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Salvador sedia Marcha Nordestina Pela Paz e Não-Violência

Organizações do movimento social, estudantes e grupos culturais participam da Marcha Nordestina Pela Paz e Não-Violência, que acontece no dia 10 dezembro (sexta-feira), com saída às 15h, do Campo Grande em direção a Praça Municipal de Salvador. A Marcha traz à tona com grande ênfase, o clamor e a denuncia pelo fim de todos os tipos de violência, discriminação e violações dos Direitos humanos.

 

A Marcha Nordestina é uma iniciativa do Mundo Sem Guerras, organismo internacional que atua ha 15 anos no campo do pacifismo e da não-violência. Na Bahia foi implantada e coordenada pelo InconPaz –Instituto de Consciência, Formação pela Cultura da Paz e a Não-Violência Mundo sem Guerra.

 

Esse organismo foi o idealizador da 1ª Marcha Mundial Pela Paz e Não-Violência do planeta, que aconteceu do dia 2 de outubro de 2009 a 2 de janeiro de 2010, esse trajeto mundial que iniciou na Nova Zelândia e terminou na Cordilheira dos Andes teve duração de 90 dias, passou por mais de 90 países e 100 cidades nos cinco continentes, cobriu uma distância de 160.000 km por terra. Foi recebida por governantes de todas as esferas e líderes religiosos, e contou com adesões de personalidades do campo acadêmico, político, social, cultural e desportivo.

 

Com sua passagem no Brasil a Marcha Mundial Pela Paz e Não-Violência mobilizou vários estados, em Salvador aconteceu no dia 17 de dezembro de 2009, e teve o apoio da Prefeitura Municipal de Salvador, do Governo do Estado da Bahia e dos movimentos sociais, onde foram realizadas inúmeras ações como forma de chamar atenção para o alto índice de violência e também para gerar uma nova consciência baseada na paz e não-violência.

 

 

PARTICIPE DA MAIOR MOBILIZAÇÃO PELA PAZ DA HISTORIA E LEVE SUA MENSAGEM DE PAZ!

“Para que se escute o clamor de milhões de pessoas que querem a paz, o fim das guerras e de todas as formas de violência”

 

SERVIÇO:
O quê? Marcha Nordestina Pela Paz e Não-Violência
Quando? 10 de dezembro de 2010 (sexta-feira), às 15h. 
Onde? Saída do Campo Grande em direção a Praça Municipal de Salvador

Concentração? 14h, no Campo Grande.

CONTATOS:
Comitê – Salvador/Bahia
E-mail: [email protected]
(71)9936.5046/ 9282-3166 / Ademir Santos 
(71) 9911-9165 / Jeã Moreno 

Assessoria de comunicação:

(71) 9151-0631 / Hamilton Oliveira (Dj Branco)– [email protected]

Aconteceu: Encontrão de capoeira em Nova Iguaçu

A prefeitura de Nova Iguaçu realizou o 1º Encontrão de Capoeira pelo Meio ambiente do Programa Escola Aberta, que reuniu centenas de pessoas no sábado, 25 de setembro, na Vila Olímpica de Nova Iguaçu.

Foram 25 grupos de capoeira representando a cultura afro-brasileira, que conquista jovens, crianças e adultos. O evento foi aberto pela secretária de Educação, Dilcéia Quintela. “Estou feliz em abrir o primeiro encontrão de capoeira. Precisamos fazer com que chegue às 125 escolas, pois o esporte é fundamental para o desenvolvimento das crianças”, explicou.

O ginásio de esportes mais parecia um grande terreirão com os gingados e lutas dos capoeiristas. O encontro reuniu mestres, mestrandos e professores de capoeira do Escola Aberta, que formaram três grandes rodas representando as categorias infantil, feminina e adulto num belo espetáculo de dança e luta ao som de berimbaus, tambores e cânticos. Todas as apresentações foram acompanhadas pelo secretário Adjunto Pedagógico, Reginaldo Bastos e coordenadoras do Escola Aberta, Denise Andrade e Luciana Matta.

O presidente da Federação de Capoeira da Baixada Fluminense, Reginaldo Alves de Almeida, parabenizou a iniciativa da Secretaria de Educação em promover o encontro “A capoeira no Escola Aberta está ajudando a tirar muitas crianças da rua. Ela disciplina e ajuda a formar homens íntegros”, disse mestre Almeida.

Emerson de Oliveira, 14 anos e mais três irmãos praticam capoeira na Escola Municipal Nabor Otuki. “Antes da capoeira eu era brigão e passava muito tempo na rua. Agora estou disciplinado e trouxe minhas irmãs para o grupo”, contou o menino.

Quem esteve no local também participou de oficinas de artesanato, todas voltadas para o reaproveitamento. Além disso, a organização do evento inovou com o brinquedo “Vai e Vem” feito de garrafa pet, flores com galhos secos, reaproveitamento de jornal, bijuterias, pintura e pula-pula para a criançada. O encontrão contou com a participação das 55 escolas que desenvolvem o Escola Aberta, que é um programa do governo federal em parceria com as prefeituras e abre as escola aos sábados e domingos para a comunidade.

Fonte: http://noticias.sitedabaixada.com.br/

Encontro de Capoeira para a Juventude

Ao som de cantoria e berimbau, jovens e crianças descobrem a alegria e o gingado

Muito à vontade, o estudante Felipe da Silva Santos, 9 anos, entrou na roda de capoeira com o mestre Jaiminho, para mostrar toda sua habilidade. “É mais ou menos difícil”, tenta explicar, ao lado do amigo Wendell da Silva, 9, também um iniciante bem interessado na atividade que mistura esporte e cultura. Juntos na quadra da Escola Municipal Avelino Leite de Camargo, no bairro Nova Esperança, os amigos e mais cerca de 400 jovens e crianças participam do Encontro de Capoeira para a Juventude.

O evento, que continua neste sábado, tem como destaque a participação especial de Vivaldo Rodrigues Conceição, o Mestre Boa Gente, que veio especialmente de Salvador (BA) para o evento de Sorocaba.

O ensino de capoeira faz parte da rede pública municipal de ensino. A prática também estimula os jovens, a partir de 12 anos, nas unidades do Território Jovem.

“A capoeira só traz benefícios. Muda a postura do jovens”, aponta o  coordenador do Território Jovem do Nova Esperança, Luiz Antonio de Lima. Além de estimular a prática de atividade física, a capoeira promove a socialização. Mesmo os mais tímidos são contagiados pelo som do berimbau e do pandeiro, e convidados a entrar na roda. “Foi muito legal participar”, diz Rafaela dos Santos, 10.

Todos os alunos das oficinas de capoeira, de 11 escolas da rede municipal, participaram do evento.

Mestre traz experiência de 51 anos
Mestre Boa Gente, 65 anos e 51 de capoeira, é um dos principais divulgadores da capoeira angolana. Sexta-feira (13), em Sorocaba, ele elogiou a participação das crianças. “Estamos repetindo aqui um trabalho que faço em Salvador. Vejo todas estas crianças aqui, participando, fora das ruas”, diz.

Segundo Mestre Boa Vida, Sorocaba é exemplo na organização do evento e também no estímulo à capoeira. “Aqui a gente não vem só para ensinar, mas também para aprender”.

Boa Gente, membro importante da ABCA (Associação Brasileira de Capoeira Angolana), dedica-se à divulgar a arte para o resto do mundo, com apresentações nos Estados Unidos e em países da Europa.

Alegre e bem disposto, ele brinca ao falar dos benefícios da atividade que, segundo ele é praticada na Bahia por mestres com mais de 90 anos. “Eu tenho 65 anos e também jogo”, diz.

Neste sábado o dia é reservado para os atletas de capoeira de maior graduação. O curso vai das 10h às 12h e das 13h às 16h, no Território Jovem do Nova Esperança.

Vila Real: 5º Festival Internacional de Capoeira

Portugal: Nos próximos dias 30, 31 de Julho e 1 de Agosto terá lugar, no Centro Histórico de Vila Real, o 5º Festival Internacional de Capoeira. Esta iniciativa, a cargo da Associação Comercial e Industrial de Vila Real (ACIVR), terá início com a “Roda de Abertura”, na próxima sexta, dia 30 de Julho, às 18h30, no Largo da Capela Nova.

No dia 31 de Julho, às 11 horas, o evento prossegue com um “Arrastão” nas várias artérias do centro histórico, culminando a apresentação com o “Baptizado troca de cordas”, no Largo do Pelourinho. Às 15h30, realizar-se-á o workshop “Aulões” no Ginásio Miracorgo e, mais tarde, efectuar-se-á uma nova apresentação na Discoteca Andromeda. O Festival de Capoeira terá o seu término no domingo, dia 1 de Agosto, com a realização de “Rodas de rua”, no Centro Histórico, ao longo de toda a manhã.

Este festival conta com a participação especial de vários mestres e professores de capoeira, oriundos de diversos países. Em representação da Bélgica e Holanda, o festival contará com a presença do Mestre “Vulcão”, de Espanha, dos professores “Marcha Lenta” e “Caju” e, em representação de Portugal e Brasil, estarão presentes os professores “Papagaio” e “Lesma” e o Mestre “Pernalonga”.

Através da realização deste festival, a ACIVR reforça o seu apoio ao Comércio Tradicional e contribui para a divulgação desta arte marcial. A Capoeira é uma expressão cultural afro-brasileira que mistura luta, dança, cultura popular e música. Desenvolvida no Brasil por escravos africanos e seus descendentes caracteriza-se por golpes e movimentos ágeis e complexos.

Fonte: Notícias de Vila Real – http://www.noticiasdevilareal.com

CREF X Profissionais da Capoeira: Aprovação da Lei 1371/07

A Comissão de Educação e Cultura aprovou nesta quarta o Projeto de Lei 1371/07, da deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), que determina que os  conselhos regionais  e federal de Educação Física CREF não podem fiscalizar e nem exigir o registro de profissionais de dança, capoeira, ioga, artes marciais e pilates.

Para o relator da proposta, deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE), que é formado em Educação Física, a atuação dos conselhos é equivocada desde o ponto de vista cultural.

Na sua avaliação, há uma nítida diferenciação no ensino dos profissionais de dança, que é feito em suas faculdades específicas, e os conteúdos que são desenvolvidos nas escolas de educação física no tocante à dança e às atividades corporais.

Nova regulamentação:

“São duas questões distintas. Acho que fizemos justiça e estamos reconhecendo agora a necessidade do próximo desafio: que é desmembrarmos a lei que regulamenta a profissão de artista, que tem mais de 40 anos, com uma nova proposta de lei para a profissionalização da dança no Brasil”, informou a deputada. “É um compromisso que nós temos e vamos apresentar a partir de agosto.”

Profissionais da dança que acompanharam a votação aplaudiram a aprovação da proposta. A principal queixa desses profissionais é a de que os fiscais dos conselhos buscam fechar academias de dança porque os profissionais não são formados em educação física.

Tramitação

O projeto ainda será analisado, de forma conclusiva, pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

(Reportagem de Geórgia Moraes)

TRADUZINDO essa última frase,  significa que esse Projeto de Lei ainda será avaliado nessas Comissões, mas, a princípio, ele está aprovado e não precisa mais ser votado em Plenário. Dessa vez, prevaleceu a justiça e o bom senso sobre as aspirações dos Conselhos Regionais e Federal de Educação Física de encampar as nossas atividades. Este é um momento histórico para todos os profissionais de Yoga, dança, capoeira, artes marciais e Pilates! Namaste, obrigado e parabéns àqueles que tanto lutaram pela preservação dos nossos direitos!

Pedro Kupfer.

Enviado por Mestre Burgues – [email protected]

Oportunidade de sonhar, um caminho para paz

Resumo: Capoeira, desenvolvimento e oportunidade.

O projeto visa o desenvolvimento de uma cultura de paz, através dos fundamentos básicos do jogo da capoeira, promove a inclusão social e minimiza a violência na comunidade. Numa parceria publico/privado busca dar oportunidade de uma perspectiva diferente de vida.

Começamos o Projeto que se intitula Parceria Solidária, em junho de 2005. Uma parceria do Instituto Maria Auxiliadora com a Escola Municipal Migrantes. Os principais objetivos são oportunizar o desenvolvimento de uma cultura de paz dentro da comunidade escolar, desenvolver os fundamentos básicos do jogo da capoeira e promover a inclusão social através da arte da capoeira. Em 2006 incorporou-se a este projeto, numa parceria do governo federal através da UNESCO e da prefeitura municipal de Porto Alegre o “PROJETO ESCOLA ABERTA”. Que fez com que as nossas aulas de uma, fosse para duas vezes por semana. O PROJETO ESCOLA ABERTA, viabilizou apoio de recursos financeiros, para eventos, saídas de campo e para compra de materiais para prática da capoeira; como: roupas (uniformes), instrumentos, etc. Este ano de 2009, no mês de junho completamos quatro anos de atividades.

As principais dificuldades no início do trabalho eram atenção e concentração da grande maioria dos alunos, questões de coordenação motora devido à falta de estímulos, questões de higiene pessoal e respeito ao próximo. Alguns valores psicomotores e de ordem ética, com os quais teríamos que nos deparar e iniciar uma discussão e reconstrução. Estreitar laços relacionais era uma estratégia de fundamental importância naquele momento.

A partir disso pude criar e alimentar sonhos de crescimento pessoal e profissional nos alunos. Enfim, criar uma nova perspectiva de futuro, uma nova visão de mundo, na qual a capoeira seja um caminho, que nos possibilite sonhar e construir uma cultura de paz.

Quem está preparado para enfrentar um cotidiano de luta e resistência, pode pensar em construir uma cultura de paz, e não violência. Para mim a violência é a falta de uma Educação transformadora, onde de objetos as crianças possam tornar-se sujeitos na construção das suas próprias histórias.

A falta de condições dignas de saúde pública e a desigualdade social são fatores complementam este quadro, e fazem parte deste contexto. Estes quesitos fazem com que nossas crianças cresçam com falta de perspectivas num futuro melhor.

A oficina de capoeira na “Escola Aberta” atua num contexto, e forma um elo de ligação entre a comunidade e a escola, abrindo as portas da mesma, para a população local. Oportuniza desta forma, a pratica de vivências da arte da capoeira, que por se tratar de uma arte-luta brasileira é desenvolvida num processo sócio-histórico-cultural de libertação. A capoeira é capaz de transformar a realidade severa em que vivem as crianças, num sonho ricamente promissor, através de valores tribais da essência africana, deixadas de herança da cultura afro-brasileira. Como os atos de cantar, dançar e tocar.

A musica instrumento de comunicação carrega um conteúdo histórico-cultural, em suas melodias, geralmente alegres e radiantes, faz com que as crianças transcendam e vibrem com suas possibilidades imaginarias e corporais, e assim, ocupem o seu tempo de forma construtiva e cheia de significados.

Os movimentos são gestos desafiadores que constroem a linguagem do corpo numa atividade cotidiana. Enriquecem esta linguagem multiplicando os seus recursos corporais. Dando-lhes força para descobrirem que são capazes de irem muito além. A inversão corporal é algo que fascina o capoeirista. Faz com que ele descubra uma nova forma de ver o mundo. E uma nova possibilidade de resolver seus problemas. E se podem fazer coisas tão desafiadoras com os seus corpos, podem fazer muito mais pelas suas vidas.

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Os toques, batidas e ritmos mostram suas capacidades de aprenderem uma outra linguagem, que é a linguagem musical. Esta linguagem permite a transcendência dos limites corporais. Já dizia o ditado popular: “Quem canta os males espanta”. E aprendendo a cantar eles descobrem outras possibilidades, e consequentemente, eles descobrem que são capazes de construírem seus sonhos e seus destinos.

E nós professores comprometidos com a transformação da sociedade, temos obrigação e compromisso em oportunizar aos nossos alunos, oportunidade de sonhar com um futuro melhor. Para a construção de uma sociedade onde a paz, seja a nossa maior meta. E a violência de espaço gradativamente a uma nova cultura.

Desta forma, acontece a colaboração dos projetos desenvolvidos na escola Migrantes. Na perspectiva de oportunizar a possibilidade de sonhar um caminho para a paz. Um caminho onde nossa escola e comunidade possam construir juntos, caminho este, que seja meio e não fim. Um novo caminho, uma nova visão de mundo e possibilidades para nossas crianças.

 

 

Nome: Paulo Lara Perkov ( Mestrando Paulo Grande)

Especialista em Educação Infantil pela UNISINOS.Professor de Educação Física Graduado pela UNISINOS.
Acadêmico de Administração na Faculdade Dom Bosco.
Mestrando em Capoeira na Associação de Capoeira Nação.

Relançamento mundial em DVD do filme: Pastinha! Uma Vida pela Capoeira

Primeiro filme/documentário sobre Capoeira lançado após a retomada do Cinema Nacional, conta a vida do maior mestre da Capoeira Angola, seu Guardião e Poeta – Vicente Ferreira Pastinha, o Mestre Pastinha.

Conta com depoimentos dele, de sua companheira D. Maria Romélia, dos maiores mestres da Capoeira Angola, como João Grande, em Nova Yorque, USA, João Pequeno e Curió, em Salvador, Bahia, e Neco Pelourinho, no Rio de Janeiro, bem como o depoimento do Mestre Dr. Ângelo Decânio, o mais antigo discípulo de Mestre Bimba. Conta ainda com entrevistas de Jorge Amado, Carybé, Pierre Verger, Roberto Freire, Ildásio Tavares, do Prof. Muniz Sodré, e dos especialistas em Capoeira Prof. Carlos Eugênio Líbano Soares e Frede Abreu.

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De salto, Claudia Leitte faz passos de capoeira em show no interior de SP

A cantora Claudia Leitte mostrou em seu último show realizado no domingo (25) em Jundiaí, no interior de São Paulo, que tem o ‘gingado’ baiano. Em cima do palco, ela fez, pela primeira vez, passos de capoeira com seus bailarinos, sendo que estava de bota com salto alto. Mesmo assim, Claudinha conseguiu manter o equilibrio.

O show também marcou a despedida de Claudia do figurino todo preto, ‘de inverno’, que tem apresentado em seus shows. A partir do próximo sábado (31), ela estreia, na Costa do Sauípe, o figurino ‘de verão’, feito por Valério Araújo e Ian Acioly, com tons mais claros. Além dos looks, Claudinha lança uma nova música de trabalho.

 

Cantora Claudia Leitte mostrou que tem a ginga da Bahia – Claudinha conseguiu se equilibrar mesmo estando de salto

Foto: Divulgação – http://correio24horas.globo.com

Capoeirista curitibano é convocado para mundial na Coréia do Sul

O capoeirista João Otávio Xavier, de Curitiba, vai integrar a delegação brasileira no Mundial de Artes Marciais e Culturais, na Coréia do Sul, em dezembro. João Otávio, 18 anos, treina capoeira graças a um projeto da Fundação de Ação Social (FAS), no Cajuru.

“Sempre tive vontade de fazer capoeira, mas minha família não tinha condições de pagar a mensalidade”, diz João Otávio. “Minha oportunidade surgiu quando a FAS levou o projeto para o meu bairro. Agora vou representar o Brasil no outro lado do mundo”

João Otávio garantiu sua vaga no mundial ao ganhar medalha de ouro no 12.º Campeonato Brasileiro de Capoeira, que foi disputado no início de setembro, em Goiânia. Ele foi campeão na categoria aspirante juvenil.

De origem humilde, o adolescente precisou superar dificuldades além das competições de capoeira para garantir sua vaga. Após sete anos de muita dedicação a jovem revelação começa a colher os frutos de seus esforços.

A capoeira não representou apenas uma oportunidade esportiva para João, mas uma nova forma de enxergar o mundo. “Ter acesso às aulas mudaram minha vida pra melhor. Antes eu era bastante encrenqueiro, mas com a capoeira, a gente muda e passa a contemplar uma nova filosofia, a de exercícios e disciplina”, afirma.

Oito jovens atendidos pela FAS disputaram o Brasileiro de Capoeira e por muito pouco João não ganhou a companhia de alguns de seus amigos na viagem à Coréia.

Poliana Gonçalves Leite e Daniele Gonçalves Garcia, de 15 anos, terminaram na segunda posição em suas categorias. Jéferson Juarez da Silva, de 17 anos, e Priscila Jeanine Gonçalves Leite, de 16 anos, terminaram na terceira colocação, contribuindo para que o Paraná alcançasse o terceiro lugar no quadro geral de medalhas.

“João e os outros conseguiram bons resultados graças a sua própria determinação. Eles realmente entraram no espírito das aulas e do programa, desenvolvendo suas habilidades e percebendo a importância da dedicação e da disciplina”, afirma o instrutor Saulo Fábio Gomes, que ensina capoeira no Centro da Juventude Iniciativa Jovem do CRAS Iguaçu, unidade da FAS na Vila São Domingos, no Cajuru.

“Estes jovens encontraram na capoeira a possibilidade de crescimento pessoal, que envolve uma melhora significativa no contexto social e familiar”, afirma a presidente da FAS,Fernanda Richa.

Jéferson Juarez da Silva, que desde 2005 participa de atividades socioeducativas promovidas, pela FAS, tem opinião semelhante. “Antes eu vivia na rua, não me dava bem com minha família e não frequentava a escola”, diz. “Depois que comecei a fazer as atividades, eu percebi o que estava fazendo de errado e que aquela vida de rebeldia não ia me levar a lugar nenhum”.

Fonte: http://www.parana-online.com.br

Capoeira na Nova Zelândia

O Grupo de Capoeira Cordão de Ouro, representado pelo professor de Capoeira e pedagogo Ely Alves e mais quatro alunos, participa do Brazilian Arts Festival em Christchurch, maior cidade da Ilha Sul da Nova Zelândia. Eles passarão fevereiro dando aulas e fazendo apresentações no País. Também participarão de um final de semana de apresentações em Wellington, capital da Nova Zelândia, a convite da Embaixada Brasileira.

O trabalho do grupo começou em Brasília com projetos que atendiam crianças e adolescentes em situação de risco social em abrigos da cidade. A capoeira é usada para promover a inclusão social desses jovens. Os alunos da ONG que representarão o Brasil no evento estão indo com recursos próprios.