro), os Samba de Roda (manifestação cultural importante para várias gerações da música baiana associada à capoeira), Afoxé (manifestação afro-brasileira com raízes no povo ioruba, também chamado de Candomblé de rua), Ciranda (dança típica do litoral norte de Pernambuco) e Coco (dança de roda que vão ao centro e desenvolvem movimentos ritmados).
Para ministrar as oficinas de capoeira o Centro Cultural Edmundo Ferro, convidou o Edvaldo Borges da Cruz, conhecido por todos como Mestre Lua de Bobó, e reconhecido internacionalmente pelo seu estilo próprio que mistura habilidade e elegância. O mestre, que há mais de 30 anos vem ensinando a arte e a cultura da capoeira, vai mostrar em Curitiba a sua vocação de educador e sabedoria de conselheiro.
Nas oficinas de música, danças de roda e confecção de instrumentos dos ritmos brasileiros o convidado é Carlos Ferraz. Músico profissional atuando em Curitiba desde 1998 quando veio de Olinda para ministrar aulas de capoeira em Curitiba, Professor Carlinhos – como é conhecido – é capoeirista e arte educador e vai ensinar e apresentar os ritmos da sua região, sempre com a preocupação da preservação e valorização das manifestações artísticas e culturais brasileiras. Após o término das oficinas acontecem quatro apresentações realizadas pelos grupos.
Serviço:

Desenvolvendo a Capoeira. Oficinas culturais gratuitas, sob supervisão do Mestre Lua de Bobó. Abertura sábado, dia 8, às 15 horas, com grande festa e roda de capoeira no Centro Cultural Edmundo Ferro (Estrada Nova de Colombo, 167. Sta Cândida – Ctba PR – ao lado do cemitério municipal da Sta. Cândida). Inscrições para as oficinas: no local todos os dias a partir da 19 horas ou durante as oficinas; na Fundação Cultural da Rua da Cidadania do Boa Vista.

Horário das aulas:
Oficinas: Capoeira: terças das 9:30 ás 11:00 hs; das 15:00 às 16h30 / quintas das 15:00 às 16:30 hs e das 20:00 às 21h30. Música, construção de instrumentos e dança: segundas e quartas das 15:00 às 16h30 / terças e sextas das 20:00 às 21h30.
Mais informações e entrevistas:

RB – Escritório de Comunicação
(41) 3363-7759
Rodrigo Browne (41) 9145-7027

Paraná: Cinemateca exibe filmes de capoeira, com entrada franca

A mostra inédita, que acontece até o dia 13 de março, na Cinemateca de Curitiba, tem classificação livre e reúne dez filmes, que tem como tema comum a Capoeira.

A Cinemateca de Curitiba exibe, a partir desta quinta-feira (6), filmes brasileiros de diferentes estados do país que têm um tema comum – a capoeira. A 1ª Mostra Nacional Capoeira no Cinema é promovida pelo Centro Cultural Humaitá e tem o apoio da Cinemateca de Curitiba e Riofilme. A mostra inédita, que acontece até o dia 13 de março, tem classificação livre e reúne dez filmes, dos quais sete são documentários. A entrada é franca. A Cinemateca é um espaço cultural de Prefeitura de Curitiba.

O documentário Mestre Bimba, a capoeira iluminada abre a Mostra e terá pré- estréia no dia 6, às 20h. Do dia 7 ao dia 13, as exibições acontecem à tarde, sempre às 16h.

De acordo com o representante do Centro Cultural Humaitá, Adeguimar José da Silva, conhecido na capoeira como Candeeiro, cinco milhões de pessoas praticam a capoeira no Brasil. "Cada vez mais, a capoeira é valorizada pelo seu potencial pedagógico, onde se trabalha a dança, a música, as acrobacias, misturando diferentes linguagens artísticas", afirma o integrante do Centro Cultural. Por causa do interesse de algumas escolas, haverá uma sessão especial para crianças da Região Metropolitana.

O filme que abre a programação da Mostra – Mestre Bimba, a capoeira iluminada – entra em cartaz na programação regular da Cinemateca a partir do dia 7, sexta, até o dia 13. As sessões são às 19h e 20h30.

Paraná: Crianças se encantam com capoeira no Viva o Verão

Entre as diversas atividades artísticas, culturais e esportivas da programação da Paraná Esporte no Viva o Verão, a aula de capoeira, todas às terças, quintas-feiras e aos sábados, na arena em Caiobá, tem chamado a atenção do público, principalmente o infantil.

Alguns participantes estão presentes nas aulas de capoeira desde o início de janeiro e já pensam freqüentar uma academia, ao retornar das férias. Este é o plano de Patrícia Beatriz, de 7 anos e que se diz muito feliz por ter conhecido a capoeira. “Nunca imaginei que era fácil e que exige da gente concentração e persistência para gingar o corpo conforme o ritmo da música”, disse.

O professor de educação física e capoeirista Adegmar José da Silva, conhecido como Candieiro, participa do Viva o Verão pela primeira vez e afirma estar satisfeito com os resultados obtidos das aulas de capoeira, implantadas este ano nas ações do Viva o Verão.

“A capoeira é mais que uma luta marcial, é uma arte que engloba várias artes como a música, a dança, o canto, construção de instrumentos musicais, história, cultura etc.”, destaca o Candieiro.

“A Paraná Esporte, através do seu diretor-presidente, Ricardo Gomyde e toda a equipe, está de parabéns pela implantação da capoeira na programação do Viva o Verão, pois tem sido um sucesso junto ao público e uma forma de quebrar o preconceito que existe por parte de algumas pessoas”, enfatiza Candieiro.

MEIO AMBIENTE – “Não jogue lixo nas praias, jogue capoeira”, este é o slogan da campanha de conscientização ambiental do Centro Cultural Humaitá, em parceria com o IAP (Instituto Ambiental do Paraná), no projeto Viva o Verão.

A ação tem o objetivo conscientizar as pessoas da necessidade em preservar e cuidar do meio ambiente. Dia 3 de fevereiro, a partir das 9 horas da manhã, na frente do palco em Caiobá, haverá uma conversa sobre conscientização ambiental e um aulão de capoeira com grupos do litoral, Curitiba e região metropolitana. Após isso, sairá um mutirão para recolher lixo em toda a orla, de Matinhos a Caiobá”.

“A idéia é repetir esse aulão e mutirão todos os anos, no mês de fevereiro. Queremos que isso tenha um efeito multiplicador e se estenda para as outras praias”, espera o professor Candieiro.

O evento estima reunir aproximadamente 300 pessoas e contará também com a presença de mestres da velha-guarda da capoeira paranaense como Sergipe, Kuntakinté da Bahia, Bacicco, Kuinkas e Pitón.

Fonte: Agência Estadual de Notícias – Curitiba – BR
http://www.aenoticias.pr.gov.br

Curitiba: Capoeirista Déa será consagrado Mestre

Evento será dias 18 e 19 de agosto com presença de capoeiristas de todo país
 
Reconhecimento pelos mais de 25 anos de trabalho formando crianças e jovens através da capoeira, o educador e vereador Luiz Carlos Déa será consagrado Mestre em Capoeira, em um evento cultural que acontece nos dias 18 e 19 de Agosto, no Centro de Convenções de Curitiba.
 

Representantes de Grupos de Capoeira de várias regiões do país vão prestigiar a festa onde Déa vai receber a Corda vermelha, que o consagra oficialmente Mestre em Capoeira.

 
Fundador do Grupo Kauande Capoeira e do Projeto Social Educando com Arte – que atende mais de 700 crianças – Luiz Carlos Déa tem hoje grande reconhecimento na cidade, tendo alcançado uma vaga na Câmara de Vereadores através do trabalho que desenvolve há duas décadas, utilizando a Capoeira como ferramenta para promoção de saúde e bem estar social.
 
 
 
Rodrigo Fernando Bunese "BARRIL"
Associação de Capoeira Kauande
(barrilzao@gmail.com)
 
Fonte: Rod@ Virtual – Mestre Jeronimo

Curitiba: Capoeira ajuda a evitar evasão escolar

Cerca de 400 crianças, alunas da Associação de Capoeira Arte e Raça, com idade de quatro a 15 anos, foram "batizadas" na capoeira no último fim de semana. A cerimônia, que reuniu 2.200 pessoas no Clube Cultural Portão, foi a primeira da associação criada em janeiro deste ano e dirigida pelo mestre de capoeira Emílio José Alves de Andrade. O grande número de formandos se deve ao trabalho em conjunto com a Prefeitura de Curitiba, que estimula o treino das crianças no contraturno escolar, em creches, ginásios escolas municipais, ou nas sedes das associações de moradores.
Mestre Andrade diz que esse trabalho conjunto contribui para a redução de evasão escolar e na prevenção às drogas e à violência. O município também estimula as comunidades carentes atendidas pelos Centros de Referência da Assistência Social, mantidos pela Fundação de Ação Social.
 
"A cerimônia tem significado especial para os alunos, porque concluíram o primeiro estágio de aprendizado, o que corresponde à formatura de escolares do ensino básico", diz Andrade.
 
O batizado é o primeiro passo para que o aluno de capoeira aprenda as regras esportivas que poderão transformá-lo em professor-estagiário, em uma academia, a partir dos 18 anos de idade.
 
Também participaram da formatura professores e alunos de academias de capoeira de Foz do Iguaçu, Assis Chateaubriand, Cascavel e Toledo, e também da cidade catarinense de Joinville.
 
Bondenews – Londrina,PR – http://www.bonde.com.br/bondenews
Luiz Costa/SMCS
Redação Bonde
Londrina

OFICINA de CAPOEIRA ANGOLA em SP

Contramestre Nino Faisca estará oferecendo uma oficina de Capoeira Angola nesta semana (22 e 24 de fevereiro) em Sampa, sob a organização de Rui Takeguma.
 
OFICINA de CAPOEIRA ANGOLA – carga horária de 6 horas
Coordenada por contramestre NINO FAÍSCA de Olinda. Ele foi professor de capoeira angola em Olinda (PE), Curitiba (PR), Frankfurt (Alemanha) e Estocolmo (Suécia). Foi Nino Faísca quem plantou a semente da capoeira angola em Curitiba no PR, hoje os professores, de grupos diferentes da cidade, são seus ex-alunos.
 
A oficina acontecerá nesta semana, dias 22 e 24 de fevereiro de 2005 (3af e 5af), das 19 ás 22 h.  A Taxa de inscrição é de R$ 30,00.
LOCAL: Estação Ciência da USP na LAPA, R. Guaicurus 1274, fone (11) 3675-8828 ou com Rui (11) 9459-4912