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Jogadores da NBA participam de projeto e roda de capoeira em favela paulistana

São Paulo (SP) – Os jogadores que marcam presença na clínica “Basquete sem Fronteiras”, da NBA, deram um tempo no trabalho com os jovens talentos no Clube Pinheiros e, na tarde desta quinta-feira, participaram da cerimônia de inauguração de uma quadra poliesportiva e de um centro de tecnologia e educação na Favela Coliseu, localizada na zona sul da capital paulistana.

O projeto contou com o apoio da liga norte-americana e de outros patrocinadores, que também doaram 15 computadores com acesso à internet para a camunidade. No evento, além do rapper MV Bill, também estiveram presentes os brasileiros Anderson Varejão, Leandrinho Barbosa, Nenê Hilário e Marcus Vinícius e os estrangeiros Matt Bonner, Shawn Marion, Luke Walton, Kyle Korver e Samuel Dalembert.

 

NBAA inauguração teve, além do basquete, uma roda de capoeira. Quando convidado para participar, Leandrinho não fez feio e recebeu aplausos, logo depois justificados. “Quando era pequeno, fiz um ano de capoeira junto com o basquete. Só parei porque minha mãe percebeu que eu não estava conseguindo conciliar os estudos com as atividades físicas”, explicou.

 

Quem também participou da capoeira foi o haitiano Dalembert, que não passou fez vergonha. “Aprendi esses movimentos jogando videogame”, brincou o pivô do Philadelphia 76ers, que aproveitou para revelar uma outra paixão esportiva. “Adoro futebol e estou sempre praticando. Meus ídolos são Pelé e Maradona”.

 

Nas quadras, inúmeras crianças faziam fila para acertar alguns arremessos nas cestas e receber dicas dos atletas da NBA, que ainda distribuíram vários autógrafos. Um dos mais assediados era Leandrinho, que ressaltou a importância de ações sociais como essa. “Nos Estados Unidos, projetos assim acontecem com muita freqüência e sempre participamos. Aqui no Brasil, tem muitos jogadores de futebol que não fazem coisa alguma; não entendo por que isso”, criticou.

 
Além da participação no evento na Favela Coliseu, os participantes do ‘Basquete sem Fronteiras’ em São Paulo ainda visitarão na manhã desta sexta-feira o projeto Atendimento Multi Assistencial (AMA), no Hospital Samaritano, localizado na zona Oeste.

http://www.gazetaesportiva.net/

Monteiro Lobato: Futebol e Capoeira

Texto retirado do Site do meu grande camarada Miltinho Astronauta, que por agora anda muitíssimo ocupado com seus estudos, que no interesse da capoeira e da informação nos passou o berimbau enquanto termina seu mestrado.
Volte loga meu camarada pois o Jornal da Capoeira é um veicúlo fundamental dentro do universo capoeirístico.
Nós do lado de cá vamos segurar o jogo e continuar lutando e trabalhando para manter nossos leitores intretidos e repletos de informação.
 
Um grande abraço camarado…
 
Luciano Milani
Crônica extraída do livro Coleção dos Grandes Livros Brasileiros, volume V
 
Nota do Editor
 
Abrimos nossa série Clássicos da Literatura Capoeirística, com a famosa crônica "Nosso Jogo", de Coelho Netto.  O sucesso foi mais do que surpreendente, confirmando a importância de continuar a série. É o que fazemos hoje com outra famosa crônica, desta vez do extraordinário brasileiro, nacionalista, Monteiro Lobato " "O 22 da Marajó" (Coleção dos Grandes Livros Brasileiros " Volume V = Contos Leves. Companhia Editora Nacional, III Parte, 1935).
 
A exemplo da crônica de Coelho Netto, também esta, de Monteiro Lobato, já foi publicada em alguns jornais de capoeira, mas de modo incompleto, sem a primeira parte, onde Lobato faz uma interessante análise sobre o início da prática do futebol aqui no Brasil.  Nota-se aí, muito bem, o seu nacionalismo.  A Capoeira está fazendo trajeto inverso. O futebol veio de fora para dentro, Capoeira está saindo do Brasil para o mundo.  Pensando bem, isto não será um alerta para a nossa Capoeira?
 
Miltinho Astronauta
"O 22 da Marajó"  – Introdução
 

Esse delírio que por aí vai pelo futebol tem  seus fundamentos na própria natureza. O espetáculo da luta sempre foi o maior encanto do homem; e o prazer da vitória pessoal ou do partido, foi, é e será a ambrósia dos deuses manipuladas na terra. Admiramos hoje os grandes filósofos gregos, seus servos, porém admiravam muito mais aos atletas que venciam no estádio. Milon de Crotona, campeão na arte de torcer pescoços a touros, só para nós tem menos importância que seu mestre Pitágoras. Para os gregos, para a massa popular grega, seria inadmissível a idéia de que o filósofo pudesse um dia ofuscar a glória de lutador.
 
Em França, antes da surra homérica que lhe deu Dempsey, o homem verdadeiramente popular era George Carpenter, mestre em socos de primeira classe; e se dessem nas massas um balaço sincero  veriam que ele sobrepujava em prestigio aos próprios chefes supremos vencedores da guerra.
 
Nos Estados Unidos há sempre um campeão de Box tão entranhado na idolatria do povo que está em suas mãos subverter o regime político.
 
Entre nós há o exemplo recente de Friendenreich, um pé de boa pontaria pelo qual milhares de criaturas, sobretudo, crianças, são capazes de sacrificar a vida.
 
E os delírios coletivos provocados pelo embate de dois campeões em campo?  Impossível assistir-se a espetáculo mais revelador da alma humana do que o jogo de futebol em que disputam a primazia paulistas e italianos, em São Paulo.  Não é esporte, é guerra. Não se batem duas equipes, mas dois povos, duas nações, duas raças inimigas. Durante todo o tempo da luta, de quarenta a cinqüenta mil pessoas deliram, em transe, estáticas, na ponta dos pés, coração aos pulos e nervos tensos como cordas de viola.  Conforme corre o jogo, nas pausas de silêncio absoluto na multidão suspensa, ou deflagrações violentíssimas de entusiasmo que só a palavra delírio classifica.  E gente pacífica, bondosa, incapaz de sentimentos exaltados, sai fora de si, tornando-se capaz de cometer os mais horrorosos desatinos.
 
A luta de vinte e duas feras no campo transforma em feras os cinqüenta mil expectadores, possibilitando um esfaqueamento mútuo, num conflito horrendo, caso um acidente qualquer funda em corisco as eletricidades físicas acumuladas em cada indivíduo.
 
O jogo de futebol teve a honra de despertar o nosso povo de um marasmo de nervos em que vivia.  Antes d"ele, só nas classes médias a luta política tinha o prestígio necessário para uma exaltaçãozinha periódica.     É isso porque de todas os esportes tentados no Brasil só o futebol conseguiu aclimatar-se como o café. Hoje, alastrado de norte a sul, transformou-se quase em praga, conseguindo, só ele, interessar vivamente,  delirantemente, o nosso povo.
 
No Estado de São Paulo não há recanto, vilarejo, fazenda, bairro onde se não veja num chão plano e batido os dois retângulos opostos indicadores de um ground.  Pelas regiões novas, de virgindade só agora atacada pelos invasores, é comum topar-se de súbito. Em plena mata, uma clareira aberta e limpa onde, nas horas de folga, os derrubadores de pau vêm bater bola.
 
Já assistimos a um  match  em certa fazenda. Tudo muito bem arrumado; os players uniformizados, de meias grossas e botinas ferradas, tal qual nos clubes das cidades.  E falando em corners, goals, hands, half-times, a inglesia inteira dos termos técnicos.
 
Ao nosso lado o fazendeiro explicava:
 
– Aquele goal-keeper é carreiro; amanhã de madrugada está de pé no chão puxando lenha.  O center-half é madeireiro; está-me lavrando uma perobas na roça velha.  Os full-backs são tropeiros e os forwards, simples puxadores de enxada.
 
Era assombroso!  Estávamos diante da maior revolução de costumes jamais operada em terras de Santa Cruz. E tudo por arte e obra de uma simples esfera de estufada de ar…
 
Antes de futebol, só a capoeiragem [grifo do editor]conseguiu um cultuzinho entre nós e isso mesmo só nas classes baixas. Teve seus períodos áureos, produziu seus Friedenreichs, e afinal acabou perseguida pela polícia, com grandes magoados tradicionalistas que viam nela uma das nossas poucas coisas de legítima criação indígena.
 
Infelizmente não se guardou memória estreita desse esporte cujos anais se encheram de maravilhosas proezas.  Não teve poetas, não tem cantores, não teve sábios que as salvaguardassem do olvido; e de todo o nosso rico passado de rasteiras, rabos de arraias e soltas restam apenas anedotas esparsas, em via de se diluírem na memória de velhos contemporâneos. [grifo do editor]
 
Que se fixe, pois, em letra de forma, ao menos o caso do 22 da "Marajó", com tanto chiste narrado pelo maior humorista brasileiro, esse prodigioso Mark Twain inédito que é o Sr. Felinto Lopes.
Nota do Editor
 
Na semana passada publicamos a primeira parte do conto escrito por Monteiro Lobato (Coleção dos Grandes Livros Brasileiros " Volume V = Contos Leves. Companhia Editora Nacional, III Parte, 1935).  Na ocasião, levamos ao leitor a exposição apresentada pelo autor, onde mostrava o fascínio e intimidade que o brasileiro tinha com o futebol. Ao final daquele texto, Lobato faz uma crítica sobre a Capoeiragem que esta, naquela época (1935) em vias de ser esquecida.
 
De forma encantadora, Monteiro Lobato dá uma aula sobre Capoeira em seu conto que ora apresentamos ao Leitor.
 
Miltinho Astronauta
 
O Capoeira "O 22 da Marajó"  – O CONTO
 
O 22 da "marajó" era um imperial marinheiro, mestre em desordens e amigo de revirar de pernas para cima kiosques de portugueses. Rapazinho bonito, imperava na saída onde suas proezas de capoeira excepcional andavam de boca embora discutidas como façanhas de Rolando. E tais fez que o governo incomodado, deportou-o  para o norte, a servir no Alto Amazonas em canhoneira da flotilha estacionada no Pará.  A mudança de lima regenerou-se e o rapaz resolvendo tirar partido de seus dotes plásticos, ferrou namoro   com a mulher de um shipchandler, da qual se tornou amante.
 
O shipchamdler  morreu e o 22  casou-se com a viúva, herdeira de um paco de quatrocentos contos de reis.  Pediu baixa,  obteve-a e foi com a esposa em viagem de núpcias à Europa, onde permaneceu dois anos. Ao cabo regressou à pátria,  elegendo o Rio de Janeiro para residência definitiva.
 
Mas quanto mudara!  Transformado num perfeito gentleman, embasbacava a rua do Ouvidor com o apuro dos trajes, as polainas, as luvas, a cartola café-com-leite.
 
Quem é?  Quem é? Ninguém sabia.
 
– Algum fidalgo certamente cochichava.  Não vêem que modos distintos?
 
E o 22, impávido, patroneando, de monóculo no olhar, a olhar de cima para os homens e as coisas…
 
Tinha hábitos certos e todos os dias passava pelo Largo de São Francisco, como paca pelo carreiro.
 
Aconteceu, porém, que ali era ponto de uma roda de rapazes chiques, fortemente despeitados ante a esmagadora elegância do desconhecido, sinal perigoso, sem dúvida, em matéria de esporte feminino.       Os quais rapazes, depois de muito cochicho, deliberaram quebrar a proa ao novo concorrente, apenas aguardando para isso a boa oportunidade.
 
Certa vez em que o Petrônio passava mais imponente do que nunca, coincidiu aproximar-se da roda chique um capoeira mordedor, que se gabava de ser mestre em "soltas".
 
Quem sabe hoje o que é "solta", nesta época de kikees e shootes?  Solta era uma cabeçada sem hands, isto é, sem encostar a mão no adversário.
 
Mas o capoeira chegou e mordeu-os em cinco mil réis.
 
– Perfeitamente, responderam os rapazes, mas primeiro hás de sapecar uma solta naquele freguês que ali vai de monóculo.
 
– É já! Exclamou o capoeirista, gingando o corpo. E tirando o chapéu foi portar-se  na calçada  por onde vinha o 22, de martelo e monóculo sacudindo passos de lord, muito esticado dentro do seu croisé cortado em Londres.
 
– Um, dois,  três…Quando Petrônio o defrontou o capoeira avança e despeja-lhe uma formidável e primorosa cabeçada .
 
O desconhecido, porém, quebrou o corpo, e a cabeça do atacante foi de encontro à parede, ao mesmo tempo em que um pé bem manejado plantava-o no chão com elegantíssima rasteira.  O mordedor, tonto e confuso, ergueu-se para desabar de novo, cerceado por outra gentil rasteira.  Passara imprevistamente de agressor a agredido e, desnorteado, deu sebo às canalhas, indo apalpar o galo a cem passos à distância.
 
Enquanto isso o Petrônio, consertando a gravata com grande calma, dirigiu a palavra a assombradíssima roda elegante.
 
– Só  uma  besta  destas dá "soltas" sem negaças.  Já dizia o Cincinato Quebra-louças: soltas sem negaças só em lampião de esquina.
 
Comentário do Editor:
Reparem leitores, a lição de capoeira do "Mestre 22 da Marajó…
– Se "grampeasse", inda vá lá.  O Trinca-Espinhas, o Estrepolia, o Zé da Gamboa e outros praxistas admitem soltas neste caso, mas isto mesmo só quando o semovente não é "firme de letra".  E pirando a bengala  de unicórnio entre os dedos anelados, finalmente superior, concluiu num tom de saudade:
– Já gostei deste divertimento. Hoje minha posição social e o meio em que vivo não me permitem mais. Mas vejo com tristeza que a arte está decaindo…
E lá se foi, impertubável e superior, murmurando consigo:
 
– Soltas sem negaças…que  besta!
 
Os elegantes rapazes, passado o momento de estupor, planejaram solene desforra.  Contratariam o famoso Dente de Ouro da Saúde, para romper o baluarte e quebrar de vez a proa ao estranho personagem.     Tudo bem assentado, no dia do ajuste portaram-se no carreiro, com o rompe-e-rasga à frente.
É aquele! Indicaram-no, mal repontou a longe a cartola café-com-leite do Petrônio.   Dente de Ouro avançou "feito" para o desconhecido. Ao fronte-a-lo, porém, entreparou e abriu-se num grande sorriso palerma.
 
– Ó 22! … Você por aqui!?…
 
– Cala o bico moleque, e tome lá para o cigarro. Mas afaste-se, que hoje sou gente e  não  ando com más companhias, respondeu o Petrônio, correndo-lhe uma pelega de dez e seguindo caminho.
 
Dente de Ouro voltou para o grupo de elegantes, alisando a nota.
– Então? Perguntaram estes, desnorteados com o imprevisto desfecho.
 
– "Cês" tão bestas?  Pois aquele é o "22 da Marajó", corpo fechado p"ra sardinha e pé que  nunca "malou saque". Estrompear o 22 da "Marajó"?  Cês tão bestas!…

ITATIAIA: Futebol e Capoeira agitam município

Fim de semana esportivo na cidade. 
  
Acontece hoje, a partir das 8 horas, no Estádio Municipal Antônio Corrêa, a abertura do 13º Campeonato de Futebol Intersecretarias, com três jogos, realizados pelo Departamento de Esportes da prefeitura. Às 19 horas, a Rua Prefeito Assumpção recebe o grupo Raízes da Angola com apresentação de roda de capoeira que realiza até amanhã seu 11º evento, na Associação de Moradores da Vila Magnólia (Amovim).
 
Seis equipes participam do Futebol Intersecretarias, disputando cinco rodadas até a grande final, prevista para acontecer dia 13 de dezembro. Hoje, às 8 horas, jogam Câmara Municipal x Guarda Municipal; em seguida, às 10 horas: Obras I x SMEC/SMS/Smica; e encerrando a rodada, às 12 horas: SMG/SMA/SMF/Secplan x Obras II.
 
Segundo Elisângela Souza Alfredo, diretora de Esportes da prefeitura, o objetivo maior é a integração entre os servidores. “Queremos promover a sociabilidade, o lazer e ainda proporcionar a integração geral dos servidores com outras secretarias”, comenta.
 
Capoeira Raiz da Angola
 
O grupo de capoeira Raiz de Angola, um dos que integram o projeto Nosso Esporte Capoeira, da prefeitura, realiza neste final de semana seu décimo primeiro evento com a presença de capoeiristas de outras cidades, como Resende, Volta Redonda, Barra do Piraí e Angra dos Reis. A programação começa hoje com uma apresentação de roda de capoeira no calçadão de Resende, seguida de uma aula de capoeira às 15 horas na Amovim e uma roda de capoeira no centro, às 19 horas.
 
Amanhã, na associação, vai acontecer um curso de capoeira, às 9 horas e uma roda de apresentação, às 14 horas. O batizado será às 15 horas, quando 85 alunos trocarão de corda; desses 50, são do rojeto. “Vai ser uma festa de confraternização entre os mestres e alunos. Um encontro de energia, cultura, troca de informações e muita emoção”, afirma o mestre Nilson Correa da Rocha, mais conhecido como mestre Negão. Um baile no Social Esporte Clube (SEC) hoje, à noite, também está na programação do evento.
 
O projeto Nosso Esporte Capoeira é realizado pelo Departamento de Esporte, visando ocupar o tempo livre das crianças e atende 50, de cinco a 12 anos. “Quem quiser participar é só se inscrever porque ainda dá tempo, temos vagas”, salienta Elisângela. As inscrições podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 8 às 12 horas e das 13h30min até 17 horas, na Rua São José, 210, no Centro, ao lado da Secretaria Municipal de Educação. Mais informações pelo telefone 3352-3954.
 
A Voz da Cidade – Barra Mansa, RJ – http://www.avozdacidade.com

Santos: Mestre Sombra e 5º Encontro Internacional de Capoeira

O Grande Mestre Sombra, Senzala, em parceria com o Santos Futebol Clube (meu time de coração), estão organizando o  5º Encontro Internacional de Capoeira em Santos, São Paulo.
É fundamental esta aproximação que está acontecendo entre a capoeira e os grandes clubes, pois é sem dúvida uma forma consistente de alavancar a capoeiragem… que deve se beneficiar da estrutura dos clubes, sempre mantendo uma relação positiva e saudável entre as partes.
Posso citar outro caso de sucesso nesta parceria – "capoeira-clube" , também em São Paulo, no Morumbi onde os camaradas da Berim Brasil estão juntos com o São Paulo Futebol Clube.
 
Mestre Sombra dispensa comentários e apresentações… e nós do Portal Capoeira desejamos muito sucesso e longa vida a este ícone da capoeira Santista.
Luciano Milani


Santos FC participa do 5º Encontro Internacional de Capoeira   
 
A equipe de Capoeira do Santos Futebol Clube / Academia Senzala está organizando o 5º Encontro Internacional de Capoeira, que acontece entre os dias 24 (segunda-feira) e 30 (domingo) no Ginásio Rebouças (Praça André Rebouças, sem número, Ponta da Praia), em Santos (Litoral de São Paulo). O evento conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Santos e da Rocaz Construtora.
Na apresentação, estarão cerca de 50 jogadores de nove países, dos quais dez representaram a Capoeira alvinegra. Além do Santos FC / Academia Senzala, comandado pelo ilustre Mestre Sombra (foto), Inglaterra, Espanha, França, Portugal, Grécia, Estados Unidos e Alemanha estarão presentes no evento.
 
 
Mestre SombraA maioria dos mestres que acompanham as delegações das equipes estrangeiras são ou foram alunos do Mestre Sombra. Alguns deles farão parte do evento também. São eles: Mestre Beija-Flor, Mestre Etiandro, Mestre Lua de Bobó e Mestre Raimundo Dias.
Segundo o diretor de Capoeira do Santos Futebol Clube, Gustavo Amorim, este evento será de grande importância na divulgação internacional da capoeira. "É um evento de grande importância tanto para a Capoeira quanto para o Peixe. Os atletas estrangeiros terão a oportunidade de conhecer um pouquinho mais de nossa cultura. Teremos a chance de mostrar nosso trabalho. A apresentação só engrandecerá o nome da parceria entre Santos Futebol Clube e Academia Senzala internacionalmente".
 
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ESPANHA: Capoeira, Dança, Futebol e F1

OVIEDO, ESPANHA – Campeão mundial de Fórmula 1 em 2005, o espanhol Fernando Alonso foi a grande atração da oitava edição do “Dia da Solidariedade”, evento realizado na manã deste sábado, em Oviedo, para arrecadar recursos em benefício de crianças carentes da região. A partida de futebol de salão entre esportistas locais, incluindo jogadores do Oviedo e Sporting de Gijón, foi o momento mais esperado do dia. O piloto da Renault participou do evento em 2004 e este ano repetiu o feito de distribuir brinquedos para as centenas de crianças que compareceram ao Palacio de los Deportes, todas atrás também de um contato mais próximo com o ídolo. Mas a festa não se resumiu ao jogo entre os famosos, com os colégios de Oviedo realizando apresentações. O evenco começou com uma demonstração de capoeira e houve ainda apresentação de dança do Colegio Ventanielles, partidas de futebol entre alunos de escolas municipais, competição de ginástica realizado pelo Gimnasio Oviedo Sport, show de artes marciais e diversos eventos com as crianças de Oviedo.

Cortejo na abertura dos Jogos Quilombolas

Uma apresentação de capoeira da angola feita por integrantes do Projeto Raízes, da Secretaria de Justiça do Pará, abriu a programação do III Jogos Quilombolas, na Praça da Cultura, em Cametá, no final da tarde de domingo (20). Logo em seguida duas lideranças deram boas vindas aos  600 representantes de 170 comunidades quilombolas, de 22 municípios, que participam até a próxima sexta-feira do evento.

A programação continuou com chegada do grupo cametaense Bambaê do Rosário, um dos mais tradicionais da comunidade negra na região do Baixo-Tocantins. Eles mostraram a dança ritual, típica das comunidades Mola, Itapocu e Juaba, em Cametá, onde acontece a coroação do rei e da rainha nas festas de louvor à Nossa Senhora do Rosário. Os integrantes seguiram em cortejo pelas ruas da cidade, cantando e dançando ao som de maracás, em músicas que lembram lamento e adoração.

Os moradores foram para as janelas das casas acompanhar a passagem do cortejo que seguiu em direção à praça São João Batista, na orla da cidade. No meio do caminho foi inaugurada pelo Secretário Especial de Promoção Social Gerson Peres, um monumento comemorativo aos III Jogos Quilombolas de Cametá.

Lá foram entregues, três títulos definitivos de posse da terra para as comunidades quilombolas de São Manoel, Conceição do Mirindeua e Santa Maria de Tracateua, no município de Moju. O Programa Raízes, também repassou recursos no valor de R$ 450 mil para desenvolvimento de atividades de geração de emprego e renda nas comunidades quilombolas, como produção de farinha, apicultura e avicultura. O dinheiro também servirá para compra de equipamentos, barcos e máquinas agrícolas.Ainda no palco montado na praça, onze lideranças de comunidades negras foram homenageadas com placas comemorativas, pelo trabalho desenvolvido em prol da comunidade. Todos os homenageados fazem parte da velha guarda. Um deles fez o rito de passagem, entregando um colar para um jovem quilombola, que assumiu o compromisso de continuar a luta das comunidades remanescentes.

A cerimônia de abertura dos jogos encerrou com uma missa afro em homenagem ao Dia Nacional da Consciência Negra, comemorado ontem. Participam dos jogos, comunidades quilombolas de Abaetetuba, Acará,Alenquer, Ananindeua, Augusto Corrêa, Baião, Colares, Cachoeira do Piriá, Cametá, Capitão-Poço, Irituia, Mocajuba, Mojú, Óbidos, Oeiras do Pará, Oriximiná, Santa Isabel, Salvaterra, Santarém, São Miguel do Guamá, Tracateua e Viseu.

Fotografia – Paralelo a toda essa programação, foi aberta ontem a Exposição Fotográfica “Quilombos do Pará”, dos fotógrafos Paulo Sampaio e Carlos Penteado. Ela está funcionando no Salão da Paróquia São João Batista. As fotos mostram o cotidiano de diversas comunidades quilombolas do Pará. A exposição atraiu centenas de moradores na noite de ontem.

A programação dos III Jogos Quilombolas do Pará só encerra na sexta-feira (25). Até lá o publico cametaense vai poder assistir, durante o dia, disputas esportivas de capoeira da angola, futebol de campo, futebol de salão, vôlei de quadra, canoagem, futebol de areia, corrida, salto a distância, cabo de guerra e natação. A noite, na praça matriz da cidade, vão acontecer apresentações culturais de Ópera Cabloca (Cametá), Samba de Cacete ( Belém), Tambor de Crioula(Cachoeira do Piriá), Aiué (Oriximiná, Banguê Cinco de Ouro(Abaetetuba), Marambiré (Alenquer), Danças Afro (Acará), Boi de Porto Alegre (Cametá) e Dança do Gambá (Gurupá).

Durante toda esta semana, a Fundação Curro Velho estará oferecendo oficinas de Trança Afro, Confecção de Bijuterias com Beneficiamento de Sementes e Argila, Ritmo Afro, Brincadeiras de Jogos Infantis, Danças Nativas e Confecção de Estandartes. Ainda dentro da programação dos jogos quilombolas, vai acontecer o Circuito de Capoeira Angola na Cidade, Mostra de Gastronomia e Artesanato de Comunidades Quilombolas, lançamento do CD “Bumbarqueira- Cantigas de Quilombos de Cametá” e lançamento do Vídeo “ Terra de Negro 3”, sobre comunidades do Acará e Abaetetuba.

Gingas do corpo brasileiro

Uma análise da malandragem no futebol, carnaval e capoeira

Outrora havia o "juiz ladrão". E hoje? Hoje, os juízes são de uma chata, monótona e alvar honestidade. Abrahão Lincoln não seria mais íntegro do que Mário Vianna. E vamos e venhamos: a virtude pode ser muito bonita, mas exala um tédio homicida e, além disso, causa as úlceras imortais. Não acredito em honestidade sem acidez, sem dieta e sem úlcera. Mas ponha-se um árbitro insubornável diante de um vigarista. E verificaremos isto: falta ao virtuoso a feérica, a irisada, a multicolorida variedade do vigarista. O profissionalismo torna inexeqüível o juiz ladrão. E é pena. Porque seu desaparecimento é um desfalque lírico, um desfalque dramático para os jogos modernos.

MANUEL ALVES FILHO

A malandragem presente no futebol, tão bem descrita no texto do dramaturgo Nelson Rodrigues, é um estigma que permeia duas outras importantes manifestações populares brasileiras: o carnaval e a capoeira. Mas o malandro não é o único elemento comum aos três temas, tão freqüentes nas rodas de bate-papo e nas mesas de bar. O mesmo ocorre com a religiosidade e a música. Esses e outros aspectos da cultura brasileira são abordados no livro Futebol, Carnaval e Capoeira: Entre as gingas do corpo brasileiro, recém-lançado pela professora Heloisa Turini Bruhns, do Departamento de Estudos do Lazer da Faculdade de Educação Física (FEF) da Unicamp. Além de analisá-las dentro de uma perspectiva histórica, a autora utiliza as três "festas" para fazer uma reflexão consistente sobre a complexa e, não raro, contraditória realidade nacional.

A obra é o resultado de uma pesquisa feita para o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), mais tarde transformada em tese de livre-docência por Heloisa. No livro, ela desvia de atalhos, como manter as três manifestações circunscritas ao ufanismo e ao folclore. "Eu tento mostrar como elas foram modificadas ao longo do tempo, salientando as pluralidades, a fim de que possamos constatar as singularidades, onde um conjunto de forças desiguais manifesta-se através de poderes muito particulares, até microscópicos, mas que nem por isso deixam de interagir com poderes mais amplos, os quais tornam-se fundamentais para compreendermos a complexidade social".

A despeito do discurso democrático , destaca a autora, o futebol, o carnaval e a capoeira não podem ser enfocados dentro da ideologia da integração nacional. "O acesso a essas manifestações populares é desigual. Temos que considerá-las no plural: futebóis, carnavais e capoeiras", afirma Heloisa. Um exemplo disso é a ainda incipiente presença feminina na capoeira e no futebol, espaços considerados essencialmente masculinos.

Apesar disso, a mulher vem ampliando a sua participação em ambas as manifestações. Na capoeira, por exemplo, a presença feminina não produziu mudanças estruturais, mas está promovendo adaptações nos exercícios físicos e até na vestimenta. "Em algumas academias, as mulheres podem usar top no lugar das tradicionais camisetas brancas", esclarece a professora. Heloisa, porém, não trabalha com a dominação dos homens sobre as mulheres. "Eu exploro o complexo jogo mútuo homem/mulher, na substituição do tratamento simplista calcado na dominação unilateral masculina".

A participação de homens e mulheres no futebol tem origens diferentes. No período de introdução do esporte no Brasil, os praticantes pertenciam a uma elite influenciada pelos ingleses. Com a popularização e a profissionalização, outros grupos e classes integraram-se no esporte. Com o futebol feminino aconteceu o contrário. A presença da camada mais humilde prevaleceu no início.

As pioneiras, lembra Heloisa, foram estigmatizadas como "machonas" e "paraíbas". Para serem aceitas, tiveram que desenvolver modos muito parecidos com os dos homens. Só a partir da década de 80 o futebol feminino passou a ter um novo significado, com a criação da Liga Carioca de Futebol Feminino e partidas beneficentes, que reuniram modelos e artistas. Atualmente , clubes, prefeituras e universidades, dentre outros, estimulam o esporte.

No carnaval, ao contrário das outras duas manifestações, a presença feminina sempre ocorreu. "Não existe carnaval sem a mulher. A figura da mulata é fundamental na escola de samba, na música e na dança, numa encarnação corporal da própria ginga", diz a autora.

Mosaico – De acordo com Heloisa, não é possível isolar essas manifestações populares e analisá-las num campo autônomo, pois compõem um todo com os processos da industrialização e urbanização. Alguns elementos, como a música e a religiosidade, promovem o entrecruzamento do futebol com o carnaval e a capoeira. A autora destaca que alguns jogadores chegam a atribuir seus gols a santos e a Deus. O carnaval e a capoeira têm uma ligação estreita com os cultos afro-brasileiros, casos da umbanda e do candomblé.

"Quanto à música, ela é um elemento fundamental tanto no carnaval quanto na capoeira. Além disso, muitas canções têm o futebol como tema", explica a pesquisadora. O aspecto comum a essas três manifestações que talvez chame mais a atenção é o mito da malandragem. No futebol, ser malandro é quase uma obrigação, já que o adjetivo está associado à esperteza e habilidade. No carnaval, o termo representa o indivíduo que transita entre a ordem e a desordem, sendo esta uma festa "malandra’, isto é, "debochada, sem dono", afirma Heloisa.

Já na capoeira, a malandragem está intimamente ligada à ginga. "Os próprios praticantes dizem que a capoeira é um jogo de malandro, pois não se impõe por meio da força, mas sim pela capacidade de enganar o adversário", diz a autora.

Como manifestações próprias de uma sociedade repleta de contradições e preconceitos, o futebol, o carnaval e a capoeira refletem essa realidade. São, a um só tempo, focos de resistência e de reprodução de valores e concepções de vida , muitas vezes presentes nas mensagens veiculadas pela indústria cultural. "Elas compõem o nosso universo. Negam afirmando e afirmam negando preconceitos, relações de poder, discriminações. Minha preocupação foi evitar enfocá-las tomando como base as extremidades do eixo resistência-reprodução, pois se isso ocorresse, com certeza eu estaria simplificando a realidade", pondera Heloisa.

Jornal da Unicamp

O QUE É CONCEIÇÃO?

Pergunta de Jean Paulo:

< o que é conceicao? ouvi dizer que era uma prisao, queri mais informacoes, tudo que tiver muito obrigado jean paulo >

Resposta:
O "Engenho da Conceição" citado na quadra cantada no disco de Bimba era uma prisão denominada de Engenho da Conceição, onde eram recolhidos os desordeiros e condenados outros.
Tradicionalmente um lugar temido pelo povo e portanto, também pelos capoeiristas, que muitas vezes eram injustamente carreados para o seu interior, sem esquecer as tantas outras em a Justiça os encaminhou justa e merecidamente por bebedeiras e brigas.
Quando Bimba reporta

"o Mesti Qui m’insinô…
<tá nu> Ingenho da Cunceiçãum!
Só devu saúdi i obrigaçãum"

está apenas exaltando a valentia do seu mestre… sempre brigando, e de vez em quando freqüentemente?) recolhido no Engenho da Conceição… naturalmente. para esfriar a cabeça. Enquanto na última estrofe a gigantesca dívida dum aluno ao mestre: tudo que possui … "saúde" pela prática do esporte… "obrigação" divida que não se paga senão pela eterna gratidão – pelos ensinamentos orais (sabedoria), pelos movimentos da capoeira, defesa nas horas difíceis, esquiva e proteção ante os perigos, armadilhas e agressões nos caminhos e descaminhos desta vida aventurosa.
Desconheço a origem do nome, que provavelmente indica o local onde foi construído prédio.
Durante minha juventude algumas vezes fui jogar futebol com os presidiários e assim passei a conhecê-la "por dentro". Um prédio muito grande, lembrando um convento com suas celas de monges, cercado por muros muito altos, com uma grande área livre onde se localizava o campo de futebol.
Atualmente é o Manicômio Judiciário.

Pérolas da Língua Portuguesa

  •  Pérolas de da nossa Língua Portuguesa:
 
BRASIL
PORTUGAL
AEROFÓLIO
AILERON
ANOTAÇÃO
APONTAMENTO
APELIDO
ALCUNHA
APONTADOR
AFIADOR
ARQUIVO
FICHEIRO
ATACANTE
AVANÇADO
BAND-AID
PENÇOS CURATIVOS
BANHEIRO
CASA DE BANHO
BARRIL
BIDÃO
BOM
FISH
BONITO
GIRO
CABAÇO
VIRGO
CADASTRO (PESSOAS)
FICHADO (POLICIAL)
CAFÉ DA MANHÃ
PEQUENO ALMOÇO
CAFETÃO
CHULO
CAIXAS DE SOM
COLUNAS
CALCINHA
CUECA
CALOTAS
TAMPÕES
CAMISETA
CAMISOLA
CAMISINHA (PRESERV.)
DUREX
CAVALO DE PAU
TRAVÃO DE MÃO
CAVANHAQUE
PERA
CELULAR
TELEMÓVEL
CHAVEIRO (DE CHAVES)
PORTA CHAVES
CHUPETA (SEXUAL)
BROCHE
COLOCAR
METER
COSTELETA
SUIÇAS
DIREÇÃO HIDRAULICA
DIREÇÃO ASSISTIDA
ENDEREÇO
MORADA
ESFRIAR
ARREFECER
ESTILETE
SEJATO
ESTILINGUE
FISGA
FUNILARIA
CHAPARIA
FUNILEIRO
BATE-LATAS
GAROTA
RAPARIGA
GAROTO
PUTO, MÍUDO
GOGO
CAROÇO
GOL
GOLO
GOLEIRO
GUARDA REDES
GOSTARIA…
APETECE-ME
GRADE
GRELHA
GRAMADO
RELVADO
GRAMPEADOR
AGRAFADOR
GRATIS
BORLA
JEANS
GANGA
JUNTO (PERTO)
AO PÉ
LADRÃO (FUTEBOL)
POLICIA (FUTEBOL)
MACHUCAR (FÍSICO)
MAGOAR
MAMADEIRA
BIBRÃO
MARCHA
ALAVANCA DE VELOCIDADE
MESA DE ESCRITÓRIO
SECRETÁRIA
MODES / ABSORVENTE
PENÇOS HIGIENICOS
MOUSE
RATO
OBJETO
ARCANHO
ÓLEO DIESEL
GASOLEO
ÔNIBUS
AUTO CARRO
ORDEM DE SERVIÇO
FOLHA DE OBRA
PAINEL
CONSOLA
PÃO
CASSETE
PARA-LAMA
GUARDA-LAMAS
PASTILHA DE FREIO
TRAVÕES
PERUA (VAN)
CARRINHA
PIADA
ANEDOTA
PRESENTE
PRENDA
PRESUNTO
FIAMBRE
PUTEIRO
ALTERNE
RAMAL
EXTENSÃO
RODA
JANTE
SACAR (ESPOTE)
BOLAR
SENHA
PALAVRA PASSE
SILIOS
PESTANAS
SOBRENOME
APELIDO
SORVETE
GELADO
SÓTÂO
TERCEIROS
SUCO
SUMO
TAMPINHA (REFRIG)
CARRICA
TODO MUNDO
TODA GENTE
TRAVE
BALIZAS
TRECHO EM OBRAS
TROÇO EM OBRAS
TROTE (ESCOLA)
PRACHE
XAVECAR
DEITAR O CHARME

Pérolas da Língua Portuguesa…

ØPérolas de da nossa Língua Portuguesa:
 
BRASIL
PORTUGAL
AEROFÓLIO
AILERON
ANOTAÇÃO
APONTAMENTO
APELIDO
ALCUNHA
APONTADOR
AFIADOR
ARQUIVO
FICHEIRO
ATACANTE
AVANÇADO
BAND-AID
PENÇOS CURATIVOS
BANHEIRO
CASA DE BANHO
BARRIL
BIDÃO
BOM
FISH
BONITO
GIRO
CABAÇO
VIRGO
CADASTRO (PESSOAS)
FICHADO (POLICIAL)
CAFÉ DA MANHÃ
PEQUENO ALMOÇO
CAFETÃO
CHULO
CAIXAS DE SOM
COLUNAS
CALCINHA
CUECA
CALOTAS
TAMPÕES
CAMISETA
CAMISOLA
CAMISINHA (PRESERV.)
DUREX
CAVALO DE PAU
TRAVÃO DE MÃO
CAVANHAQUE
PERA
CELULAR
TELEMÓVEL
CHAVEIRO (DE CHAVES)
PORTA CHAVES
CHUPETA (SEXUAL)
BROCHE
COLOCAR
METER
COSTELETA
SUIÇAS
DIREÇÃO HIDRAULICA
DIREÇÃO ASSISTIDA
ENDEREÇO
MORADA
ESFRIAR
ARREFECER
ESTILETE
SEJATO
ESTILINGUE
FISGA
FUNILARIA
CHAPARIA
FUNILEIRO
BATE-LATAS
GAROTA
RAPARIGA
GAROTO
PUTO, MÍUDO
GOGO
CAROÇO
GOL
GOLO
GOLEIRO
GUARDA REDES
GOSTARIA…
APETECE-ME
GRADE
GRELHA
GRAMADO
RELVADO
GRAMPEADOR
AGRAFADOR
GRATIS
BORLA
JEANS
GANGA
JUNTO (PERTO)
AO PÉ
LADRÃO (FUTEBOL)
POLICIA (FUTEBOL)
MACHUCAR (FÍSICO)
MAGOAR
MAMADEIRA
BIBRÃO
MARCHA
ALAVANCA DE VELOCIDADE
MESA DE ESCRITÓRIO
SECRETÁRIA
MODES / ABSORVENTE
PENÇOS HIGIENICOS
MOUSE
RATO
OBJETO
ARCANHO
ÓLEO DIESEL
GASOLEO
ÔNIBUS
AUTO CARRO
ORDEM DE SERVIÇO
FOLHA DE OBRA
PAINEL
CONSOLA
PÃO
CASSETE
PARA-LAMA
GUARDA-LAMAS
PASTILHA DE FREIO
TRAVÕES
PERUA (VAN)
CARRINHA
PIADA
ANEDOTA
PRESENTE
PRENDA
PRESUNTO
FIAMBRE
PUTEIRO
ALTERNE
RAMAL
EXTENSÃO
RODA
JANTE
SACAR (ESPOTE)
BOLAR
SENHA
PALAVRA PASSE
SILIOS
PESTANAS
SOBRENOME
APELIDO
SORVETE
GELADO
SÓTÂO
TERCEIROS
SUCO
SUMO
TAMPINHA (REFRIG)
CARRICA
TODO MUNDO
TODA GENTE
TRAVE
BALIZAS
TRECHO EM OBRAS
TROÇO EM OBRAS
TROTE (ESCOLA)
PRACHE
XAVECAR
DEITAR O CHARME