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Documento não contempla profissão de capoeirista

Apesar de o documento ter dois artigos fomentando a valorização da capoeira, ele não atende o público que mais depende do esporte: os profissionais.

Valdenor dos Santos, presidente da Confederação Internacional de Capoeira, explica que é necessário regulamentar a profissão.

O estatuto versa sobre o reconhecimento em todas as modalidades em que ela se manifesta: “seja esporte, luta, dança ou música”, mas não contempla quem depende da capoeira para sobreviver. A única exceção é a parte em que estipula o ensino facultativo em instituições públicas e privadas “pelos capoeiristas e mestres tradicionais, pública e formalmente reconhecidos”, sem definir quais são esses critérios.

A proposta de Santos é desvincular a capoeira da educação física e criar um conselho próprio para regulamentar a profissão.“Nossa expectativa é que o Congresso nacional vote a lei da regulamentação do capoeirista”, explica o mestre, referindo-se ao Projeto de lei 031/09 de autoria do Deputado Arnaldo Farias de Sá.

O projeto ainda está em tramitação no Legislativo, mas já é certo que não poderá exigir inscrição na Confederação Brasileira de Capoeira (CBC). O motivo da proibição é a CBC ser uma instituição privada e a inscrição obrigatória feriria o direito constitucional do exercício livre de qualquer profissão.

Fonte USP: http://www.jornaldocampus.usp.br/

Aconteceu: Campeonato Paraense 2008

A Federação Paraense de Capoeira – FEPAC realizou no dia 13 de julho o campeonato paraense 2008. Segundo avaliação do Diretor de Arbitragem, Mestre Docinho, foi uma inesquecível maratona de 11 horas de jogos, entre apresentações de conjuntos, duplas e as tradicionais disputas homem x homem e mulher x mulher.

A competição, que vem sendo realizada anualmente desde 1999, tem entre seus objetivos a divulgação e fomento da prática da Capoeira no Estado do Pará. A Federação, apesar das dificuldades, tem cumprido seu papel. Pelo menos é o que indica o número de participantes: nove associações representadas por 180 atletas cobrindo todas as fases da vida, das categorias mirim até terceira idade, segundo informou o Formado Ivan “Bareta”, Vice-Presidente da Entidade.

FEPACÁrbitros e atletas durante a execução do Hino Nacional Brasileiro na abertura do Campeonato Paraense de Capoeira 2008, em Belém-PA.

Os campeonatos anuais da FEPAC são bastante apreciados pelos praticantes. Não há impedimento algum à participação, exceto quanto a exigência de que o grupo esteja devidamente legalizado e se apresente com seus atletas e técnicos.

 

Quem mais ganhou com o campeonato este ano foram as pessoas que compõem as nove Associações participantes:

• Vitória Régia
• Rei
• Luta Nossa
• Zambo
• Ginga Pará
• Pará Capoeira
• Berimbau Brasil
• Helena Coutinho
• Guerreiros da Libertação

Essas associações possuem em seus quadros vários campeões brasileiros, atletas muito experientes e árbitros que vêm participando dos eventos da Confederação Brasileira de Capoeira – CBC desde 1998.
Isto somado à experiência local agrega valor social à Capoeira paraense e promove o reconhecimento dela como importante elemento de formação humana. Tal benefício se estende a todos os praticantes de Capoeira do Pará, mesmo aos não filiados.

FEPACEsteve presente na abertura do evento, também, o Mestre Bezerra, pioneiro na organização desportiva da Capoeira no Pará.

Considerado hoje o Mestre da Capoeira Angola do Pará, Mestre Bezerra, que também é fundador, árbitro da Federação e vice-campeão brasileiro master da CBC, não pode atuar este ano no Paraense por que estava se preparando para viagem a Salvador onde participaria do ato de registro da Capoeira como Patrimônio Cultural do Brasil.

É de se acreditar, pelo visto, que a capoeiragem paraense está preparada para os desafios que estão postos à Capoeira moderna, seja no campo da organização e prática desportiva, seja no da preservação dessa jóia da cultura brasileira.

A galera do Pará tem muito axé!

(fotos por Fernando Rabelo)

Fórum discute Lei de Diretrizes e Bases da Capoeira

Pressionar o governo federal e o Congresso Nacional para a elaboração de políticas públicas de fomento à capoeira é o objetivo do IX Fórum de Capoeira, que acontece de 18 a 21 de janeiro, em Salvador (Bahia). Promovido pela Confederação Brasileira de Capoeira (CBC), o evento reúne representantes de federações e ligas de capoeira dos estados da Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Amapá, Rio Grande do Sul, Goiás, Pará, Amazonas, Rio Grande do Norte e Espírito Santo. Dirigentes de entidades do Distrito Federal, Santa Catarina, Maranhão, Paraná, Tocantins, Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco também participam do encontro, realizado em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) e Ministério dos Esportes. O Fórum tem a presença, ainda, de representantes do Governo da Bahia, da prefeitura de Salvador e da OAB Bahia.
De acordo com Gersonilto Heleno de Souza (Mestre Neguinho), presidente da CBC, o encontro acontece num momento afirmativo. “A capoeira tem digital brasileira e DNA africano, mas para consolidá-la temos o desafio de implantar definitivamente a Lei de Diretrizes e Bases da Capoeira (LDBC) como instrumento de garantia de nossos direitos e princípios”, destacou Neguinho.
 
No segundo dia do Fórum acontecem as mesas temáticas que nortearão a elaboração da LDBC. O anteprojeto da lei que cria a Política Nacional de Capoeira, a ser debatido entre os participantes do Fórum, tem oito eixos temáticos: educação; desporto; ação social; meio ambiente; saúde; cultura; organização institucional; e mitos, preconceitos e igualdade racial. No dia 21 a CBC realiza Assembléia Geral Ordinária para escolher os novos vice-presidentes da entidade. O fórum termina com uma roda de capoeira na Lagoa do Abaeté.
 
Ginga Brasil
 
Em seu discurso, a Ministra-Interina da Seppir, Maria do Carmo F. da Silva (Cacá), anunciou a realização do programa Ginga Brasil no decorrer do segundo mandato do presidente Lula e saudou a iniciativa da CBC. “Este Fórum acontece num momento de particular importância em que a Seppir e o Fórum Interministerial de Políticas de Promoção de Igualdade Racial (Fippir) buscam garantir a transversalidade das políticas de fomento à capoeira e a outras manifestações da cultura afro-brasileira”, destacou a ministra.
Para Benedito Cintra, assessor especial da Seppir, a capoeira precisa se transformar numa demanda permanente e efetiva. “A organização das entidades de capoeira é fundamental para potencializar a inclusão da capoeira no âmbito das políticas públicas nacionais”, alertou Cintra. Segundo Januário é preciso que haja o reconhecimento e a valorização profissional dos capoeiristas para evitar que a evasão de mestres para o exterior continue. “Somente com o resgate da nossa importância social poderemos consolidar um campo de trabalho que permita aos capoeiristas permanecerem no país e contribuírem para a preservação do patrimônio cultural brasileiro”, afirmou.
 
Luto e protesto
 
Falando em nome dos angoleiros durante a mesa de abertura, Mestre Marinheiro sugeriu um minuto de silêncio em homenagem ao Mestre Antonio Helói dos Santos (Cassarandongo), falecido no final de 2006. Mestre Augusto Januário executou o toque fúnebre de iúna. Representando a capoeira regional, Mestre Saci, presidente da Federação Baiana de Capoeira, destacou o preconceito racial que os negros continuam sofrendo no país. “Mestre Bimba não fez a capoeira regional para a Bahia, mas para o mundo, mas embora a capoeira tenha se expandido internacionalmente, nem tudo são flores. É difícil a gente fazer as coisas do negro no Brasil”, desabafou Saci. Os Mestres Camisa Rôxa e Pelé também prestigiaram o evento.
 
Literatura e artesanato
 
Durante o Fórum divulguei a 2ª. Edição do Dicionário de Capoeira e fiz o lançamento do livro infantil “Eu, você e a capoeira”, ambos de minha autoria. E Mestre Marinheiro expôs sua criativa coleção de berimbaus e artigos de capoeira.
 
O autor é colunista dos sites www.portalcapoeira.com e www.jornalmundocapoeira.com.br. Edita a revista “Capoeira em Evidência” e é repórter do programa de TV “Caderno Educação”. É autor das obras “Dicionário de Capoeira” e “Eu, você e a capoeira” (infantil)
 
manolima@portalcapoeira.com
(55 61)  8407 7960 e 3435 6673

Federação Pernambucana: Curso de Arbitro

 A Federação realizou um curso de arbitro estadual para competição de capoeira, e esse ano estaremos com uma equipe Pernambuca participando do campeonato brasileiro de capoeira realizado pela CBC, o presidente Mestre Jader Felix e sua diretoria organizaram tudo, os mestres q deram o curso foram Mestre Papoa, Mestre Morcego e Instrutor Onça Pintada todos 3 arbitros nacionais da CBC. Em Maio estaremos realizando o campeonato estadual e em julho iremos para o brasileiro.
A Federação Pernambucana e toda Diretoria agradeçe……….
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Confederação Brasileira de Capoeira

CBC TEM NOME PRESIDENTE

No auditório do Ministério do Esporte em Brasília dia 12 de Janeiro as 16h, tomou posse da Presidência da Confederação Brasileira de Capoeira, o Sr. Gersonilto Heleno de Sousa, conhecido na capoeira como Mestre Neguinho e também Presidente da Associação de Capoeira Novos Baianos.

A assembléia se deu nos dias 11 e 12 e contou com representantes de várias federações, ligas e associações e que apostaram em um futuro promissor desta entidade nesta nova gestão. Ficou definido os seguintes cargos:

Vice-presidente Planejamento Ricardo de Amapá; Vice-presidente Cultura Augusto Januário da Bahia; Vice-presidente Administração Ely Carvalho de Goiás; Os demais cargos serão constituídos posteriormente. O atual presidente promete abrir a CBC para todos os praticantes de capoeira do país e criar uma nova política de adesão à entidade, com intuito de somatizar e consolidar a família capoeira.

Gilvan Alves de Andrade – Ms. Gilvan/DF

Assessoria de Comunicação
Brasília 12 de fevereiro 2005