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‘Herança Africana’ é apresentada no palco do Teatro Amazonas

Espetáculo do Balé Folclórico do Amazonas retrata a influência negra. 
Duas apresentações serão realizadas nesta quarta-feira e domingo.

Capoeira, lundu, gambá, dança do rapachão e o samba são manifestações com influências negras. Essa ‘Herança Africana’ é o tema de um espetáculo do Balé Folclórico do Amazonas, que será apresentado nesta quarta-feira (2) e domingo (6), no Teatro Amazonas, Centro de Manaus. As apresentações serão às 21h e 19h, respectivamente. Os ingressos custam R$ 10 e R$ 20 e podem ser adquiridos na bilheteria do teatro (pelos telefones: (92) 3622-1880/3622-2420) ou pelo site www.bestseat.com.br.

O espetáculo é dirigido por Conceição Souza e é resultado da pesquisa dos colaboradores Eliberto Barroncas e Railda Vitor. ‘Herança Africana’ vai destacar algumas manifestações regionais deixadas como legado cultural do negro.

A concepção do espetáculo aproveitou o trabalho realizado no projeto Escada Sem Degraus, iniciativa que envolve pesquisas de música regional e artes visuais. “Visitamos grupos de dança lundu em Itacoatiara, composto em sua maioria por mulheres, cujo estilo de dança é diferente daquele apresentado em Belém. De acordo com a localidade, a mesma dança possui características diferentes”, explica Railda.

O Balé Folclórico do Amazonas foi criado em 2001. A companhia, composta por 33 bailarinos e que se encontra com elenco renovado desde novembro de 2013, já participou de eventos como o Festival Amazonas de Ópera e Concerto de Natal.

 

Fonte: http://g1.globo.com/

Teatro: Espetáculo baseado em capoeira angola e tradicional no Sesc Pinheiros

Em outubro, o “Projeto Improviso” do Sesc Pinheiros apresenta na Praça o espetáculo de dança “Jam Cabeçada”, com Daniel Barra,Banda MutribOrkestra Maldita. As apresentações acontecem entre os dias 5 e 26 de outubro, sempre aos sábados, às 17h30, exceto no dia 12, quando a apresentação acontece às 18h30. A entrada é Catraca Livre.

“Jam Cabeçada” traz noções de espaço, performance e composição a partir de movimentos e gestos da capoeira angola e regional, que contribuem para o desenvolvimento das técnicas de improvisação com o público.

Ator e bailarino, Daniel Barra desenvolve trabalhos com música, dança, performance e artes visuais, além de ser capoeirista há mais de 20 anos.

 

SERVIÇO

O QUE
Projeto Improviso: Jam Cabeçada com Daniel Barras e convidados

QUANDO:
  • Sáb 05/10
    • às 18:30
  • Sáb 12/10
    • às 17:30
  • de 1926/10
    • Sábados às 18:30

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QUANTO
Catraca Livre

ONDE
Sesc Pinheiros
http://www.sescsp.org.br/sesc

Rua Paes Leme, 195
Pinheiros – Oeste
São Paulo
(11) 3095-9400

Estação Faria Lima (Metrô – Linha 4 Amarela)
VER NO MAPA

As informações acima são de responsabilidade do autor e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Fonte: http://catracalivre.com.br

RJ: espetáculo “Água de Beber”

Selecionado para o 8º Festival Premiers Pas, em Paris, o espetáculo “Água de Beber” volta ao Rio de Janeiro, de 12 de outubro a 4 de novembro, no Teatro Maria Clara Machado, no Planetário da Gávea.

Baseado no livro “Santugri: contos de mandinga e capoeiragem”, de Muniz Sodré, seis atores-músicos-capoeiristas levam ao palco música ao vivo, dança e teatro, encenando pequenas histórias que giram em torno de fatos históricos sobre a marginalidade no Rio de Janeiro no final do século XIX como um convite à reflexão sobre os mitos e segredos da capoeira e sobre a nossa identidade cultural.

Endereço:Teatro Maria Clara Machado – Planetário da Gávea – Rua Padre Leonel Franca – 240 – – Gávea

Horário:Sexta e sábado, 21h; domingo, 20h.

Faixa de Preço:R$ 20,00.

maiores informações:
Conheça mais em nossa pagina do Facebook:  https://www.facebook.com/aguadebebercamara

curta e compartilha nossa capoeira não pode parar…. Axé!!!!

Cia. de Dança Negra-Contemporânea Kina Mutembua & Espetáculo Berimbaus

Estreou mês passado no Rio de Janeiro o espetáculo Berimbaus, o mais novo trabalho da Cia. de Dança Negra-Contemporânea Kina Mutembua.

A iniciativa é patrocinada pela Shell e narra a chegada dos povos africanos ao território brasileiro e a construção de uma cultura marcada pela criatividade e pela resistência. A capoeira tem destaque no espetáculo, sendo apresentadas coreografias de Yuna e São Bento. 

O espetáculo também introduz a coreografia Intore, desenvolvida em cooperação com o Ballet Nacional de Ruanda e financiada pela Unidade Especial de Cooperação Sul-SUl do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) de Nova Iorque.

O espetáculo é dividido em três momentos:

  1. Pássaro: momento lírico onde o balé de duas aves é apresentado por meio dos movimentos da capoeira
  2. Pé de berimbau: celebrando os mestres de capoeira do presente e os ancestrais
  3. Berimbau: momento em que a força do tambor e da dança africana se expressa em sua plenitude

A Cia. de Dança-Negra Contemporânea Kina Mutembua  integra a Ong Ação Comunitária do Brasil do Rio de Janeiro fundada há 45 anos, e que atua na área de qualificação profissional e geração de renda através do estímulo ao trabalho associativo, ao fomento à produção solidária e ao desenvolvimento de formas alternativas de geração de renda para moradores de comunidades de baixa renda da cidade do Rio de Janeiro.

Agenda de outubro: Salvador

 

Fonte: http://www.minasdeideias.com.br/

Londres 2012: Brasil terá ‘samba do crioulo doido’ no encerramento das Olimpíadas

Maracatu, gafieira, batucada, índios, Villa-Lobos, Chico Science e passistas. Tudo isso em apenas oito minutos com mais de 250 pessoas no centro do Estádio Olímpico de Londres, entre elas estrelas como a cantora Marisa Monte, a modelo Alessandra Ambrósio e o cantor Seu Jorge.

Esses são alguns dos elementos presentes no próximo domingo, dia 12 de agosto, no pequeno trecho da cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres 2012 dedicado ao Rio de Janeiro 2016

Os diretores artísticos Cao Hamburguer e Daniela Thomas batizaram a apresentação brasileira – quando o país receberá da Grã-Bretanha a bandeira olímpica – de “Brasil, o país do abraço multicultural”.

“Estamos fazendo o que chamamos no Brasil de “samba do crioulo doido”, ‘the samba of the crazy man’”, disse Hamburguer nesta sexta-feira em um evento para jornalistas estrangeiros sobre a cerimônia de encerramento.

‘Abraço’

O evento de despedida terá quase duas horas de duração e começará às 17h (horário de Brasília). O Estádio Olímpico tem capacidade para 80 mil pessoas. Estima-se que 900 milhões de pessoas devem assistir ao espetáculo pela televisão em todo o mundo.

O espetáculo britânico chama-se “Uma Sinfonia da Música Britânica”, e o diretor artístico Kim Gavin promete todo tipo de gênero musical, desde o compositor Elgar à cantora Adele. A banda Muse e o cantor George Michael devem se apresentar ao vivo.

Os principais detalhes da participação brasileira na cerimônia não foram revelados e serão mantidos sob sigilo até a hora apresentação.

Os ensaios acontecem desde março deste ano em Greenwich, no sul de Londres, com escolas de samba e integrantes da comunidade brasileira que vivem na capital britânica.

Os brasileiros também puderam fazer dois ensaios em Dagenham, subúrbio no leste da capital que serviu de local de preparação para as cerimônias de abertura e encerramento de Londres 2012.

Apenas alguns números e nomes da apresentação brasileira foram divulgados nesta sexta-feira.

Serão 82 percursionistas, 20 passistas, 16 indígenas, 16 capoeristas, 20 dançarinos de maracatu, 16 casais de dança de gafieira e outros 80 dançarinos.

As estrelas escolhidas para protagonizar o trecho brasileiro do espetáculo são a modelo Alessandra Ambrósio e os cantores Marisa Monte, BNegão e Seu Jorge.

Outra estrela é Renato Sorriso, um gari que ganhou popularidade em 1997 por sambar enquanto limpava o Sambódromo da Marquês de Sapucaí.

Os atletas que também desfilarão no encerramento são o velejador Robert Scheidt – maior medalhista olímpico da história do Brasil e ganhador do bronze em Londres 2012 – e a saltadora Maurren Maggi – que foi ouro em Pequim 2008, mas saiu de Londres sem conseguir se classificar para a final.

Dois músicos brasileiros também foram citados na apresentação e devem ter suas músicas tocadas em algum momento do espetáculo: o compositor de música erudita Heitor Villa-Lobos e o falecido cantor Chico Science, um dos criadores do “manguebeat” pernambucano.

Clichês

Na cerimônia de encerramento dos Jogos de Pequim 2008, Londres não evitou usar clichês no pouco espaço que teve durante a entrega da bandeira olímpica. De um ônibus de dois andares, típico da capital britânica, surgiram músicos como Leona Lewis e Jimmy Page, além do prefeito Boris Johnson e do jogador de futebol David Beckham.

Daniela Thomas disse que um dos desafios da cerimônia foi “reinventar os clichês” do Brasil, e não necessariamente evitá-los.

“A responsabilidade é imensa de apresentar um país que só é conhecido por alguns clichês e algumas informações muito, muito vagas. Agora temos que mostrar para vocês as pessoas, culturas e paixões incríveis que formam o nosso país, que é um dos mais multiculturais e multiétnicos”, afirmou.

“Os clichês são só a ponta do iceberg. Eles não estão errados e nem nos representam de forma errada. Mas queremos mostrar a vocês (estrangeiros) outros níveis, outras formas nas quais nós misturamos”, acrescentou.

“O interessante do Brasil é que reinventamos tudo. Nós recebemos as informações e estamos muito longe dos centros – da Europa, da América do Norte. Com nosso espírito, nós mixamos e remixxamos. Somos como DJs. É assim que produzimos cultura”, disse.

Outro desafio foi retratar não só o Rio de Janeiro como também as diversas regiões do Brasil em apenas oito minutos.

“O Rio de Janeiro é, em muitas formas, o coração do Brasil. E neste sentido, falar sobre o Rio de Janeiro é falar sobre o resto do país, e teremos expressões de todo o país. Tentaremos mostrar isso nesses oito minutos”, concluiu Thomas.

Fonte: BBC Brasil – http://www.bbc.co.uk/portuguese/

Morro do Querosene realiza Simpósio e Espetáculo Teatral para falar da importância do “Peabiru”

Eventos  fortalecem a luta dos moradores da região por área que abriga uma fonte milenar. Autoridades, ambientalistas e historiadores confirmam presença em simpósio organizado pela comunidade.

Há mais de dez anos os moradores do Morro do Querosene lutam por uma área que abriga uma fonte milenar. Cercada de forma irregular, o que impediu o acesso dos moradores da região a área que dá acesso a fonte, o caso ganhou destaque na mídia e desde então os moradores vêm promovendo uma série de ações para conscientizar a população da importância do local para a cidade de São Paulo. No mês de agosto, o prefeito Gilberto Kassab decretou de utilidade pública, 35 dos 39 m² do terreno onde está localizada a Fonte. Esta foi a primeira conquista dos moradores que visam transformar esta área em um parque, o já batizado “Parque da Fonte”, por onde passa o “Caminho do Peabiru”.

Uma peça teatral, escrita e produzida pelos próprios moradores, e um simpósio fazem parte das atividades do projeto “Peabiru Caminho Suave” que vem sendo realizado com apoio do FEMA – Fundo Especial do Meio Ambiente da Secretaria Municipal do Verde.

 

Sobre o Simpósio “Juntos no Peabiru”

A  comunidade do Morro do Querosene percorreu uma longa trajetória até conseguir um    Decreto de Utilidade Pública para a Chácara da Fonte.

No início, ninguém havia ouvido falar de Peabiru. As informações foram aparecendo como num jogo de quebra-cabeça. Quando começaram a pronunciar “o Peabiru passava por aqui… a Bica era parada obrigatória de quem viajava pelo importante Caminho… na Chácara da Fonte as expedições acampavam….” os ouvintes perguntavam: “e você, é historiador? Quem é você para fazer tal afirmação?”. E como a grande maioria era artista ou agente cultural, logo o interlocutor coçava o bigode como quem entende que artista inventa mesmo.

Foi assim que surgiu esta ideia de realizar um SIMPÓSIO – REUNIÃO DE CIENTISTAS E ESPECIALISTAS para discutir sobre o Peabiru e o Parque da Fonte.

Para este Simpósio “JUNTOS NO PEABIRU”, renomadas autoridades no assunto confirmaram presença:

Rossano Lopes (arqueólogo do IPHAN), Júlio Abe (Diretor do Instituto de Geografia e História de São Paulo), Benedito Prezia (antropólogo, escritor e indigenista), Luiz Galdino (escritor do livro “Os Incas no Brasil”) e Hernani Donato (escritor, historiador, jornalista e professor) estarão  das 9 às 12h30 quando serão abordadas questões relativas à história.

O período da tarde (das 13h30 às 17h) está reservado para as questões urbanísticas e ambientais com Aziz Ab’Saber (geógrafo, ambientalista e professor), Nabil Bonduki (Secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano – Ministério do Meio Ambiente, redator do Plano Diretor da Cidade de São Paulo) e  Ros Mari Zenha (ambientalista).

O evento será aberto para a participação do público em geral e acontecerá no Auditório do Instituto Butantan, dia 13 de setembro de 2011, das 9h às 17h.

 

SIMPÓSIO “JUNTOS NO PEABIRU”

Local: Auditório do Instituto Butantan

Avenida Vital Brasil, 1500 – Butantã – São Paulo

Data: 13 de setembro

Horário: das 9 às 17h

Entrada Franca

mais informações www.fontedopeabiru.com.br

 

Sobre o espetáculo teatral

“Peabiru, o Caminho Suave”

O espetáculo acontece à beira do milenar Peabiru , emaranhado de trilhas que atravessavam o Continente e que eram utilizadas pelo nativos, entre eles, Incas e Guaranis, na busca por alimentos, exploração de novos espaços, intercâmbio cultural e encontros.

A montagem da peça teatral convida seus espectadores a uma reflexão sobre nossa formação cultural e étnica, a realidade e os sonhos atuais, alternativas de ver e viver o cotidiano, abordando, de forma lúdica e popular, questões ambientais e urbanísticas como o caso da polêmica existente entre a construção de um shopping center e um parque com nascentes e belezas naturais.

Alinhando mitos e fatos, em meio a novos códigos florestais, usinas de energia, desapropriação de território de tradições ancestrais, a peça relata aspectos do processo civilizatório, com foco sobre a Vila Pirajussara, outrora parada obrigatória de tropeiros, jesuítas, bandeirantes e índios, hoje Morro do Querosene, rico de manifestações culturais e uma  comunidade engajada em preservar a Chácara da Fonte. A questão não é apenas local, mas extrapola o território brasileiro.

Pai Sumé e elementos personificados, como portais dimensionais e oráculos, costuram a narrativa. Os diálogos acontecem entre mãe e filho, jesuíta, índio e bandeirante, arquiteta, encanador e outros cidadãos que se reúnem para discutir a situação do seu bairro.  No decorrer do espetáculo, outros personagens, como o Saci Pererê, as lavadeiras, escravos, capitães do mato, o cordelista e um repórter interativo, fazem intervenções, lançando um novo olhar sobre os acontecimentos.

Num momento tão violento e crucial para nossa metrópole, o espetáculo “Peabiru, o Caminho Suave” busca chegar na mítica “Terra sem Mal” preconizada pelos nossos antepassados indígenas.

 

FICHA TÉCNICA

Criação :  Peabiru  Arte Manifesto

Texto: Caco Pontes, Cláudio Laureatti e Paulo Almeida

Direção geral e executiva : Cecília Pellegrini

Coordenação e produção :    Nelson Conde

Preparação e direção cênica: Caco Pontes

Direção musical :  Dinho Nascimento

Assistente de direção : Claudio Laureatti e Paulo Almeida

Elenco :  Benê do Morro, Beto Kabelo, Caco Pontes, Claudio Laureatti, Daphne Loureiro, Edgard Max, Gabriel Eduardo, Lara Giordana Lima, Mariana Acioli, Mauro Carotta, Paulo Almeida e Tânia Seong.

Músicos :        Dinho Nascimento, Marcos Dafeira e Orates Odara

Pesquisa: Cecília Pellegrini e Roberta de Carlo Smith

Figurino :  Mariana Acioli

Cenário : Daphne Loureiro

Efeitos visuais : Leila Monsegur

Som e luz:  Ana Catarina

Fotografia : Raul Zito

Arte Gráfica:  Maurício Santana

Assessoria de imprensa :  Iara Filardi

Realização:  Associação Cultural da Comunidade do  Morro do Querosene

 

Agenda:

17/09/2011 às 17h

CEU Butantã (Teatro Carlos Zara)

Av: Engº Heitor Antônio Eiras Garcia, 1700 – Jd Esmeralda

Telefone: 3732-4560

450 lugares (sendo 2 para portadores de necessidades especiais)

 

22/09/2011 às 20h

CEU Uirapuru

Rua: Nazir Miguel, 849 – Jd João XXIII

Telefone: 3782-3143

180 lugares

 

01/10/2011 às 11h

Pateo do Collegio

Praça Páteo do Colégio, 02  –  Centro

Telefone:  3105-6899

Espaço aberto

 

07/10/2011 às 21h

Centro Cultural Rio Verde

Rua Belmiro Braga, 119  –  Vila Madalena

Telefone: 3459-5321

120 lugares

 

12/10/2011 às 17h

Rua da Fonte  –  Morro do Querosene   –   Butantã

Telefone: 3726-8406

Espaço aberto

 

Classificação:  Livre

Entrada Gratuita

 

Imprensa: Iara Filardi

55 11 2083-7268

55 11 9224-3681

55 11 9318-3805

contato@iarafilardi.com

Aconteceu: Balé Folclórico se apresenta no TCA em Salvador

Após a temporada de três meses nos Estados Unidos, onde foi visto por cerca de 100 mil pessoas, o Balé Folclórico da Bahia volta a Salvador, neste domingo (10), com o espetáculo “Herança Sagrada”, para comemorar o Dia da Dança. No palco, 25 bailarinos, cantores e músicos interpretam rituais e danças dos orixás, além das manifestações folclóricas da Bahia, como o Samba de Roda, a Capoeira e a Puxada de Rede.

 

A apresentação ocorreu na Sala Principal do Teatro Castro Alves, às 11h.

 

O espetáculo é dirigido por Walson Botelho e direção artística de Zebrinha. A montagem integra o projeto Domingo no TCA, com ingressos a R$ 1 e R$ 0,50.

A abertura ficou por conta do grupo Teatro Nu e seu espetáculo “O Pedido de Casamento”.

Festival de Dança do Triângulo apresenta “Bahia de Todas as Cores”

O Balé Folclórico da Bahia (BFB) é a atração da abertura oficial da 22ª edição do Festival de Dança na Arena Tancredo Neves (Sabiazinho). O BFB apresentará ao público o espetáculo “Bahia de Todas as Cores”. Para conferir esta e outras atrações no Sabiazinho, é preciso trocar 1 litro de leite de caixinha pelos ingressos na bilheteria ou na Oficina Cultural, das 12h às 18h.

Formado por 20 bailarinos, cinco músicos e dois cantores, o grupo mostrou na noite de ontem (27), fragmentos do espetáculo, com as coreografias “samba de roda” e “capoeira”. A apresentação fez parte do lançamento oficial do Festival, que aconteceu no Largo do Rosário e reuniu um público de mais de mil pessoas. “Eu gostei muito do pouco que vi e acredito que o espetáculo completo deve ser muito bonito. Vou fazer de tudo para não perder o show”, disse Marlene de Fátima Ribeiro, 70 anos, que conferiu a primeira noite do evento e elogiou os movimentos precisos do BFB.

 

Todas as Cores

Divididas em sete atos, as coreografias do espetáculo mostram a origem do homem, a puxada de rede feitas pelos pescadores, a dança em comemoração à boa colheita de cana, os toques sagrados do berimbau, o samba de roda, o gingado da capoeira e a festa de afixerê, uma ode à felicidade de ser negro. A direção geral é de Walson Botelho, artística, de José Carlos Arandiba e musical, de José Ricardo Sousa.

Criado em 1988, o BFB tem trabalhos reconhecidos no Brasil e no exterior, no âmbito da pesquisa, da manutenção e da promoção das mais diversas tradições do povo baiano. “Nossos espetáculos envolvem dança, música e outros aspectos que ajudam a expressar as manifestações culturais existentes na Bahia. Com o Bahia de Todas as Cores, vamos mostrar um pouco desta identidade ao público”, disse Walson Botelho, diretor-geral do grupo.

Musica & Capoeira uma “íntima e rica ligação”

Show Patrimônio Nacional

A capoeira é um conjunto de tradições folclóricas, surgidas a partir da cultura africana e seu sincretismo com a cultura européia e indígena no Brasil. Como toda tradição negra e indígena, foi por muito tempo considerada pagã e ilegal. Mestre Bimba foi quem legalizou a capoeira durante o governo do Presidente Getúlio Vargas em 1953, e com isso a capoeira e sua musica foram introduzidas no exército e universidades. Em 2007 a capoeira, popular em todo mundo, foi considerada “ Patrimônio Nacional ” pelo então Ministro da Cultura Gilberto Gil.

Por outro lado, a arte contemporânea de forma geral se manifesta através da fusão entre diversos elementos e linguagens. Muitas outras manifestações folclóricas brasileiras (como o samba e o maracatu) e de outras partes do mundo (como o blues, funk, reggae e os ritmos latinos) já sofreram esse processo, colocadas em diálogo com outras linguagens como o Jazz, o Rock e a música eletrônica. Dessa forma, assim como essas manifestações vieram de culturas regionais e ganharam o mundo através de seus realizadores, se faz necessário que a capoeira – com seus cânticos envolventes e de fácil absorção, por se tratar de uma prática coletiva – seja também apresentada ao mundo da música popular. Rodrigo Sá desenvolve uma proposta de promover a fusão da capoeira dentro do cenário da música popular como forma de resgatar e renovar essa cultura folclórica dentro do movimento da arte contemporânea e da World Music.

Desenvolver um espetáculo a partir do encontro da capoeira e da cultura brasileira com a World Music que compreenda diversas formas de arte e cultura popular (música, dança, video, cantigas, etc.) para ser apresentado em festivais de música no Brasil, Europa, Estados Unidos e outras partes do mundo.

A influência estética predominante na concepção do show idealizada, mistura elementos de performance, vídeo e artes plásticas para envolver o público em um ambiente festivo e cheio de energia. Dessa forma, o show proposto visa unir os elementos musicais que envolvem a capoeira com outros gêneros musicais, produzindo um espetáculo de musica que integre performance e mídia.

O fato de usar a capoeira integrada a um espetáculo musical, como proposto, traz uma série de conceitos que potencializam ainda mais o show em um ambiente de grandes festivais. Por se tratar de uma prática cultural coletiva, seus cânticos melodiosos e de fácil absorção cativam rapidamente o público. A batida na palma da mão que acompanha a capoeira também oferece um ambiente onde as pessoas se sintam à vontade para participar e se envolver com a música. Além disso, a prática das rodas de capoeira proporciona um ambiente saudável e de alto astral, aberto a quem queira participar.

O objetivo com esse espetáculo é conseguir transmitir esses elementos e sentimentos ligados à capoeira em um ambiente festivo de música, proporcionando uma experiência excepcional para o grande público. A estética do palco e do ambiente do espetáculo será desenvolvida também com base nos grandes festivais, criando um cenário de alto padrão.

De forma geral, promover a fusão da capoeira, seus elementos e instrumentos musicais com a música popular.

A música é a atração principal do espetáculo. Em suas composições, Rodrigo Sá desenvolve letras com refrão baseado em cânticos históricos da capoeira. A banda de apoio é composta por MPC, baixo, bateria, guitarra, duas percussões, compondo arranjos bem trabalhados, que contam com influências variadas além da capoeira.

O Show é uma Mistura do Brasil dentro de uma leitura Pop conceitual, com a pegada diferenciada, mostrando nossa Brasilidade de forma completa dentro do universo da World Music. Para os gringos um banho de cultura Brasileira, para os Brasileiros um pedaço rico da nossa história em 1h 30m.

 

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“A Capoeira dentro da Cultura Pop.”

 

A capoeira é um conjunto de tradições folclóricas, surgidas a partir da cultura africana e seu sincretismo com a cultura européia e indígena no Brasil. Como toda tradição negra e indígena, foi por muito tempo considerada pagã e ilegal. Mestre Bimba foi quem legalizou a capoeira durante o governo do Presidente Getúlio Vargas em 1953, e com isso a capoeira e sua musica foram introduzidas no exército e universidades. Em 2007 a capoeira, popular em todo mundo, foi considerada “ Patrimônio Nacional ” pelo então Ministro da Cultura Gilberto Gil.

Por outro lado, a arte contemporânea de forma geral se manifesta através da fusão entre diversos elementos e linguagens. Muitas outras manifestações folclóricas brasileiras (como o samba e o maracatu) e de outras partes do mundo (como o blues, funk, reggae e os ritmos latinos) já sofreram esse processo, colocadas em diálogo com outras linguagens como o Jazz, o Rock e a música eletrônica. Dessa forma, assim como essas manifestações vieram de culturas regionais e ganharam o mundo através de seus realizadores, se faz necessário que a capoeira – com seus cânticos envolventes e de fácil absorção, por se tratar de uma prática coletiva – seja também apresentada ao mundo da música popular. Rodrigo Sá desenvolve uma proposta de promover a fusão da capoeira dentro do cenário da música popular como forma de resgatar e renovar essa cultura folclórica dentro do movimento da arte contemporânea e da World Music.

A capoeira é um conjunto de tradições folclóricas, surgidas a partir da cultura africana e seu sincretismo com a cultura européia e indígena no Brasil. Como toda tradição negra e indígena, foi por muito tempo considerada pagã e ilegal. Mestre Bimba foi quem legalizou a capoeira durante o governo do Presidente Getúlio Vargas em 1953, e com isso a capoeira e sua musica foram introduzidas no exército e universidades. Em 2007 a capoeira, popular em todo mundo, foi considerada “ Patrimônio Nacional ” pelo então Ministro da Cultura Gilberto Gil.

Por outro lado, a arte contemporânea de forma geral se manifesta através da fusão entre diversos elementos e linguagens. Muitas outras manifestações folclóricas brasileiras (como o samba e o maracatu) e de outras partes do mundo (como o blues, funk, reggae e os ritmos latinos) já sofreram esse processo, colocadas em diálogo com outras linguagens como o Jazz, o Rock e a música eletrônica. Dessa forma, assim como essas manifestações vieram de culturas regionais e ganharam o mundo através de seus realizadores, se faz necessário que a capoeira – com seus cânticos envolventes e de fácil absorção, por se tratar de uma prática coletiva – seja também apresentada ao mundo da música popular. Rodrigo Sá desenvolve uma proposta de promover a fusão da capoeira dentro do cenário da música popular como forma de resgatar e renovar essa cultura folclórica dentro do movimento da arte contemporânea e da World Music.

A capoeira é um conjunto de tradições folclóricas, surgidas a partir da cultura africana e seu sincretismo com a cultura européia e indígena no Brasil. Como toda tradição negra e indígena, foi por muito tempo considerada pagã e ilegal. Mestre Bimba foi quem legalizou a capoeira durante o governo do Presidente Getúlio Vargas em 1953, e com isso a capoeira e sua musica foram introduzidas no exército e universidades. Em 2007 a capoeira, popular em todo mundo, foi considerada “ Patrimônio Nacional ” pelo então Ministro da Cultura Gilberto Gil.

Por outro lado, a arte contemporânea de forma geral se manifesta através da fusão entre diversos elementos e linguagens. Muitas outras manifestações folclóricas brasileiras (como o samba e o maracatu) e de outras partes do mundo (como o blues, funk, reggae e os ritmos latinos) já sofreram esse processo, colocadas em diálogo com outras linguagens como o Jazz, o Rock e a música eletrônica. Dessa forma, assim como essas manifestações vieram de culturas regionais e ganharam o mundo através de seus realizadores, se faz necessário que a capoeira – com seus cânticos envolventes e de fácil absorção, por se tratar de uma prática coletiva – seja também apresentada ao mundo da música popular. Rodrigo Sá desenvolve uma proposta de promover a fusão da capoeira dentro do cenário popular como forma de resgatar e renovar essa cultura folclórica dentro do movimento da arte contemporânea e da World

Rodrigo Sá

 

Curitiba: Bonecos encantados

Premiada Cia. Manoel Kobachuk, de Curitiba, apresenta hoje no Calil Haddad o espetáculo “Encanta Brasil”, que apresenta diversidade cultural brasileira através do teatro de bonecos

Hoje a noite será de capoeira no Calil Haddad. “Capoeira me mandou dizer que já chegou, chegou para lutar”, como cantava Vinícius. Não haverá, porém, capoeiristas no palco italiano do teatro, mas bonecos – os bonecos premiados da Cia. Manoel Kobachuk, de Curitiba, que apresentam em Maringá o espetáculo “Encanta Brasil”.

A capoeira é uma das manifestações culturais que os bonecos retratam, ao lado do forró, do frevo, das músicas de ciranda, dos folguedos do boi,entre outras manifestações artísticas, para retratar a diversidade cultural brasileira.

O espetáculo da noite de hoje, é beneficente e terá arrecadação de alimentos destinada à Provopar. O grupo realizou outras cinco apresentações de “Encanta Brasil ”em Maringá ontem e hoje, voltadas exclusivamente para alunos do Colégio Positivo (o espetáculo, que está em turnê nacional, é patrocinado pela Editora Positivo”.

Em “Encanta Brasil”, a Cia. Manoel Kobachuk utiliza as técnicas de manipulação de bonecos de fios, de luva, projeção em sombra e manipulação aparente, em que os bonecos interagem com quatro atores . “A peça é um passeio musical pelo Brasil, que começa pela África, passa pelos indígenas, o Carnaval … enfim, é um recorte de várias regiões e músicas brasileiras”, explica a produtora Neiva Figueiredo, citando entre Luiz Gonzaga, Milton Nascimento e o fandango paranaense entre os autores e ritmos que serão apresentados no “Encanta Brasil”.

História e tradição

Com mais de 30 anos de estrada, a Cia. Manoel Kobachuk já produziu mais de 20 espetáculos de teatro de bonecos, dos quais 14 ainda permanecem no repertório da companhia, como “Pluft, o fantasminha”, “Respeitável Público” e “Tainahakã” – estes dois últimos, em 2000 e 2003, foram apresentados no Brasil, Portugal, Espanha e Itália.

A companhia trabalha com diversas técnicas de teatro de bonecos, realizando produções tanto para o público adulto quanto para o infantil. Com seus espetáculos, o grupo já conquistou prêmios como dois troféus Mambembe, oito Gralha Azul, troféu Talento do Paraná e três prêmios MEC.

A Cia. Manoel Kobachuk também realiza um trabalho de formação de bonequeiros e é um polo de pesquisa e produção, com criação de espetáculos, exposição de acervos, edição de boletins especializados, cursos, oficinas, desenvolvimento de literatura dirigida, admissão de estagiários de todo o território brasileiro e de países europeus.


Por quilo

“Encanta Brasil”, com a Cia. Manoel Kobachuk, de Curitiba.
Hoje, às 20h, no Teatro Calil Haddad.
Ingresso: 1 kg de alimento não perecível.

Fábio Massalli – http://www.odiariomaringa.com.br
massalli@odiariomaringa.com.br